sábado, 28 de dezembro de 2013

Título da reportagem : Vídeo mostra PMs de UPP roubando mulher no Morro São Carlos

Como o  policial roubou,  se ele mostrou o dinheiro para  a câmera?





Reportagem das ORGANIZAÇÕES GLOBO

No início da semana, o RJTV mostrou a prisão por roubo de dois policiais militares da Unidade de Polícia Pacificadora (UPP) do Morro do São Carlos, no Estácio, Zona Norte do Rio. Nesta sexta-feira (27), o telejornal exibiu imagens do momento do crime (veja na reportagem ao lado).
Um morador do São Carlos registrou a abordagem dos PMs no último sábado (21) na comunidade. Um dos soldados aparece colocando a mão na bermuda de uma mulher. Pouco depois, ele mostra o dinheiro.
Segundo a Polícia Civil, os PMs Andrey Ross e Tarso Mendonça confessaram ter pego R$ 540 da mãe de um traficante. Os dois estão presos no Batalhão Prisional da PM e vão responder por roubo.

sexta-feira, 27 de dezembro de 2013

Detenção de menor no Jacarezinho termina com base de UPP atacada e policial ferido

A detenção de um menor de 17 anos, na noite desta quinta-feira, na Favela do Jacarezinho, na Zona Norte do Rio, terminou com uma base da Unidade de Polícia Pacificadora (UPP) da comunidade atacada a pedradas e um policial ferido. Segundo a assessoria de imprensa das UPPs, uma equipe fazia um patrulhamento pela Avenida Guanabara, no Campo do Abóbora, por volta das 22h, quando viu o adolescente vendendo drogas. Com ele, ainda de acordo com a assessoria de imprensa, foram apreendidos 304 papelotes de cocaína, 41 trouxinhas de maconha e R$ 30,25.
Enquanto os PMs faziam a revista, o menor tentou fugir e se machucou. Pessoas que estavam perto do local, então, começaram a atirar pedras, garrafas e também lançaram fogos de artifício contra a base avançada da UPP, na tentativa de libertar o adolescente detido. Alguns policiais foram atingidos e um deles precisou ser medicado. O menor foi socorrido na Unidade de Pronto Atendimento (UPA) do Engenho Novo. Depois, ele seguiu para a 25ª DP (Engenho Novo), onde o caso foi registrado.

Estado e TJ anunciam quitação integral de dívidas com precatórios


O Governo do Estado do Rio de Janeiro e o Tribunal de Justiça do Estado do Rio de Janeiro efetivam nesta quinta-feira (26/12) a transferência de cerca de R$ 3,4 bilhões para contas abertas no Banco do Brasil, em favor de cerca de 12 mil pessoas físicas e jurídicas credoras de dívidas do Estado com precatórios. As dívidas com precatórios são as provenientes de decisões judiciais transitadas em julgado, em que o Estado tenha sido condenado a pagar quantias em dinheiro. 
Os valores depositados nas contas judiciais de precatórios serão levantados pelos beneficiários mediante autorização do Tribunal de Justiça, a partir de janeiro de 2014, que comunicará a eles a emissão do respectivo mandado de pagamento por meio do Diário de Justiça Eletrônico. 
A quitação dessas dívidas se dá em cumprimento à Lei Complementar nº 147, de 27 de junho de 2013, aprovada pela Assembleia Legislativa, por mensagem que lhe foi encaminhada mediante iniciativa conjunta do governador do Estado e da presidente do Tribunal de Justiça. A Lei Complementar 147/13 autorizou a utilização de até 25% do saldo dos depósitos judiciais para o pagamento de precatórios, obrigando o Estado a manter 75% do valor total dos depósitos judiciais junto ao Banco do Brasil, efetivando a sua recomposição sempre que for necessário. O Estado do Rio de Janeiro, assim como todos os demais Estados da Federação, acumulou durante os últimos 30 anos dívidas decorrentes de condenações judiciais não pagas a tempo por governos anteriores. 
No caso do Rio de Janeiro, serão pagas dívidas de precatórios emitidos há mais de 10 anos, solucionando um grave problema para as contas públicas e beneficiando milhares de pessoas que obtiveram êxito em suas ações judiciais contra o Estado, mas que não conseguiram receber os valores que lhes são devidos. Com esse fato histórico de hoje(26), o Governo do Estado do Rio de Janeiro e o Tribunal de Justiça do Estado do Rio de Janeiro quitarão integralmente as suas dívidas com precatórios.

Vídeo mostra policial reformado sendo executado

A vítima trabalhava como segurança particular de uma loja de materiais de construção, em Quintino, na zona norte do Rio de Janeiro. Cláudio Roberto foi assassinado no dia 30 de novembro,  por dois homens que chegaram atirando.

Deputados pedem volta de PMs suspeitos de pedir propina

Os deputados Iranildo Campos (PSD), presidente da Comissão de Segurança Pública da Alerj, e Flávio Bolsonaro (PP) tentam convencer a PM do Rio a readmitir policiais expulsos sob acusação de cobrança de propina a traficantes de Duque de Caxias.
Os deputados foram até o QG da PM e entregaram um pedido de reconsideração ao comandante da corporação.
No fim de 2012, 65 policiais caíram na Operação Purificação. Contra eles, pesavam escutas telefônicas.
Dos 62 suspeitos, 52 foram expulsos e 13 acabaram afastados das atividades.
Agora, os deputados pedem a reabertura do inquérito.

ALOJAMENTO DO 7º BPM


sábado, 21 de dezembro de 2013

Preso em flagrante oferece R$ 9 mil a PMs da UPP Rocinha por liberdade

Um homem foi preso em flagrante com cocaína neste sábado (21) por policiais da Unidade de Polícia Pacificadora (UPP) Rocinha, na Zona Sul do Rio. No caminho para a 11ª DP, delegacia inaugurada neste sábado na comunidade, Salomão Silva Bier Viana, de 37 anos, teria oferecido R$ 9 mil aos PMs, segundo a assessoria de imprensa da Coordenadoria das UPPs. Ele foi autuado por tráfico de drogas e tentativa de suborno.
A polícia chegou até o suspeito após receber informações de moradores da comunidade de que um homem estava traficando na localidade conhecida como Vila Verde. Uma equipe de patrulhamento encontrou Salomão com seis papelotes de cocaína, material para endolação e uma quantidade de maconha.

Troca de tiros no Complexo do Alemão deixa dois policiais feridos

Uma troca de tiros acabou com dois policiais feridos no Complexo do Alemão na madrugada deste sábado. Segundo a polícia, uma equipe policial da Unidade de Polícia Pacificadora (UPP) de Nova Brasília fazia patrulhamento a pé pela localidade conhecida como Beco do Chuveirinho, por volta de 1h, quando foi surpreendida por disparos.
Três homens não identificados estavam armados, houve troca de tiros e os bandidos fugiram, segundo a polícia. Dois policiais se feriram, um por estilhaços de bala que atingiu sua mão direita e o outro com escoriações na mão esquerda causadas no momento em que tentou se proteger dos tiros.
Os dois foram atendidos na Unidade de Pronto Atendimento (UPA) do Complexo do Alemão, na Avenida Itararé, e liberados em pouco tempo. O policiamento foi reforçado na região e buscas tentam localizar os homens que atiraram contra os policiais. O caso foi registrado na 22ª DP (Penha).

A Polícia Civil investiga cabo da PM fazia o transporte de traficantes

A Polícia Civil investiga se o cabo da PM Thiago Luiz Carvalho Varanda, do 41º BPM (Irajá), fazia o transporte de traficantes da favela da Serrinha, em Madureira, para a Para Pedro, em Irajá. Thiago foi preso em flagrante na última quinta-feira, dentro de um carro com cinco traficantes no Morro da Serrinha por policiais do 9º BPM (Rocha Miranda). Com ele, foram encontrados um fuzil, quatro pistolas e drogas. A facção que ocupa a Serrinha e a Para Pedro está em guerra com outro grupo criminoso que, desde domingo, partiu de Antares, em Santa Cruz, para invadir a favela de Irajá. Em depoimento na 29ª DP (Madureira), o cabo negou que conhecesse os traficantes e alegou que tinha sido sequestrado.
Agentes da 27ª DP (Vicente de Carvalho) monitoram a movimentação de traficantes de outras favelas comandadas pela facção que está sendo atacada, como Serrinha, Vila dos Pinheiros, na Maré, e Morro do Dendê, na Ilha do Governador. A distrital abriu um inquérito para identificar os traficantes que participaram da invasão.
A polícia identificou como líder do grupo invasor Carlos Henrique Corrêa Brito, o Toulon. O criminoso, de 28 anos, foi expulso da favela por seus antigos subordinados em dezembro de 2012. Neste ano, peregrinou por diferentes favelas com o objetivo de formar grupos para retomar seu antigo território. Em 11 meses, Toulon fez parte de duas facções rivais e já havia comandado duas invasões à comunidade, uma em março e outra em junho.
Desde terça-feira, a PM contabilizou quatro mortos — sendo dois ontem, não identificados — e dois feridos na favela. Localizada a 50m do 41º BPM (Irajá), a Para Pedro tem 20 PMs do batalhão em seu interior desde segunda-feira. Entretanto, segundo moradores, os tiroteios são diários.

sexta-feira, 20 de dezembro de 2013

Vídeo mostra humilhação durante curso da PM na Bahia

Um vídeo disponibilizado por um policial militar e divulgado pela Record Bahia mostra policiais sendo humilhados durante um dos cursos para ingresso em um dos grupamentos especiais da Polícia Militar.
 As imagens mostram policiais levando tapa no rosto, após estarem ajoelhados e com as faces cobertas, e sendo impedidos de pegar comida e água. A data da realização deste treinamento, no entanto, não foi divulgada. No início desta semana, quatro policiais foram internados após passarem mal durante um treinamento para ingresso no Batalhão de Choque da Polícia Militar. Por conta da exaustão provocada depois de correr 10 quilômetros fardados e de coturno, dois policiais (Luciano Fiuza de Santana, 29 anos, e Manoel dos Reis Freitas Júnior, 34 anos) morreram e um terceiro está internado em estado greve no Hospital São Rafael, em Salvador

