terça-feira, 30 de julho de 2013

PM divulga vídeo que rebate denúncias contra policiais

A Polícia Militar do Rio divulgou um vídeo para se defender da acusação de que um PM teria jogado um coquetel molotov contra colegas da corporação, durante um protesto próximo ao Palácio Guanabara.

PMs 'obrigados' a trabalhar com coletes com prazo de validade vencido

No dia 10 de fevereiro de 2012, a Polícia Militar do Estado do Rio de Janeiro experimentou uma manifestação jamais vista antes. Em Campos, 300 policiais se reuniram em frente ao 8ª Batalhão de Polícia Militar (BPM), denunciando dentre outras coisas, a falta de documentação das viaturas e a falta de coletes a prova de balas. Em todo o estado centenas de PMs foram às ruas reclamar das condições de trabalho.
O que poucos sabem é que desde então o item que assegura parcialmente a vida dos agentes de segurança deixou de ser obrigatório para a Polícia Militar do Rio de Janeiro e como se não bastasse, chegou à redação do Site Ururau a informação, não somente que os aproximadamente 1.100 policiais, efetivo do 8º BPM (Campos, São João da Barra, São Fidélis e São Francisco de Itabapoana), estaria novamente com coletes vencidos, mas que os mesmos estariam sendo obrigados a assinar um termo de responsabilidade para ir às ruas portando os equipamentos.
De acordo com um policial militar, que terá a identidade preservada, além de Campos, grande parte dos batalhões das regiões Norte e Noroeste como Macaé, Pádua, Itaperuna, entre outros, estariam na mesma situação. Nestes municípios, os equipamentos teriam sido recolhidos desde a última sexta-feira (26/07), seguindo a determinação do Comando Geral.


Acontece que em Campos, segundo afirmou o agente, os policiais teriam se recusado a trabalhar sem os coletes, tendo o comandante do 8° BPM, tenente coronel Jonei Sandenberg Pestana, sido obrigado a intervir. “Eu tenho conhecimento de que em outras regiões os policiais estariam indo pra rua sem colete. Aqui em Campos, após um consenso entre os PMs e o comandante, onde o mesmo informou ao comando de cima, os agentes decidiram trabalhar com os equipamentos vencidos. Então, desde sábado (27/07) os policiais do 8º Batalhão estão assinando um documento se responsabilizando pelo uso do colete irregular”, ressaltou o militar. Ainda de acordo com ele, o Comando Geral teria estipulado um prazo para daqui a dois ou três meses para que os batalhões fossem abastecidos com os novos equipamentos. “O correto é trabalhar com material em dia, mas não havendo essa possibilidade, os agentes optam por usar os equipamentos irregulares”, lamentou. CONTINUE LENDO AQUI

ANISTIA ADMINISTRATIVA JÁ !

Ato pela REINTEGRAÇÃO dos 14 BOMBEIROS EXPULSOS
EVENTO: https://www.facebook.com/events/154961721358276/

Ato pela REINTEGRAÇÃO dos POLICIAIS MILITARES EXPULSOS
EVENTO: https://www.facebook.com/events/211463415675962/

DIA 01/08  - 13 H - ALERJ 

" SOU PAI, NÃO SOU DITADOR " DIZ CABRAL

Caso Amarildo: promotor defende afastamento de comandante da UPP da Rocinha

A Coordenadoria de Direitos Humanos do Ministério Público também vai passar a investigar o desaparecimento de Amarildo Dias, de 47 anos. O promotor responsável pelo caso defende o afastamento do comandante da UPP da Rocinha, na zona sul, enquanto o crime não for esclarecido.


Corpo encontrado na Rocinha é de uma mulher

FONTE R7
O corpo encontrado na tarde desta terça-feira (30) em um valão na Rocinha, na zona sul do Rio, é de uma mulher. O cadáver estava em avançado estado de decomposição e a polícia tenta agora encontrar a identidade da vítima.
Com isso, seguem as buscas por Amarildo Dias, morador da comunidade que está desaparecido há 16 dias. Durante uma operação policial para combater o tráfico de drogas em 20 de julho, PMs levaram o pedreiro para uma averiguação, e, desde então, ele não foi mais visto.
A Divisão de Homicídios cogita a possibilidade de Amarildo estar morto. Pela manhã, policiais checaram denúncias de que o homem foi enterrado fora da comunidade.
A Coordenadoria de Direitos Humanos do Ministério Público também vai passar a investigar o desaparecimento. O promotor responsável pelo caso defende o afastamento do comandante da UPP da Rocinha, na zona sul, enquanto o crime não for esclarecido. 


Após arquivamento de inquérito, MP investigará conduta de PM que prendeu manifestante

Após o arquivamento do inquérito que acusava Bruno Ferreira Teles, de 25 anos, de atirar um coquetel molotov em direção a policiais militares que atuavam na manifestação ocorrida em 22 de julho, em frente ao Palácio Guanabara, as ações do militar Diego Luciano de Almeida - que prendeu Bruno e o apontou como responsável por ter jogado o artefato explosivo - devem ser investigadas. O Ministério Público do Rio encaminhou o inquérito à Promotoria de Justiça junto à Auditoria Militar, e a promotora Janaína Vaz Candela Pagan, da 21ª Vara Criminal, considerou que as condutas do policial devem ser apuradas. O inquérito foi arquivado pela juíza Ana Luiza Coimbra Mayon Nogueira na segunda-feira, proposto pela promotora Janaína.
Segundo o MP, a palavra isolada do policial Diego "não configura indício suficiente de autoria a justificar a deflagração da instância penal, em não havendo outras provas". A promotora destaca ainda que, na perícia realizada pela Coordenadoria de Segurança e Inteligência do MP, as imagens da manifestação mostram que Bruno não estava posicionado no local de onde os artefatos foram arremessados.
Em depoimento na delegacia, o PM Diego Luciano de Almeida disse que viu Bruno Teles recebendo da mão de outra pessoa um explosivo e arremessando na direção dos policiais. Dois deles sofreram queimaduras. Diego participou da perseguição e prisão do manifestante, que foi imobilizado com o uso de um tazer.

