quinta-feira, 29 de setembro de 2016

GOIÁS: O policial militar que fazia a segurança do vice-governador morre baleado durante carreata



O governo de Goiás informou nesta quinta-feira (29) que o estado de saúde do vice-governador José Eliton e do advogado da prefeitura de Itumbiara, Célio Rezende, é estável. Segundo boletim médico do Hospital de Urgências Governador Otávio Lage de Siqueira (Hugol), em Goiânia, ambos estão internados na UTI da unidade, conscientes, estáveis e respirando espontaneamente.

Na quarta-feira (28), eles participavam de uma carreata do candidato à prefeitura do município de Itumbiara, José Gomes da Rocha (PTB), quando foram baleados. Ex-prefeito da cidade e ex-deputado federal, Rocha também foi baleado, não resistiu aos ferimentos e morreu no local. O policial militar Vanilson João Pereira, que fazia a segurança do vice-governador, também morreu. O enterro das vítimas está previsto para hoje.
Durante a evolução da carreata, um carro foi de encontro ao veículo em que estavam José Eliton, José Gomes da Rocha e outras pessoas. O motorista do carro disparou com uma pistola em direção aos políticos; o atirador foi morto no local pela equipe de segurança do vice-governador.

Segundo a Polícia Civil, o atirador foi identificado como Gilberto Ferreira do Amaral, funcionário da prefeitura de Itumbiara. A polícia local está ouvindo testemunhas e agora investiga a motivação do crime e se ele agiu sozinho.

José Eliton, que também é secretário de Segurança Pública do estado, era o governador em exercício, já que Marconi Perillo estava em viagem nos Estados Unidos, em missão comercial. Segundo o governo de Goiás, o governador antecipou sua volta, prevista para sábado (1º) e deve chegar hoje à tarde a Goiânia. Até a chegada de Perillo, o presidente da Assembleia Legislativa, Hélio de Sousa (PSDB), é o governador em exercício.

TSE

O presidente do Tribunal Superior Eleitoral, ministro Gilmar Mendes, divulgou nota repudiando o atentado contra o candidato à prefeitura de Itumbiara.

Mendes reafirmou compromisso de cobrar investigação sobre mortes envolvendo candidatos às eleições municipais e disse que pediu o apoio da Polícia Federal no acompanhamento das apurações sobre outros casos de atentados contra candidatos.

O ministro da Justiça, Alexandre de Moraes, segue agora para Goiânia, onde vai visitar o vice-governador.

Justiça revela plano para matar ex-comandante da UPP Rocinha

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Reportagem exclusiva do RJTV revela que a Justiça descobriu um plano de traficantes da comunidade da Rocinha, na Zona Sul do Rio, para matar a ex-comandante da Unidade de Polícia Pacificadora (UPP), major Pricilla Azevedo, com participação de policiais da própria UPP.
A reportagem, apresentada nesta quarta-feira (28), mostra que os policiais ajudavam os criminosos, repassando informações sobre a comandante. Pricilla deixou o cargo seis meses após a polícia descobrir o plano e hoje é porta-voz das UPPs.
Ainda de acordo com a reportagem, cinco policiais que trocaram mensagens com o traficante Rogério Avelino da Silva, o Rogério 157 já foram identificados. São eles Sidnei Leão dos Santos Filho, Mário Alvispo da Silva Junior, Ramon Santiago de Moura,  Arnaldo Damião Cavalcanti e Alexsandro Mendez dos Santos, que já morreu.
Os PMs já haviam sido investigados por receber propina de traficantes para permitir a venda de drogas e a livre circulação de criminosos armados na favela da Rocinha. Os policiais foram afastados das ruas e estão fazendo serviço administrativo.
Em uma das mensagens, o criminoso pergunta pela "visão" de Pricilla que teria sido prometida por um dos PMs - referindo-se a possíveis dicas sobre a rotina da major - e recebe como resposta que a oficial não vai à comunidade todos os dias. "Amigo, ela nem bota a cara direito aqui. Faz faculdade, então em pelo menos dois ou três dias na semana ela nem vem trabalhar", responde o policial.
O diálogo prossegue e o policial afirma que, se Rogério matar Pricilla, a troca de comando na UPP seria acelerada e diz torcer pela nomeação de um outro major, a quem se refere como "caveira", apelido dado a homens do Batalhão de Operações Especiais (Bope) da Polícia Militar. "Tomara que venha o major caveira. Amigo nosso, ele adora dinheiro. Fechamento legal".
Os traficantes tramavam matar a major porque ela vinha reprimindo a venda de drogas na comunidade. O plano foi descoberto em fevereiro de 2014, após o ex-chefe do tráfico da Rocinha, Antônio Francisco Bonfim Lopes, o Nem, ser condenado em mais um processo por tráfico e por pagar propinas a agentes públicos.
As mensagens trocadas entre Nem e os policiais foram interceptadas pela Polícia Federal (PF), com autorização da Justiça. Nem já está condenado a mais de 30 anos de prisão e está na penitenciária federal de segurança máxima de Campo Grande (MS).
Segundo as investigações da PF, Nem continua a comandar a venda de drogas na comunidade da Zona Sul, com ajuda da mulher, Danúbia de Souza Rangel, que atua como mensageira da quadrilha e é a principal ligação entre Nem e Rogério 157. Ela está foragida desde março.
Danúbia chegou a ser presa, mas acabou solta por um habeas corpus concedido pelo desembargador Siro Darlan. A decisão de Darlan foi revogada, mas a mulher de Nem já havia deixado a cadeia.
A reportagem tentou contato com os advogados dos policiais acusados de trocar mensagens com Rogério, mas nenhum deles foi encontrado.