Comandante da PM pede a Martha Rocha que suspenda investigação sobre tortura no Cfap

JORNAL EXTRA

Um pedido do comandante geral da PM José Luís Castro Menezes à chefe de Polícia Civil Martha Rocha causou atrito entre as duas corporações. O coronel enviou, no último dia 4, um ofício à delegada solicitando a “suspensão temporária” do inquérito aberto pela 33ª DP que investiga a prática de tortura durante treinamento no Curso de Formação e Aperfeiçoamento de Praças (Cfap) no dia 12 de novembro. Na ocasião, 33 alunos deram entrada na enfermaria com insolação e queimaduras, entre eles Paulo Aparecido, que morreu dez dias depois.
No texto, Castro argumenta que os fatos investigados são de “indubitável caráter penal militar, eis que indiciados e vítimas ostentam condição de militares, além de terem sido praticados no exercício da função militar”.
O pedido não foi bem recebido pela chefe de Polícia. Em nota, Martha Rocha afirmou que “jamais determinaria a suspensão de qualquer investigação policial”.
A chefe de Polícia informou que as investigações vão prosseguir e que “os delegados estão submetidos somente aos ditames da lei. Ao final das investigações, o delegado da 33ª DP (Realengo) enviará o inquérito ao MP, que decidirá pelo oferecimento ou arquivamento da denúncia”.
Segundo o titular da 33ª DP, Carlos Augusto Nogueira, o objetivo da investigação é concluir se o que aconteceu no treino se configura como tortura, com pena máxima de oito anos. Dois Inquéritos Policiais Militares (IPMs) investigam o crime militar de maus tratos seguidos de morte, com pena de até dez anos.
Procurada, a PM alegou que a suspensão do inquérito não poria em xeque a transparência da investigações, já que “os depoimentos colhidos nos IPMs estão sendo realizados no MP, sob acompanhamento de promotores”.

Depoimentos

Após o ofício chegar ao gabinete de Martha Rocha, os procedimentos investigativos continuaram na 33ª DP. No dia 12, em depoimento na distrital, a suboficial Márcia de Fátima Nunes, enfermeira do Cfap, afirmou que não havia médicos nem ambulâncias na unidade na ocasião. No relato, ela também contou que alguns alunos chegaram molhadas na enfermaria. Ao MP, os recrutas disseram que os oficiais jogavam água gelada nos alunos que não suportavam os exercícios.
Ontem, os oficiais que participaram da sessão de treinamento compareceram na 33ª DP para prestar depoimento. O capitão Renato Martins Leal da Silva e os tenentes Sérgio Batista Viana Filho, Jean Carlos Silveira de Souza, Gerson Ribeiro Castelo Branco e Paulo Honésimo Cardoso da Silva já foram afastados do Cfap.
Leia, na íntegra, a nota da PM sobre o episódio:
"1- O pedido de suspensão temporária do procedimento na delegacia ocorreu depois de específica manifestação da 2ª Promotoria de Justiça, junto à Auditoria de Justiça Militar.
2- No entanto, o Comando da Corporação se encontra à total disposição da Polícia Civil, bem como do Ministério Público para colaborar prontamente, se entenderem pela imperativa necessidade de prosseguimento do aludido Inquérito Policial instaurado no âmbito da 33ª DP.
3- O pedido foi feito porque os fatos têm caráter penal militar, haja vista que, tanto indiciados como vítimas ostentam a condição de militares, além de terem ocorrido em local sujeito à administração militar, havendo, portanto, previsão expressa nos artigos 9º, II, a e b, e 213, parágrafos 1º e 2º do Código Penal Militar.
4- Quanto ao questionamento sobre a transparência, cabe destacar que os depoimentos colhidos no bojo dos citados Inquéritos Policiais Militares estão sendo realizados no âmbito do próprio Ministério Público em exercício na AJMERJ, sob acompanhamento direto dos Promotores em exercício naquele juízo."

quinta-feira, 19 de dezembro de 2013

Justiça condena coronel que foi a motel num carro oficial

O coronel e ex-corregedor do Corpo de Bombeiros Adilson de Oliveira Perinei, de 56 anos, foi condenado a três anos de prisão, em regime aberto, por peculato (apropriar-se de bem público) pela 1ª Câmara Criminal do Tribunal de Justiça. Perinei foi preso em 2010 em um motel na Rodovia Presidente Dutra em companhia de uma adolescente de 13 anos. Como ele estava com o carro dos bombeiros e usava a gasolina do quartel, foi enquadrado no peculato.
O coronel chegou a ser preso em flagrante na ocasião por pedofilia e foi acusado de aliciar e manter relações sexuais com meninas menores. Ele respondeu também à acusação de filmar e fotografar os atos. Em um pen drive encontrado com o bombeiro, havia dezenas de fotos de jovens, adolescentes e até crianças, em poses e situações eróticas.
Na sentença, o desembargador Antônio Jayme Boente alegou que o coronel “apropriou-se e desviou de sua regular finalidade bem móvel público de que tinha a posse em razão do cargo, consistente na viatura oficial V1 088, dirigida por bombeiro militar, utilizando-a – assim como o respectivo combustível – para fins particulares, pois deixou o seu local de serviço para encaminhar-se a um motel, onde foi surpreendido por policiais civis na companhia de uma menor”.
Julgado antes pelo Conselho Especial de Justiça do Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Rio de Janeiro, o coronel Adilson foi absolvido por unanimidade. Na época da prisão, a Polícia Civil informou que o coronel era alvo de investigação por pedofilia havia dois meses, depois que denúncias anônimas contra ele chegaram ao conhecimento da polícia. Uma das vítimas dele, de 18 anos, reconheceu fotos suas nua, quando tinha 13 anos, no pen drive.
Desembargador desqualifica a decisão anterior de conselho militar
A absolvição do coronel Adilson de Oliveira Perinei na Justiça Militar foi ironizada pelo relator do acórdão do TJ. Segundo escreveu Antônio Jayme Boente, ‘a decisão majoritária do Conselho carece de qualquer fundamento técnico... o fato de estar a viatura à disposição do oficial absolutamente não o autorizaria a utilizá-la para outros fins... que não... o serviço, sendo risível a adoção do argumento para justificar suas visitas clandestinas a um motel na companhia de prostitutas, dentre as quais se contava uma menor de idade’.

quarta-feira, 18 de dezembro de 2013

Associação quer que MP investigue circunstâncias de teste físico após morte de policial

A Associação dos Praças, Bombeiros e de seus familiares do Estado da Bahia (Aspra) anunciou que entrará nesta quarta-feira (18) com uma representação no Ministério Público da Bahia (MP-BA) para pedir que o órgão investigue as circunstâncias nas quais ocorreu o Teste de Habilidade Especifica (THE), que resultou na morte do policial Manoel dos Reis Freitas Júnior, da 4ª Companhia Independente de Polícia Militar (CIPM). O soldado participava da seleção para fazer parte do Curso de Operações Policiais Especiais (Copes) – conhecido como o curso de “Caveiras” da Polícia Militar baiana. De acordo com a versão apresentada pela PM, Manoel passou mal em uma corrida de 10 km. “Não vamos tolerar este tipo de tratamento. Queremos saber quem estava a frente do teste, se havia profissionais de Educação Física”, disse o vereador Marco Prisco (PSDB), coordenador-geral da Aspra. Outros três policiais que participaram do teste estão internados. 

Morre mais um PM após teste físico para tropa de elite da corporação 
 Morreu na noite desta quarta-feira (18) o segundo policial militar vítima de um teste físico para a tropa de elite da corporação. Em nota, a PM afirmou que o soldado Luciano Fiuza morreu no Hospital do Aeroporto, mas não deu detalhes sobre a causa do falecimento. Na noite desta terça-feira (17), outro PM já tinha morrido, após também passar mal durante a realização de um dos testes para entrar no curso, uma prova de dez quilômetros de corrida. “O soldado Fiuza foi encaminhado para a unidade hospitalar, após apresentar quadro de mal estar durante a realização do Teste de Habilidade Especifica (THE), para ingresso no Copes. O corpo do referido policial será encaminhado para o Instituto Médico Legal (IML). Informações sobre o velório e sepultamento serão divulgadas assim que definidas pelos familiares do militar”, diz a nota da Polícia Militar. Quatro PMs passaram mal durante o teste, sendo que um recebeu alta e outro segue internado em estado grave. O caso pode ser investigado pelo Ministério Público da Bahia.

Tráfico pagou mulheres para transportar munição de fuzil do Paraguai para Maré

Quatro mulheres, sendo duas delas menores de idade, foram detidas na manhã desta quarta-feira (18) sob a suspeita de transportar munições de fuzil do Paraguai até as comunidades da Nova Holanda e Parque União, no Complexo da Maré.
O esquema teria como chefe o traficante Marcelo Piloto. Segundo investigação, cerca de seis mulheres fazem esse trajeto toda semana em troca de R$ 2.000 a cada entrega.
Ainda de acordo com a polícia, o esquema criminoso conta com o apoio de funcionários de companhias aéreas e de rodoviárias, suspeitos de facilitar a compra de passagens.

