sábado, 29 de setembro de 2012

Ex-policial militar Carlos Ari Ribeiro (Carlão) foi morto durante uma troca de tiros com a Polícia Civil


O ex-PM Carlos Ari Ribeiro, o Carlão, integrante da maior milícia do Rio, foi morto na tarde deste sábado, durante uma operação conjunta da 40ª DP (Honório Gurgel), 15ª DP (Gávea) e do Core. Segundo informações de policiais que participaram da ação, o miliciano era caçado há três meses e foi encontrado em Cosmos. Carlão teria reagido e acabou ferido. Levado pelos policiais para o Hospital Rocha Faria, em Campo Grande, chegou à unidade morto.
Principal matador da maior milícia do Rio, o ex-PM Carlos Ari Ribeiro, o Carlão, teve ajuda interna para fugir do Batalhão Especial Prisional (BEP) da Polícia Militar, na noite do dia 1º de setembro de 2011. É o que consta da denúncia feita, ontem, pela promotora Isabella Lucas, da Auditoria Militar. Ela revela que, pouco antes da fuga ocorrer, um capitão "esqueceu" de trancar as galerias onde estavam os presos, entre eles Carlão.O mesmo oficial, que estava de serviço no BEP e tinha as chaves das celas, também deixou de fazer a conferência dos presos. No entanto, esta não foi a única facilidade encontrada por Carlão para deixar o BEP. Um cabo, que trabalhava como carcereiro e era encarregado de vigiar as celas, se ausentou da galeria onde estava o miliciano, entre 20h e 21h. Foi nesse período que Carlão deixou à cela onde estava, no segundo andar da unidade, passou por três portões até chegar a uma sala da Defensoria Pública, localizada no térreo.
Ali, de acordo com a denúncia, Carlão passou pelo buraco de um aparelho de ar-condicionado, que foi retirado por ele, e teve acesso a um pátio, onde havia uma guarita desativada. Em seguida, usou uma corda para pular um muro e fugiu.

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