terça-feira, 15 de janeiro de 2013

Anistia dos bombeiros e dos policiais militares: um parto na Alerj

A tramitação do projeto que anistia os bombeiros e policiais militares se tornou, literalmente, um parto. Proposto em abril de 2012, acaba de completar nada menos que nove meses na gaveta do presidente da Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj), Paulo Melo.
A Mesa Diretora da casa justifica que a demora na votação se deve ao fato de que projetos mais importantes - sobretudo na ótica do governo do estado - acabam tendo prioridade na pauta de votações, adiando as demais. 
Entre os parlamentares de oposição, porém, a situação sui generis só confirma a fama do presidente da Alerj de "sentar em cima", no jargão político, das matérias que contrariam os interesses de Sérgio Cabral. Não é raro, segundo eles, que requerimentos de informação fiquem sem resposta e que os prazos regimentais para a publicação de projetos aprovados no Diário Oficial sejam sumariamente ignorados.
Resta saber, agora, se a anistia fará aniversário acumulando poeira nos escaninhos da Alerj ou se a reivindicação justa dos militares e suas famílias será finalmente atendida.

Um comentário:

  1. Realmente ajustiça é lenta, mas naõ existe essa proteção para o governador, é lenta para todo mundo.

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