APROVADA DOAÇÃO DE VIATURAS PARA POLICIAIS

 A Assembleia Legislativa do Rio (Alerj) aprovou nesta quarta-feira (18/12), em discussão única, o projeto de lei 2.667/13, em que o Poder Executivo doa os veículos que integraram a frota de viaturas da Polícia Militar, e estão sendo substituídos por novos, a policiais da corporação. A doação será feita por sorteio. A Alerj, através da inclusão de emendas parlamentares, inseriu no texto especificações sobre os veículos. O texto seguirá à sanção do governador Sérgio Cabral detalhando que serão doados 812 veículos e 325 motocicletas que integraram a frota da PM. “A proposta ora formulada facilitará o acesso ao veículo próprio pelos policiais militares, oferecendo-lhes um incentivo ao trabalho, com o cumprimento da árdua missão de combate à criminalidade e garantia da ordem pública no Estado do Rio de Janeiro, e à permanência na instituição”, diz o governador Sérgio Cabral na mensagem que acompanha o projeto. O projeto será enviado ao governador, que terá 15 dias úteis para sancionar ou vetar o texto.

Dois militares do Exército são presos suspeitos de sumiço de fuzil

Dois militares do Exército estão presos por envolvimento no sumiço de um fuzil 762, que foi furtado na quinta-feira passada do Depósito Central de Armamento da força, em Deodoro, na Vila Militar. No dia seguinte ao furto, unidades da Vila Militar fizeram blitz na região, em busca de mais suspeitos do desvio do armamento. O fuzil desapareceu depois que a guarda do quartel abandonou o serviço e fez um churrasco nos fundos da unidade militar.
O Comando Militar do Leste, por meio da seção de Comunicação Social, informou que "os fatos relacionados ao desaparecimento de um fuzil no Depósito Central de Armamento estão sendo investigados em Inquérito Policial Militar. O referido inquérito confirmará a sequência dos acontecimentos e irá apurar os responsáveis envolvidos." 
Ainda segundo o Exército, '"a recuperação do fuzil é um compromisso do Exército e as investigações encontram-se em bom andamento nesse sentido

PM é morto em São Cristovão

Um policial militar foi morto quando chegava em casa na Rua Senador Alencar, em São Cristóvão, na Zona Norte do Rio, na noite desta terça-feira (17). De acordo com a PM, o agente Carlos Eduardo Santos da Silva chegava em seu carro quando foi atingido, em frente a sua mulher, por volta das 20h40.
A corporação informou que a vítima foi atingida por quatro tiros disparados por uma dupla de criminosos e morreu na hora. A arma do agente do 5º BPM (Praça Harmonia), que estava embaixo do banco de seu carro, não foi levada.
De acordo com o delegado assistente da Divisão de Homicídios (DH), Clemente Braune, que investiga o caso, nenhum bem foi roubado, o que indica execução. "Estamos checando se há algum dado que leve a vingança, cobrança, dívidas, entre outras coisas", esclarece.
A mulher do policial nada sofreu e prestou depoimento ainda nesta terça, assim como outras duas testemunhas. O delegado informou que solicitou imagens de câmeras de segurança e que equipes trabalham para elaborar um retrato falado dos suspeitos.
Os criminosos fugiram a pé do local do crime e, em seguida, roubaram um carro para escapar do local.

terça-feira, 17 de dezembro de 2013

Policiais militares reclamam por estar trabalhando sem armas na UPP da barreira do Vasco

Saiu o edital do concurso para 6 mil vagas de soldado polícia militar

A Polícia Militar do Estado do Rio divulgou nesta terça-feira, dia 17, o edital do concurso público para 6 mil vagas de soldados. Serão 5.400 vagas para homens e 600 para mulheres. Para concorrer é preciso ter o nível médio completo, carteira de habilitação e idade de 18 (no curso de formação) a 30 anos (no ato de inscrição). Para candidatos do sexo masculino, a altura mínima exigida é de 1,65m. Para as mulheres, de 1,60m.
Do total de vagas, 20% serão destinadas aos candidatos que se declararem negros ou índios no ato da inscrição. Atualmente, a remuneração de um soldado é de R$ 2.077,27. Se o servidor trabalhar em uma Unidade de Polícia Pacificadora (UPP) há um acréscimo de R$ 750 mensais.
O cadastramento dos interessados começa nesta quarta-feira, dia 18, e prosseguem até 16 de janeiro, pela internet. No site da Exatus Consultoria (www.exatuspr.com.br), com taxa de R$ 100. Quem não tiver acesso à internet pode comparecer no Centro de recrutamento e Seleção de Praças (CRSP), na Avenida Marechal Fontenelle 2906 em Sulacap, nos dias úteis, das 9h às 17h.
Seleção conta com sete etapas
O processo seletivo da PM-RJ conta com sete etapas: exame intelectual, avaliação psicológica, exame antropométrico, teste físico, exame toxicológico, exames médicos e investigação social. A primeira está marcado para 23 de fevereiro. Os candidatos farão uma redação e uma prova objetiva com questões de Língua Portuguesa (dez perguntas), Sociologia (cinco), Geografia (cinco), História (cinco), Legislação de Trânsito (cinco), Informática (cinco) e Direitos Humanos (cinco).
Para os homens, os testes físicos serão compostos por tração na barra fixa (duas repetições), abdominal tipo remador (35 repetições) e corrida de 2.200 metros em 12 minutos. Já para as mulheres a etapa cobrará flexão de braços e antebraços (15 repetições) e corrida de 1.800 metros em 12 minutos.
Além das vagas iniciais, outras poderão ser abertas durante a validade do concurso,que será de dois anos, prorrogável por igual período.

60% dos PMs de UPP estão insatisfeitos no trabalho


Sessenta por cento dos PMs locados em UPPs prefeririam trabalhar em outras unidades, segundo pesquisa do Cesec (Centro de Estudos de Segurança e Cidadania). A taxa foi apurada a partir do depoimento de 775 policiais em 2012. Segundo a responsável pela pesquisa, a socióloga Barbara Mourão, eles encontram dificuldades de vários níveis no trabalho policial nas favelas.
"Os motivos [para preferirem trabalhar em outros lugares] são muito variados: falta de identidade com o tipo de policiamento, desejo de estar mais perto de casa, a ideia de que fora da UPP teriam mais autonomia, melhores condições de trabalho", explicou Barbara, ressaltando, no entanto, que apenas 27% se dizem insatisfeitos na maior parte do tempo.
O desejo de atuar em outra área pode ter ainda ligação com a avaliação dos próprios agentes sobre a formação recebida. Metade deles não se consideram adequadamente preparados para o trabalho no projeto de pacificação, pelo qual 21% ainda revelam rejeição.
Dos 11 conteúdos propostos no questionário, os cinco itens com piores avaliações foram considerados os mais importantes no policiamento de proximidade. Entre esses, procedimentos para violência doméstica, mediação de conflitos e o armamento menos letal.

domingo, 15 de dezembro de 2013

TROCA DE TIROS COM POLICIAIS DE DUAS UPP's

Criminosos trocam tiros com policiais de UPP da Zona Norte do Rio 

Um tiroteio entre policiais da UPP do Morro dos Macacos, em Vila Isabel, Zona Norte do Rio, e criminosos, assustou os moradores na noite deste sábado (14). Segundo o comando de Polícia Pacificadora, o confronto teve início por volta das 23h30. Ninguém ficou ferido. Durante patrulhamento de rotina, policiais da UPP Macacos avistaram um grupo de quatro homens armados próximo à localidade conhecida como ‘escadaria do bar Luiz’. Os policias se dividiram em dois grupos para fazer o cerco: um seguiu para a parte alta da comunidade enquanto o outro seguiu o patrulhamento pela Rua Senador Nabuco, mas os criminosos efetuaram disparos. Os policiais responderam atirando contra o grupo. Os bandidos conseguiram fugir em direção a outra localidade, conhecida como escadaria do Patão. Ninguém foi preso. O caso foi registrado na 20ª DP (Vila Isabel). 

Policiais da UPP Fallet-Fogueteiro, no Rio, trocam tiros com suspeitos 

Uma troca de tiros envolvendo policiais da Unidade de Polícia Pacificadora (UPP) do Fallet-Fogueteiro, no Estácio, na Zona Norte do Rio, por volta das 12h50 deste domingo (15), assustou moradores da comunidade. De acordo com informações do Comando das Polícias Pacificadoras (CPP), uma guarnição estava em patrulhamento de rotina na Rua Elizeu Visconti, na região conhecida como Bar Novo, quando foi alvejada por suspeitos. A polícia informou que os PMs revidaram os tiros. Os suspeitos conseguiram fugir. De acordo com a CPP, minutos depois, os policiais receberam a informação de que um dos suspeitos, ferido com um tiro na perna deu entrada no Hospital Souza Aguiar, no Centro da cidade. O suspeito ferido foi identificado pelo CPP como Carlos Augusto Gomes Leite, 36 anos, com passagens pela polícia por homicídio, tentativa de homicídio, flagrante com drogas, posse de armas e explosivos e lesão corporal. Ele permanece internado sob custódia. Foi apreendido no local do confronto um saco plástico com sacolés de cocaína e trouxinhas de maconha. Nenhum policial ficou ferido. O policiamento foi reforçado na comunidade com policiais das UPPs São Carlos e Prazeres. No início da tarde, eles faziam buscas para prender os outros criminosos. O caso vai ser registrado na 7ª DP (Santa Teresa).

sábado, 14 de dezembro de 2013

ESCALAS DE SERVIÇOS ABUSIVAS NA PM PODEM SER ALVO DE AUDITORIA DO MINISTÉRIO PÚBLICO

Troca de tiros na Vila Cruzeiro deixa soldado da UPP ferido

Mais um policial militar foi baleado numa área pacificada do Rio. O soldado Leonardo Barbosa Coli, de 32 anos, da UPP da Vila Cruzeiro, na Penha, foi atingido nas nádegas nesta sexta-feira de madrugada, ao ser surpreendido por um traficante armado na Rua 29, numa localidade conhecida como Esquina do Medo. O PM estava fazendo patrulhamento com outros três colegas de farda quando foi ferido, ao entrar num beco.
Eram 2h30 quando Coli foi baleado. Ele chegou a revidar, dando início a uma rápida troca de tiros. O traficante, então, fugiu do local. “O bandido só estava esperando pela entrada dos policiais. A sorte é que errou o primeiro tiro”, disse um policial da UPP, que não se identificou.
Depois de ser atingido, o PM foi levado ao Hospital Getúlio Vargas, na Penha. O disparo, dado por uma pistola 9 milímetros, atravessou as nádegas do PM, que levou ponto no local. Ele chegou a ser conduzido ao Hospital da PM e liberado em seguida. 

