quinta-feira, 22 de novembro de 2012

PM reformado morre baleado em Bonsucesso

O sargento reformado da PM Nilson Lima, de 46 anos, morreu baleado na Rua  Cardoso de Morais, próximo à Rua João Torquato, em Bonsucesso, na noite desta quinta-feira.

Segundo policiais do 22º BPM (Maré), Júlio César Valeriano, 46 anos, que acompanhava o policial também morreu no local. Dois homens em uma moto passaram no local atirando

Os dois chegaram a dar entrada no Hospital Geral de Bonsucesso, mas não resistiram aos ferimentos. A Delegacia de Homicídios (DH) vai investigar o caso.

7 comentários:

  1. No Brasil, matar um Policial é a mesma coisa que matar um cidadão comum, não há nenhuma diferença! Já nos países sérios... Vai ver se alguém mata Policial nos Estados Unidos da América, por exemplo. O bandido pensa duas vezes antes de atentar contra a vida de um agente da lei! Lá, o referido crime é punido com prisão perpétua ou pena de morte.

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    1. Não há muito o que dizer quando um policial morre, LUTO!!!
      A classe deveria "prender" uns 1000 bandidos, por cada morte de policial.

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    2. ELES ESTAVAM ESTORQUINDO OS COMERCIANTES NÃO ESTOU JULGANDO NINGUEM POREM A JUSTIÇA FOI FEITA

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    3. companheiro vc é juiz delegado como vc pode fala uma asneira dessa cuidado os familiares das vitimas podem lhe mover um processo não tem o que falar fica calado mas não faça comentarios nesta pagina com bobagens ouviu !!!!

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    4. NADA JUSTIFICA O HOMICÍDIO PRATICADO CONTRA O POLICIAL MILITAR!!! UM ERRO NÃO JUSTIFICA O OUTRO...

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  2. A ignorância premiada

    A existência do analfabetismo funcional é um fato. O Decreto nº 43.411, de 10 de janeiro de 2012, está desprestigiando os bons profissionais, beneficiando os acomodados e nivelando a tropa por baixo! Este Decreto está gerando uma grande insatisfação por parte da tropa que estudou e prestou concursos internos para subir em sua carreira, pois as promoções através do critério do Tempo de Serviço acarretaram quebra da precedência hierárquica, abalando um dos pilares institucionais vigentes na PMERJ: A HIERARQUIA. Ter uma grande quantidade de Sargentos onera a folha e não garante um bom serviço prestado à sociedade. Da maneira como são promovidos atualmente, os policiais militares não possuem condições de exercer a graduação que ostentam de maneira satisfatória, desvalorizando seus iguais. O Curso de Formação de Sargentos (CFS) prepara a Praça para a mudança de círculo, para executar as funções de graduado. O Curso Especial de Formação de Sargentos (CEFS), apelidado pela tropa de "curso de confirmação de divisas", foi criado com o objetivo de atender à demanda Institucional para a promoção por tempo de serviço, mas não prepara o PM adequadamente para executar as funções de graduado. O facilitismo deixa o ser humano despreparado para enfrentar situações adversas. Mas o grande problema é que os inativos, aqueles que dedicaram 30 anos à Corporação, muitas vezes em detrimento de sua família e vida pessoal, não são beneficiados de nenhuma forma, ficando com seus vencimentos defasados, o que é injusto!

