sexta-feira, 21 de junho de 2013

Ministério Público investiga denúncia de abusos praticados por policiais militares durante protestos no Rio

A 2ª Promotoria de Justiça junto à Auditoria de Justiça Militar instaurou inquéritos para apurar as denúncias de abusos cometidos por policiais militares - principalmente do Batalhão de Polícia de Choque durante as manifestações ocorridas no Centro do Rio e também no entorno do Maracanã. O promotor Paulo Roberto Melo Cunha Júnior já pediu ao subcomandante do BPChq um relatório da atuação das equipes durante os protestos. O material deverá conter detalhes sobre o uso de armas não letais, como gás lacrimogêneo e balas de borracha.
O inquérito pede que o comando geral da PM informe, em 20 dias, as estratégias e regulamentos usados pela corporação para as operações de controle de distúrbios civis. O PM deverá esclarecer ainda como foi sua atuação especificamente nas manifestações ocorridas nas duas últimas semanas e também se existe uma norma sobre a utilização de armas não letais como gás de pimenta, gás lacrimogêneo, armas de choque, balas de borracha e o bastão policial.
Além disso, o Ministério Público (MP) notificará o comandante geral da PM, coronel Erir  e comandantes de batalhões que atuaram nos protestos para comparecerem a uma reunião, nos próximos dias, para esclarecer as medidas tomadas para planejar e executar ações de acompanhamento e controle de manifestações populares e de distúrbios civis no Rio.
Nesta quinta-feira, uma comitiva composta pelos promotores Gláucia Santana e Rogério Pacheco, das Promotorias de Justiça de Tutela Coletiva de Defesa da Cidadania; e Patrícia Mothé Glioche, da 1ª Promotoria de Justiça de Investigação Penal da 1ª Central de Inquéritos, esteve na Escola Nacional de Direito, próxima ao Campo de Santana; no Instituto de Filosofia e Ciências Sociais, no Largo de São Francisco, ambos da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ); e no Hospital Souza Aguiar para checar supostas violações dos direitos humanos. Eles também asseguraram a integridade física dos manifestantes que se refugiaram nas dependências universitárias.
Os promotores orientam as pessoas que tenham imagens de abusos ou que possam identificar os envolvidos nos atos de vandalismo a entrarem em contato com a Ouvidoria do MP pelo telefone 127 ou pela internet (www.mp.rj.gov.br).



8 comentários:

  1. MPRJ instaura procedimentos para investigar atuação da PM

    A 2ª Promotoria de Justiça junto à Auditoria de Justiça Militar instaurou, nesta quinta-feira (20/06), inquérito para apurar eventuais abusos praticados por policiais militares, principalmente do Batalhão de Choque, durante as manifestações realizadas no Centro da cidade.

    O promotor Paulo Roberto Melo Cunha Júnior aguarda o relatório da atuação do batalhão nas manifestações, solicitado ao subcomandante, major Adriano Rodrigues, em reunião realizada no início desta semana. O material deverá conter detalhes sobre o uso de armas não letais, como gás lacrimogêneo e balas de borracha.

    Nesta quinta-feira, uma comitiva composta pelos promotores Gláucia Santana e Rogério Pacheco, das Promotorias de Justiça de Tutela Coletiva de Defesa da Cidadania; e Patrícia Mothé Glioche, da 1ª Promotoria de Justiça de Investigação Penal da 1ª Central de Inquéritos, esteve na Escola Nacional de Direito, próxima ao Campo de Santana; no Instituto de Filosofia e Ciências Sociais, no Largo de São Francisco, ambos da UFRJ; e no Hospital Souza Aguiar para checar supostas violações dos direitos humanos e assegurar a integridade física dos manifestantes que se refugiaram nas dependências universitárias.

    Os promotores orientam as pessoas que tenham imagens de abusos ou que possam identificar os envolvidos nos atos de vandalismo a entrarem em contato com a Ouvidoria do MPRJ pelo telefone 127 ou pela internet (www.mp.rj.gov.br).