Polícia Militar deverá acabar com escalas abusivas


Uma audiência pública realizada, na manhã desta sexta-feira, na Alerj, reuniu representantes da Polícia Militar e do Ministério Público para tratar de uma série de denúncias de PMs sobre a excessiva carga horária imposta à tropa, especialmente após a publicação da obrigatoriedade dos serviços extras. De acordo com as denúncias encaminhadas ao presidente da comissão da Alerj criada para acompanhar o tema, deputado Flávio Bolsonaro (PP), policiais estariam sendo submetidos a até 260 horas mensais de trabalho e os intervalos observados entre os serviços seriam de apenas oito horas, o que não permitiria sequer que o militar  fosse em casa antes de voltar para o batalhão.
- É ruim para o policial, que trabalha esgotado e desmotivado, e péssimo para a população, que tem a sua disposição um policial sem condições de tomar conta de si mesmo, quem dirá de terceiros. O aumento dos índices de criminalidade está aí provar o resultado disso, o efeito “polícia estática”. O Estado não pode priorizar a visibilidade em detrimento da qualidade do serviço - afirmou o deputado.
Para o promotor de justiça Bruno Guimarães, da Auditoria da Justiça Militar, é necessário chegar a um meio termo que atenda ao interesse público e observe o limite físico e mental do policial:
- Já passei pela situação de estar ouvindo um PM e ele jogar na minha mesa caixas de Rivotril, Pondera e outros antidepressivos e começar a chorar, mostrando-se completamente extenuado, sem condições mínimas de trabalhar. A comissão tem total apoio do MP para humanizar e regulamentar as escalas de serviços da PM.
Representantes da PM reconheceram a necessidade de rever alguns pontos do decreto que regulamenta o Regime Adicional de Serviço (RAS), como o fim da obrigatoriedade do serviço extra, possíveis limites semanais ou mensais de horas trabalhadas e intervalo entre os serviços, que possibilite a recuperação orgânica do policial após rotina estressante de trabalho. O promotor sugeriu que os excessos sejam solucionados no âmbito da própria PM, que teria autonomia e legitimidade para tanto. De qualquer modo, deixou o MP aberto à possibilidade de instauração de Inquérito Civil com vistas à realização de perícias nas escalas, caso isso venha a se mostrar necessário.
Como resultado, a PM comprometeu-se em apresentar, em até dez dias, medidas no sentido de que os abusos verificados não se repitam.


quarta-feira, 11 de dezembro de 2013

Corpo de policial é encontrado dentro de carro ilhado na Avenida Brasil

 O corpo de um policial militar identificado como Julio Cesar Lima Barbosa, de 31 anos, foi encontrado dentro de um Celta vermelho que estava ilhado na Avenida Brasil, após o temporal desta quarta-feira.

Segundo os bombeiros, Julio Cesar teria sofrido um mal súbito, já que foi achado desacordado em meio ao alagamento da via, com água na altura da cintura.

PM é baleado em ataque próximo a UPP da Barreira do Vasco

Um policial militar lotado na Unidade de Polícia Pacificadora (UPP) do Morro do Tuiuti/Barreira do Vasco foi baleado em serviço na madrugada desta quarta-feira, na Rua Ricardo Machado, em São Cristóvão, na Zona Norte do Rio. O local fica a 50 metros da base instalada na entrada da Barreira do Vasco.
O PM e outro colega estavam baseados com uma viatura na altura do número 810 da via quando bandidos em um Gol vermelho não identificado passaram e abriram fogo contra eles, por volta de 1h30. Ele foi atingido de raspão no braço direito e por estilhaços no rosto. Os criminosos fugiram. A vítima foi levada para o Hospital Central da corporação, no Estácio, também na Zona Norte. Segundo colegas de farda, o estado de saúde dele é estável.
A viatura foi atingido por dois disparos no para-brisa. Cinco carros que estavam estacionados, duas casas e uma árvore também foram atingidas pelos tiros. Uma seresta era realizada em um bar na entrada da Barreira do Vasco no momento do ataque, segundo um morador, mas ninguém ficou feridos

PMs denunciam excesso de trabalho à Alerj

JORNAL EXTRA
O presidente da Comissão Especial da Alerj para elaborar os novos regulamentos disciplinares da a Polícia Militar, Flavio Bolsonaro (PP) criticou a escala de horários estabelecida para os policiais militares durante as festas de fim de ano. De acordo com o parlamentar, o excesso de serviço estaria produzindo “zumbis fardados”, incapazes de garantir até a própria segurança.
- Em Magé, por exemplo, recebi denúncias de que policiais estão saindo de uma jornada de 24 horas de serviço, às 9 da manhã, e sendo escalados no RAS, obrigatoriamente, às 10 da manhã do mesmo dia para trabalhar mais 8 horas. É uma irresponsabilidade colocar zumbis fardados nas ruas, que depois podem vir a ser acusados de trabalhar mal e até serem presos por isso. Trata-se de um descaso com o policial e com a população - afirmou o deputado, em plenário.
A comissão fará audiência pública sobre o assunto na próxima quinta-feira, dia 12 de dezembro, às 14 horas, na Alerj. Estarão presentes o comandante-geral da Polícia Militar, o coronel José Luís Castro Menezes, e representante do Ministério Público.

terça-feira, 10 de dezembro de 2013

ESCALA DE SERVIÇO DA PM SERÁ DISCUTIDA NA ALERJ.


E-mails para o deputado 
 deputado@flaviobolsonaro.com.br

Prisões administrativas

5ª REUNIÃO ORDINÁRIA - ALERJ - 04/12/2013
Comissão especial criada para sugerir mudanças nos regulamentos disciplinares da Polícia Militar e do Corpo de Bombeiros debateu as prisões administrativas. O presidente da comissão, deputado Flavio Bolsonaro, disse que uma pesquisa apontou que as prisões arbitrárias ou por razões fúteis são as principais causas da desmotivação da tropa. 

Cabral anuncia aumento para policiais civis e militares


O governador Sérgio Cabral anunciou, na manhã desta terça-feira, um aumento de salário para policiais civis, mas não divulgou o percentual. O anúncio foi feito durante a formatura de 1.114 novos inspetores e 135 delegados no Maracanãzinho. Além do aumento para a Polícia Civil, o governador disse que o aumento já previsto na folha de pagamento de março também vai contemplar a Polícia Militar e a Secretaria de Administração Penitenciária.
Cabral afirmou ainda que convocará os 476 excedente do último concurso da Polícia Civil que não foram chamados. Eles farão academia de polícia e estarão aptos para atuar na Copa do Mundo.

Formatura novos inspetores e delegados
Durante sete meses de curso na Academia Estadual de Polícia Sylvio Terra (Acadepol), os futuros inspetores totalizaram 840 horas de aulas, sendo 640 práticas e teóricas e 200 de estágio em delegacias. Já os novos delegados passaram por quatro meses de formação. Esta é a maior turma formada pela Polícia Civil de uma única vez.

* O aumento prometido é aquele aumento conquistado após as reivindicações dos POLICIAIS E BOMBEIROS, onde muitos foram presos em Bangu 1 e outros expulsos das corporações !!!

Tenente da PM morre em suposta tentativa de assalto


O tenente do 14º BPM (Bangu) Renan Lacerda de Moraes morreu, no fim da noite desta segunda-feira, ao reagir a uma suposta tentativa de assalto em Padre Miguel, na Zona Oeste do Rio. O oficial completaria 26 anos nesta terça, segundo informações de colegas de farda dele. O crime foi pouco antes da meia-noite. Lacerda chegava em casa, na Rua Porto Nacional, quando foi rendido. Segundo as primeiras informações, nada foi levado dele.
Um amigo do tenente, também PM, contou, sem se identificar, que a mãe de Lacerda, ao receber a notícia, entrou em estado de choque. O policial era filho único.
- Ele era uma pessoa muito alegre, divertida, sempre de bem com a vida. Não consigo entender, se foi uma tentativa de assalto, o motivo de ele ter reagido - contou o colega de farda do PM morto.
O corpo do tenente foi levado para o Instituto Médico-Legal (IML). A investigação ficará a cargo da Divisão de Homicídios (DH).

segunda-feira, 9 de dezembro de 2013

ALAGOAS - Após assalto frustrado, bando invade quartel e mata PM em praça pública


Após a tentativa frustrada de assaltar uma agência do Bradesco no Centro de Porto de Pedras na madrugada desta segunda-feira (9), bandidos invadiram o posto policial da cidade e roubaram tudo que estava no local. O policial militar que estava de plantão, identificado como soldado Ivaldo, foi arrastado até a praça central da cidade, onde foi atingido com vários tiros e morreu na hora.
De acordo com informações policiais preliminares, a quadrilha estava fortemente armada e, ao perceber que não havia dinheiro no caixa eletrônico, decidiu invadir o posto policial e roubar armamentos. Revólver, pistolas, coletes à prova de bala e até computadores foram levados. Único policial de plantão, o soldado Ivaldo foi levado pelos bandidos até a praça e morto a tiros.
Os bandidos deixaram o local em dois carros ainda não identificados. O corpo do policial permanece na praça onde será periciado por agentes do Instituto de Criminalística. Equipes da Deic (Divisão Especial de Investigações e Capturas) e do Instituto Médico Legal também já foram acionados.

