quarta-feira, 21 de novembro de 2012

Dossiê tem 30 falsos negros em concurso da Policia

A Assembléia Legislativa do Rio enviou para a Chefia da Polícia Civil um dossiê com os nomes de 30 pessoas que teriam sido inscritas como cotistas num concurso da corporação, embora não sejam negros ou índios. O relatório foi feito pelo deputado estadual Flávio Bolsonaro (PP). 
O concurso oferece 600 vagas para inspetor de polícia (6ª classe). Com base na Lei estadual 6.067, 20% dessas vagas são reservadas a negros e índios. Ou seja: a cada cinco vagas, a quinta é destinada a esses candidatos.
Segundo a delegada Jéssica Oliveira, diretora da Academia de Polícia (Acadepol), a checagem sobre as informações prestadas a respeito de raça serão feitas na fase de investigação social. É realizada após a matrícula dos aprovados — que até então eram identificados por números — no curso de formação.
O concurso está na primeira fase. Os candidatos ainda vão passar pelo exame psicotécnico e, após isso, por exames médicos. Caso fique comprovada a mentira, o candidato será eliminado e seu nome será encaminhado ao Ministério Público.
A chefe de Polícia, Martha Rocha, informou que não se recorda de ter despachado o dossiê do deputado para a Acadepol. Ela prometeu entrar em contato, hoje, com o gabinete do parlamentar.

4 comentários:

  1. O artigo 5º da Constituição Federal diz que todos são iguais perante a lei. Sou totalmente contra reservar 20% das vagas a negros e índios, é um absurdo! O negro e o índio devem ter as mesmas chances que os demais.

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  2. Entre a Polícia Civil e a Polícia Militar, eu prefiro ser da Polícia Militar!!

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    1. Alguém te perguntou alguma coisa?

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  3. O Decreto nº 43.411, de 10 de janeiro de 2012, desprestigia o bom profissional, beneficia os acomodados e nivela a tropa por baixo! Este Decreto gerou uma grande insatisfação por parte da tropa que estudou e prestou concursos internos para subir em sua carreira, pois as promoções através do critério do Tempo de Serviço acarretaram quebra da precedência hierárquica, abalando um dos pilares institucionais vigentes na PMERJ: A HIERARQUIA. Ter uma grande quantidade de Sargentos onera a folha e não garante um bom serviço prestado à sociedade. Da maneira como são promovidos atualmente, os policiais militares não possuem condições de exercer a graduação que ostentam de maneira satisfatória. O Curso de Formação de Sargentos (CFS) prepara a Praça para a mudança de círculo, para executar as funções de graduado. O Curso Especial de Formação de Sargentos (CEFS), apelidado pela tropa de "curso de confirmação de divisas", foi criado com o objetivo de atender à demanda Institucional para a promoção por tempo de serviço, mas não prepara o PM adequadamente para executar as funções de graduado.

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