sábado, 27 de outubro de 2012

Bandidos atiram contra policiais de UPP no São Carlos

 Policias da Unidade de Policia Pacificadora (UPP) do Complexo de São Carlos, Zona Norte, foram atacados por pelo menos cinco homens armados na madrugada deste sábado. Segundo a PM, os militares estavam na sede da UPP, na comunidade do Querosene, quando bandidos abriram fogo. Ninguém se feriu. O policiamento na região foi reforçado.

8 comentários:

  1. SOMOS REFÉNS DO CRIME

    Quando se ataca um policial, você não está atacando apenas um policial, mas o Estado. É uma agressão contra toda a sociedade representada pelo Estado.

    Estamos perdendo para a criminalidade. Somos reféns dos criminosos. Antigamente, o "marginal" tinha medo, tinha receio de atacar um policial. Agora, atacam os policiais de folga e policiais que já passaram para a reserva, simplesmente para abalar o moral da instituição.

    O Estado peca ao não apoiar os PMs. O governo precisa ser transparente. Tem de falar a verdade, que estamos vivendo uma situação de crise. É preciso mudar a legislação e a maioridade penal. Hoje, estamos em um estado de exceção. Se os policiais estão com medo, imagine o cidadão comum!

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  2. FÉ DE OFÍCIO POLICIAL NÃO TEM VALOR NO BRASIL

    A imprensa nos esconde a verdade, e mesmo quando mostra alguma coisa, eles dão outra interpretação e continuam a maquear a realidade!

    "FÉ DE OFÍCIO" significa conjunto de assentamentos relativos à vida funcional do servidor público. É presunção juris tantum, até prova em contrário. Que se pode confiar.

    Sempre questionei a necessidade do policial ser obrigado a levantar testemunhas em locais de crime onde as pessoas se negavam a este "dever". Em países de primeiro mundo, o depoimento de um policial é sempre levado em conta pelo judiciário na apuração de delitos, especialmente quando agregado de testemunhas, provas gravadas e o flagrante preparado, útil instrumento para separar o joio do trigo.

    Aqui, pelo contrário, o policial não tem "fé de ofício", as provas gravadas são descartadas, os flagrantes preparados não são considerados e nem uma audiência preliminar é realizada. No Brasil, as leis e a justiça não são coativas e agem enfraquecendo a polícia e o interesse público para defender o autor de ilicitudes.

    Assim, o esforço e os riscos se tornam ainda maiores.

    Porém, quando o resultado do esforço e dos riscos cai na justiça, o desânimo aumenta diante da tolerância, da morosidade, da burocracia e do descaso com as questões de ordem pública como são processados os crimes na justiça e da forma benevolente como são tratados os bandidos, sob a amparo de leis do Congresso nacional que fomentam a violência, o terror nas ruas e a impunidade.

    ALERTA: A criminalidade e a violência crescem de forma assustadora no Brasil. Os policiais estão prendendo mais e apreendendo muitas armas de guerra e toneladas de drogas. A morte e a perda de acessibilidade são riscos presentes numa rotina estressante de retrabalho e sem continuidade na justiça. Entretanto, os governantes não reconhecem o esforço e o sacrifício, pagam mal, discriminam, enfraquecem e segmentam o ciclo policial. Os policiais sofrem com descaso, políticas imediatistas, ingerência partidária, formação insuficiente, treinamento precário, falta de previsão orçamentária, corrupção, ingerência política, aliciamento, "bicos" inseguros, conflitos, autoridade fraca, sistema criminal inoperante, insegurança jurídica, desvios de função, disparidades salariais, más condições de trabalho, leis benevolentes, falência prisional, morosidade dos processos, leniência do judiciário e impunidade que inutilizam o esforço policial e ameaçam a paz social.

    É muito importante destacar as mazelas que dificultam o pleno exercício da função precípua policial, reduzem a confiança do cidadão no aparato policial e impedem a eficácia do esforço dos gestores e agentes de execução no exercício da preservação da ordem pública e da incolumidade das pessoas e do patrimônio no Brasil.

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  3. Ao analisarmos a Constituição Brasileira de 1988, percebemos que os Policiais Militares do Estado do Rio de Janeiro não recebem um salário digno. No Brasil, é preciso melhorar a distribuição de renda, corrigir o histórico problema das distorções sociais.

    O Salário Mínimo Necessário, divulgado pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (http://www.dieese.org.br), capaz de atender às necessidades vitais básicas (moradia, alimentação, educação, saúde, lazer, vestuário, higiene e transporte), de acordo com o artigo 7º, inciso IV, da Carta Magna de 1988, em Setembro de 2012 correspondeu a R$ 2.616,41 (dois mil, seiscentos e dezesseis reais e quarenta e um centavos). O piso salarial deve ser reajustado periodicamente, de modo a preservar o poder aquisitivo dos Militares Estaduais. Portanto, o menor vencimento dos PMs e BMs deveria ser de, no mínimo, R$ 2.616,41 (líquido, sem as gratificações).

    UM ESTADO QUE PRETENDE SEDIAR MEGAEVENTOS ESPORTIVOS COMO COPA DO MUNDO E OLIMPÍADAS NÃO PODE PAGAR MENOS DO QUE O MÍNIMO AOS SERVIDORES ESSENCIAIS.

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  4. De acordo com a Constituição Federal/1988 e o DIEESE, um soldado PM/BM deve ganhar, no mínimo, R$ 2.616,41 mensais (valor líquido, sem gratificações).

    Segundo o DIEESE, o Salário Mínimo Necessário, capaz de atender às necessidades vitais básicas, como moradia, alimentação, educação, saúde, lazer, vestuário, higiene e transporte (valor suficiente para a manutenção de um trabalhador, de acordo com o artigo 7º, inciso IV, da Constituição Federal) foi estimado em R$ 2.616,41 (dois mil, seiscentos e dezesseis reais e quarenta e um centavos) no mês de Setembro de 2012.

    Link do DIEESE: http://www.dieese.org.br/rel/rac/salminMenu09-05.xml

    PAGAR UM SALÁRIO DIGNO É FUNDAMENTAL!

    CHEGA DE INDIGNIDADE!

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  5. Mas a área não estava "pacificada"???

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  6. Pronunciamento do Comandante Geral de São Paulo:

    http://www.youtube.com/watch?feature=player_embedded&v=O_8SpT3sXMc

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  7. Policiais são a linha de frente da democracia, os primeiros defensores da cidadania.

    http://www.youtube.com/watch?v=TB_eXzjtjcI

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  8. Assim não teremos condições de sediar grandes eventos, como a Copa das Confederações e a Jornada Mundial da Juventude Católica, em 2013; a Copa do Mundo de 2014; e os Jogos Olímpicos e Paraolímpicos de 2016.

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