Operação da PF prende policiais no Rio

A Polícia Federal, com apoio da Secretaria Estadual de Segurança, realiza nesta segunda-feira (9) a operação Replay, destinada a cumprir mandados de prisão temporária no Rio. Até por volta das 17h, cinco policiais já tinham sido capturados, sendo dois policiais federais (um da ativa e um aposentado), dois policias civis (da ativa), um policial militar reformado. Além deles, um ex-policial civil (demitido) e um homem (sem profissão determinada) foram presos.
Além de nove mandados de prisão, a operação tem como meta realizar 19 mandados de busca e apreensão, ligados a crimes como extorsão, concussão, formação de quadrilha e outros.
Foram escalados 140 policiais federais para cumprir as ordens judiciais.

A COCAÍNA NÃO TEM DONO

No dia 24 de novembro, a Polícia Militar apreendeu o helicóptero, a droga e prendeu o piloto, o copiloto e dois homens que aguardavam a transação em uma fazenda, em Afonso Cláudio, no Espírito Santo. A cocaína, que vinha do município de Avaré, no interior de São Paulo, havia sido descarregada da aeronave e estava pronta para ser despachada quando aconteceu a prisão. A movimentação já estava sendo investigada há 20 dias, antes do flagrante.

Cabral encaminhou à ALERJ para votação, um projeto de lei que prevê a doação de carros antigos da PM para policiais.


Policial militar é baleado no peito no Morro Camarista Méier

Uma semana após sua inauguração, a Unidade de Polícia Pacificadora (UPP) do Morro Camarista Méier, no bairro do Méier, Zona Norte do Rio, teve um ataque contra policiais no fim da noite deste domingo, que resultou num agente ferido. Segundo informações da assessoria de imprensa das UPPs, por volta das 23h40m, 12 PMs da UPP faziam um patrulhamento no Morro do Gambá quando foram surpreendidos por traficantes. Os bandidos atiraram e houve revide. Um dos policiais foi atingido no peito. O disparo atravessou o colete à prova de balas do agente, que ficou com a bala alojada. Os traficantes fugiram.
O PM foi levado para o Hospital Salgado Filho, também no Méier. De lá, ele foi transferido para o Hospital Central da corporação, no Estácio, Zona Norte da cidade, onde permanece internado. Ainda de acordo com a assessoria de imprensa das UPPs, o policial não corre risco de morrer.
Por conta do tiroteio, o policiamento foi reforçado na região do Camarista Méier por agentes de outros UPPs. O caso foi registrado na 26ª DP (Todos os Santos).

domingo, 8 de dezembro de 2013

PM é recebida a tiros ao checar denúncia na Cidade de Deus

Policiais da Unidade de Polícia Pacificadora (UPP) da Cidade de Deus, na Zona Oeste do Rio, foram recebidos a tiros por um criminoso por volta das 6h30 deste domingo (8) enquanto checavam a denúncia de um morador, que se queixava de perturbação do sossego. Segundo a UPP, Tiago Jesus de Oliveira, de 26 anos, tentou fugir após fazer os disparos, mas foi capturado pelos PMs na localidade conhecida como Rocinha 2.
Segundo a PM, enquanto Tiago estava sendo conduzido à delegacia, moradores atiraram pedras contra os policiais com objetivo de impedir os agentes. Na confusão, um morador sofreu um ferimento no rosto e foi levado até a Unidade de Pronto Atendimento (UPA) da Cidade de Deus.
O policiamento foi reforçado na comunidade e o criminoso foi encaminhado para a 32ª DP (Taquara), onde o caso foi registrado. Com Tiago foi apreendido um carregador de pistola, já que, segundo a PM, ele se desfez da arma durante a tentativa de fuga.

quinta-feira, 5 de dezembro de 2013

PRISÃO DISCIPLINAR FOI TEMA DE AUDIÊNCIA PÚBLICA


  As prisões administrativas aplicadas aos integrantes da Polícia Militar (PMERJ) e do Corpo de Bombeiros do Rio de Janeiro (CBMERJ) foram o assunto da Comissão Especial para discutir novos regulamentos disciplinares para as instituições, durante audiência pública, nesta quarta-feira (04/12). O presidente do grupo, Flávio Bolsonaro (PP), relatou que a prática é necessária, mas algumas vezes acabam tendo um caráter de vingança, revanchismo ou demonstração de força. “É importante diferenciar transgressão disciplinar de crime. Cabe à justiça cuidar, condenar e manter preso quando necessário”, disse o deputado. 

O tenente-coronel da PM, Ari Jorge Alves dos Santos, defendeu, em nome da corporação, a substituição da privação da liberdade pela demissão do profissional indisciplinado. “O mau servidor é aquele que não compreende as necessidades do povo, que carece de serviço policial nas ruas”. Na visão do oficial, atitudes como atrasos e falta não são questões de menor importância. “Quando um policial não está a postos no seu horário de trabalho, ele está desrespeitando o povo, uma vez que uma viatura deixa de estar na rua”, opinou. 

Já o coronel bombeiro, Edson Senra Gomes, defendeu maior flexibilidade para essas punições. “Somos favoráveis ao cerceamento de liberdade como punição, porém, não mais encarcerado em cela, mas sim na permanência do militar até 20 dias, por exemplo, em casos de transgressões graves, no ambiente do quartel”. Senra justificou não ser favorável ao término das prisões administrativas por acreditar que “o fim dessa restrição vai desnaturar o corpo de bombeiros como instituição militar e gerar um enfraquecimento da disciplina”. 

Com 25 anos de polícia militar, o sargento Carlos Antônio Oliveira de Aquino, está impedido de ser promovido por uma prisão disciplinar aplicada indevidamente. “Fui preso três vezes por um suposto crime que eu não cometi. Fiquei seis dias no presídio Bangu I, três no Batalhão Especial Prisional (BEP) e mais 30 dias dentro do batalhão”. Aquino afirma que o ocorrido se deu por conta de uma greve que não ocorreu. “Fomos absolvidos até pelo Senado. Não discordo de hierarquia e disciplina, sou contra a forma que ela é aplicada em alguns casos”. 

O deputado Flávio Bolsonaro disse ainda que a comissão encerrou os trabalhos neste ano, e que usará o recesso para começar a produzir o relatório final, que será encaminhado ao governador Sérgio Cabral. “Ouvimos propostas muito interessantes, que merecem ser levadas em consideração na elaboração desse documento. O fato é que, do jeito que está, não dá pra ficar.”, concluiu. Estiveram na reunião o relator Iranildo Campos (PSD), o vice-presidente Wagner Montes (PSD), Janira Rocha (PSol) e Paulo Ramos (PSol).

quarta-feira, 4 de dezembro de 2013

Secretaria de Segurança, define novas regras para treinamento de recrutas

A Secretaria de Estado de Segurança Pública anunciou nesta quarta-feira as novas diretrizes para a recepção de alunos em instituições de ensino das polícias, tanto nas academias de formação como nos cursos de formação continuada e especialização. As mudanças foram definidas 23 dias depois de ter surgido as primeiras denúncias de excessos em treinamentos e cerca de 15 dias depois da morte do recruta Paulo Aparecido Santos de Lima, que passou mal durante treinamento no Centro de Formação e Aperfeiçoamento de Praças (Cfap), em Sulacap.
A resolução estabelece que os recrutas não poderão sofrer ameaças ou violências físicas ou psicológicas. As nomras determinam ainda que os instrutores deverão observar as condições climáticas antes de marcarem treinamentos físicos para os alunos, No dia em que Paulo passou mal , por exemplo, a tempertura no Rio chegou a 41 graus.
A determinação garante ainda pronto acesso a atendimento médico pelos alunos. A resolução será publicada nesta quinta-feira, no Diário Oficial do Estado.

Câmeras flagram adolescente infrator agredindo agente do Degase

Imagens de câmeras de segurança flagraram o momento que um agente do Degase (Departamento Geral das Ações Socioeducativas) foi agredido por um jovem. No vídeo, o agente abre o portão de ferro para os menores entrarem após uma partida de futebol. Um dos internos para ao lado dele e começa a agredi-lo com socos.
O homem tenta se defender, mas o menor de idade continua a agredi-lo com socos e chutes. O funcionário do Degase cai no chão e outros agentes tentam conter o menor com spray de pimenta.
O Degase é o órgão para onde menores que cometem crimes são encaminhados.
De acordo com um agente que trabalha há 15 anos na unidade de Bangu, na zona oeste do Rio, as agressões são frequentes.
— Já recebi socos, pontapés, já fui furado. Tem funcionários com pressão alta, outros que morreram de tanto lidar com os adolescentes, que é uma coisa muito difícil.
O agente também diz que existem irregularidades no Degase. Segundo ele, os pais costumam levar cigarros para os filhos menores de idade nos dias de visita.
No Estado do Rio, existem oito unidades de internação do Degase. Só em Bangu são mais de 200 adolescentes entre 16 e 21 anos, mas apenas 12 agentes fazem a segurança diariamente.
O menor que foi flagrado agredindo o agente foi transferido para a unidade de Belford Roxo, na Baixada Fluminense, mas os funcionários denunciaram que os casos de violência estão em todas as unidades. Os agentes dizem ter medo de rebelião.
No mês passado, 18 menores fugiram do Degase de Bangu por um buraco na parede. Fora dos muros, eles tiveram ajuda de homens armados.

Gratificações de PMs, policiais civis e bombeiros serão incorporadas aos vencimentos

 JORNAL O DIA

Servidores da Segurança Pública do Rio poderão ter uma nova forma de remuneração a partir de 2014. Sai a sopa de letras, com diversas gratificações, e entra o subsídio que agrupará os penduricalhos. Com isso, os bônus e demais adicionais serão incorporados aos salários de policiais civis e militares e bombeiros. Na Polícia Militar e no Corpo de Bombeiros, o valor inicial seria de R$ 3.500 para os soldados.

A medida vai contemplar, principalmente, os 32.163 aposentados e 14.404 pensionistas que atualmente não recebem gratificações que estão em vigor. Todas as alterações têm o sinal verde do Palácio Guanabara.

