quarta-feira, 31 de outubro de 2012

Dois PMs da UPP Mangueira são cercados e atacados por traficantes

Dois policiais da UPP (Unidade de Polícia Pacificadora) do morro da Mangueira foram cercados e atacados por um grupo de aproximadamente dez traficantes armados, na noite da última terça-feira (30). Houve troca de tiros, mas ninguém ficou ferido.
De acordo com a Coordenadoria de Polícia Pacificadora, os policiais faziam um patrulhamento, por volta das 22h30, na rua da Prata, no morro dos Telégrafos, quando os criminosos se aproximaram e abriram fogo contra os PMs.
Os policiais revidaram e procuraram abrigo para escapar da linha de tiro dos traficantes. A troca de tiros assustou moradores. O tiroteio afetou a rede de energia, já que até a manhã desta quarta-feira (31), moradores da região estavam sem energia.
Ainda de acordo com a Coordenadoria de Polícia Pacificadora, o ataque teria sido uma represália às constantes apreensões de drogas e menores que têm sido usado por traficantes para tentar manter a venda de drogas na comunidade.
Os policiais atacados pediram reforço e foram feitas buscas pelos criminosos, mas eles conseguiram escapar e ninguém foi preso.

Apelo à segurança elege cinco na Câmara de São Paulo

JORNAL O ESTADO DE SÃO PAULO

A bancada de vereadores eleita com a bandeira da segurança pública conta com dois ex-integrantes da Rota que somam, juntos, 77 mortes ao longo de suas carreiras. Tem ainda um coronel que defende a Polícia Militar na gestão da Prefeitura e duas vítimas da violência urbana.
Paulo Adriano Telhada (PSDB), Álvaro Camilo (PSD), Conte Lopes (PTB), Ari Friedebach (PPS) e Masataka Ota (PSB) estreiam na Câmara Municipal a partir de 2013 com a tarefa de tratar de um tema que, na teoria, só pode ser decidido pelo Estado ou pela União.
Os cinco eleitos para combater a violência dentro do Legislativo somam-se ao delegado Celso Jatene (PTB), que obteve um quarto mandato. A bancada da segurança, com seis integrantes, só perde para a dos evangélicos, com oito parlamentares.
Telhada, que foi chefe da Rota até o ano passado, quando saiu a sua aposentadoria compulsória, fez fama com declarações fortes contra os criminosos. Da linha "bandido bom é bandido morto", respondeu por mais de 30 mortes nos seus pouco mais de 30 anos de polícia. De acordo com ele, em apenas um ano, foram 13.

Quinto vereador mais votado de São Paulo, o coronel Telhada foi eleito com o lema “bandido bom é bandido morto”.
Telhada afirma que tentará criar a operação delegada - uma espécie de bico oficial da PM pago pela Prefeitura - para a Guarda Civil Metropolitana. Ao longo de três décadas de corporação, matou 36 suspeitos em supostos confrontos com marginais. Ele garante que todos os mortos “eram bandidos”.
O ex-deputado Conte Lopes, tenente do jovem Telhada em início de carreira, também vai para o Palácio Anchieta com a missão de “fortalecer a GCM”. Ele credita sua eleição como vereador à sensação de insegurança da sociedade. Com 41 mortes nas costas entre as décadas de 70 e 80, quando esteve na Rota, Lopes afirma ter agido “legalmente” em todos os casos.
“O problema é que você, na função de comando, vai à frente (para ajudar os demais)”, afirma o capitão reformado da PM.
Ex-comandante da PM durante o governo José Serra, entre 2006 e 2010, o coronel Álvaro Camilo tem o mesmo discurso em defesa da GCM. Diz também que defenderá mais contratações de policiais militares para a operação delegada da Prefeitura e a manutenção de coronéis da reserva no comando das subprefeituras.
Vítimas
Além dos três ex-PMs, outros dois debutantes na Câmara prometem ações de combate à violência e de auxílio às vítimas.
Pai do garoto Ives Ota, assassinado em agosto de 1997, o comerciante Masataka Ota é coordenador do Movimento Paz e Justiça Ives Ota, que presta auxílio psicológico às vítimas de violência. Ota quer ampliar a rede de auxílio para pessoas que ficaram abaladas após episódios de violência na Secretaria Municipal de Saúde.
Presidente do projeto “Viva em Segurança”, Friedebach teve a filha Liana e seu namorado assassinados em 2003. Um dos acusados pelo crime era um menor, conhecido como Champinha. No Legislativo municipal, pretende desenvolver “ações locais que possam auxiliar no combate à violência”.

Preso um dos acusados de matar desembargador em Niterói

Um dos suspeitos de matar o desembargador aposentado Gilberto Fernandes, de 78 anos, durante tentativa de assalto, na noite do último dia 25, em Niterói, foi preso por agentes da 77ª DP (Icaraí). Jeferson Siqueira Barcelos, conhecido como Jefinho, de 19 anos, foi localizado pelos policiais na tarde desta terça-feira, na comunidade conhecida como Portelinha, no bairro de Maria Paula, em Niterói, após cindo dias de investigações. Ele foi apresentado pela polícia na manhã desta quarta-feira. 
Segundo o delegado Mário Luiz da Silva, titular da 77ª DP, Jeferson foi reconhecido por sua mãe através das imagens de câmeras de segurança. Ele confessou sua participação na ação e apontou Rodrigo Moraes Pereira, o Bebelo, de 20 anos, como responsável pelos tiros que mataram o desembargador. Outro homem conhecido apenas como Mongol ou MG, também está sendo procurado pela polícia. Na delegacia, Jeferson disse que MG seria do Parque União, mas a polícia ainda não confirma a informação.


Polícia Militar expulsa sargento suspeito de envolvimento com a mílicia


A Polícia Militar do Rio expulsou nesta quarta-feira o terceiro-sargento Hércules Constâncio, do 22º BPM (Maré), por envolvimento com a mílicia.
Contra ele, há acusações de envolvimento com o comércio clandestino de sinal de TV a cabo, venda de gás de cozinha, transporte alternativo de passageiros e exploração de segurança de rua. Ele é reu da operação Duas Caras, que investiga acusados de pertencer a uma mílicia.
No dia 28 de outubro, durante o segundo turno das eleições municipais, Hércules foi preso pela juíza Patrícia Barbosa, em Duque de Caxias, na Baixada Fluminense, após uma denúncia anônima. O policial teria tentado se eleger vereador no município pelo PR (Partido da República), mas não conseguiu número de votos suficientes.
O policial estava com R$ 10.450 em dinheiro e material de campanha do candidato à prefeitura de Caxias, Washington Reis (PMDB).
Com ele, foram encontradas duas listas, uma com nomes anistiados do gatonet e outra referente a pagamentos para a prática de boca de urna. O caso foi registrado na 59ª DP (Duque de Caxias).

Como zumbis, viciados em crack tomam as ruas

Avenida Brigadeiro Trompowski, acesso à Ilha do Governador, às 15h de ontem. Consumindo crack sob sol de quase 40 graus, pelo menos 300 viciados protagonizavam cenas de horror na região, chocando moradores e quem transitava pela via. Transtornados com a ‘onda’ deixada pelas pedras da droga, homens e mulheres maltrapilhos, muitos deles adolescentes e até idosos, atravessavam a via entre os carros com risco de serem atropelados, ameaçavam motoristas e tentavam furtar objetos de quem se arriscava a pé pelo local. Muitos ‘tostavam’ na calçada e alguns pareciam fazer sexo debaixo de lençóis e cobertores.



Especialistas calculam que mais de seis mil viciados estejam em cracolândias, por exemplo, nos acessos às favelas Parque União e Nova Holanda, no Complexo da Maré; nas linhas férreas e ruas de Madureira e Cascadura; na Favela do Arará, em Benfica, e Centro. A crescente presença dos ‘nóias’, como também são chamados, preocupa autoridades, moradores e o comércio desses locais.

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Bombeiros desmentem versão de que Sérgio Côrtes estava desmaiado ao ser levado para hospital particular


 O secretário estadual de Saúde, Sérgio Côrtes, estava acordado e consciente no momento em que foi levado por uma ambulância do Samu para um hospital particular em vez de uma emergência pública de referência, quebrando uma norma do Corpo de Bombeiros. Ouvidos pelo EXTRA, quatro bombeiros dos quartéis envolvidos no socorro desmontaram a versão de que Côrtes estaria desmaiado e, segundo a assessoria de imprensa da Secretaria estadual de Saúde, teve sua remoção decidida pela família.
— Eu estava subindo para a cobertura, encontrei com ele (Côrtes) na escada. Estava descendo sozinho — contou um dos bombeiros.
Já no térreo, o secretário foi visto lúcido e falando.
— Ele estava acordado, bonitinho. Saiu benzão do prédio, de olho aberto. Vivinho — contou outro, que, a exemplo dos demais, aceitou dar entrevista gravada para o EXTRA, desde que sua identidade fosse preservada.
Os carros de combate a incêndio não paravam de chegar. Sérgio Simões, titular da Defesa Civil, já estava no local. Na madrugada daquela sexta-feira, 26 de outubro, foram acionados quatro quartéis, envolvendo um total de 37 homens.
— Aquela área (a cobertura fica na Lagoa) é do destacamento da Gávea. Quando vimos, estavam chegando carros de Copacabana, Humaitá e até do Quartel Central. Sabíamos de que se tratava da casa do Sérgio Côrtes — relatou um terceiro.
Eram cerca de 3h30m. O secretário havia se ferido no tornozelo direito ao quebrar com um chute a caixa de combate a incêndio do corredor do prédio. Também havia inalado fumaça. O clínico e médico de Côrtes, Fábio Miranda, recebe um telefonema de Verônica Vianna, mulher do secretário.
— A mulher dele me ligou, contou o caso e eu mandei que o trouxessem para o Hospital Samaritano. Ele chegou acordado — contou Fábio.
Ao ser levado para a ambulância do Samu, também estava consciente.
— Secretário, vamos para o Miguel d’Or? — ironizou um bombeiro, numa referência ao atendimento público do Miguel Couto e ao particular da Rede d’Or.
Recebeu de volta um olhar de desaprovação.
Lúcido, Côrtes já havia escolhido. Nem um nem outro: iria para o Samaritano.