BOMBEIROS MILITARES PROTESTARAM NO PALÁCIO GUANABARA






Coronéis de alto custo: Para cada oficial no posto máximo da PM e dos bombeiros na ativa, há cinco na reserva

Rio - Os coronéis inativos da PM e do Corpo de Bombeiros formam uma tropa que pesa nas contas do estado. Para cada oficial da patente trabalhando, há praticamente outros cinco desfrutando de uma aposentadoria privilegiada. São 1.045 aposentados — contra apenas 230 na ativa —, com salário médio de R$ 26,5 mil (teto do estado). Enquanto isso, a média salarial dos aposentados da PM e dos bombeiros é de cerca de R$ 8 mil. Sozinhos, esses coronéis consomem 11% dos R$ 276 milhões que o Rio gasta mensalmente com seus 31 mil inativos militares.

A conta que não fecha está na mira de uma reforma da previdência estadual, já em fase de elaboração, seguindo as mudanças planejadas em nível nacional. O rombo previdenciário do Rio este ano bate na casa dos R$ 12 bilhões. Se não for resolvido, pode, somado à queda na arrecadação, aprofundar a crise nas finanças públicas nos próximos anos.

Os privilégios dos coronéis são um dos vértices das graves distorções geradas pelas aposentadorias especiais, garantidas também a categorias como professores e policiais civis. Esses benefícios são recebidos por 74% dos 162 mil inativos fluminenses.
— Hoje, o estado aporta cerca de 70% dos seus recursos para cobrir a insuficiência financeira da previdência. Vai chegar um momento em que ficará difícil o governo suportar essa situação — diz o presidente do Rioprevidência, Reges Moisés dos Santos, argumentando que a mudança é urgente.



LEI PERMITE PROMOÇÃO

O quadro crítico foi desenhado ao longo dos anos. No caso dos coronéis, uma das mais importantes contribuições foi dada em 2011, quando o então governador Sérgio Cabral sancionou a lei 5.919, que criava uma nova possibilidade. Embora os militares se aposentem com 30 anos de contribuição, os tenentes-coronéis que cumprissem 32 anos de serviço passaram a poder ir para a inatividade com uma promoção automática a coronel. Abriu-se a chance de o oficial ir para a reserva com a patente máxima, sem ter contribuído para tal.

Somente este ano, de um total de 33 coronéis da PM que passarão à reserva, 14, segundo levantamento feito no Diário Oficial do Estado, sequer chegaram a ter essa patente. Eles foram beneficiados pela lei de 2011.

Outra distorção, criada por duas mudanças no estatuto da PM, reduziu de oito para quatro anos o tempo máximo de um oficial no posto de coronel. Com isso, a aposentadoria é compulsória depois desse prazo para aqueles que já contribuíram por 30 anos. Por causa dessa regra, este ano já foram para a reserva dez coronéis, entre eles o ex-comandante-geral Ibis Silva Pereira, de 53, e Frederico Caldas, de 51, que já coordenou as UPPs e foi relações-públicas da PM. Hoje, a média de idade entre os coronéis inativos é de 52 anos, contra a média de 61 do restante dos servidores públicos estaduais.