O governo também quer unificar o pagamento do auxílio moradia dos militares. A ideia é aplicar o valor máximo recebido pelos servidores que possuem dependentes. A mudança não teria grande impacto econômico e também beneficiaria quem ainda não possui filhos.

Segundo fontes do estado, o governador Sérgio Cabral autorizou que os comandos militares e a chefia de Polícia Civil iniciem o processo de negociação com os representantes das classes. Mas deixou claro que as novas regras entrarão em vigor em 2014 e lembrou que, até 2013, valem os reajustes que foram antecipados na última sexta-feira e que somam 38,81% entre fevereiro de 2012 e outubro do próximo ano.

Cabral estaria disposto a arcar com o peso da mudança para os inativos e pensionistas. E, também, com os gastos adicionais aos servidores ativos que hoje não recebem qualquer bônus. Como no caso daqueles que estão de licença-médica e perdem o direito aos benefícios.

A proposta do subsídio é garantir em lei que os atuais 73.106 servidores ativos da Segurança Pública recebam todos os adicionais — já que o sucessor do governo poderia cortar todos os já existentes. E também assegurar que os em atividade não percam os valores quando se aposentarem.

Em outubro de 2013 um soldado PM-BM, com dependente, terá remuneração total de R$ 2.077,23. Para quem não possuir dependentes será de R$ 1.756,67.

Postos reformados

Os servidores estaduais contam a partir de hoje com 16 polos de atendimento para perícia médica reformados e informatizados. Os postos foram distribuídos em cinco regiões do estado.

Condições de trabalho

Segundo a Secretaria de Saúde, o novo sistema vai incluir, a partir de hoje, a avaliação das condições de ambiente de trabalho e a realização de exames periódicos para os funcionários do estado.

Pedido de adicional

Segundo o superintendente de Perícia Médica, Eduardo Santos, a mudança será fundamental para os pedidos de adicional por insalubridade e periculosidade. Veja o endereço dos postos:

1. Angra dos Reis - Av. Raul Pompéia, 75 - sala 210 - Centro Empresarial Londres, Centro- tel.: (24) 3364-4186.
2. Araruama - Rua República do Chile, 240 - sala 205 - Centro.
3. Barra Mansa - Rua José Marcelino de Camargo, 1041 - sala 204 - Centro - tel.: (24) 3322-3033.
4. Barra do Piraí - Rua Paulo de Frontin, 182 - salas 311/312´- Centro - tel.: (24) 2443-4148.
5. Campo Grande (Zona Oeste/RJ) - Rua Olinda Elles, 170 - Centro - tel.: 3394-9776 / 2416-0909.
6. Campos dos Goytacazes - Rua Conselheiro Otaviano, 84/403 - Ed. Fleming - Centro - tel.: (22) 2725.6778.
7. Duque de Caxias - Rua Mariano Sendra dos Santos, 44 - sala 202 - Centro - tel.: 2652-0684.
8. Itaguaí - Rua Antonio de Moraes Menezes, 133 - Jardim Raisa - tel.: 2688-3573
9. Itaperuna - Rua Thomaz Teixeira dos Santos, 98/ 205 - Ed. Policenter, Centro - tel.: (22) 3824.1285.
10. Macaé - Rua Dr. Bueno, 478 - Imbetiba - tel.: (22) 2762.1223 / 2762.5570.
11. Niterói - Rua Dr. Borman, 23, coberturas 3 e 4 - Centro.
12. Nova Iguaçu - Rua Sebastião Herculano de Matos, 196 - Centro - tel.: 2667-7331.
13. Nova Friburgo - Rua General Osório, 351 - Centro - tel.: (22) 2522-3162.
14. Petrópolis - Avenida Tiradentes, 84 - Centro.
15. Rio de Janeiro (Central) - Rua Conde de Bonfim, 346 - loja 221 - 7º andar e/ou Rua Santo Afonso, 263 - loja 221 - 7º andar - Tijuca.
16. São Gonçalo - Rua Coronel Serrado, 1.000/salas 1002 e 1003 - Zé Garoto.

RAS COMPULSÓRIO


terça-feira, 3 de dezembro de 2013

5ª REUNIÃO - NOVOS REGULAMENTOS DISCIPLINARES


Instrutores do Cfap são convocados para audiência

  Os cinco oficiais investigados no Inquérito Policial Militar (IPM) por supostos excessos durante o treinamento no Centro de Formação e Aperfeiçoamento de Praças (Cfap), em 12 de novembro, foram convocados a comparecerem em uma audiência pública para esclarecer o caso.  A audiência está marcada para as 11 h próxima quinta-feira.
Na primeira audiência, na última quinta-feira, o capitão Renato Martins Leal da Silva e os tenentes Sérgio Batista Viana Filho, Jean Carlos Silveira de Souza, Gerson Ribeiro Castelo Branco e Paulo Honésimo Cardoso da Silva não compareceram. Agora, os cinco oficiais foram convocados pela Comissão de Segurança Pública, a pedido do deputado estadual Iranildo Campos (PSD).
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Policiais civis têm encontro para tratar reivindicações

Representantes do Sindicato dos Policiais Civis (Sinpol) terão uma reunião hoje, na Secretaria estadual de Planejamento, para tratar das reivindicações apresentadas pela categoria no protesto do último dia 12.0 encontro acontece dois dias antes de uma nova manifestação de policiais, marcada para a próxima quinta-feira. 'Vamos ouvir o que o governo tem a nos oferecer para levar a avaliação da categoria", disse o presidente do Sinpol, Fernando Bandeira. Entre as reivindicações do grupo, está a criação de um novo plano de cargos e salários, que poderia reajustar, de imediato, os vencimentos mais baixos da corporação em 50%.
2480

sábado, 30 de novembro de 2013

Cabo é expulso da Polícia Militar

 
Ele foi flagrado atirando em um menor já dominado em ação na Barra
Flagrado por cinegrafista amador atirando na perna de um adolescente já dominado, o cabo da Polícia Militar Maurício Fabiano Braga Pessoa foi expulso da corporação. O caso ocorreu em julho de 2012, e o menor havia participado - junto com outros três criminosos - de um sequestro relâmpago, na Barra da Tijuca. A exclusão do policial foi publicada no boletim interno da PM de terça-feira.
Maurício chegou a ser preso pelo crime, mas ganhou o direito de responder ao processo em liberdade por ter bons antecedentes. Na época, o secretário de Segurança, José Mariano Beltrame, classificou o caso como inadmissível. O cabo e outros quatro PMs que participaram da ocorrência foram submetidos a Conselho de Disciplina, mas os outros foram mantidos na corporação. No processo, Maurício alegou que "não sabe se por instinto ou nervosismo efetuou o disparo".
Os policiais do 31º BPM (Recreio dos Bandeirantes) perseguiram quatro criminosos acusados de sequestrar uma mulher na Avenida Lúcio Costa. Eles conseguiram prender o bando, incluindo o menor. Nas imagens da prisão, o adolescente aparece já detido, mas mesmo assim o PM atira na perna do jovem. Ao registrar o caso, os policiais afirmaram que o menor fora ferido em tiroteio.

Policial militar é morto na Zona Norte do Rio

Um policial militar foi morto por bandidos, na tarde deste sábado, em Quintino Bocaiúva, Zona Norte do Rio. De acordo com a PM, o homem, ainda não identificado, estava na Rua Amália, quando três criminosos chegaram num Punto preto para assaltá-lo. Ao reconhecerem que se tratava de um policial, dispararam contra a vítima.A polícia ainda não sabe se os criminosos chegaram a roubar o PM. O caso será investigado pela Divisão de Homicídios (DH).

sexta-feira, 29 de novembro de 2013

Comandante do Cfap afirma que unidade ‘não é creche’


Durante audiência pública na Assembleia Legislativa (Alerj) para esclarecer as circunstâncias da morte do recruta Paulo Aparecido Santos de Lima, o comandante do Centro de Formação e Aprimoramento de Praças (Cfap), coronel Nélio Monteiro afirmou que lesões fazem parte da rotina da instituição, por se tratar de um “curso com objetivo de formar policiais que atuarão nas ruas”. O aluno foi internado após treinamento no dia último 12 e morreu dez dias depois.
— O Cfap não é creche. É uma instituição de formação policial. O treinamento fornecido lá dentro é condizente com essa formação — disse o oficial.
Após a declaração, o presidente da Associação de Praças da Polícia Militar e Corpo de Bombeiros, Vanderlei Ribeiro, pediu a palavra para discordar do coronel.
— O Cfap não é uma creche, mas também não é casa de tortura. O problema é a cultura militarista da PM.
Também durante a audiência, o diretor geral de Ensino da PM, Antonio Carlos Carballo Blanco, afirmou que nenhum dos oficiais que dava instrução à turma de Paulo era especialista em Educação Física. Recrutas da turma disseram  que foram obrigados a ficar sentados e fazer flexões sobre o asfalto quente.
— O treino não era de Educação Física. Em tese, eles estavam tendo uma instrução de ordem unida, um treino militar de formação e marcha. Por isso, não precisavam ter formação em Educação Física — afirmou Carballo.
Convidados, os cinco oficiais investigados no Inquérito Policial Militar (IPM) não compareceram à audiência. O deputado estadual Iranildo Campos (PSD) vai propor à Comissão de Segurança Pública que o capitão Renato Martins Leal da Silva e os tenentes Sérgio Batista Viana Filho, Jean Carlos Silveira de Souza, Gerson Ribeiro Castelo Branco e Paulo Honésimo Cardoso da Silva sejam convocados para depor. Se a medida for aprovada, eles podem ter que comparecer sob ordem judicial.
Durante a audiência, o deputado estadual Marcelo Freixo (Psol) perguntou ao coronel Carballo qual o significado da palavra “suga”, usada por recrutas para explicar o que aconteceu no treinamento que terminou com a morte de Paulo Aparecido.
— Suga’ é trote, não é treinamento. Ela já foi mais comum. Faz parte de um ritual de iniciação, mas não é autorizada pelo comando — explicou o coronel.
Projeto de lei: emergência obrigatória
Um projeto de lei proposto pelo deputado Iranildo Campos dispõe que todas as escolas de formação tenham uma unidade de atendimento médico de emergência. Em visita ao Cfap, a equipe do parlamentar constatou que a unidade não tem um médico nem equipamentos de resgate, como um desfibrilador.
Ontem, a PM informou que a recruta que deu entrada no hospital da corporação com crise renal em setembro prestou depoimento a oficiais negando ter sido internada por conta de um treinamento no Cfap. Segundo ela, a internação se deu por descuidos com a hidratação. Em 11 de setembro, uma colega de turma relatou em documento arquivado no Cfap a ordem de um oficial para que o pelotão sentasse no asfalto quente.