    MP requer explicações sobre conduta dos policiais ao comando da PM

    Nesta sexta-feira (21/06), a 2ª Promotoria de Justiça de Tutela Coletiva de Defesa da Cidadania instaurou inquérito para apurar emprego excessivo de força pela PM em protesto realizado nas imediações do Maracanã, no último dia 16.

    O procedimento da Tutela Coletiva de Defesa da Cidadania apura quais são as diretrizes da política de segurança adotadas pela Secretaria de Segurança do Estado (SESEG/RJ), pelas unidades especiais da PM - Batalhão de Choque, Batalhão de Operações Especiais, Batalhão de Ação com Cães, Regimento de Polícia Montada e Grupamento Especial de Policiamento em Estádios - e pelas unidades convencionais.

    O inquérito civil requer que o Comando-Geral da PM esclareça, em 20 dias, as estratégias e regulamentos utilizados pela corporação para as operações de controle de distúrbios civis; a atuação da corporação e de seus organismos, especificamente nas manifestações populares recentemente ocorridas na cidade; e a existência de normatização sobre a utilização de armas não letais como gás de pimenta, gás lacrimogêneo, armas de choque, balas de borracha e o bastão policial.

    Além disso, o MPRJ irá notificar o comandante-geral da PMERJ e os comandantes dos respectivos batalhões, além dos responsáveis pelo 5º BPM (Praça da Harmonia) e 6º BPM (Tijuca), para comparecerem a uma reunião, nos próximos dias, na 2ª Promotoria de Justiça de Tutela Coletiva da Cidadania da Comarca da Capital. O objetivo do encontro é esclarecer as medidas tomadas para planejar e executar ações de acompanhamento e controle de manifestações populares e de distúrbios civis no Rio de Janeiro.

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    1. É muito fácil resolver esse problema é só mandar o diretos humanos e o ministério público no lugar dos pms.

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  2. Por que o MP não investiga a tentativa de homicídio contra o PM que, pra não ser morto, foi arrastado como um saco de batatas por companheiros de farda. A imprensa fotografou o rosto de todos eles. Só não fazem nada porque não querem.

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    1. Cadê os Direitos Humanos dos Policiais Militares?

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  3. realmente a agressão ao policial não interessa afinal de contas ele é escravo da situação agora se fosse o contrario o policial em questão estaria preso em bangu alguem duvida por fim fica caracterizada a picaretagem do mp na questão.até quando?

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  4. Deveriam ter dado um tiro nos marginais que tentaram matar o policial. Esse País tá todo errado. O pm foi quase morto e ninguém faz nada, mas conter os bandidos usando de força moderada, os promotores defensores de bandidos querem aparecer punindo os pmn !!!

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  5. ////////////////////////../////agora e pra valer ///////assembleia geral/////////policiais e bombeiros //////////todos na alerj///////////////////terça feira apartir 25.06.2013////as 17.00 horas//////vamos cobra nossos direitos a hora essa companheiros///////////////todos de folga e desarmados e com seus familiares e amigos......depois aquela passeata ordeira e pacifica e mansa...quer deus nos acompanhar/////////....;.juntos seremos sempre forte;;;;;.

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  6. Em colaboração e em apoio a operação braços cruzados, eu sub tem bm, montei este vídeo baseado nas imagens publicado nas últimas notícias, mas a imprensa se calou e nada mais se fala a não ser daqueles que foram atingidos por balas de borracha ou espray de pimenta, mas o colega que tomou uma barrada de ferro na cabeça e várias pedradas, o sistema corrupto não se pronuncia, e nem se quer prendeu os responsáveis, e não vai dizer que não deu para identificar, pois quando se trata de incomodar a cúpula dos endinheirado, a identificação se torna rápida, só para lembrar, que multidão que bagunçava estádios de futebol, todos foram identificados e presos, mas um grupo pequeno que atacou o policial, que todos que assistiram puderam ver muitos sem mascara, nem se quer foram autuados.
    levantemos nossas cabeças e vamos pra cima deles, este também é o nosso momento, afinal, nós somos brasileiros e não desistimos nunca.
    juntos somos fortes e com Cristo somos mais do que vencedores
    http://bravosdecristo.blogspot.com.br/

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