CASO RESTAURANTE BRASA GOURMET - SUBTENENTE E SARGENTO EXPULSOS DA CORPORAÇÃO

Os dois policiais militares acusados de ficar com o dinheiro do assalto ao restaurante Brasa Gourmet, na Tijuca, Zona Norte do Rio, no dia 13 de agosto foram expulsos na terça-feira da corporação. A decisão, assinada pelo comandante da PM, coronel Erir Costa Filho, será publicada nesta quarta-feira no boletim interno da polícia. O caso do subtenente Ronaldo César Neves e do sargento Fábio Silva Lopes, do 4º BPM (São Cristóvão), havia sido submetido ao Conselho de Disciplina da PM, cujo parecer foi analisado pela corregedoria da corporação.
Neves e Lopes participaram do cerco ao restaurante no dia do assalto, que terminou com a morte de três dos bandidos. O sargento foi flagrado no vídeo de um cinegrafista amador pegando a mochila de um dos assaltantes mortos. Imagens do circuito interno do Brasa Gourmet mostraram que o dinheiro retirado do cofre havia sido guardado naquela mochila. Inicialmente, os policiais negaram ter pego a mochila. Depois da divulgação do vídeo e do depoimento de outro PM que estava na ação e disse ter visto Lopes com a mochila, os dois mudaram a versão: admitiram que a pegaram, mas afirmaram que não havia dinheiro em seu interior. O valor roubado foi estimado em R$ 18 mil (R$ 15 mil em dinheiro e R$ 3 mil em tíquetes refeição) pelo gerente do restaurante.
Afastados do trabalho nas ruas desde o final de agosto, os PMs não tinham anotações em suas fichas funcionais. Lopes trabalhou por 13 anos na PM e Neves, por 27 anos.


terça-feira, 30 de outubro de 2012

Presos traficantes ligados ao Comando Vermelho em Macaé

O Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (GAECO),  do Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro (MPRJ), denunciou 32 pessoas por tráfico de drogas e  formação de quadrilha. Segundo investigações, o bando, chefiado por Marcelo Fernando Pinheiro Veiga, conhecido como “Piloto”, montou em Macaé, no Norte Fluminense, uma ramificação da facção criminosa Comando Vermelho, e controlava um grande esquema de fornecimento e de distribuição de drogas em favelas do município e da capital.

As investigações duraram um ano e dois meses e nesta terça-feira (30/10) a Delegacia da Polícia Federal de Macaé em conjunto com GAECO, com cerca de 60 policiais  desencadearam a “Operação Colorado” para cumprir os mandados de prisão preventiva.  Até o final da tarde, dez pessoas foram presas.

De acordo com a denúncia, a quadrilha era dividida em núcleos de atuação, e também praticava crimes como roubos e homicídios. Em Macaé, a quadrilha agia principalmente na comunidade do Lagomar, onde um menor que estaria envolvido com tráfico teria sido morto a mando de Jamildo Rocha, o “Jota”, um dos integrantes do grupo. 

Na ocasião,  “Piloto”, um dos traficantes mais procurados pela polícia, organizou uma reunião para apurar o assassinato do rapaz e mandou chamar a família dele para prestar esclarecimentos da morte. Investigações apontam que parte do bando também administrava o tráfico nas favelas de Maguinhos, Jacarezinho, Mandela e Parque União, na Zona Norte do Rio. No topo da estrutura estavam Carlos José Pereira Rosa, o “Bililiu” e “Jota”, que comprovam drogas nessas comunidades da capital, fornecendo-as depois para seus subordinados de Macaé.  Segundo a denúncia, mesmo preso no Complexo Penitenciário de Bangu, “Bililiu” continua à frente da célula, contando com o apoio de “Jota”.

Presidente de cooperativa evita sair há 5 anos por medo de milícia no Rio


Sem receios, o presidente da cooperativa de vans Rio da Prata, César Moraes Gouveia, fez diversas denúncias, nesta terça-feira (30), contra milicianos acusados de ameaçar e extorquir motoristas de vans. Ele disse que, desde 2007 evita andar na rua com medo de ser assassinado.
“Várias pessoas estão sendo ameaçadas de morte, vem sendo oprimidas pela Liga da Justiça”, afirmou ele, se referindo à quadrilha formada pelos irmãos Jerominho e Natalino Guimarães, ambos presos no Presídio Federal de Campo Grande, em Mato Grosso do Sul. “Eu tomo medidas extremas para não sair na rua. Não saio com a minha família, com meu filho, o meu direito de ir e vir constitucional já foi rasgado há muito tempo. Às vezes me locomovo de madrugada”, contou.
Na tarde desta terça, César foi depor no Tribunal de Justiça como testemunha de acusação no processo no qual Luciano Guimarães, filho de Jerominho, será julgado por homicídio. “Eles (milicianos) chegam com roupa de policiais, fingindo que são policiais, até cumprimentam outros policias”, explicou César.
As ameaças acontecem há mais de cinco anos, mas deste quinta-feira (25) as ações, segundo ele, são mais diretas. “Eles amedrontam trabalhadores, falando para eles não circularem, que se fizesse parte da cooperativa Rio da Prata ia tacar fogo no carro deles, ia matar”, disse.
César afirma que cinco pessoas que já depuseram contra os milicianos tiveram que sair de casa. Ele acredita que o fato dele ir depor nesta terça pode ter motivado as ações. “Já tentaram vir a mim para eu não depor, mas eu continuo depondo”, afirmou.
 
Taxas semanaisOs criminosos exigem o pagamento de taxas semanais para autorizar a circulação das vans. Na última quinta-feira, 12 suspeitos encapuzados e armados pararam as vans e ameaçaram funcionários da cooperativa Rio da Prata. Eles disseram que cada van teria que pagar uma taxa de circulação no valor de R$ 350 por semana. Essa é uma das principais cooperativas da Zona Oeste da cidade e tem 700 vans. Quatro linhas, que transportam cerca de 30 mil passageiros, ficaram paralisadas. Nesta terça, apenas 50% da frota estava circulando.
Segundo investigações da polícia, Sepetiba, Padre Miguel, Cosmos, Santa Cruz e Campo Grande, na Zona Oeste, e mais Marechal Hermes, Cascadura e Coelho Neto, no subúrbio do Rio, são bairros onde milicianos dominam boa parte do transporte alternativo.
A direção da cooperativa não aceitou as ameaças e, além de registrar queixa nas delegacias da região, encaminhou o caso para a Delegacia de Repressão a Ações Criminosas Organizadas (Draco).
“Os cooperados estavam muito nervosos, chorando, temerosos de como vão pagar os carros”, disse César, que pediu Justiça e disse que uma das soluções seria a instalação de uma Unidade de Polícia Pacificadora naquela região. “Eu quero fazer justiça, botar esses homens na cadeia e acabar com isso. As autoridades têm que procurar aquele lugar, instalar a UPP lá, para mostrar para aquelas pessoas que quem manda lá é o estado de direito constitucional”, afirmou.
Funcionários afirmam que entre os criminosos que fizeram as ameaças está o ex-policial militar Toni Ângelo Souza de Aguiar, que está foragido e tem vários mandados de prisão. Os investigadores dizem que Toni substituiu o também ex-PM Ricardo Teixeira da Cruz, o Batman, e Leandro Viegas, o Leandrinho Quebra-Ossos.


Idoso preso em São Gonçalo cultivava maconha em casa


Policiais do 7º Batalhão da PM (Alcântara) prenderam, na manhã desta terça-feira, um senhor, de 62 anos, acusado de plantar maconha no quintal de casa, em São Gonçalo. Vizinhos denunciaram a plantação. Segundo policiais militares, o detido tinha em casa 21 pés de maconha. Ele foi levado preso para a 74ª DP (Alcântara) para prestar depoimento.

PM encontra corpo de menina que foi fuzilada por traficantes

A Polícia Militar encontrou por volta das 6h30 desta terça-feira (30) o corpo de uma jovem na rua Tucupi, em Rocha Miranda, zona norte do Rio. De acordo com o serviço reservado da PM, Rayane Dantas de Jesus, de 19 anos, tinha diversas marcas de tiro no rosto, tórax e abdômen.
Um policial vizinho da família da jovem, que preferiu não se identificar, disse que Rayane foi alvo de vingança de traficantes do morro Faz Quem Quer. Segundo ele, a menina era ex-namorada e estava grávida de um criminoso que abandonou a comunidade há três meses, levando armas e drogas para o Complexo da Maré, também na zona norte. Ele seria conhecido como 922.
O vizinho contou ainda que, por volta das 2h desta terça-feira, a jovem foi retirada à força de casa por homens armados e que a mãe dela seguiu os assassinos até ser barrada por eles em certo ponto da comunidade, já próximo ao local onde Rayane foi assassinada.
A menina teria recebido cerca de 20 tiros, a maioria no rosto. Segundo o policial, a vítima apresentava sinais de tortura e teve alguns ossos quebrados.
O caso está sendo investigado pela Delegacia de Homicídios (DH).

Perseguição termina com suspeito preso na Zona Norte do Rio

SRZB


Uma perseguição de três quilômetros acabou com um homem preso e outro baleado na Zona Norte do Rio na noite desta segunda-feira. Outros dois suspeitos fugiram.

A ação começou, na Avenida Radial Oeste, quando policiais suspeitaram de ocupantes de um Fiat Hilux prata com placa de Juiz de Fora (MG). Ao perceberam a aproximação da PM, o motorista fugiu, iniciando a perseguição, que só terminou na Rua Francisco Manoel, em Benfica, quando o carro dos suspeitos bateu em um trailer de lanches.

O quarteto que ocupava o veículo tentou fugir e acabou gerando uma intensa troca de tiros. O motorista, identificado como Rafael Machado dos Santos, de 19 anos, foi baleado na perna e encaminhado sob custódia para o Hospital Souza Aguiar. Ronald de Souza, de 24 anos, foi preso. Outros dois comparsas conseguiram escapar.