O comandante-geral da PM, coronel Edison Duarte dos Santos Júnior, determinou a criação de uma comissão interna para discutir propostas para a reforma. Pela regra atual, os militares têm direito à reserva remunerada a partir de 30 anos de contribuição, sem piso de idade, levando para casa o soldo da vida ativa. Segundo o relações-públicas da corporação, coronel Oderlei Santos, entre os objetivos da comissão, está a revisão da “lei dos 32 anos”.

— Na carreira militar, a promoção é natural, proporcional e equilibrada, porque a hierarquia é piramidal. Essa lei dos 32 anos criou uma distorção. Na prática, ela alargou o topo da pirâmide.

Ainda de acordo com Oderlei, a “lei dos 32”, como é conhecida pela tropa, teve uma edição anterior, em 2002, mas acabou sendo declarada inconstitucional. Foi reeditada na gestão de Cabral.

— A norma foi criada em algum momento em que havia muitos tenentes-coronéis que permaneciam no quadro, mesmo com tempo para se aposentar. Agora, é preciso examinar o cenário atual, para verificar se a medida ainda é necessária ou se desequilibra o número de coronéis inativos — diz Oderlei.

“A PROFISSÃO MAIS PERIGOSA DO MUNDO"

O oficial afirma que a maior preocupação do comando geral é que a sociedade compreenda a especificidade da profissão do PM, antes de compará-la à de outros servidores.

— O policial militar tem uma das profissões mais perigosas do mundo. Não tem horário certo de trabalho, pode ficar até um mês de prontidão e não ganha extra por isto. Não pode fazer greve, não tem Fundo de Garantia. E, quando completa 30 anos (de serviço), não se aposenta, vai para a reserva remunerada e pode ser reconvocado num prazo de até cinco anos. A reforma da previdência é necessária, mas também é importante que os benefícios assegurados sejam compatíveis com os deveres exigidos — defendeu, acrescentando que outra questão é o tempo de vida dos militares. — Na ativa, a média de idade para óbito do policial é de 39 anos, tamanho o risco da profissão. E o perigo não o abandona depois que ele se aposenta. A média de óbito do policial inativo é de 67 anos, enquanto para o restante dos trabalhadores é de cerca de 75.

Até agosto deste ano, a PM deu baixa em 1.325 policiais. Desse total, 90 morreram, 97 foram expulsos, 150 foram reformados (por invalidez) e 848 passaram para a reserva remunerada.

A situação dos bombeiros militares é bem parecida. Os tenentes-coronéis também contam com uma “lei dos 32 anos” e podem se aposentar com o soldo de coronel, mesmo que não tenham contribuído para ele.

Para o professor José Roberto Afonso, do Instituto Brasiliense de Direito Público e pesquisador da Fundação Getulio Vargas, o Rio tem uma difícil escolha pela frente:

— Não dá para cada um na ativa ter cinco aposentados. A população do Rio precisa decidir se paga mais imposto para sustentar essa situação ou se revê as aposentadorias. A crise fiscal estadual exige solução imediata. Não haverá futuro se não equacionamos o presente.

Presidente da Associação de Oficiais Militares do Rio de Janeiro, o coronel Fernando Belo afirma que as entidades de classe vão lutar pelos direitos dos policiais:

— Eu acho que é um desrespeito com o militar e um desconhecimento do que seja o serviço.


quarta-feira, 28 de setembro de 2016

RIO GRANDE DO NORTE: PM tem prisão decretada após criticar corporação em comentário no Facebook

Um policial militar do Rio Grande do Norte teve decretada prisão de 15 dias após escrever um comentário crítico à corporação em uma postagem no Facebook.

