sexta-feira, 20 de julho de 2012

O CRIME NO BRASIL COMPENSA

Ex-bandidos estão agora no AfroReggae
Hoje, os cinco, que dizem não responder a qualquer inquérito ou processo, abandonaram os fuzis e estão trabalhando no AfroReggae. Diego, Jucelino e Marcos Coutinho contam que são funcionários de uma produtora que trabalha com programas de televisão. Clapp e Carlos Alberto abraçaram outra missão: são responsáveis por convencer empresários a dar oportunidades a ex-bandidos.
— De alguma forma, nós fomos multiplicadores da violência. Hoje, estamos fazendo o contrário: multiplicando a mensagem do bem, de que o crime não compensa mesmo — garantiu Jucelino, o mais falante do grupo. — Cursei e conclui o ensino fundamental, mas sempre gostei de ler. Sou autodidata — disse ele, que começou no tráfico quando deixou o Exército em 2006. — Nasci no Complexo do Alemão. Naquelas condições, eu não sabia diferenciar nada: o que era o bem ou o mal. Analisando agora, eu lembro que havia uma harmonia. O tráfico fazia parte da rotina natural.

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