O caso foi registrado na 21ª DP (Bonsucesso).

Guarda Municipal do Rio terá novo comandante

 Berenice Seara
 
O prefeito reeleito Eduardo Paes vai trocar o comandante da Guarda Municipal.
O novo chefe será o capitão da Polícia Militar Leandro Matieli Gonçalves. O moço, atualmente, é o ajudante de ordens do prefeito.

Pacientes do hospital público elogiam atendimento e mandam recado ao secretário de Saúde

EXTRA
Pacientes do hospital publico elogiam atendimento e mandam recado ao secretário de Saúde
 "Minha filha foi muito bem atendida aqui e tenho certeza de que ele também seria. Ainda mais sendo o secretário de Saúde. Pode vir para cá, secretário!", disse Alexandra Borges Gomes, de 28 anos, enquanto aguardava, na emergência do Hospital municipal Miguel Couto, na Gávea, o resultado dos exames feitos na pequena Thayná, de 2 anos, que sentia dores na barriga e já havia vomitado algumas vezes.
A diarista se referia ao secretário estadual de Saúde, Sérgio Cortes, que, ao sofrer intoxicação por fumaça e um corte na perna num incêndio que atingiu sua cobertura dú- plex, na Lagoa, na madrugada de sexta-feira, preferiu ser levado a um hospital privado ao de referência do Samu na região, o Miguel Couto.
Mas se há quem esnobe, outros fazem questão de ser atendidos lá. E o caso da estudante Letícia Aparecida de Almeida, de 19 anos, que mora a cerca de 30 quilômetros do hospital — a cobertura de Cortes fica a 1,5 quilômetro da unidade —, mas só confiou nos médicos do Miguel Couto para examinar seu filho de 2 anos, que se acidentou numa piscina.
— Moro em Curicica. Peguei dois ônibus para chegar aqui. Levamos uma hora e meia com o Henry no colo, chorando de dor, mas não vou ao Lourenço Jorge nem a nenhum outro hospital. O atendimento aqui é melhor — disse ela, que, cerca três horas depois, saía da unidade com o filho imobilizado. — Foi uma fratura de fêmur. Valeu a pena ter vindo aqui.
Acompanhando a mãe numa enfermaria da Clínica Médica desde quarta-feira, o auditor fiscal de qualidade Evandro Marques, de 32 anos, também é só elogios: 

"Vim de Curicica, mas valeu a pena. O atendimento é bom" Letícia de Almeida
Estudante 

 
— O atendimento aqui é diferenciado. O secretário de Saúde poderia vir para cá. Ele seria bem tratado. E devia ter dado o exemplo. Se todo mundo tem que passar por um hospital público, ele também deveria.

segunda-feira, 29 de outubro de 2012

Prostituição na Rocinha: adolescentes eram oferecidas a turistas

Policiais militares da UPP (Unidade de Polícia Pacificadora) da Rocinha desarticularam um núcleo de prostituição infantil que funcionava na favela da zona sul do Rio. Segundo a Polícia Militar um morador da comunidade aliciava adolescentes que eram oferecidas a turistas.

O suspeito foi preso na última quinta-feira (25) quando chegava em casa. O imóvel, inclusive, funcionava como ponto de encontro entre as jovens e os turistas.

De acordo com a PM, ele tinha fotos das adolescentes no celular, que era utilizado como catálogo de prostituição.

As investigações duraram três meses e começaram depois que moradores fizeram denúncias aos PMs.

DEPÓSITOS FEITOS HOJE NAS CONTAS DOS EXCLUÍDOS


DEPÓSITOS DO MÊS DE OUTUBRO
DINHEIRO ARREACADO  R$ 1.918,00  DIVIDIDO POR 14 = R$137,00
====>R$137,00<====
 

‘Tem que atirar com segurança’, lamenta comandante da PM sobre morte de jovem em Cordovil

O comandante geral da Polícia Militar, coronel Erir Costa Filho, lamentou, na manhã desta segunda-feira, a morte do estudante Rafael Costa, de 17 anos. O jovem foi atingido por um tiro de fuzil no pescoço, em Cordovil, na Zona Norte, pelo terceiro-sargento Márcio Perez de Oliveira, de 36 anos, há 11 na corporação. O policial teria confundido o estouro do pneu do Fiat Idea dirigido por Rafael com o barulho de um tiro ou de uma granada.
- O policial se assustou porque ali é um local ermo, próximo a cidade alta, com elementos periculosos por perto. Mas é lamentável para a corporação. Estamos aí para preservar vidas. Tem que atirar com segurança - disse Costa Filho.
O comandante, todavia, rebateu as acusações da família de que os policiais teriam tentado esconder as cápsulas e ainda retirar a bala que estava no pescoço da vítima:
- Ele assumiu o erro, a responsabilidade, foi até a 22ª DP (Penha) e quis preservar o local. A família está muito nervosa.
De acordo com Costa Filho, Márcio Perez tinha ótimo comportamento. O corpo de Rafael Costa será enterrado, às 16h desta segunda-feira, no Cemitério de Irajá.

Estudante é morto em Cordovil e família acusa PM de falha em abordagem

O estudante Rafael Costa da Silva, de 16 anos, morreu após ser baleado quando dirigia carro da mãe, na Estrada Porto Novo, em Cordovil, na Zona Norte, no início da noite deste domingo. A família acusa policiais do 16º BPM (Olaria) de metralharem o veículo onde estavam outros quatro jovens, - dois irmãos e dois amigos da vítima - falha na abordagem e de tentar mudar a cena do crime retirando o projétil de fuzil do pescoço do jovem e socorrê-lo já sem vida para um hospital. Um dos amigos também foi baleado.
De acordo com o advogado da família, Marcelo Branco, dois PMs que teriam confessado na Divisão de Homicídios (DH) ter feito os disparos contra o veículo, já estão presos administrativamente. O principal objetivo da família é juntar o máximo de provas materiais que possam provar a inocência dos jovens e comprovar a ação desastrosa dos PMs. Ele não descartou a hipótese de processar o Estado. A Polícia Militar, a DH e a Secretaria de Segurança Pública ainda não se pronunciaram sobre o caso.
Segundo o pai de Rafael, o motorista da Confederação Brasileira de Futebol (CBF), Walmir Miguel da Silva, de 53 anos, a mãe do rapaz havia emprestado o Fiat Idea para que ele fosse da Penha Circular, onde morava, visitar os irmãos paternos Raoni e Róbson Fernandes da Silva, de 17 e 19 anos, respectivamente, no bairro vizinho de Cordovil. O segundo é soldado do Exército.
Ainda de acordo com o Walmir, os três irmãos e os amigos, identificados apenas como Rafael e Felipe, seguiram para um encontro com as namoradas. Na Estrada do Porto Velho, em Cordovil, o pneu do carro dos jovens estourou após passar por um buraco. PMs em duas patamos do 16º BPM que passavam pelo local teriam se assustado e confundido o estrondo com uma explosão. Um dos veículos fechou a via e policiais em outra começaram a atirar. O carro dos jovens então bateu em um outro veículo que estava estacionado na rua.
O pai contou que o carro da esposa, dirigido por Rafael, era azul marinho e tinha os vidros escuros. Ele acusou os PMs de tentar socorrer o filho já morto e tentar localizar a cápsula antes dos peritos. "O carro foi furado a tiros por todos os lados. Os outros quatro poderiam ter morrido. O que eles fizeram foi uma covardia", protestou Walmir, após prestar depoimento da Divisão de Homicídios (DH), na Barra da Tijuca, Zona Oeste, na madrugada desta segunda-feira.
"O PM tentou tirar a bala de fuzil do pescoço do menino. Impedi que meu filho fosse socorrido, como eles queriam. Ele já estava morto", disse emocionado o pai de Rafael. De acordo com o motorista, por sorte o projétil foi achado por ele no chão. Segundo ele, o cartucho e o nome dos policiais que estavam nas duas viaturas foram anotados e entregues à DH.
A versão é endossada por Róbson, irmão de Rafael, que fez críticas veementes a ação da PM. "Não lembro de nada, só ouvi os tiros. Sai do carro e me identifiquei como militar do Exército. Os outros também saíram e fomos obrigados a deitar no chão. Vi um policial mexendo no meu irmão baleado dentro do carro. Eles encostaram a viatura para socorrê-lo. Aí eu disse: meu irmão não vai na caçapa não. Ele não é bandido. A população também não deixou que tirassem ele do carro", relatou.
Os irmãos de Rafael que estavam no carro também foram ouvidos na unidade. Eles nada sofreram. Ainda não há informações sobre os paradeiros do jovem identificado apenas como Felipe. Ele estava no carro e foi ferido por um tiro de raspão no ombro. O advogado Marcelo Branco disse que ele foi socorrido pelo pai, mas não há informações sobre seu estado de saúde e a unidade de saúde para onde foi levado. O outro amigo, também de nome Rafael, nada sofreu.
Walmir também contou que no local um dos policiais pelo telefone avisava a seu interlocutor que caso alguém questionasse o que teria ocorrido, a informação que deveria se passada era de uma troca de tiros. O pai de Rafael acredita que o militar estivesse em contato com a sala de operações do 16º BPM ou com algum colega da unidade. Ele também se disse vítima da ironia dos PMs. Um deles, identificado por ele como sargento Rodrigues e o motorista de uma das duas viaturas, riram e debocharam da situação.
Róbson contou que o irmão ia começar um curso com o sonho de se tornar bombeiro. A mães dele já estaria juntando dinheiro para financiar os estudos dele. "Eles (PMs) não atiraram nem pro alto. Já vieram com fuzil pra cima. A primeira providência era abordar e pedir pra gente se identificar", concluiu.
O advogado Marcelo Branco informou que o delegado responsável pelo caso acredita que os PMs tenham se precipitado e feito uma abordagem errada ao veículo. Não teria havia ordem para parar e um abordagem de praxe, tendo só sido feitos os disparos. Marcelo afirmou ainda que não era realizada uma blitz no momento.

