quarta-feira, 26 de novembro de 2014

Traficantes da Vila Aliança desesperados com ação da polícia na comunidade

Viatura policial é atacada e PM morre com tiro na cabeça

Um policial morreu e outro ficou ferido após uma viatura do batalhão de Irajá (41 BPM) ser atingida por tiros, na madrugada desta quarta-feira (26), em Guadalupe, na zona norte do Rio de Janeiro. O soldado Anderson Senna Freire foi atingido na cabeça. Ele foi levado para o Hospital Albert Shweitzer, em Realengo, mas não resistiu aos ferimentos. O outro policial ferido, o soldado Bruno de Moraes, de 31 anos, foi atingido no ombro. 
 

terça-feira, 25 de novembro de 2014

Dez pessoas são presas durante operação policial na Vila Aliança


Uma operação policial terminou com nove pessoas presas e um menor apreendido nesta segunda-feira (24) na Vila Aliança, Zona Oeste do Rio. De acordo com a polícia, drogas e armas foram apreendidas e veículos roubados foram recuperados. 
A operação contou com a ação do 14º BPM (Bangu) e de agentes da Coordenadoria de Recursos Especiais (Core) da Polícia Civil. Ela teve como objetivo combater o tráfico de drogas na região. 
Os dez detidos foram levados para a sede da Core na Cidade da Polícia Civil. De acordo com a corporação, os presos serão indiciados pelos crimes de tráfico de drogas, associação para o tráfico, porte de armas, e receptação. 
Em nota, a Polícia Civil informou que entre os materiais apreendidos estavam quatro fuzis, três granadas, farta munição, radiocomunicadores, um tonel com cocaína, além de diversos tabletes da mesma droga e de maconha. Conforme o comunicado da Polícia Civil, os presos são Jeferson Dias Lino, o “Robacena”, André dos Reis, o “Dedé”, Glaiton Alexandre Pereira de Oliveira, o “Cafezinho”, Tiago Ferreira dos Santos, conhecido como “TH” ou “Bob Cabeção”, Thiago Dejair Munir da Silva, o “Dentinho”, Carlos Alberto Cezar da Silva, o “Pezão”, Marcos Aurélio Almeida Santana, o “Peladinho”, Jefferson Jackson Santos da Silva, o “Nêgo”, e Maurício Menezes Pereira, o “Cotonete”. Contra André também foram cumpridos mandados de prisão por tráfico e associação para o tráfico de drogas.

PM é encontrado morto em Bangu

ROBERTA TRINDADE
Lotado na Unidade de Polícia Pacificadora (UPP) da Vila Kennedy, o soldado Ryan Guimarães Procópio foi encontrado morto no porta-malas do seu carro - um Honda Fit -, na Rua Vigilante Fortunato, em Bangu, na Zona Oeste do Rio, no final da noite desta segunda-feira, dia 24 de novembro. 
O PM havia sido levado horas antes por criminosos durante o roubo de seu carro para o interior da Favela Vila Aliança. Equipes do 14°BPM e do Batalhão de Operações Policiais Especiais (Bope) vão realizar uma incursão no local.

Aluno do CFAP morre na Rio-Teresópolis


O aluno do Centro de Formação e Aperfeiçoamento de Praças (CFAP) Rafael Antônio Matias Souza morreu durante acidente de trânsito na Rio-Teresópolis. 
As informações foram confirmadas pela assessoria da Polícia Militar na tarde desta segunda-feira (24). O fato ocorreu durante à madrugada. 
 Ainda segundo a PM, outras duas pessoas ficaram feridas. Uma delas seguia internada no Hospital de Saracuruna, Duque de Caxias, na Baixada Fluminense. Não há informação sobre a gravidade dos ferimentos. Segundo as investigações, o aspirante voltava de uma viagem à Itaperuna, no Noroeste Fluminense. Todos os feridos também são estudantes do CFAP. O caso será apurado pela 143ª DP (Itaperuna).