Soldado punido por 'desrespeitar instituição' disse à BBC Brasil que 'nossa conduta tem reflexos diretos no tratamento ao povo': 'Um pm que dorme em ambiente inóspito, que come mal, que é mal tratado, é uma bomba prestes a estourar em cima do povo'
Soldado há 8 anos, João Maria Figueiredo da Silva foi punido por "publicar em rede social" palavras "que desrespeitam e ofendem a instituição e seus integrantes, além de promover o descrédito do bom andamento do serviço ostensivo da Polícia Militar", segundo decisão publicada em Boletim Geral da PM potiguar na última quarta-feira.
Na postagem do Facebook, Figueiredo escreveu: "Esse estado policialesco não serve nem ao povo e muito menos aos policiais que também compõe uma parcela significativa de vítimas do atual contrato social brasileiro. Temos uma polícia que se assemelha a jagunços, reflexo de uma sociedade hipócrita, imbecil e desonesta."
"Repito: o modelo de polícia ostensiva baseado nos moldes militares é uma aberração para o estado democrático e de direito, a começar pelo exercício da cidadania nesse ambiente onde a importância do subordinado se resume apenas a um elemento de execução", prosseguiu o soldado.
À BBC Brasil, o policial, estudante de Direito e conhecido por defender publicamente a desmilitarização da polícia, classificou a pena como "injusta" e "censora". A corporação, entretanto, argumenta que a decisão é legítima e respeitou o amplo direito de defesa.
"Eu estava fazendo um comentário em uma discussão acadêmica", disse Figueiredo. "Meu comentário trazia a visão de alguém de dentro da corporação. O discurso do 'bandido bom é bandido morto' tem aflorado cada vez mais dentro das corporações e quem pensa diferente, como eu, acaba sendo um ponto fora da curva e sofrendo sanções."
O texto foi publicado na página da plataforma Mudamos, do Instituto de Tecnologia e Sociedade do Rio de Janeiro. A postagem original discutia a criação de ouvidorias externas na PM para controle e garantia de direitos dos policiais - lançada em outubro de 2015, a plataforma discute problemas e soluções para problemas de interesse público.

Investigação

À BBC Brasil, a Polícia Militar do Rio Grande do Norte confirmou, em nota, o pedido de prisão, argumentando que "sempre prezará pela ética e impõe aos seus membros uma conduta profissional ilibada, com rigorosa observância das leis".
A decisão foi publicada na última quarta-feira - e a efetivação da prisão, segundo as normas da corporação, pode acontecer a qualquer momento.


A Polícia Militar disse à reportagem que "lamenta quando policiais militares são acusados de envolvimento em atos que vão de encontro aos regulamentos e normas que regem nossa Instituição".
Na decisão pela prisão, a instituição se baseou em parágrafos do regimento interno que exigem que policiais sejam "discretos em suas atitudes e maneiras e em sua linguagem escrita e falada", "mesmo fora do serviço ou na inatividade", e zelem pelo "bom nome da Polícia Militar e de cada um dos seus integrantes, obedecendo e fazendo obedecer os preceitos da ética policial-militar".
Em sua peça de defesa, os advogados do policial afirmam que na "publicação não há qualquer identificação ou manifestação do paciente enquanto policial militar ou no exercício da função, aludida declaração foi dada fora do expediente e, como dito, dentro de um fórum de discussões acadêmico fechado, sem direcionamento específico a qualquer autoridade ou organização".
"A corporação se julga dona do cidadão", argumentou à BBC Brasil, por telefone, o advogado Bruno Saldanha, que defende o soldado. Ele critica a forma com que o caso foi conduzido dentro da polícia.
"Se seguisse a norma, a autoridade (policial) deveria ter levado o caso à corregedoria da Secretaria de Segurança Pública, que analisaria se há ou não justa causa. Mas a própria autoridade policial abriu a sindicância, nomeou uma pessoa para ouvir o João e ela mesmo determinou a pena, que é extremamente pesada pelo que vem se observando no meio militar", disse Saldanha, por telefone.
A PM nega que o procedimento tenha ferido qualquer regra. "Ao Soldado João Maria Figueiredo, foram salvaguardados todos os direitos e prerrogativas, além de observados os princípios constitucionais da inocência e do devido processo legal."
Figueiredo também alega ser vítima de perseguição política dentro da corporação, por ser um "defensor dos direitos humanos e lutar pelos direitos básicos dos policiais e seus familiares".
"A liberdade de pensamento e de expressão é garantida pela Constituição Federal", argumenta a defesa. "A decisão pela prisão administrativa do militar tem claro viés político, haja vista a incongruência de pensamentos defendidos pelo paciente e a autoridade coatora que, infelizmente e ao que tudo indica, valeu-se de sua função para censurar e intimidar o militar no exercício de sua liberdade de expressão e acadêmica."
A corporação também comentou, em nota enviada à BBC Brasil, a crítica do soldado. "Como o policial militar alega 'perseguição política' para a decisão sobre a sanção disciplinar sofrida, e sempre buscando a lisura e imparcialidade da Polícia Militar, esperamos que o mesmo busque os meios legais para a modificação da aplicação da punição administrativa sofrida."