Labrador da PM é ameaçado de morte pelo tráfico

 Boy, um labrador de sete anos do Batalhão de Ações com Cães da Polícia Militar, tornou-se o maior tormento do tráfico do Rio. Ameaçado de morte por bandidos, que durante operações nas favelas, segundo os policiais, ordenam pelos radiotransmissores que comparsas atirem no animal, o "capitão Nascimento" de quatro patas deu o troco nos criminosos.
Neste domingo, com a ajuda da companheira Tati, da mesma raça e um ano mais nova, os PMs apreenderam quase 400 quilos de maconha numa casa abandonada no Complexo de Manguinhos, na Zona Norte.

“Boy é um dos melhores animais que temos. Um dos recordistas em descobrir armas e drogas. Ultimamente, temos captado pelos radiotransmissores, durante operações em favelas, ameaças de bandidos contra ele. Dizem: ‘Mirem (as armas) no marronzinho (em alusão à cor do labrador). Tem que pegar o marronzinho!’. Todo cuidado com o nosso focinho de ouro é pouco”, afirmou o tenente Daniel Puga, que comandou a operação com 16 policiais armados de fuzis em Manguinhos, ontem.

A droga, dividida em 190 tabletes prensados, foi encontrada, junto com 436 projéteis de calibre 762 e 230 de calibre ponto 30, além de 23 carregadores de fuzil 762, escondida atrás de parede falsa, dentro de casa no número 17 da Rua Jacinto, a menos de 100 metros da base do Batalhão de Choque da PM.

“Esse material jamais seria descoberta se não fosse o olfato extremamente apurado de cães bem treinados, como Boy”, disse Puga.

Internação de Sérgio Côrtes ainda sem explicação

Extra 

Três dias após ser levado numa ambulância do Samu para um hospital particular, o secretário municipal de Saúde, Sérgio Côrtes, e o Corpo de Bombeiros ainda não conseguiram explicar por que a norma da corporação militar foi descumprida.
Questionadas, as assessorias não responderam à pergunta
feita pelo EXTRA — por que a ambulância do Samu não removeu o secretário, após o incêndio em seu apartamento, para um hospital público, como manda a norma. E voltaram a afirmar que Côrtes foi levado para o Hospital Samaritano porque
tem plano de saúde e, assim, não ocuparia um leito de uma unidade pública. Depois da resposta, o EXTRA voltou a questionar as assessorias, mas não recebeu uma explicação.
A assessoria dos Bombeiros disse que a resposta da corporação continuava sendo a mesma dada anteriormente. Já a de Côrtes se calou e não deu mais explicações sobre o episódio. O Corpo de Bombeiros informou ainda que os militares que fizeram a remoção de Côrtes não serão punidos.
Sérgio Côrtes teve alta do Hospital Samaritano, em Botafogo, no sábado. Ele foi levado para a unidade após um incêndio na residência dele, uma cobertura duplex, na Avenida Borges de Medeiros, na Lagoa, na madrugada de sexta-feira. O secretário, que chegou desacordado, havia inalado fumaça e tinha um
corte na perna direita.

PMs do Rio temem ser reconhecidos e escondem profissão

Além da própria segurança, policiais militares temem por seus familiares. Eles enfrentam tiroteios e uma rotina estressante, mas o maior medo é ser identificado e morto.

domingo, 28 de outubro de 2012

Manda quem pode, obedece quem tem juízo!

VIA FACEBOOK

Quero deixa bem claro que na machete do jornal EXTRA DO RJ dia 27/10/2012 que diz : "Bombeiros ignoram normas da corporação" NÃO Foi o soldado, cabo ou sargento que trabalha na ambulância que passaram por cima da norma da corporação, mais foi por ordens superiores( Cmt geral do corpo de bombeiros Rj estava no incêndio)

 
Manda quem pode, obedece quem tem juízo!
Se ele (Secretario de saúde RJ Sergio Cortez ) não quis ir para Rede publica de saúde Rj a qual ele gerência , a explicação de ele que tem plano de Saúde e não queria ocupar vaga de outra pessoa.( Bonzinho né! ) E parte que utilizou o veículo público que o encaminhou para o Hospital particular, isso é de tráfico de influência.


Hipoteticamente você se acidenta por quaisquer circunstância e chamam os bombeiros para lhe socorrer. Seus parentes sabem que você é segurado em um plano de saúde TOP, e dizem ao bombeiro :
" Senhor, nos encaminhe ao hospital particular " X "porque o acidentado tem plano de saúde. " A resposta " padrão " para TODO cidadão é :
"Não é permitido, senhor(a). Só podemos deixar o paciente em uma unidade pública de saúde. São normas da corporação."
Isso não Acontece com Sérgio Cortês (Secretário de Saúde Estadual, responsável pela qualidade dos hospitais do RJ). Ele utilizou o veículo público que o encaminhou para o Hospital Particular Samaritano. Com a permissão do secretario Defesa Civil e comandante do corpo de bombeiros Sergio Simões).
1. Pra ele não vale a regra ? 
2. Por que ele se recusou a se tratar na rede pública no qual é responsável ?
Somos um Rio.

LANCHE VENCIDO PARA OS POLICIAIS MILITARES QUE TRABALHARAM HOJE NAS ELEIÇÕES

Além do lanche vencido, corre um boato que o TRE repassou um ticket ou vale refeição no valor de R$ 40,00 reais para ser entregue aos policiais que trabalharam hoje no EXTRA da eleição. Entretanto nenhum policial recebeu tal ticket. 
Alguém sabe informar sobre o destino dos tickets ou vale refeição?

obs: o lanche foi servido hoje

Sargento da PM é preso com material de campanha de candidato em Caxias

O 3º sargento da PM Hercules Constâncio foi preso pela juíza Patrícia Barbosa, em Duque de Caxias, na Baixada Fluminense, após uma denúncia anônima.

O policial estava com 10.450 reais em dinheiro e material de campanha do candidato à prefeitura de Caxias, Washington Reis (PMDB). Ele é reu da operação Duas Caras, que investiga acusados de pertencer a uma mílicia.
Com ele, foram encontradas duas listas, uma com nomes anistiados do gatonet e outra referente a pagamentos para a prática de boca de urna. O caso foi registrado na 59ª DP (Duque de Caxias).

VOLTA REDONDA - POLICIAIS DO CHOQUE SEM ALIMENTAÇÃO

Cerca de 100 agentes estão dando apoio na segurança para as eleições

O comandante do 28º Batalhão da Polícia Militar, o tenente-coronel Igor Magalhães, informou que os policiais da Tropa de Choque chegaram por volta das 7h30 de hoje (28) ao batalhão, e receberam de imediato a alimentação fria, como previsto.
Segundo ele, os policiais ainda estariam cientes do almoço combinado para ser servido no próprio batalhão.
Mais cedo, policiais do Batalhão de Choque do Rio, que estão em Volta Redonda, reclamaram com a reportagem do Diário do Vale, que estariam sem alimentação desde as 5h.
De acordo com alguns deles, que estavam nas proximidades do Colégio Getúlio Vargas, eles já teriam comunicado o ocorrido, mas não obtiveram qualquer resposta.

Operação Lei Seca prende ex-policial por porte ilegal de arma

Agentes da operação Lei Seca prenderam, na madrugada deste sábado, um ex-policial durante uma blitz na Rua João Vicente, em Marechal Hermes, na Zona Norte. No momento da abordagem, um dos agentes viu a arma entre as pernas do motorista. O motorista se identificou como policial militar e apresentou uma carteira funcional da PM. Ao conferir a informação, os agentes verificaram que ele havia sido excluído da corporação em agosto e, portanto, não poderia portar arma de fogo.
O ex-policial já tinha passagem criminal pelos crimes de formação de quadrilha e atividade clandestina de telecomunicações. Ele foi encaminhado para a 33ª DP (Realengo).

SOMOS REFÉNS DO CRIME


Quando se ataca um policial, você não está atacando apenas um policial, mas o Estado. É uma agressão contra toda a sociedade representada pelo Estado.

Estamos perdendo para a criminalidade. Somos reféns dos criminosos. Antigamente, o "marginal" tinha medo, tinha receio de atacar um policial. Agora, atacam os policiais de folga e policiais que já passaram para a reserva, simplesmente para abalar o moral da instituição.

O Estado peca ao não apoiar os PMs. O governo precisa ser transparente. Tem de falar a verdade, que estamos vivendo uma situação de crise. É preciso mudar a legislação e a maioridade penal. Hoje, estamos em um estado de exceção. Se os policiais estão com medo, imagine o cidadão comum!

FÉ DE OFÍCIO POLICIAL NÃO TEM VALOR NO BRASIL

A imprensa nos esconde a verdade, e mesmo quando mostra alguma coisa, eles dão outra interpretação e continuam a maquear a realidade!

"FÉ DE OFÍCIO" significa conjunto de assentamentos relativos à vida funcional do servidor público. É presunção juris tantum, até prova em contrário. Que se pode confiar.

Sempre questionei a necessidade do policial ser obrigado a levantar testemunhas em locais de crime onde as pessoas se negavam a este "dever". Em países de primeiro mundo, o depoimento de um policial é sempre levado em conta pelo judiciário na apuração de delitos, especialmente quando agregado de testemunhas, provas gravadas e o flagrante preparado, útil instrumento para separar o joio do trigo.

Aqui, pelo contrário, o policial não tem "fé de ofício", as provas gravadas são descartadas, os flagrantes preparados não são considerados e nem uma audiência preliminar é realizada. No Brasil, as leis e a justiça não são coativas e agem enfraquecendo a polícia e o interesse público para defender o autor de ilicitudes.

Assim, o esforço e os riscos se tornam ainda maiores.

Porém, quando o resultado do esforço e dos riscos cai na justiça, o desânimo aumenta diante da tolerância, da morosidade, da burocracia e do descaso com as questões de ordem pública como são processados os crimes na justiça e da forma benevolente como são tratados os bandidos, sob a amparo de leis do Congresso nacional que fomentam a violência, o terror nas ruas e a impunidade.

