sábado, 1 de junho de 2013

Corregedoria apura briga em quartel

Desentendimento entre subcomandante e cabo do 7º BPM (São Gonçalo) é investigado
 
Uma briga entre o subcomandante do 7º BPM (São Gonçalo), major Jeferson Bartalo, e um cabo, quarta-feira, dentro do batalhão, terminou na Corregedoria da Polícia Militar.
O caso foi registrado como desrespeito ao superior — embora o praça alegue que tenha sido agredido pelo oficial. Inquérito Policial Militar (IPM) será aberto na segunda-feira.
Segundo o chefe da 4ª Delegacia de Polícia Judiciária Militar (DPJM), de Niterói, coronel Welste Medeiros, o cabo deu queixa do oficial por desrespeito dias antes da briga no quartel.
De acordo com Medeiros, no dia da confusão, o praça passou pelo oficial e não bateu continência, como manda o regulamento militar. O major, então, chamou a atenção dele várias vezes, mas o sargento continuou andando e ignorando as ordens.
“Quando o Jeferson entendeu que já tinha ultrapassado o limite da indisciplina, segurou-o pelo braço. Segundo o major, o cabo puxou o braço, que ficou com marcas vermelhas. Já o sargento diz que o oficial apertou o braço dele. Que houve desrespeito está claro. Vamos apurar se houve exagero por parte do oficial”, explicou o coronel.

5 comentários:

  1. Todos escalados com menos de 48 hs para o RAS

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  2. José Júnior do AfroReggae afirma que é amigo dos chefes do narcotráfico

    http://www.youtube.com/watch?v=j7XrIa889bA&feature=youtu.be

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  3. NO RIO DE JANEIRO, OS PROFISSIONAIS DE SEGURANÇA PÚBLICA NÃO SÃO TRATADOS DIGNAMENTE.

    O Governo do Estado do Rio de Janeiro, com a segunda maior arrecadação de impostos do Brasil, poderia pagar muito melhor os Bombeiros e Policiais Militares. Não está sendo respeitado nem o artigo 7º, inciso IV, da Constituição Federal de 1988, que visa suprir as necessidades vitais básicas. Segundo o DIEESE, o Salário Mínimo Necessário referente ao mês de Abril de 2013 foi estimado em R$ 2.892,47 (dois mil, oitocentos e noventa e dois reais e quarenta e sete centavos). O vencimento bruto do Soldado PM/BM no RJ atualmente é de apenas R$ 2.077,25 (está R$ 815,22 abaixo do referido piso). É fácil dar DIGNIDADE à tropa, basta querer! A VIDA DE MILITAR ESTADUAL É COMPLICADA (o risco é grande e o salário é insuficiente). Em menos de três meses, 8 policiais foram baleados em comunidades “pacificadas”!

    http://www.dieese.org.br/analisecestabasica/salarioMinimo.html

    O Governo do Estado do Rio de Janeiro precisa conceder apenas 39,25% de reajuste salarial para a PMERJ e o CBMERJ para cumprir o artigo 7º, inciso IV, da Constituição Federal de 1988, ou seja, para suprir as necessidades vitais básicas dos Militares Estaduais (pagar o Salário Mínimo Necessário aos Soldados PM/BM). É preciso oferecer o MÍNIMO DE DIGNIDADE aos integrantes da PMERJ e do CBMERJ. Como vamos sediar a COPA DO MUNDO de 2014 e os JOGOS OLÍMPICOS de 2016 se não conseguimos nem pagar um SALÁRIO DIGNO aos funcionários públicos que prestam SERVIÇOS ESSENCIAIS à população fluminense (Bombeiros e Policiais Militares)?

    OBS: DINHEIRO PARA PAGAR BEM TEM, CASO CONTRÁRIO NÃO EXISTIRIAM O PROEIS E O RAS!

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  4. Infelizmente ainda existem esses tipos de oficiais na PMERJ, oficiais arrogantes que não conhecem o regulamento, muitas vezes as praças prestam a devida continência e não são correspondidos, mas quando não é prestada o oficial que usar o regulamento. A realidade é que quase nunca um oficial é punido, principalmente quando é participado por um praça, nestes casos ocorrem essa perseguição igual ao caso em tela. Existem praças indisciplinados e oficiais relaxados, não conheço a caso concreto em lide, mais sei que a praça tomara uma punição exemplar (30 dias de detenção, talvez até um CD)e para o oficial uma advertência NO MÁXIMO. E viva a corrupção na PMERJ!

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    1. não concordo, se no regulamento diz que eles tem que prestar continencia, devem faze-lo, vida militar não é igual vida civil, se estão ressentidos, que saiam da PM!

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