terça-feira, 11 de setembro de 2012

Acampamentos de traficantes são encontrados por policiais na Favela da Chatuba

Policiais do Batalhão de Operações Especiais (Bope) encontraram acampamentos de traficantes na mata da Favela da Chatuba, em Mesquita, na Baixada Fluminense, nesta terça-feira. Em um desses esconderijos foram apreendidos um gerador de alta capacidade e um fuzil de fabricação alemã equipado com luneta.
Desde a madrugada desta terça, centenas de policias do Bope e do Batalhão de Choque da Polícia Militar ocupam a favela da Chatuba, com o apoio de fuzileiros navais. Parte do efetivo foi levada para a comunidade dentro de quatro blindados dos fuzileiros, que já deixaram a favela.

7 comentários:

  1. TEM QUE CORTAR ESSAS PRAGAS NO AÇO!!

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  2. O “cobertor curto” das Unidades de Polícia Pacificadora

    A Favela da Chatuba não está "pacificada"? A imagem do cobertor curto é que a melhor explica. A análise do crescimento de alguns crimes na Baixada Fluminense também ajuda a compreender a teoria do cobertor curto. A apreensão é de que as coisas se tornaram mais complicadas com a instalação das UPPs. Os bandidos que saíram do Rio ocuparam os morros de Niterói e operam com os métodos conhecidos de violência e intimidação. Cavalão, Estado, Preventório, Cachoeira, Cova da Onça são os nomes que substituem, no noticiário policial, os morros do Rio ocupados pelas UPPs. Cerca de 93% dos assassinatos não são investigados, por falta de recursos. Qual será o critério para escolher os 7% restantes?

    A prioridade do Governo do Estado do Rio de Janeiro são as Unidades de Polícia Pacificadora. O perigo do modelo de policiamento das "UPPs" não é o fracasso ao longo do tempo, mas a impossibilidade de atender a todas as demandas, já que são mais de mil favelas dominadas por tráfico ou milícia no RJ. A impossibilidade de expansão do modelo suga grandes efetivos e contrasta com o restante do policiamento ostensivo chamado normal ou geral (o que se destina a todo o RJ). Este policiamento normal é tradicionalmente atendido pelos Batalhões, mas está com carência inegável de efetivo e de meios materiais, o que torna rarefeito o patrulhamento diuturno – modelo, portanto, inverso ao das UPPs.

    O caminho real é reformular a Polícia, investir e traçar um mapa de segurança para o Estado inteiro. São todos filhos de Deus. E pagam impostos.

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  3. O “cobertor curto” das Unidades de Polícia Pacificadora

    A Favela da Chatuba não está "pacificada"? A imagem do cobertor curto é a que melhor explica. A análise do crescimento de alguns crimes na Baixada Fluminense também ajuda a compreender a teoria do cobertor curto. A apreensão é de que as coisas se tornaram mais complicadas com a instalação das UPPs. Os bandidos que saíram do Rio ocuparam os morros de Niterói e operam com os métodos conhecidos de violência e intimidação. Cavalão, Estado, Preventório, Cachoeira, Cova da Onça são os nomes que substituem, no noticiário policial, os morros do Rio ocupados pelas UPPs. Cerca de 93% dos assassinatos não são investigados, por falta de recursos. Qual será o critério para escolher os 7% restantes?

    A prioridade do Governo do Estado do Rio de Janeiro são as Unidades de Polícia Pacificadora. O perigo do modelo de policiamento das "UPPs" não é o fracasso ao longo do tempo, mas a impossibilidade de atender a todas as demandas, já que são mais de mil favelas dominadas por tráfico ou milícia no RJ. A impossibilidade de expansão do modelo suga grandes efetivos e contrasta com o restante do policiamento ostensivo chamado normal ou geral (o que se destina a todo o RJ). Este policiamento normal é tradicionalmente atendido pelos Batalhões, mas está com carência inegável de efetivo e de meios materiais, o que torna rarefeito o patrulhamento diuturno – modelo, portanto, inverso ao das UPPs.

    O caminho real é reformular a Polícia, investir e traçar um mapa de segurança para o Estado inteiro. São todos filhos de Deus. E pagam impostos.

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  4. O que tem hoje nas favelas do Rio de Janeiro é ocupação militar, e não pacificação”, analisa o sociólogo Renato Cinco.

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  5. “Ser policial é apaixonante, mas é uma profissão de risco”... É presenciar tragédias, sem poder se comover; é estar diante de emoções, sem poder chorar; é estar acordado enquanto todos dormem; é amar sem ser amado; é compreender sem ser compreendido; Ser Policial é conviver com a inversão de valores sociais, onde o Bandido é protegido pelos Direitos Humanos, Direitos esses “negados” aos cidadãos, aos Policiais mortos e suas famílias... É ter estrutura para suportar a demagogia e a hipocrisia...

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  6. Policiais Militares e Bombeiros Militares continuam recebendo salários miseráveis no Rio de Janeiro

    Salário Mínimo Necessário, referente ao mês de Julho de 2012, divulgado pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (DIEESE): R$ 2.519,97 (dois mil, quinhentos e dezenove reais e noventa e sete centavos). Este deveria ser o SOLDO do Militar Estadual (o piso salarial da categoria).

    O referido valor é levantado conforme determina a lei que estabeleceu o Salário Mínimo, o Decreto Lei 399 e a Constituição Federal em seu artigo 7º, inciso IV (é o valor mínimo para cobrir as despesas básicas de sobrevivência).

    http://www.dieese.org.br/rel/rac/salminMenu09-05.xml

    Pagar dignamente não é um favor, é obrigação, senhor Governador!

    O que é feito com a segunda maior arrecadação de impostos do Brasil?

    O dinheiro público deveria ser utilizado para pagar os profissionais que prestam serviços essenciais à população, como Bombeiros e Policiais Militares ("heróis sociais"). O custo de vida no Rio é altíssimo! A insatisfação das tropas da PMERJ e do CBMERJ, por ter o pior salário do Brasil e pelas péssimas condições de trabalho, é evidente. O PM e o BM ganham, por dia, metade do que recebe uma diarista para fazer faxina!

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  7. Vídeos
    Vídeo de policiais contra Copa do Mundo choca a populaçã

    Federação dos Policiais Civis divulgou um vídeo na internet alarmando a população de que o Brasil não é um país seguro para receber a Copa do Mundo em 2014.r7

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