ALERTA: A criminalidade e a violência crescem de forma assustadora no Brasil. Os policiais estão prendendo mais e apreendendo muitas armas de guerra e toneladas de drogas. A morte e a perda de acessibilidade são riscos presentes numa rotina estressante de retrabalho e sem continuidade na justiça. Entretanto, os governantes não reconhecem o esforço e o sacrifício, pagam mal, discriminam, enfraquecem e segmentam o ciclo policial. Os policiais sofrem com descaso, políticas imediatistas, ingerência partidária, formação insuficiente, treinamento precário, falta de previsão orçamentária, corrupção, ingerência política, aliciamento, "bicos" inseguros, conflitos, autoridade fraca, sistema criminal inoperante, insegurança jurídica, desvios de função, disparidades salariais, más condições de trabalho, leis benevolentes, falência prisional, morosidade dos processos, leniência do judiciário e impunidade que inutilizam o esforço policial e ameaçam a paz social.

É muito importante destacar as mazelas que dificultam o pleno exercício da função precípua policial, reduzem a confiança do cidadão no aparato policial e impedem a eficácia do esforço dos gestores e agentes de execução no exercício da preservação da ordem pública e da incolumidade das pessoas e do patrimônio no Brasil.

TEXTO RETIRADO DE UM COMENTÁRIO DO BLOG

Policiais do Batalhão de Ações com Cães apreende mais de 300 quilos de drogas no Complexo de Manguinhos

Policiais do Batalhão de Ações com Cães (BAC) apreenderam drogas, neste domingo, no Complexo de Manguinhos, na Zona Norte. De acordo com a polícia, foram encontrados mais de 300 quilos de entorpecente e munições. O material estava em uma casa na Rua Jacinto, número 17. A droga foi encaminhada à 21ª DP (Bonsucesso). Segundo a polícia, é a maior apreensão desde o inicio do processo de pacificação de Manguinhos, que começou no último dia 14.

Foto: Reprodução Internet

Tenente-coronel à paisana é baleado na Vila Valqueire

Três pessoas foram baleadas na manhã deste domingo na Vila Valqueire, Zona Norte do Rio. Entre elas, o tenente-coronel Artur Veloso, que estava à paisana e acabou baleado nas nádegas. Além dele, Jorge Rodrigues e Sérgio Cláudio de Sá também foram atingidos pelos disparos.
O episódio ocorreu por volta das 9h, na Rua Tulipa. De acordo com informações preliminares, as vítimas foram baleadas por integrantes de um veículo, que passava pelo local. A ocorrência foi registrada pelo 9º BPM (Rocha Miranda), que conduziu as vítimas ao hospital Carlos Chagas, em Marechal Hermes. O caso, agora, está sendo investigado pela Divisão de Homicídios.
De acordo com informações passadas pela Polícia Militar, Jorge Rodrigues, atingido no abdômen, é o que está em estado mais grave. Sérgio Cláudio de Sá foi baleado no pé e está em estado regular.

Noite violenta em São Paulo termina com 12 baleados e cinco mortos

SRZD
A madrugada deste domingo foi violenta na cidade de São Paulo e terminou com pelo menos 12 pessoas baleadas e cinco mortas na capital e no ABC. Todos os crimes foram cometidos por homens armados de motocicleta. As informações foram divulgadas pela Polícia Civil. 
Dois criminosos em uma moto dispararam contra dois homens e uma mulher que estavam em um bar na Rua Madeira, no Pari, Região Central de São Paulo. As vítimas foram levadas baleadas nas pernas e nos braços para um pronto-socorro e não corriam risco de morte até esta manhã.
Um homem que passava pela calçada na Rua 21 de Abril, no Brás, também foi baleado e depois encaminhado em estado grave ao Pronto-Socorro João XXIII.
Por volta das 23h de sábado, três pessoas foram atingidas por homens armados que conduziam uma motocicleta na Praça Irmão Joaquim do Livramento, no Jardim João XXIII, na Zona Oeste da capital. Robson Gomes da Silva, de 25 anos, não resistiu aos ferimentos e morreu. As outras duas vítimas seguiram para o Pronto-Socorro do Hospital Bandeirante.
Quatro pessoas que supostamente consumiam drogas na madrugada deste domingo foram baleadas na Rua Bernardo de Lima, na Vila Formosa, na Zona Leste. Uma pessoa morreu e duas ficaram feridas também na Zona Leste, na região do Parque Boa Esperança. Foram registrados assassinatos também em São Mateus e São Miguel Paulista.
Ataques contra guardas municipais
Uma base da Guarda Municipal de Guarulhos, na Grande São Paulo, foi alvejada por homens que também passavam em duas motocicletas. Ninguém ficou ferido e os criminosos fugiram pela Via Dutra.
Agente penitenciário assassinado
Um agente penitenciário também foi executado por dois homens por volta das 23h40 na casa da namorada, em São Caetano do Sul, no ABC. A vítima morreu depois de passar por uma cirurgia em um hospital da cidade.

sábado, 27 de outubro de 2012

Motoqueiros andam sem capacete na Ilha do Governador por determinação do tráfico de drogas

Na Ilha do Governador, o tráfico manda mais do que o Código de Trânsito. Em dois dias, o EXTRA flagrou dezenas de motoqueiros circulando sem capacete — e sem preocupação com eventuais multas. Doze pessoas ouvidas, entre motoqueiros, taxistas, comerciantes e até policiais militares, que preferem não se identificar, afirmam que há uma orientação do tráfico proibindo a circulação de motoqueiros com capacete em toda a região.
A medida é uma forma de proteção da facção criminosa que atua na área. A ideia é evitar que bandidos rivais, com o rosto coberto pelo capacete, se aproveitem do anonimato para invadir áreas comandadas por Fernando Gomes de Freitas, o Fernandinho Guarabu, que chefia o tráfico de drogas nos morros do Dendê, Cocotá, Cacuia, Portuguesa, Freguesia e Parque Royal.
Segundo um soldado do 17º BPM, o batalhão da área, o próprio tráfico paga propina a colegas de farda para que motoqueiros sem capacete não sejam abordados.
— É só andar pela Ilha que você vai ver que os motoqueiros andam sem capacete, e ninguém faz nada — afirma.

Um taxista diz que as ordens do tráfico não se limitam aos motoqueiros. Os táxis, por exemplo, só entram nas comunidades à noite se a luz interna estiver acesa. Já o mototaxista X. afirma que é obrigado a pagar propina ao tráfico e à polícia:
— Até os comerciantes pagam arrego (gíria para propina). Está tudo dominado pelo tráfico de drogas. A polícia só finge que manda.
A Polícia Civil e a Polícia Militar dizem desconhecer esse tipo de prática na Ilha. Durante os dois dias em que esteve circulando pelo bairro, a equipe do EXTRA também não viu guardas municipais coibindo as infrações ou fazendo blitzes.
Por nota, a PM garantiu que o batalhão da área será informado sobre a denúncia. Na 37ª DP (Ilha), não há inquéritos que apurem extorsão de dinheiro de motoqueiros pelo tráfico.
— Para casos desse tipo, é preciso que a vítima denuncie. E, em situações envolvendo o tráfico, é difícil alguém disposto a denunciar — explica o delegado Deoclécio de Assis.
Motoqueiro em frente à delegacia da Ilha: sem capacete
Motoqueiro em frente à delegacia da Ilha: sem capacete Foto: Fabiano Rocha / Extra
Fernandinho Guarabu, o chefe da Ilha
Na Ilha, o crime atua ao contrário em relação a motoqueiros. Se os bandidos usando motos procuram esconder o rosto com capacete em outras áreas do Rio, para agir sem o risco de identificação pela polícia, a orientação é oposta na área dominada pelo traficante Fernandinho Guarabu. Lá, todos precisam andar com o rosto descoberto, mesmo que isso represente o descumprimento de uma regra de trânsito.
A precaução quanto à entrada de motos e veículos não é uma medida isolada de proteção territorial adotada a mando de Guarabu, que controla o tráfico em 16 das 17 comunidades da Ilha do Governador. Ele também está preparado para se defender de um eventual ataque orquestrado por facções rivais.

Cartaz de procurado de Fernandinho Guarabu: recompensa de mil reais
Cartaz de procurado de Fernandinho Guarabu: recompensa de mil reais
Segundo policiais, Guarabu montou um exército, composto por pelo menos cem homens armados com fuzis. O poder de fogo é tanto que a quadrilha já teve uma metralhadora ponto 30, que pode ser utilizada para ataques antiaéreos.
Guarabu assumiu papel de homem de negócios do tráfico, expandindo sua área de atuação para venda de sinal de TV a cabo nos últimos quatro anos.
Patrulhamento
A Guarda Municipal informou que faz patrulhamento permanente na Ilha do Governador, para orientar os motoristas e coibir infrações de trânsito. Segundo a Guarda, 25 homens das 12 Inspetoria trabalham diariamente para ajudar a reduzir congestionamentos e orientar o trânsito. Outros 14 guardas do 2 Grupamento Especial de Trânsito (Zona Norte) têm o objetivo de coibir eventuais infrações de trânsito.
A Guarda Municipal conta com a colaboração da população para denunciar este tipo de irregularidade. As solicitações e denúncias devem ser encaminhadas pela central de Teleatendimento da Prefeitura do Rio (1746), que funciona 24 horas por dia.
A Polícia Militar também conta com um canal de contato com a população, em casos de denúncias contra policiais. Problemas de conduta podem ser informados à Ouvidoria, através do telefone 3399-1199 ou pelo e-mail ouvidoriadapolicia@proderj.rj.gov.br.

