segunda-feira, 23 de abril de 2012

No último domingo, o grupo Anonymous invadiu o site da Polícia Militar de São Paulo e publicou uma mensagem de protesto na página, informou o portal da Info. No texto, os hackers não fizeram acusações diretas, mas críticas genéricas contra a “opressão, corrupção e pobreza”.
“Olá Povo Brasileiro, permitam-me introduzir-me a vocês como Anônimo. E apenas como Anônimo, pois não sou mais do que uma ideia, uma ideia de um mundo livre, sem opressão e pobreza e que não é comandada pela voz tirânica de um pequeno grupo de pessoas no poder.
Um mundo onde o verdadeiro propósito e prioridade é viver em liberdade sem ser restringido por regimes corruptos e governado apenas pela sede de lucro e poder. Talvez você já tenha ouvido falar de mim...

Nós não desejamos ameaçar o jeito de viver de ninguém. Nós não desejamos ditar nada a ninguém. Nós não desejamos aterrorizar sua população. Anonymous já esta e sempre esteve entre ela. Anonymous é a voz de cada oprimido sem rosto dentro deste país, nós estamos em todos os lugares, vocês nos veem todos os dias, quando andam na rua observando vocês, observando os erros dos seus governantes e a corrupção crescer a cada dia. Não toleramos corrupção!”
Polêmica
Os contratos de tecnologia da PM passaram a ser questionados pelo Ministério Público e por deputados de oposição ao governo do PSDB na Assembleia Legislativa de São Paulo.
Segundo os denunciantes, houve direcionamento em licitações para a compra de softwares usados na gestão de dados da PM. UM grupo de deputados também questiona a aquisição de tablets 3G pela polícia que, na avaliação desses parlamentares, não funcionariam corretamente.
Em resposta, o governo paulista suspendeu temporariamente a compra de softwares. O governador do Estado Geraldo Alckmin defendeu o comando da PM, mas disse que todas as denúncias serão investigadas.

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