domingo, 23 de novembro de 2014

Traficante tinha telefone de coronel preso


Preso há mais de um mês acusado de receber propina para liberar traficante detidos, o coronel Dayzer Corpas, ex-comandante do 17º BPM (Ilha do Governador) tenta, na Justiça, provar sua inocência. Entretanto, essa não é a primeira vez que Corpas é acusado de envolvimento com o tráfico. Em 2006, quando comandava o Grupamento Especial de Policiamento do Complexo Penitenciário de Bangu, o oficial foi investigado depois que seu nome e o número de seu telefone foram encontrados na agenda do celular de um traficante preso na Vila Kennedy. Na ocasião, foram presos os ex-soldados Ednaldo Souza Costa e Michel de Menezes, que integravam o Serviço Reservado da unidade. Os dois foram flagrados em escutas telefônicas passando informações para José Givaldo Marques dos Santos, o Piu, integrante do tráfico da Vila Kennedy. 
Em 24 de março de 2005, Piu foi preso e seu celular, com o número de Corpas, apreendido. Os praças foram expulsos da corporação e, em 2009, condenados por associação para o tráfico. Já o então major Corpas foi alvo do Inquérito Policial Militar (IPM) 10836/06. Intimado a depor no procedimento, Michel de Menezes afirmou que “o major Corpas conhecia pessoalmente Piu” e que o traficante “fora apresentado a Corpas durante uma atividade esportiva da unidade em um Clube Campestre de Campo Grande”. 
Em depoimento, Corpas alegou que “não se recordava de ter sido apresentado pessoalmente a Piu” e que “não sabe como o ID de seu Nextel fora incluído no celular de Piu”. O relatório do IPM conclui que “além do fato do número do ID do Nextel do major Corpas, nenhum outro fato compromete o oficial”. O procedimento foi arquivado a pedido do Comando-Geral. Procurado, o advogado do coronel, Michel Asseff Filho, afirmou que não tinha conhecimento do caso. 
Corpas foi preso no dia 9 de outubro em casa, no Jardim Guanabara, bairro nobre da Ilha do Governador. Ele e outros 15 PMs do batalhão respondem por extorsão mediante sequestro e roubo majorado. Os PMs são acusados de terem aceitado R$ 300 mil para liberarem dois traficantes durante abordagem no dia 16 de março. Três fuzis também foram roubados e revendidos aos bandidos. Segundo a denúncia do MP, Corpas foi beneficiado com R$ 40 mil da quantia conseguida com o sequestro dos traficantes Atileno Marques da Silva, o Palermo, e Rogério Vale Mendonça, o Belo, no dia 16 de março. O depoimento de um policial delator também revelou que o batalhão recebia pagamentos regulares do tráfico de drogas do Morro do Dendê, na Ilha. Segundo o relato, o policial “ouviu dizer no interior do 17º BPM que o coronel Corpas recebe aproximadamente de R$ 120 mil a R$ 150 mil, sendo que esta receita seria exclusivamente proveniente do tráfico de drogas do Dendê”.

quarta-feira, 19 de novembro de 2014

Fotos encontradas no celular do traficante Palermo do TCP da Serrinha

No dia 16/11, o  9° BPM fez incursão no Morro da Serrinha em Madureira prendendo quatro suspeitos de tráfico de drogas, sendo dois menores e apreendendo dois fuzis AR-15. Um dos maiores é o traficante Palermo  apontado pela polícia como braço direito do traficante Lacoste, outro palerma que vem a ser chefe da venda de drogas na Serrinha. No celular do bandido foram encontradas fotos que foram anexadas ao seu processo, Abaixo algumas delas.





Policiais militares que fazem hora extra na Supervia reclamam de atraso na gratificação


PMs que fazem hora extra em estações da SuperVia, pelo Programa Estadual de Integração na Segurança (Proeis), estão na bronca com o atraso no pagamento das gratificações. A última vez em que eles viram o dinheiro foi, segundo a PM, em 27 de outubro, quando saiu a bonificação referente a agosto. A corporação alegou que a SuperVia não repassou os recursos de setembro e outubro. 
 A SuperVia informou que o pagamento das gratificações relativas a setembro e outubro será feito até o fim deste mês. Em setembro, segundo a Polícia Militar, 135 PMs fizeram horas extras para a empresa. Em outubro, esse número foi de 93. Desde setembro, o policial pode escolher onde quer trabalhar pelo Proeis.

segunda-feira, 17 de novembro de 2014

Depoimentos revelam que dois tenentes forjavam recebimento de produtos no Hospital da PM

