domingo, 28 de outubro de 2012

Policiais do Batalhão de Ações com Cães apreende mais de 300 quilos de drogas no Complexo de Manguinhos

Policiais do Batalhão de Ações com Cães (BAC) apreenderam drogas, neste domingo, no Complexo de Manguinhos, na Zona Norte. De acordo com a polícia, foram encontrados mais de 300 quilos de entorpecente e munições. O material estava em uma casa na Rua Jacinto, número 17. A droga foi encaminhada à 21ª DP (Bonsucesso). Segundo a polícia, é a maior apreensão desde o inicio do processo de pacificação de Manguinhos, que começou no último dia 14.

Foto: Reprodução Internet

Um comentário:

  1. SOMOS REFÉNS DO CRIME

    Quando se ataca um policial, você não está atacando apenas um policial, mas o Estado. É uma agressão contra toda a sociedade representada pelo Estado.

    Estamos perdendo para a criminalidade. Somos reféns dos criminosos. Antigamente, o "marginal" tinha medo, tinha receio de atacar um policial. Agora, atacam os policiais de folga e policiais que já passaram para a reserva, simplesmente para abalar o moral da instituição.

    O Estado peca ao não apoiar os PMs. O governo precisa ser transparente. Tem de falar a verdade, que estamos vivendo uma situação de crise. É preciso mudar a legislação e a maioridade penal. Hoje, estamos em um estado de exceção. Se os policiais estão com medo, imagine o cidadão comum!

    FÉ DE OFÍCIO POLICIAL NÃO TEM VALOR NO BRASIL

    A imprensa nos esconde a verdade, e mesmo quando mostra alguma coisa, eles dão outra interpretação e continuam a maquear a realidade!

    "FÉ DE OFÍCIO" significa conjunto de assentamentos relativos à vida funcional do servidor público. É presunção juris tantum, até prova em contrário. Que se pode confiar.

    Sempre questionei a necessidade do policial ser obrigado a levantar testemunhas em locais de crime onde as pessoas se negavam a este "dever". Em países de primeiro mundo, o depoimento de um policial é sempre levado em conta pelo judiciário na apuração de delitos, especialmente quando agregado de testemunhas, provas gravadas e o flagrante preparado, útil instrumento para separar o joio do trigo.

    Aqui, pelo contrário, o policial não tem "fé de ofício", as provas gravadas são descartadas, os flagrantes preparados não são considerados e nem uma audiência preliminar é realizada. No Brasil, as leis e a justiça não são coativas e agem enfraquecendo a polícia e o interesse público para defender o autor de ilicitudes.

    Assim, o esforço e os riscos se tornam ainda maiores.

    Porém, quando o resultado do esforço e dos riscos cai na justiça, o desânimo aumenta diante da tolerância, da morosidade, da burocracia e do descaso com as questões de ordem pública como são processados os crimes na justiça e da forma benevolente como são tratados os bandidos, sob a amparo de leis do Congresso nacional que fomentam a violência, o terror nas ruas e a impunidade.

    ALERTA: A criminalidade e a violência crescem de forma assustadora no Brasil. Os policiais estão prendendo mais e apreendendo muitas armas de guerra e toneladas de drogas. A morte e a perda de acessibilidade são riscos presentes numa rotina estressante de retrabalho e sem continuidade na justiça. Entretanto, os governantes não reconhecem o esforço e o sacrifício, pagam mal, discriminam, enfraquecem e segmentam o ciclo policial. Os policiais sofrem com descaso, políticas imediatistas, ingerência partidária, formação insuficiente, treinamento precário, falta de previsão orçamentária, corrupção, ingerência política, aliciamento, "bicos" inseguros, conflitos, autoridade fraca, sistema criminal inoperante, insegurança jurídica, desvios de função, disparidades salariais, más condições de trabalho, leis benevolentes, falência prisional, morosidade dos processos, leniência do judiciário e impunidade que inutilizam o esforço policial e ameaçam a paz social.

    É muito importante destacar as mazelas que dificultam o pleno exercício da função precípua policial, reduzem a confiança do cidadão no aparato policial e impedem a eficácia do esforço dos gestores e agentes de execução no exercício da preservação da ordem pública e da incolumidade das pessoas e do patrimônio no Brasil.

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