Jurisprudência

A decisão da corporação tem base no Regulamento Disciplinar da Polícia Militar do Estado, criado em fevereiro de 1982 - seis anos antes da Constituição de 1988.
Aprovado pela Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ) do Senado Federal em agosto passado, um projeto de Lei pretende vedar qualquer "medida privativa e restritiva de liberdade", classificando-as como "flagrantemente inconstitucionais", e obriga os Estados a "instituírem novos códigos de ética e disciplina das duas categorias".
O projeto segue para votação em plenário, ainda sem data determinada.
O tema também é discutido localmente - caso da Paraíba, que no último dia 21 determinou, por decreto, a não aplicação das penas de detenção e prisão disciplinar em relação a PMs e bombeiros.
"A gente não pode esmorecer", disse o soldado punido à BBC Brasil. "A nossa conduta tem reflexos diretos no tratamento ao povo. Um pm que dorme em ambiente inóspito, que come mal, que é mal tratado, isso é uma bomba prestes a estourar em cima do povo, e é uma bomba."

ELEIÇÕES 2016 - ESPAÇO DE PROPAGANDA - POLICIAIS MILITARES

RIO DE JANEIRO - Elitusalem Freitas, Policial militar
Página: https://www.facebook.com/MajorElitusalemFreitas/


ITAPERUNA - Hamude, Policial Militar
Página: https://www.facebook.com/wagnerhamude?fref=ts


ARARUAMA - Aquino do Papa, Policial Militar
Página: https://www.facebook.com/aquinodopapa?fref=ts


DUQUE DE CAXIAS -  Melquisedec Nascimento, Policial Militar
Página: https://www.facebook.com/melquisedec.nascimentoii


VOLTA REDONDA - Pablo Rafael, Policial Militar
Página: https://www.facebook.com/PabloRafael22888/




CAMPOS - Alonsimar de Oliveira, Policial Militar 
Página: https://www.facebook.com/alonsimar.deoliveira?fref=ts

terça-feira, 27 de setembro de 2016

CAOS NA SAÚDE DA FAMÍLIA MILITAR


Não são só os policiais na ativa os prejudicados pelo caos na saúde da polícia militar do estado do Rio de Janeiro, os prejudicados são principalmente os militares da reserva, reformados e dependentes, como esposa, mães e filhos.

Sete oficiais são acusados de participar do esquema de desvio de recursos financeiros pertencentes ao Fundo de Saúde da Polícia Militar do Rio de Janeiro e agora respondem pelos crimes de corrupção passiva, peculato e falsid. ideológica. Entre os envolvidos estão vários oficiais.

Entre os arrolados no caso estão os coronéis da Polícia Militar Ricardo Pacheco, ex-Estado Maior Administrativo, e Kleber Martins, ex-diretor da Diretoria Geral de Administração Financeira (DGAF) da PM, que já estavam presos.

A quadrilha de militares seria responsável pela compra de material que nunca seria entregue, como a aquisição de 18 mil “kits” de substratos fluorescentes para o hospital da polícia militar em Niterói, no valor de R$ 1,7 milhão. O material foi pago, mas nunca foi entregue na instituição.  

Revista Sociedade Militar

ELEIÇÕES 2016 - ESPAÇO DE PROPAGANDA - BOMBEIROS MILITARES


RIO DE JANEIRO - Marcio Garcia, Bombeiro Militar, eleito vereador com 12.740 votos na cidade do Rio de Janeiro, pautou seu mandato na defesa dos trabalhadores, servidores públicos e população menos favorecida. Defensor implacável de valores morais elevados, sempre se posicionou contra a corrupção e abuso de poder. Obs: contribuiu para conta dos POLICIAIS MILITARES  EXCLUÍDOS  da corporação
Página: https://www.facebook.com/MarcioGarciaRJOficial/




NITERÓI - Cláudio Vinícius,  Bombeiro Militar, Guarda-vidas, graduando em Tecnologia da Segurança Pública. "Luto por direitos e por DIGNIDADE".
Página: https://www.facebook.com/claudiovinicius439/?fref=ts



Saquarema - Fabio Silva, Bombeiro Militar, Nascido e criado em Saquarema, casado, 37 anos. 
Página: https://www.facebook.com/fabiosilva12193/



Barra Mansa - Serginho Bombeiro

ESTADO PEDE AJUDA PARA PAGAR POLICIAIS CIVIS E MILITARES


RIO - O governo estadual conta com a ajuda da União para continuar pagando salários de servidores e pensionistas. Fontes consultadas pelo GLOBO disseram que o governador em exercício, Francisco Dornelles, pediu ao ministro da Defesa, Raul Jungmann, que o ajude a negociar uma liberação de recursos com o Palácio do Planalto. O dinheiro seria empregado no pagamento de policiais civis e militares. Além disso, ele solicitou ao governo federal que autorize um novo envio de tropas do Exército para o estado, na intenção de reforçar o policiamento nas ruas. Durante dois meses, militares auxiliaram na segurança da Olimpíada e da Paralimpíada. As tropas foram desmobilizadas com o fim dos Jogos, no último dia 18.