Mais de 80 policiais foram mortos em São Paulo

Agência Brasil

São Paulo – Desde o começo deste ano até a última quinta-feira (26), 85 policiais foram mortos em todo o Estado de São Paulo. O dado oficial, confirmado pela Polícia Militar, ainda não contabiliza a morte de um policial em folga, ocorrida na noite da última quinta-feira (25) na capital paulista. Segundo a Polícia Militar, 67 destes policiais mortos eram da ativa e 18 aposentados. O número já é bem superior ao que foi registrado em todo o ano passado. Em 2011, de acordo com a PM, 56 policiais foram assassinados, tanto da ativa quanto os aposentados. Em 2010 foram 71 policiais militares, informou o órgão, que não comenta o balanço.
Na última quinta-feira (25), o governador de São Paulo Geraldo Alckmin informou que 117 pessoas foram presas nos últimos dois meses sob suspeita de participação nos ataques contra os policiais militares. Segundo o governador, outros 28 suspeitos estão sendo procurados e 19 morreram em confrontos com a polícia. “O governo não retroage. Não vai voltar um milímetro. O que ganha um criminoso quando ataca a polícia? Ele (criminoso) está querendo criar intimidação”, disse o governador, defendendo a ação policial no enfrentamento contra o crime no estado.
Balanço divulgado na última quinta-feira (25) pela Secretaria de Segurança Pública (SSP) informou que entre janeiro e setembro deste ano 13 policiais militares e dois policiais civis foram mortos em serviço. No mesmo período do ano passado, 13 policias militares e oito civis foram mortos em serviço. Mas o balanço não contabiliza o número de policiais mortos enquanto estavam de folga.
Também entre janeiro e setembro deste ano, 28 pessoas morreram em confrontos com policiais civis e 369 por policiais militares, totalizando 397 pessoas mortas em confrontos com policiais no período. Isso significou aumento de 8,5% em comparação ao ano passado. Nos mesmo período de 2011, 30 pessoas morreram em confronto com policiais civis e 333 por policiais militares, totalizando 363 pessoas mortas em confrontos.
Os números da secretaria também revelaram aumento de 96% no número de homicídios na cidade de São Paulo no mês de setembro em comparação com o mesmo período do ano passado. Em setembro, a capital registrou 135 casos de homicídios, enquanto no mesmo mês de 2011 foram registrados 69 casos.
No acumulado entre janeiro e setembro, a alta foi de 22% na capital, com 920 casos de homicídios e 982 vítimas (o número de vítimas é maior porque pode haver mais mortes em um mesmo boletim de ocorrência). Em todo o estado, no mesmo período, o aumento foi de 8%.
Em entrevista concedida na manhã de sexta-feira (26), o secretário de Segurança Pública Antonio Ferreira Pinto disse não acreditar que a morte de policiais decorra de uma retaliação de organizações criminosas. “O que está incomodando é o combate efetivo ao tráfico de drogas. Há essa reação deles (criminosos), mas sem aspecto de retaliação”, disse. “A estratégia é exatamente essa: com policiamento mais efetivo. O combate é efetivo e temos certeza de que vamos reverter esse quadro adverso no momento”, disse ele.
Durante a entrevista, o secretário disse que a estratégia de combate à violência em São Paulo está correta. “Não há estratégia dando errada. A estratégia tem dado certo”, disse Ferreira Pinto.
Ele também descartou a necessidade de as Forças Armadas auxiliarem as ações policiais neste momento no estado. “São Paulo é auto-suficiente. A polícia de São Paulo é preparadam, tanto a civil quanto a militar”, falou.
Segundo o secretário, a maior parte dos autores dos homicídios contra os policiais já foi presa. “Temos apenas 10 (criminosos) computados que reagiram e acabaram morrendo”, disse.
Em entrevista à Agência Brasil, o coronel reformado da PM paulista José Vicente da Silva Filho, consultor de segurança e professor do Centro de Altos Estudos de Segurança da Polícia Militar de São Paulo, também analisa como correta a estratégia utilizada pela polícia no estado. “Neste ano, a polícia vem fazendo uma repressão muito severa ao tráfico e distribuição de drogas nas ruas da cidade o que tem suscitado uma ação mais intensa dos criminosos incomodados com isso”, falou.
Segundo ele, também é preciso analisar os números referentes às mortes de policiais, que indicam que a maior parte não ocorreu em consequência a confrontos com organizações criminosas. “O que a polícia tem percebido – e conversei sobre isso recentemente com o secretário e com o comandante-geral da PM (Roberval Ferreira França) – é que há uma variedade muito grande. Não se pode colocar tudo numa única cesta de casos e atribuir uma causa comum a isso. Temos aí uma quantidade expressiva de policiais que reagiram a um assalto e morreram, que somam mais de 20 casos, e casos de policiais que estavam executando algum trabalho no seu horário de folga (como vigilantes particulares, por exemplo) e acabaram morrendo. E temos também os casos com características de execução, que é um outro grupo”, disse.
Para o coronel, o aumento no número de mortes de policiais neste ano se deve a dois principais fatores: “Um é a intensificação muito grande da polícia ao tráfico de entorpecentes. Outro aspecto é que a polícia vem mantendo o ritmo pesado de prisão de criminosos”, disse. Segundo ele, o que pode estar ocorrendo também é que alguns criminosos têm aproveitado a onda de violência para “fazer ações contra seus principais desafetos”.
“Historicamente, o que se percebe é que o grande instrumento que existe para a polícia reduzir crimes é a reação competente dela ao criminoso. O bandido tem de ter medo da polícia. Medo de ser apanhado, de ser preso”, defendeu o coronel.
Já a socióloga e pesquisadora-associada do Núcleo de Estudos da Violência da Universidade de São Paulo (NEV-USP), Camila Dias, acredita que os números de mortes de policiais no estado revela “um contexto de desequilíbrio das relações entre criminosos, sobretudo do PCC (Primeiro Comando da Capital), e a polícia”.
Segundo ela, os números de mortes de policiais e civis são altos porque decorrem “de uma guerra entre a polícia militar e o PCC”. Para ela,  “Isto produziu um perverso círculo vicioso cuja expressão é a elevação das taxas de pessoas mortas, sobretudo com características de execução sumária”.
Para Camila, há erros na política de segurança pública estadual. “Há um 'mais do mesmo' que envolve o aumento do encarceramento e investimentos na Polícia Militar, com compra de equipamentos e armas e não se busca uma solução que vá além disto. Isto, aliás, não se limita a São Paulo”, disse ela.
Camila defende que uma das soluções para evitar esses conflitos é fazer uso da inteligência policial e de técnicas de investigação para identificar os responsáveis pelas mortes. “Mas não basta identificar e prender os acusados pelas mortes dos policiais. É evidente que isso é importante. Mas é fundamental, também, identificar os responsáveis pelas mortes de civis que aumentam exponencialmente quando ocorre execução de policiais e, muitas vezes, esse aumento se dá horas depois, no mesmo bairro. É preciso, assim, investigar seriamente esses crimes, principalmente se eles tiverem o envolvimento de policiais como muito deles parecem ter”.

Bandidos atiram contra policiais de UPP no São Carlos

 Policias da Unidade de Policia Pacificadora (UPP) do Complexo de São Carlos, Zona Norte, foram atacados por pelo menos cinco homens armados na madrugada deste sábado. Segundo a PM, os militares estavam na sede da UPP, na comunidade do Querosene, quando bandidos abriram fogo. Ninguém se feriu. O policiamento na região foi reforçado.

Sargento de UPP é preso por sequestro e extorsão

Um policial da Unidade de Polícia Pacificadora (UPP) do Fallet-Fogueteiro, em Santa Teresa, foi preso em flagrante na última quinta-feira, sob acusação de sequestrar e extorquir um comerciante do Estácio.

A vítima disse em depoimento na 6ª DP (Cidade Nova) que chegou a ser ameaçada de morte pelo PM. Um comparsa dele também acabou preso. De acordo com investigações da 6ª DP, o sargento Rafael Barbosa Leonel, de 29 anos, foi identificado como o mentor do crime.

O comerciante foi capturado na porta de seu estabelecimento e levado no carro do PM, um Peugeot. Por duas horas, a vítima ficou sob a mira de pistola até que o resgate, de R$ 6 mil, fosse pago.
Quatro dias após o crime, o comerciante registrou queixa na 6ª DP e a Corregedoria da Polícia Civil começou a investigar o caso.

“Ele nos procurou, aflito, dizendo que a família dele também estava sendo ameaçada. Pela forma como foi abordada, a vítima já suspeitava que o mandante seria um policial”, explicou Alice Cunha, delegada-assistente da 6ª DP.

O comerciante, segundo ela, já teve problemas com a Justiça e as ameaças do PM focavam em uma possível prisão da vítima. “O policial se aproveitou da história do comerciante para amedrontá-lo”, conclui a delegada. Na quinta-feira, a vítima recebeu nova ameaça por telefone quando foi exigida a quantia de R$ 7 mil.
 Na hora em que o PM se encontrou com o comerciante para receber o dinheiro, os policias civis deram voz de prisão. O PM e Renato Raposo da Silva, 34, que ajudava Rafael, foram indiciados por extorsão mediante sequestro e podem pegar de 8 a 15 anos de prisão.

Ivo Meirelles é indiciado por associação ao tráfico

Inquérito da Polícia Civil deu um xeque-mate em Ivo Meirelles, presidente da Mangueira, uma das escolas de samba mais tradicionais do Rio. Ele foi indiciado no procedimento 017/1045/2011, da 17ª DP (São Cristovão), por associação para o tráfico. Se condenado, pode pegar de três a 10 anos de prisão.

A investigação começou a partir de denúncia de que Ivo teria se aliado aos traficantes Alexander Mendes da Silva, o Polegar, e Vinícius da Lima Pereira, o Chevette, para garantir apoio político na agremiação.

Em troca, ele arrecadaria, por mês, R$ 150 mil para sustentar os criminosos, principalmente os presos. No desfile do ano passado, a escola gastou R$ 6 milhões
A investigação da polícia já dura dois anos e foi determinada pelo Ministério Público e baseada em depoimentos e gravações telefônicas.