PM da UPP da Rocinha é baleado por bandidos

Na segunda noite de tiroteios na Rocinha, Zona Sul do Rio, um PM da UPP foi baleado no rosto e na mão por bandidos. O Grupo Tático de Polícia de Proximidade (GTPP) do qual fazia parte so soldado Jaderson dos Anjos foi surpreendido por traficantes armados de fuzis por volta da meia-noite quando fazia patrulhamento no Beco do Máscara, na Rua 3, parte alta da favela. O PM foi atingido por estilhaços no rosto e nas mãos, mas passa bem.
Um PM que ajudou no resgate ao soldado, e afirmou que mais de 80 tiros foram disparados contra os policiais. Segundo ele, o reforço no policiamento do Batalhão de Choque na favela, não intimida os bandidos, porque os policiais ficariam no entorno da comunidade. Ontem de manhã, agentes da Coordenadoria de Recursos Especiais estiveram na comunidade, mas não trocaram tiros com bandidos.
Na noite anterior, dia da final da Copa do Brasil, vencida pelo Flamengo, moradores relataram que várias pessoas estavam na rua assistindo à final entre Flamengo e Atlético-PR quando tiros começaram a ser disparados na localidade conhecida como Roupa Suja. De acordo com as informações de moradores, o confronto foi entre bandidos.
— Havia muita gente na rua. Todo mundo se deitou no chão com medo. Os becos ficaram vazios. Depois de cerca de meia hora, parou. Mas o medo continuou — contou um deles.
Segundo o morador — que teme se identificar por medo de represálias, os bandidos circulam armados de pistolas, fuzis, metralhadoras e granadas na parte alta da Rocinha, sem que haja intervenção de policiais da Unidade de Polícia Pacificadora (UPP):
— A polícia mal sobe (o morro). Já faz tempo que isso acontece e ninguém faz nada. A Rocinha está uma terra sem lei, um terror.
A assessoria de imprensa das UPPs informou que a comandante da unidade da Rocinha, major Pricilla Azevedo, nega ter havido confronto no local envolvendo policiais na madrugada de quinta-feira.

RICARDO BOECHAT CONDENADO A PAGAR 5 MIL REAIS A POLICIAL MILITAR

Ricardo Boechat da Band News é condenado a pagar R$5.000,00 - O autor que é Policial Militar e que ficou ofendido com as declarações do requerido no momento em que este, em uma programação jornalística, ofendeu toda a hierarquia da Polícia Militar de São Paulo ao chamar todos de idiotas 

25/11/2013 Remetido ao DJE  LEIA AQUI


PARANÁ - Jovem é preso por desacato após falar mal de policiais em rede social


A moto de um jovem foi apreendida em Apucarana, interior do Paraná, porque a documentação estava irregular. Revoltado, Diego Bolonhezi Goedi, de 24 anos, reclamou que os PMs invadiram a casa dele, xingou os policiais e as esposas deles.
O desabafo foi publicado no dia 25, horas depois da apreensão. A polícia tomou conhecimento das mensagens e fez uma cópia de tudo o que foi publicado. Quando o rapaz foi buscar a moto, recebeu voz de prisão, acusado de desacato.

"Muitas pessoas se sentam em frente ao computador e se transformam, achando que podem colocar o que quiser, escrever o que quiser, e não é verdade", diz Daniel Rodrigo de Souza, relações públicas da PM.

Diego foi levado para a delegacia, assinou um termo se comprometendo a comparecer em uma audiência e foi liberado. Ele não quis gravar entrevista. Por telefone, a mãe do rapaz diz que ele está arrependido e concordou com a atitude da polícia. "Se ele recebeu uma punição, ele vai arcar com as consequências, porque esse é o tipo de coisa que não se faz. Que isso sirva de exemplo pra muita gente que entra em redes sociais falando mal dos outros, sabendo, achando que isso não vai ter consequências, e isso tem consequência".

Foi o segundo caso de desacato virtual envolvendo a polícia militar do Paraná. Há dois meses, uma moça também foi parar na delegacia depois de reclamar da apreensão do carro do irmão dela.

Mais casos devem acontecer. A PM diz que acompanha o que é escrito contra ela nas redes sociais e que não vai tolerar mais ofensas. "Mesmo na frente do computador, numa rede social, é preciso tomar cuidado porque seremos responsabilizados pelos crimes que cometemos de forma virtual”, afirma relações o públicas da PM.
O advogado, especialista em crimes virtuais, Fernando Peres, alerta que falar mal da polícia nas redes sociais é crime. Ele explica que a ofensa publicada na internet é ainda mais grave por causa do alcance da rede e diz que ao usar uma rede social, a pessoa não pode confundir liberdade de expressão com ofensas.
"Ela não deve tecer comentários danosos e deve ponderar se aquelas informações vão prejudica a parte oposta então ela deve ter cuidado em expressar sua opinião, mas nunca agredir a honra de outra”, comenta Peres.

quinta-feira, 28 de novembro de 2013

Helicóptero que transportava drogas pertence à família do senador Zezé Perrela (PDT/MG)


O helicóptero apreendido no domingo (24) transportando 445 kg de pasta base de cocaína, em Afonso Cláudio, região serrana do Estado, pertence à empresa Limeira Agropecuária, da família do senador pelo estado de Minas Gerais Zezé Perrela (PDT). Neste domingo, a Polícia Federal, com apoio da Polícia Militar, deflagrou operação que culminou com a prisão de quatro suspeitos em uma propriedade rural no município. Além da droga e do helicóptero, foram apreendidos R$ 16 mil em dinheiro e um carro. 
Em entrevista coletiva na tarde desta segunda-feira (25), o superintendente da Polícia Federal no Estado, delegado Erivelton Leão de Oliveira (foto), salientou que o piloto do helicóptero não se referiu à família do senador no depoimento. Ele salientou que o piloto disse que tinha a possibilidade de utilizar a aeronave quando achasse necessário. 
A movimentação em torno do caso começou há cerca de dez dias, quando uma propriedade rural no município de Brejetuba, também na região serrana, começou a ser monitorada pela PF. A propriedade havia sido adquirida há aproximadamente um mês por um valor cinco vezes acima do de mercado, o que levantou suspeitas no município e chegou à Polícia Militar que, num trabalho de inteligência, passou a monitorar a movimentação na localidade. 
Segundo o superintendente, na ocasião da aquisição da propriedade houve um churrasco e os participantes comentaram que voltariam no fim do mês. Depois disso o monitoramento começou a ser feito.
No dia da chegada da droga, os policiais federais fizeram o monitoramento na região em que os suspeitos circulavam em terra. Eles ficaram de campana na mata aguardando a chegada do carregamento. Os suspeitos foram presos no momento em que descarregavam a droga e se preparavam para abastecer a aeronave. 
De acordo com o delegado, o piloto alegou ter recebido R$ 60 mil para fazer o transporte da carga de São Paulo para o Estado. O superintendente acrescentou que as investigações vão prosseguir para apurar se as drogas seguiriam do Espírito Santo para outros estados. Além disso, a o proprietário da terra adquirida também vai ser investigado. Ele não foi um detido na operação. 
O helicóptero apreendido pertence à empresa Limeira Agropecuária, de propriedade do deputado estadual pelo estado de Minas Geral, Gustavo Perrela (SDD), filho do senador Zezé Perrela. Em entrevista ao jornal O Estado de Minas, o advogado da família, Antônio Carlos de Almeida Castro, o Kakay, o piloto utilizou indevidamente a aeronave. E disse que a aeronave foi "furtada" da família pelo piloto.
A PF não divulgou o nome dos suspeitos, mas o Estado de Minas reporta que foram presos o piloto Rogério Almeida Antunes, de 36 anos, que é natural de Campinas, São Paulo, o copiloto Alexandre José de Oliveira Júnior, de 26 anos, o comerciante Róbson Ferreira Dias, de 56, e Everaldo Lopes de Souza, de 37. 
Já o deputado Gustavo Perrela, em entrevista coletiva na Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG), disse que ficou sabendo da apreensão pela imprensa e que um boletim de ocorrência foi feito pela família atestando o furto do helicóptero.

quarta-feira, 27 de novembro de 2013

Alerj discute novos regulamentos para PMs e bombeiros

O clima ficou quente entre os deputados que integram a comissão da Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro encarregada de elaborar os novos regulamentos da Polícia Militar e do Corpo de Bombeiros. Os parlamentares receberam, para a discussão, um representante da PM e ele defendeu o fim dos regulamentos disciplinares.
O relator da comissão, o deputado Iranildo Campos (PSD) disse que há uma prática rotineira na corporação de transferência de agente de unidade, como forma de perseguição. Iranildo citou que o ex-comandante da PM, coronel Erir, teria se utilizado da prática, enviando centenas de praças da capital para o interior do estado.
Já o presidente da comissão, Deputado Flávio Bolsonaro (PP) destacou que os abusos praticados, em especial mediante as transferências para localidades distantes, atinge não somente aos militares, mas também as suas famílias, e que tais abusos precisam ser combatidos.