    O desrespeito à meritocracia

    A promoção de praças por tempo de serviço deveria acabar, pois é uma banalização da promoção, desrespeita o princípio da meritocracia e nivela a tropa por baixo. A "doação de divisas" não pode substituir a falta de reajustes salariais. Este "erro institucional" só existe no Rio de Janeiro! A PMERJ e o CBMERJ precisam valorizar quem estudou. Em qualquer corporação, para se tornar CB e SGT, o militar tem que ser aprovado em concurso interno! Só no Rio as divisas "caem do céu". Nada contra os "Jurunas", é apenas uma visão do que é melhor para a Corporação. O QUE PRECISAMOS É SALÁRIO DECENTE! A promoção "automática" das praças (por tempo de serviço) só serve para incentivar os Soldados a não se preocuparem em estudar, se aperfeiçoar e, assim, se manterem incompetentes em um debate com algum meliante de colarinho que tenham de prender. A PMERJ não pode compactuar com a preguiça, com o desinteresse pela cultura, pelo aperfeiçoamento. Premiar a ignorância e o comodismo pode lhe ser interessante politicamente, mas não é interessante para a Corporação, pois ela só perde com isto. Perde em qualidade, perde em credibilidade, perde em respeito. A Polícia Militar é maior que o interesse de alguns militares que, nos momentos de folga, preferiram trocar os bancos escolares pela cerveja, pelo buteco, pelo churrasco, pelo "esquema", certos de que a desídia e o descompromisso consigo mesmo, com seu futuro, seria premiado em algum momento, por leis oportunistas, independentemente das suas qualidades e habilidades. Antigamente, não havia esta premiação pela preguiça, só quem se qualificasse poderia se habilitar a ser um graduado. Hoje, "as divisas caem do céu"! Muito me preocupa como serão os Sargentos de amanhã. Muitos Cabos e Sargentos continuam com o mesmo comportamento anterior, de Soldado. Promover todos os Soldados à graduação de Cabo, e posteriormente à Sargento, não os qualifica, não os dignifica, não os torna mais dignos, mais compromissados com o serviço ou mais preocupados com os rumos da corporação. O nome da nossa briosa Polícia Militar não pode ser jogado no lixo!

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  3. É preciso refletir...

    A promoção de praças por tempo de serviço deveria acabar, pois traduz-se em uma depreciação institucional. O que a corporação ganha promovendo todo mundo? A Polícia Militar do Rio de Janeiro está promovendo todos os soldados a cabos, todos os cabos a sargentos, etc. Onde está a vantagem? Não seria melhor reajustar decentemente os salários, para que possamos recuperar as perdas (defasagem referente à inflação dos períodos em que não foram concedidas as reposições)? O SGT de curso é o verdadeiro SGT, o juruna é um SD carregando divisas nos braços. Promovendo todos, na verdade não estão promovendo ninguém! As divisas têm que ser conquistadas, e não entregues de bandeja... A progressão funcional por tempo de serviço de certa forma tira o mérito dos que conquistaram suas divisas por merecimento e incha a folha de pagamento do Estado, impedindo a concessão de futuros reajustes salariais à categoria. O que adianta ser um subtenente com salário de soldado? ESSE MÉTODO ILUSÓRIO DE CONCESSÃO DE DIVISAS ACHATA CADA VEZ MAIS O NOSSO SALÁRIO, OU SEJA, QUANTO MAIS PROMOÇÕES, MAIS DISTANTES DE TER UMA REMUNERAÇÃO DIGNA DAS FUNÇÕES QUE CADA GRADUADO EXERCE NÓS ESTAREMOS! As divisas não podem ser distribuídas "automaticamente" para todos, independentemente das suas qualidades e habilidades. A PROMOÇÃO NÃO PODE SER VISTA COMO FORMA DE MELHORIA SALARIAL, E SIM COMO MEIO DE PREMIAR OS POLICIAIS MILITARES QUE SE DESTACARAM. O foco tem que ser o salário, pois de nada adianta subir na hierarquia se o soldo estiver abaixo do salário mínimo vigente. A promoção de praças por tempo de serviço é uma promoção infundada, é, no mínimo, incoerente para não dizer ridícula. Parece-me uma "forçação de barra" das mais ilógicas que já vi. A PMERJ não precisa de mais "jeitinhos" daqui e dali. Basta de hipocrisia! Chega de querer ser bonzinho para fazer feliz "A" ou "B" em detrimento da Corporação. Esta deve estar sempre em 1º lugar, doa a quem doer, contrariando ou não interesses particulares. Divisas não são ganhas, são conquistadas. A concessão da referida promoção é uma "brincadeira de mau gosto" com a Corporação, é um desprestígio para o bom policial que cumpriu as etapas previstas e fez por merecer sua promoção através de concurso interno. A promoção de praças por tempo de serviço, além de desnecessária, é prejudicial à Corporação!

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