No inquérito há informações de que ele teria ameaçado outros ex-presidentes da Mangueira. Nesse período, Ivo teria visitado o traficante Polegar na cadeia. “O inquérito está sob sigilo. Portanto, não posso comentar sobre o assunto”, afirmou o delegado Fábio Pacífico, da 17ª DP.

Procurada por O DIA durante uma semana, a promotora Vera Regina de Almeida, informou  pela assessoria de imprensa do Ministério Público, que o inquérito estava na delegacia e que só responderia às perguntas na semana que vem, quando teria acesso novamente às investigações.

Para escapar do banco dos réus, resta a Ivo torcer para que a promotora não o denuncie à Justiça ou decida pelo arquivamento do inquérito. O DIA tentou localizá-lo, mas Ivo não foi encontrado até o fechamento desta edição.

Invasão de traficantes bagunçou eleição na escola

A investigação sobre um ‘golpe de estado’ do tráfico na eleição da Mangueira este ano é outro enredo da escola na polícia. Em março, o traficante Acir Ronaldo Monteiro da Silva, o 2K, foi apontado como chefe da invasão — com outros dez homens armados de pistolas — à quadra para mudar o rumo da eleição da agremiação.

Ele foi reconhecido por foto na 17ª DP (São Cristovão) por Paulo Frederico Guimarães Corrêa, integrante da Comissão Eleitoral, e citado em depoimento do presidente da Verde e Rosa, Ivo Meirelles.

Em abril, o juiz da 36ª Vara Cível, Rossidelio Lopes da Fonte, nomeou um interventor para organizar com comissão eleitoral nova eleição para a escola por causa de irregularidades na condução do pleito.

Na 45ª Vara Cível, os ex-presidentes da Mangueira Elmo José dos Santos, Álvaro Luiz Caetano, o Alvinho, e Eli Gonçalves da Silva, a Chininha, entraram com ação de dano moral contra Ivo que os acusou de irregularidades à frente da escola. “Não tenho nada contra ele. Mas o Ivo é um péssimo presidente para a Mangueira”, afirmou Alvinho.
 

Contrato de ONG do Major Magalhães não será renovado

 
Prefeitura segue orientação do TCM sobre a Tesloo
Com os dias contados. A Secretaria Municipal de Assistência Social vai seguir a recomendação do Tribunal de Contas do Município para não renovar nem assinar novos contratos com a Casa Espírita Tesloo. A única indefinição é o destino dos 160 meninos e meninas atendidos nos cinco centros de atendimento a dependentes químicos.

Como o contrato, no valor total de R$ 7.556.000, expira na próxima segunda-feira, a Prefeitura do Rio estuda uma solução para manter os jovens em tratamento.

Nesta sexta-feira, o corpo jurídico e técnico da secretaria passou o dia reunido tentando saídas para manter os menores abrigados. Um das alternativas é selecionar novas instituições religiosas, mas esbarra na falta de vagas disponíveis. Outra saída seria manter a Tesloo por um período curto até selecionar o novo parceiro.
Neste caso, usaria o argumento jurídico de não causar prejuízo às crianças para driblar temporariamente a decisão do TCM. A Casa Espírita Tesloo é presidida pelo major reformado da PM Sérgio Pereira de Magalhães Júnior, que entre 1999 e 2002 matou 42 pessoas em confronto com supostos bandidos.

Como O DIA denunciou, em alguns casos as vítimas apresentavam sinais de tiros a curta distância na cabeça e no peito. A ONG tem outros quatro contratos em vigência com a Prefeitura do Rio, no valor de R$ 30 milhões. Outros três convênios, no valor total de R$ 15,6 milhões, já foram concluídos, mas não terminou a prestação de contas.

A recomendação do TCM é para impedir a prefeitura de renovar ou assinar novos contratos até o fim da auditoria nas contas apresentadas pela Tesloo.

Na análise preliminar, os técnicos do tribunal verificaram indícios de superfaturamento de preços e serviços contratados que deixaram de ser realizados.
Um dos itens que chamaram a atenção foram os aluguéis pagos pelas casas onde funcionam os centros da ONG. Apesar de localizadas em bairros pobres da Zona Oeste, os valores chegam a R$ 13 mil.

Fim das verbas e multa se exigências forem ignoradas

Termina no fim de novembro o prazo de 90 dias para que o Município do Rio de Janeiro e a ONG Casa Espírita Tesloo se adequem às exigências para o atendimento aos menores usuários de drogas acolhidos nos cinco Centro de Apoio ao Dependente Químico (CADQ).

Caso as adequações não sejam cumpridas, a Justiça determina a suspensão do repasse das verbas e multa diária de R$ 1 mil. As instituições estão vinculadas à ONG, com verba repassada pelo município. A prefeitura recorreu.
Ação Civil Pública foi impetrada em agosto pela promotora Karina Fleury, da 7ª Promotoria da Infância e Juventude, com base em vistoria feita com equipe do MP.

Segundo a promotora, a Tesloo precisa, entre outras exigências, fazer o plano individualizado de cada criança e 100% do atendimento de Saúde Mental e na rede pública de ensino. Cabe ao município fiscalizar e avaliar o cumprimento dos termos do convênio.

sexta-feira, 26 de outubro de 2012

Conexão Bolívia-Niterói



Policiais da Delegacia de Dedicação Integral ao Cidadão (Dedic) da 77ª DP (Icaraí) apreenderam, na manhã de ontem, 10 tabletes de 1,2 kg de maconha (12 Kg), na Favela do Caniçal, em Piratininga, na Região Oceânica de Niterói. De acordo com os policiais, a carga de drogas, avaliada em cerca de R$ 30 mil, teria vindo da Bolívia, numa suposta conexão com traficantes do Comando Vermelho, e seria distribuída em favelas do Niterói e São Gonçalo.
Os policiais conseguiram interceptar o carregamento da droga após receberem denúncia anônima. De acordo com as informações repassadas à polícia, a maconha estaria escondida dentro de uma caixa de papelão, no interior da mata, coberta de borra de café, para inibir a ação de cães farejadores. Ninguém foi preso.
Operação - Ontem, por volta das 6h, os agentes foram ao local e encontraram a caixa de papelão no meio da mata. Além da carga de drogas foi encontrado um rádio comunicador. De acordo com os policiais, tudo indica que a droga foi deixada há pouco tempo no local. Apesar de ter chovido no dia anterior, o mato estava molhado, mas a caixa estava seca.
Exame - O material apreendido foi encaminhado à delegacia e encaminhado ao Instituto de Criminalística Carlos Éboli (ICCE), onde será submetido a exame pericial. Os policiais acreditam que a droga aprendida seria parte de um carregamento, encomendado por traficantes, para ser distribuído em favelas do Centro e zona sul de Niterói.
‘CV’ domina o tráfico
De acordo com polícia, a maior parte das favelas de Niterói é comandada pela facção criminosa Comando Vermelho (CV). Entre os principais ‘chefes’ está Arnaldo Gonçalves dos Santos, o Naldo, de 44, apontado como chefe do tráfico nas comunidades Souza Soares, Zulu e Beltrão, em Santa Rosa. Naldo assumiu o controle da distribuição de drogas das favelas de Niterói, nos anos 90, junto com o irmão, Tony.
Os irmãos tinham apoio do traficante Marcos Antônio da Silva Tavares, o Marquinho Paraíba ou Marquinho Niterói. Ele era o segundo homem no escalão do traficante Luiz Fernando da Costa, o Fernandinho Beira-Mar, 42. Condenado a 18 anos de prisão por tráfico de drogas, Marquinho Niterói fornecia drogas e armas para favelas cariocas e foi assassinado por asfixia, dentro de uma cela, na Penitenciária Doutor Serrano Neves, o Bangu 3, em Bangu, na zona oeste do Rio.
Ainda segundo a polícia, no lugar de Marquinho Niterói assumiu o traficante André Luiz Barreto de Freitas, o André Paulistinha, de 27 anos, responsável pela distribuição de drogas em favelas do Grande Rio, incluindo Niterói e São Gonçalo. Paulistinha usava carros como CRV e Mitsubishi para transportar a droga direto da Bolívia.Em julho deste ano, ele foi preso pela polícia militar de São Paulo, na casa dos pais dele, no bairro de Jardim Martine. 
 

Surpreendidos com armamento pesado na saída da Ponte


Três homens acusados de envolvimento com a criminalidade do Complexo da Favela Parque União, em Bonsucesso, Zona Norte do Rio, foram presos na tarde de sexta-feira por policiais militares do 12º BPM (Niterói) após denúncias repassadas à corporação. 
O trio foi surpreendido por PMs da primeira cabine blindada instalada na Alameda São Boaventura, sentido do Fonseca/São Gonçalo. Apesar de armados, os suspeitos não reagiram.
Eles estavam em poder de uma metralhadora, uma pistola 9mm, carregadores, farta munição e uma granada de uso exclusivo do Exército. Um veículo Eco-Sport, roubado em Caxias, também foi recuperado pelos PMs de Niterói. 
Os PMs que participaram da prisão do trio suspeito contaram que interditaram a Alameda São Boaventura assim que perceberam a aproximação do veículo suspeito descrito pela denúncia. O trio conseguiu passar pelo pedágio da Ponte Rio-Niterói e pela Patrulha Rodoviária Federal sem despertar qualquer suspeita.
Ação- Antes da abordagem, os PMs temiam uma reação do grupo, que acabou não acontecendo. O excesso de veículos vindo do Rio por causa do horário do rush poderia impedir uma ação mais violenta da polícia. “Não disparos um tiro e muita gente nem percebeu nossa movimentação. O veículo foi retirado da pista de imediato. E ainda bem que não houve reação dos suspeitos”, comentou um dos PMs.
Na delegacia de Icaraí, os presos foram identificados como: Eduardo Ferreira dos Santos, de 19 anos, morador de São Cristóvão, Washigton Luiz do Nascimento Oliveira, de 21 anos, morador de Costa Barros e Paulo Henrique Batista Borges, de 18 anos, que seria morador da região da Zona Portuário do Caju. O trio foi indiciado por porte ilegal de arma de fogo pela delegada Carina Bastos. O proprietário do veículo recuperado era aguardado na delegacia e segundo polícia, caso ele confirmasse o furto do carro, o bando pode ser indiciado também pelo crime de roubo.