JORNAL EXTRA


Dois depoimentos de testemunhas à Subsecretaria de Inteligência da Secretaria de Segurança (Ssinte) e ao MP revelaram como a entrega de material médico ao Hospital Central da PM (HCPM) era forjada. Segundo os relatos, dois tenentes lotados na unidade assinavam as notas de recebimento dos produtos, mesmo quando o material não era entregue ou quando uma quantidade menor do que a acordada em contrato chegava à unidade. 
Os dois oficiais — um deles lotado no setor de almoxarifado e o outro, no de obras e manutenção — já foram identificados no inquérito. A fraude possibilitava que, mesmo sem a entrega dos produtos, a nota fiscal chegasse à Diretoria de Administração e Finanças (DGAF), que autorizava o pagamento ao fornecedor. 
O coronel Alberto Borges, ex-chefe da Diretoria Geral de Saúde da PM (DGS), revelou, que as compras fraudulentas, alvo da investigação, “partiam do Fuspom e passavam pelo Estado-Maior Administrativo”. Segundo o oficial, o processo natural de aquisição partia da unidade de saúde, passava pela DGS e era encaminhado à área de finanças, que autorizava o pagamento pelo Fundo Único de Saúde da PM (Fuspom). Segundo o coronel Alberto Borges, os processos passavam pelo Estado-Maior Administrativo, comandado por Ricardo Pacheco.
Segundo o coronel Alberto Borges, os processos passavam pelo Estado-Maior Administrativo, comandado por Ricardo Pacheco. No esquema fraudulento, de acordo com Borges, o processo de compras partia diretamente do gestor do fundo, sem conhecimento do diretor da unidade de saúde. Por isso, seria necessário que alguém operasse dentro do hospital para fraudar a chegada dos produtos. Na época das compras investigadas, o gestor do Fuspom era o coronel Décio Almeida da Silva, exonerado em setembro. Já quem chefiava o Estado-Maior Administrativo era o coronel Ricardo Pacheco, que deixou o cargo na semana passada. — O coronel Décio reportava-se diretamente ao coronel Pacheco quase diariamente. Eu os via se relacionando de maneira muito próxima. Por isso, acredito que o Décio reportava a ele os processos que administrava — disse Borges.

sexta-feira, 14 de novembro de 2014

Coronel Wolney Dias assume a Corregedoria da Polícia Militar


O coronel Wolney Dias, que até semana passada estava à frente do 4º Comando de Policiamento de Área (CPA), é o novo corregedor da Polícia Militar. O nome do oficial foi publicado na última quarta-feira no Boletim Interno da corporação. Ele foi convidado pelo comandante interino da PM, coronel Ibis Silva Pereira, e entre os desafios de Wolney está a sindicância que apura a fraude e o desvio de R$ 16 milhões de verbas dos hospitais da PM por quatro oficiais. Ele ainda será responsável por aproximar a Corregedoria da PM de outros órgãos, como a Subsecretaria de Inteligência da Secretaria de Segurança, a Corregedoria Geral Unificada (CGU) e de entidades da sociedade civil. 
 Wolney Dias e sua equipe terão carta branca para fiscalizar o trabalho dos policiais nas ruas e verificarão também se os direitos dos policiais, como a concessão de férias e de folgas, estão sendo cumpridos, conforme o regulamento da PM. 
 Wolney disse que, na última sexta-feira, deixou o comando do 4º CPA e foi para o Departamento de Gestão de Pessoal (DGP) até aceitar convite para assumir a Corregedoria. “Recebi o convite do comandante enquanto estava no DGP e resolvi assumir esse novo desafio”, disse o comandante, que está há 31 anos na Polícia Militar. O comandante deixou o 4º CPA e deu lugar ao coronel Luiz Eduardo Freire, que estava lotado no BPRv. Três dias após a saída de Wolney do 4º CPA, 15 homens armados com fuzis e pistolas invadiram o Hospital Estadual Azevedo Lima (Heal), no Fonseca, em Niterói, para resgatar Johnny Luís da Silva, acusado de tráfico de drogas pela polícia. A escolta do acusado era de responsabilidade do 41º BPM (Irajá). O caso também deverá ser apurado por Wolney.