terça-feira, 7 de fevereiro de 2012

Policiais militares e bombeiros do Distrito Federal ameaçam entrar em greve

SITE: TRIBUNA DA BAHIA

Entidades que representam os policiais militares e bombeiros do Distrito Federal realizarão, nos próximos dias, assembleias para avaliar a possibilidade de greve da categoria. 
No próximo sábado (11), as associações dos oficiais da Polícia Militar (Asof) e do Corpo de Bombeiros (AssofBM) realizam assembleias para decidir se aderem ao movimento unificado, iniciado por policiais militares, e participam da assembleia conjunta prevista para o próximo dia 15, em Taguatinga.
A assembleia conjunta do dia 15 servirá para que policiais e bombeiros de entidades que aderirem ao movimento unificado decidam se entram em greve, caso o governo do Distrito Federal não aceite negociar com a categoria. 
Consideradas as diferentes entidades, os cerca de 22 mil policiais militares do Distrito Federal exigem reajuste salarial, isonomia com a Polícia Civil (segundo os militares, mais bem remunerada) e melhores condições de trabalho. Uma das entidades que divulgaram pauta de reivindicações, a Associação dos Praças Policiais e Bombeiros Militares (Aspra), defende aumento de 52% sobre o salário bruto dos subtenentes, a título de reposição das perdas salariais dos últimos quatro anos. A associação diz que a categoria não teve reajuste nesse período. 
De acordo com o presidente da Associação dos Oficiais do Corpo de Bombeiros Militar (AssofBM), coronel Sérgio Fernando Aboud, a greve ainda não é consenso, embora as reivindicações sejam justas e o movimento já conte com o apoio de muitos oficiais.

2 comentários:

  1. Ação Social : Polícia Militar ameaça entrar em greve em fevereiro caso RC não atenda reivindicações
    em 27/01/2012 13:10:00 (38 leituras)


    Os policiais militares da Paraíba decidiram durante Assembleia Geral realizada nesta quinta-feira (26) entrar em greve em fevereiro, caso o governador Ricardo Coutinho (PSB) não atenda as reivindicações da categoria.

    Durante a Assembleia, que aconteceu no ginásio de esportes da Caixa Beneficente, localizada na Rua Rodrigues Chaves, no Centro da Capital, os militares decidiram elaborar um documento com todas as reivindicações que será encaminhado ao governo estadual.
    Os policiais exigem um reajuste salarial de 18%, mas o governo do estado só concedeu 3%, o que provocou a revolta de vários funcionários estaduais.

    O presidente da Caixa Beneficente, coronel Maquir Alves Cordeiro, classificou como discriminação e humilhação o ato do governo com os militares da reserva 'que doaram sua juventude em prol da segurança pública do Estado".

    Ainda segundo o coronel Maquir, são inúmeras as perdas que se vêm acumulando, nos últimos meses, com sérios prejuízos para o Seguro de Vida, para a Lei do Subsídio e para os níveis salariais de reformados e inativos, sem contar com a indiferença que se verifica em casos de policiais que têm a saúde comprometida, em confronto com a bandidagem, ficando, algumas vezes, em cadeiras de rodas.

    O coronel Francisco e o ex-deputado federal Major Fábio (DEM) também participaram da Assembleia Geral.

    Fonte: http://caaporapb.blogspot.com/
    (Rainha do Litoral Sul)

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  2. Ação Social : Polícia Militar ameaça entrar em greve em fevereiro caso RC não atenda reivindicações
    em 27/01/2012 13:10:00 (38 leituras)


    Os policiais militares da Paraíba decidiram durante Assembleia Geral realizada nesta quinta-feira (26) entrar em greve em fevereiro, caso o governador Ricardo Coutinho (PSB) não atenda as reivindicações da categoria.

    Durante a Assembleia, que aconteceu no ginásio de esportes da Caixa Beneficente, localizada na Rua Rodrigues Chaves, no Centro da Capital, os militares decidiram elaborar um documento com todas as reivindicações que será encaminhado ao governo estadual.
    Os policiais exigem um reajuste salarial de 18%, mas o governo do estado só concedeu 3%, o que provocou a revolta de vários funcionários estaduais.

    O presidente da Caixa Beneficente, coronel Maquir Alves Cordeiro, classificou como discriminação e humilhação o ato do governo com os militares da reserva 'que doaram sua juventude em prol da segurança pública do Estado".

    Ainda segundo o coronel Maquir, são inúmeras as perdas que se vêm acumulando, nos últimos meses, com sérios prejuízos para o Seguro de Vida, para a Lei do Subsídio e para os níveis salariais de reformados e inativos, sem contar com a indiferença que se verifica em casos de policiais que têm a saúde comprometida, em confronto com a bandidagem, ficando, algumas vezes, em cadeiras de rodas.

    O coronel Francisco e o ex-deputado federal Major Fábio (DEM) também participaram da Assembleia Geral.

    Fonte: http://caaporapb.blogspot.com/
    (Rainha do Litoral Sul)

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