Policiais civis do DF decidem continuar em greve

Os policiais civis do Distrito Federal (DF) decidiram hoje (26), em assembleia em Frente ao Palácio do Buriti, continuar com a greve iniciada em 23 de agosto. A categoria votou pela continuidade do movimento e marcou nova assembleia para o dia 1º de novembro, às 8h, em frente ao prédio da Câmara Distrital.
Os policiais reivindicam do governo aumento salarial de 28%, reestruturação da carreira, plano de saúde subsidiado e a transformação ou renomeação do cargo de agente penitenciário, incluindo-o no quadro da Polícia Civil.


PM abre concurso para formação de oficiais

 A Polícia militar abre inscrições na próxima terça-feira para o Curso de Formação de Oficiais (CFO) de 2013. Serão 60 vagas para homens e mulheres.
Para ingresso no quadro de oficiais da PM, o candidato deve ter concluído o Ensino Médio, ter idade mínima de 18 anos e máxima de 30 anos, completos até a data de início do curso, além de altura mínima de 1,65m para homens e 1,60m para mulheres.
Não há limite de idade para policiais militares que desejarem se inscrever no curso. O curso será na Academia de Polícia Militar D. João VI, em Sulacap, na Zona Oeste, e terá início em março de 2013.
O término está previsto para dezembro de 2015, quando o aluno oficial é declarado aspirante-à-oficial. Depois de cumprir estágio mínimo de oito meses, o aspirante ingressa no quadro de oficiais da polícia como 2º tenente PM.
As aulas são ministradas de segunda a sexta-feira e o regime é de internato. A primeira fase do concurso consiste na prova escrita e prova de títulos.
A segunda fase terá exames antropométrico (peso e altura), físico, psicológico, médico e social e toxicológico. A prova de títulos dará cinco pontos para quem for policial militar de qualquer corporação do Brasil e cinco pontos para quem possuir graduação
completa em qualquer área.
Os pontos são cumulativos. Logo, se o policial militar for graduado terá 10 pontos. A remuneração bruta (sem descontos) inicial para cadete é de R$ 1.576,37, e para o cargo de 2º tenente PM é de R$ 4.296,25.
As provas escritas serão realizadas pelo Instituto Brasileiro de Formação e Capacitação (IBFC) e os exames complementares ficarão a
cargo do Centro de Recrutamento e Seleção de Praças (CRSP), da Polícia Militar. As inscrições devem ser feitas no período de 30 de outubro a 25 de novembro pelo site www.ibfc.org.br.
A taxa é de R$ 78,00. A prova será realizada no dia 9 de dezembro de 2012 em locais a serem escolhidos.

Preso policial que usou arma de choque para reprimir manifestante


Foi preso nesta sexta-feira o policial que foi flagrado por cinegrafistas amadores usando uma arma de choque em uma mulher que participava de uma passeata na tarde de quarta-feira, na Avenida Presidente Vargas. Segundo a Polícia Militar, o comando do 4ºBPM (São Cristóvão) determinou a prisão administrativa do subtenente, que responderá a uma averiguação sumária.
O grupo de estudantes protestava contra o aumento das passagens dos ônibus, na lateral da Avenida Presidente Vargas. Após a ação do policial, diversas pessoas foram na direção dele, mas não houve agressões. As imagens do momento em que o agente dá um choque na estudante foram postadas no Youtube. A jovem segurava um cartaz e foi atingida pelo equipamento debaixo do braço.
Em nota divulgada nesta quinta-feira, a PM diz que a arma não letal utilizada pelo policial não é de uso oficial da corporação. O comunicado informa que “o equipamento é de afastamento, e tem menor potencial ofensivo do que a arma usada normalmente pela polícia, que é de imobilização e não tem efeito prolongado”. Ainda de acordo com a PM, a ação dos policiais tinha o objetivo de liberar o trânsito, já que obstruir o tráfego constituiu crime.
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Bandidos atacam sede de UPP e são baleados na Cidade de Deus

Três pessoas foram baleadas e outra, presa, na madrugada desta sexta-feira, na Cidade de Deus, na Zona Oeste do Rio. De acordo com a Polícia Militar, os quatro homens estavam em um carro roubado e atacaram a Unidade de Polícia Pacificadora (UPP) da comunidade, em uma região conhecida como Quinze. Os PMs reagiram e houve troca de tiros.
Três bandidos foram atingidos e um tentou fugir, mas foi preso logo em seguida, após os policiais realizarem buscas pela favela. Ainda segundo os PMs, foram apreendidos o carro roubado e armas. A ocorrência foi registrada na 32ª DP (Taquara).



Aprovado projeto que reserva vagas de emprego a ex-detentos

As prestadoras de serviço ao Estado do Rio de Janeiro deverão reservar 5% de suas vagas de emprego aos egressos do sistema penitenciário. A cota foi aprovada pela Assembleia Legislativa do Rio (Alerj) nesta quinta-feira, em segunda discussão, na forma do projeto de lei 871-A/12.
O texto obriga os poderes Legislativo, Executivo e Judiciário, além de entidades da administração indireta, a incluírem a cláusula com a reserva obrigatória em todos os editais de licitação dos contratos diretos e indiretos. "Essa é uma luz no fim do túnel para pessoas que saem com uma mão na frente outra atrás dos presídios e, em função da discriminação, acabam por não ter opção a não ser voltar a cometer crimes", argumentou um dos autores, deputado Wagner Montes (PSD).
O deputado Gilberto Palmares (PT) também assina a proposta, que agora seguirá para o Executivo, onde aguardará, por até 15 dias úteis, a sanção ou veto do governador.
O texto define ainda que o percentual se aplicará a todos os cargos oferecidos, e será preenchido através de seleção única. Não havendo o preenchimento, as vagas serão revertidas aos demais candidatos.

Vereador eleito e desembargador são mortos a tiros em Niterói

Duas autoridades públicas foram assassinadas na noite desta quinta-feira em Niterói, Região Metropolitana do Rio. O vereador eleito Lúcio Diniz Araújo Martelo, de 44 anos, conhecido como Lúcio do Nevada (PRP), foi executado por volta das 21h30 com pelo menos sete tiros na porta da casa da mãe dele, em Santa Bárbara, Zona Norte da cidade. 
 Em Icaraí, na Zona Sul, aproximadamente no mesmo horário, o desembargador aposentado Gilberto Fernandes, 78, levou um tiro no pescoço e outro na cabeça em tentativa de assalto. Gilberto morreu às 2h desta sexta-feira quando era operado no Hospital Estadual Azevedo Lima (Heal), no Fonseca, para onde também foi socorrido Lúcio, que não resistiu aos ferimentos e já chegou morto

Suspeito de praticar assaltos é perseguido por helicópteros da PM

Uma perseguição cinematográfica ocorreu na tarde desta quinta-feira, com policiais do 7ª BPM( São Gonçalo) dois helicópteros da  Policia Militar, na rodovia Amaral Peixoto no trecho entre Marambaia e Jardim Catarina, para prender um homem suspeito de praticar de assaltos, que tentava fugir dos militares. A fuga não foi consumada por causa da perícia dos pilotos que forneciam através do radio a posição do fugitivo. 
No trevo de Marambaia, sentido do Trevo de Manilha, as duas pistas de rolamento da rodovia foram fechadas para facilitar o pouso das aeronaves, pouco depois do fugitivo se entregar. A prisão aconteceu na Rua Marcos da Costa, em Marambaia.
Armado com uma pistola PT-380 e muita munição, Alex Bruno Cabral, de 30 anos, se rendeu.
O veiculo perseguido pelos militares era um Renault Sandero. Alex Bruno foi levado algemado para Central de Flagrantes da 74ª DP (Alcântara) e autuado por porte ilegal de arma de fogo.

quinta-feira, 25 de outubro de 2012

Policial usa arma não oficial para dar choque em manifestante no Centro do Rio

O GLOBO
Durante uma manifestação realizada no Centro do Rio, na tarde desta quarta-feira, um policial militar foi flagrado por cinegrafistas amadores dando um choque numa mulher que participava da passeata. O grupo de estudantes protestava contra o aumento das passagens dos ônibus, na lateral da Avenida Presidente Vargas, por volta das 16h. Segundo a assessoria da PM, a arma não é usada oficialmente pela corporação.
Após a ação do policial, diversas pessoas foram na direção dele, mas não houve agressões. As imagens do momento em que o agente dá um choque na estudante foram postadas no Youtube. A jovem segurava um cartaz e foi atingida pelo equipamento debaixo do braço.
Em nota, a PM diz que “o comando do 4º BPM (São Cristóvão) abriu uma averiguação para apurar responsabilidades e identificar o policial mostrado no vídeo. Ele pode ser punido após esta apuração. A punição vai desde a repreensão até a prisão. A arma não-letal utilizada pelo policial não é usada oficialmente pela corporação. O equipamento é de afastamento, e tem menor potencial ofensivo do que a arma usada normalmente pela polícia, que é de imobilização. Não tem efeito prolongado. Os policiais agiram no intuito de liberar o trânsito, já que a obstrução de vias públicas constitui crime”.



Cinco suspeitos são presos com granadas e drogas em Magé

Cinco suspeitos foram presos com granadas e drogas durante patrulhamento realizado por policiais militares do 34º BPM (Magé), na madrugada desta quinta feira, na Avenida Imperador, em Magé, na Baixada Fluminense. Foram presos José Josimar Nascimento Da Silva, 21, Aquila Martins Lessa Moura, 21, Guilherme Souza Mathias, 19, Gilvani Silva Dos Santos, 19, e Davi Cardoso Caxias, 23.
Com eles foram encontrados cinco granadas defensivas, 25 pedras de crack, 114 sacolés de cocaína e seis cápsulas de cocaína. A ocorrência foi encaminhada para a 62ª DP (Imbariê).