O pedido de ajuda financeira é um reflexo da crise enfrentada pelo governo estadual, que, nos últimos meses, tem atrasado o pagamento de servidores e pensionistas. A falta de dinheiro em caixa afeta inclusive o depósito dos vencimentos das forças de segurança. Em junho, Dornelles chegou a decretar estado de calamidade pública “no âmbito da administração financeira”. No fim daquele mês, preocupada com o risco de a crise comprometer a Olimpíada, a União acabou liberando R$ 2,9 bilhões ao Rio, que ajudaram a minimizar os problemas.Continue lendo: O GLOBO

Candidato a vereador e presidente da Portela, Marcos Falcon é morto no Rio


Candidato a vereador do Rio de Janeiro e presidente da escola de samba Portela, Marcos Vieira Souza (PP), 52, mais conhecido como Marcos Falcon, foi assassinado a tiros dentro de seu comitê de campanha na tarde desta segunda-feira (26), em Oswaldo Cruz, na zona norte da capital fluminense. Ele era policial militar e, segundo a corporação, estava licenciado para o período eleitoral.

O caso está sendo investigado pela DH (Delegacia de Homicídios) da Capital, da Polícia Civil. Em nota, a corporação informou que a unidade foi acionada para investigar o crime ocorrido na rua Maria José. "Diligências estão em andamento para apurar as circunstâncias e a autoria do crime", disse a nota.


No local, o diretor da especializada, Rivaldo Barbosa, disse que há uma possibilidade de o crime, cometido por homens armados com fuzis, tenha tido "viés político". "Nós não descartamos nada nesse momento. Mas foi uma execução sumária, não tenho dúvida. Foi uma ação direcionada e criminosa", declarou a jornalistas.

Falcon foi eleito presidente da Portela, uma das mais tradicionais escolas do Rio, em maio, como candidato único. Ele era casado com a porta-bandeira da Beija-Flor, Selminha Sorriso.
Em 2011, quando ainda era diretor de carnaval da agremiação, ele foi preso ao levar um miliciano para se apresentar à prisão. Isso porque estava com munição e R$ 33 mil em espécie em seu carro. Ele também foi acusado de ter tramado o assassinato da então chefe de Polícia Civil do Rio, Martha Rocha, hoje deputada estadual pelo PDT.

Expulso da Polícia Militar ainda em 2011, ele foi reintegrado em 2013, "devido ao fato de ele ter sido absolvido em processo judicial, que foi arquivado a pedido do Ministério Público", segundo a corporação. Ainda de acordo com a PM, o Conselho de Disciplina "já havia decidido por sua permanência em junho de 2011". Desde sua reintegração, ele estava à disposição da Diretoria Geral de Pessoal.

Ao longo de sua trajetória na PM, Falcon sofreu atentados a tiros e precisou passar por cirurgias reparadoras.

Em março deste ano, a Polícia Civil abriu um procedimento para identificar o autor de supostas ameaças feitas ao então vice-presidente da Portela. A investigação realizada pela 29ª DP (Madureira), no entanto, não identificou "qualquer indício de existência de um plano elaborado para matar de fato a vítima, tendo as ameaças sido feitas por um telefonema, recebido pela funcionária de Falcon", informou a corporação.

A polícia afirmou ainda que o procedimento foi encaminhado um mês depois ao Juizado Especial Criminal, "não tendo retornado posteriormente à unidade".

Luto
A diretoria da Liesa (Liga Independente das Escolas de Samba do Rio de Janeiro) divulgou nota na qual se diz "profundamente consternada" e lamenta a morte do presidente da Portela. "Aos familiares, portelenses e amigos, nossos mais sinceros sentimentos", completa o texto.

Desde o fim da tarde, as páginas de facebook de Falcon e de sua viúva começaram a receber manifestações de solidariedade. "O samba está de luto", escreveu um amigo de Selminha. "Deus conforte a todos nós que somos da família Nação Portelense", disse um seguidor do candidato.

Campanha
Em vídeo divulgado durante sua campanha, o policial militar afirmou que, como vereador, pretendia contribuir "ainda mais com a segurança pública" e com a comunidade do samba. Finalizou sua fala com a frase "quem ousa, vence".