Os policiais estão morrendo não apenas em ato de serviço

Policiais que cumpriram metas terão prêmio de até R$ 13,5 mil

AGÊNCIA RIO DE NOTÍCIAS


As Áreas Integradas de Segurança Pública (AISPs) 10, 40 e 23 foram as três que mais reduziram os índices de letalidade violenta (homicídio doloso, latrocínio, lesão corporal seguida de morte e auto de resistência), roubo de veículo e roubo de rua (roubo a transeunte, aparelho celular e em transporte coletivo) do estado do Rio no primeiro semestre de 2013.
O Sistema Integrado de Metas e Acompanhamento de Resultados (SIM) premiará, respectivamente, com R$ 13,5 mil, R$ 9 mil e R$ 6,750 mil cada um dos agentes de segurança que trabalha nas áreas mais bem colocadas. Policiais das AISPs 14, 26 e 36 também bateram suas metas e serão premiados com bônus que variam entre R$ 4,5 mil e R$ 5,4 mil.
A cerimônia de premiação do SIM acontecerá em dezembro. Criado em 2009, o Sistema Integrado de Metas e Acompanhamento de Resultados já pagou R$ 223 milhões em prêmios a policiais civis e militares sem distinção de patente ou cargo. Na comparação entre os dados do primeiro ano da premiação e de 2012, houve redução de 30,4% no número de homicídios dolosos e 12,2% no de roubo de veículos no estado.
A oportunidade de reconhecer o trabalho policial foi o que motivou a Secretaria de Segurança a implantar o sistema de metas. Para o subsecretário de Planejamento e Integração Operacional, Roberto Sá, sempre houve esforço dos policiais. O incentivo foi criado para que as polícias conversassem mais e planejassem o ataque contra o crime.
- Duas polícias que atuam no mesmo território precisam se falar, trocar informações e atuar em conjunto, respeitando-se os limites constitucionais de cada uma delas. O desafio foi grande, mas os resultados alcançados até agora nos dão a convicção de que estamos no caminho certo.
Policiais destacam importância da integração
Para bater a meta estipulada pela Secretaria de Segurança para a região da 10ª AISP  no primeiro semestre, a integração entre as polícias Militar e Civil foi muito importante. A participação da população também foi essencial no esforço para reduzir os índices de criminalidade. O coronel Cesar Rosa, comandante do 10º BPM (Barra do Piraí), organiza um café comunitário todo mês em um município diferente. Na reunião, ele pede dicas aos moradores sobre como melhorar o policiamento das cidades.
- Estou aqui no 10º BPM há um ano e meio. Sem o elo e essa cumplicidade com a Polícia Civil, não alcançaríamos de forma alguma estes índices - disse o coronel.
O trabalho preventivo também é importante. Em Engenheiro Paulo de Frontin, o delegado titular da 98ª DP, Luiz Fernando Damasceno, acredita que, quanto mais cedo for identificado o problema, menores são as chances de a população sofrer com as consequências.
- A gente tenta evitar qualquer tipo de conflito, investigamos antes das coisas começarem a acontecer. Polícia atuante é isso. Os  crimes na região não ficam impunes - afirmou Damasceno.
O delegado Adriano Marcelo França se tornou titular da 88ª DP de Barra do Piraí há dois meses. Para ele, o desafio é manter os baixos índices de criminalidade deixados pelo antigo delegado, José Mário Omena. A região está novamente em primeiro lugar no ranking da secretaria.
- Se engana quem acha que em cidade pequena não há conflito. Se não for dada uma resposta imediata, o crime se espalha mesmo. Aqui os policiais têm corrido atrás mesmo com os índices baixos de criminalidade. Eles querem ser reconhecidos - explicou França.

Alerj vai ouvir comandante do Cfap e oficiais sobre morte de recruta da PM

A Comissão de Segurança Pública e Assuntos de Polícia da Alerj realiza nesta quinta-feira (28), às 13h, audiência extraordinária para apurar as circunstâncias que levaram à morte do recruta da PM Paulo Aparecido Santos de Lima. Ele sofreu queimaduras, insolação grave e perda dos rins após treinamento no Centro de Formação e Aperfeiçoamento de Praças (Cfap), no dia 12. Paulo foi internado no Hospital Central da Polícia Militar, onde já chegou desacordado, e morreu na última sexta-feira.
Presidente da Comissão de Segurança, o deputado Iranildo Campos (PSD) convidou para a audiência o comandante do Cfap, coronel Nélio Monteiro Campos, e os oficiais responsáveis pelo treinamento dos recrutas. O parlamentar criticou duramente a falta de assistência médica na unidade e a aplicação de exercícios físicos não previstos na programação original.
“É inadmissível que, naquele dia, o Cfap não tivesse médico, ambulância nem desfibrilador para atendimento de emergência. Como pode isso em uma unidade com 2 mil alunos? O cronograma de atividades não incluía exercícios físicos para os recrutas. Esse tipo de atividade só poderia ocorrer após a segunda semana de treinamento”, estranhou Iranildo.
O deputado disse que a audiência pública será fundamental para esclarecer os fatos e apurar as responsabilidades. “A morte desse jovem causa revolta e indignação. Vamos mostrar os erros e excessos cometidos para que nunca mais se repitam”, concluiu.  A audiência será na sala 316 do Palácio Tiradentes.

PM ameaçado de morte por traficante em São Gonçalo pede proteção

Um policial militar do Rio pede proteção após receber ameaças de um traficante que controla o tráfico na comunidade Marambaia, em São Gonçalo, região metropolitana do Rio. As ameaças começaram depois que ele começou a investigar o assassinato do irmão, há três meses.
O corpo do irmão do PM foi encontrado em uma rodovia que liga Niterói à região dos lagos. Segundo o policial, ele teria sido assassinado por ter se recusado a trabalhar para o tráfico. De acordo com ele, o irmão era obrigado a transportar armas do Rio para a comunidade.
— Na primeira vez meu irmão foi rendido buscar as armas pra ele. Na segunda vez, renderam meu irmão de novo. Na terceira, ele explodiu e não quis mais.
Na semana passada o policial recebeu ligações dos criminosos e pediu ao comandante do batalhão onde trabalha proteção para ele e para sua família, mas, segundo ele, o pedido foi negado. A DH (Divisão de Homicídios) já identificou dois homens que teriam participado do crime.

terça-feira, 26 de novembro de 2013

CONVITE


Reunião define que todo militar deverá cumprir 44 horas semanais

O DIA
Colocar um batalhão de 300 homens hoje em serviço administrativo apenas no Quartel General (QG) da PM de volta às ruas. Esta é a meta da cúpula da Polícia Militar para o início de dezembro. A estratégia do comando — de que todos deverão cumprir 44 horas semanais — já causa polêmica. Acostumados a trabalhar em uma escala que, muitas vezes, gerava apenas dois dias de serviço durante a semana, policiais reclamam da nova política.
A discussão sobre a implantação da nova carga horária começou sexta-feira em reunião na Academia Dom João VI, no Centro de Formação e Aperfeiçoamento de Praças (Cfap), em Sulacap. No encontro, com o comandante-geral, coronel Luís Castro; o chefe do Estado-Maior Operacional, coronel Paulo Henrique Moraes, comandantes de batalhões e diretores, foi decidido pelas 44 horas semanais. A escala será definida por cada unidade.
A nova determinação não vai alterar a rotina de quem já está nas ruas. Por exemplo, quem trabalha 12h por 48h vai continuar cumprindo a mesma carga horária. Pelo sistema atual — que já dura alguns anos — os agentes servem em horários que variam de 12h ou 24 h de turnos por 24 horas de descanso.
No caso dos administrativos, o antigo modelo obrigava os comandos a colocarem dois ou três policiais na semana para desempenhar a mesma função burocrática. Ou seja, dois PMs faziam o trabalho que poderia ser realizado por um. Já pela nova regra, a tropa que faz serviço interno deverá trabalhar de segunda a sexta, cumprindo oito horas diárias.
As quatro horas restantes deverão ser compensadas de acordo com a programação de cada unidade. Muitos PMs defendem que as mesmas determinações sejam cumpridas por militares da área da saúde.
 
Hora extra e custos são discutidos
Polêmicas não faltaram na reunião da cúpula da PM. De acordo com o coronel Paulo Henrique Moraes, são necessários ainda ajustes na concessão do Regime Adicional de Serviço (RAS), ou seja, a hora extra da tropa. Ele argumentou que parte das vagas, a partir do mês que vem, será cumprida por determinação dos comandantes.
O modelo seria um teste para, no futuro, o RAS ser totalmente compulsório. Nos bastidores, os policiais lotados na Zona Sul não querem integrar o RAS pelo fatos de os batalhões serem longe de suas residências. 
Outro assunto espinhoso foi a redução de gastos com água, luz e telefone das unidades até a dimuição no número de viaturas administrativas para economizar em combustível e manutenção. Além disso houve preocupação com os excessos praticados contra recrutas nos treinamentos.

segunda-feira, 25 de novembro de 2013

Confissões de um ex-PM do Rio

 "Como nascem os monstros"
 A história de um ex-soldado da Polícia Militar do Estado do Rio de Janeiro

 "Apesar de ter confessado vários crimes, o ex-PM Rodrigo Nogueira nega ter praticado justamente os crimes que o levaram a uma condenação total de 30 anos e oito meses de prisão, na esfera civil e militar. Ele foi condenado a partir do depoimento de uma vendedora ambulante, que acusou ele e um colega de terem tentado extorquir dinheiro dela e lhe dado um tiro no rosto, além de estuprá-la. O caso ganhou as páginas policiais em 2009. Por ironia, a mulher era a informante que havia ajudado o grupo de Rodrigo no plano de sequestro de um traficante, cuja liberdade custou R$ 250 mil além de cinco fuzis". 

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