sábado, 27 de julho de 2013

Toni Ângelo, é preso após ser baleado durante briga em Campo Grande


Um dos milicianos mais procurados do Rio, o ex-policial militar Toni Ângelo Souza Aguiar, o Erótico, foi preso na madrugada deste sábado, em Campo Grande, na Zona Oeste Rio. Toni Ângelo foi encontrado pela Polícia Militar após ser baleado em uma briga num bar por volta das 4h. O miliciano, apontado como braço-direito do ex-PM Ricardo Teixeira da Cruz, o Batman, foi atingido na nuca e no rosto. Ele foi socorrido e levado para o Hospital Oeste D’or, onde está sob custódia. No entanto, ainda não há informações sobre o estado de saúde dele.
Segundo testemunhas, Toni estaria no Bar do Baco, na Estrada do Monteiro, quando encontrou com o agente penitenciário Anderson Terra. De acordo com o relato, os dois discutiram, Toni desferiu um soco no rosto de Anderson, que já caiu atirando no miliciano. Os seguranças de Toni então, mataram Anderson, que seria filho de um outro miliciano conhecido apenas por Julinho Tiroteio. Depois de matar o desafeto do chefe, os mesmos seguranças levaram Toni Ângelo para o hospital para tentar despistar a polícia. No entanto, Toni acabou sendo localizado por policiais do 40º BPM (Campo Grande) que fizeram buscas nos hospitais da região.
Toni Ângelo é acusado de vários crimes, entre eles, de ser o mandante do assassinato de Rodrigo César da Conceição, de 37 anos, em junho passado. O motorista de van morreu por se recusar a trabalhar para a milícia, segundo depoimentos de testemunhas ao delegado Alexandre Capote, titular da Delegacia de Repressão às Ações Criminosas Organizadas e Inquéritos Especiais (Draco). De acordo com a polícia, Toni Ângelo, líder da maior milícia da região, teria rompido com o ex-PM Ricardo Teixeira Cruz - preso desde 2009, e estaria em guerra com o irmão de Batman, Bernardo Teixeira Cruz.
Contra o miliciano há vários mandados de prisão pelos crimes de homicídio, formação de quadrilha e extorsão. Ele foi expulso da Policia Militar em 2009, após ter sido flagrado andando armado no estacionamento de um shopping em Campo Grande, com outros dois milicianos. Ele seria chefe de grupo paramilitar na região.

Troca de comandante da PM é tida como certa

FONTE: O DIA 


Com a imagem desgastada pelas duras críticas quanto à maneira truculenta de reprimir as manifestações, a PM enfrenta agora um embate, dentro da própria instituição. Na semana que vem, deverá ser nomeado um novo comandante-geral para substituir o coronel Erir da Costa Filho, no posto há quase dois anos. A substituição teria sido um pedido do secretário de Segurança Pública, José Mariano, ao governador.
Além das ações contra manifestantes, uma discussão pelo Twitter da corporação, gerenciado por Erir, com a Alerj e a Ordem dos Advogados do Brasil teria desagradado a Beltrame. E uma discussão ríspida entre ele e o oficial teria sido a gota d’água.
Entre os nomes cotados para suceder Erir estão o chefe do Estado Maior, coronel Robson Rodrigues; o comandante da Coordenadoria de Polícia Pacificadora (CPP), coronel Paulo Henrique de Moraes; e o relações públicas da PM, coronel Frederico Caldas, até agora o mais cotado.
Mas circulam ainda os nomes do coronel Cláudio Lima Freire, do 3º (CPA), responsável pela Baixada; e do coronel Henrique Lima Castro, que está na Secretaria Extraordinária de Segurança de Grandes Eventos. Robson já respondeu a processo por envolvimento com a Liesa.
Paulo Henrique é citado no assassinato da juíza Patrícia Acioli porque era chefe da segurança do Tribunal de Justiça na época em que a magistrada teve a segurança negada.

sexta-feira, 26 de julho de 2013

Chefe do Detran de Rio Bonito é preso vendendo drogas na calçada do posto


O chefe do posto de habilitação do Detran de Rio Bonito, Paulino Pissara Nogueira, 40 anos, foi preso em flagrante quando vendia drogas, na porta do órgão, durante seu expediente como funcionário. A prisão aconteceu na quarta-feira, por policiais da 119ªDP (Rio Bonito), com o apoio de policiais da 70ªDP (Tanguá).
Segundo os policiais, as investigações revelaram que Paulino recebia as ‘encomendas’ pelo telefone e fazia as entregas em frente ao local de trabalho. O movimento de carros, com usuários de drogas, era intenso na calçada do Detran.

Estudante é preso após quase colidir com viatura da PM

Barra Mansa
Um estudante de 21 anos, acabou preso em flagrante na madrugada de hoje (26), sob suspeita de embriaguez ao volante e por falta de habilitação, após quase colidir com uma viatura da Polícia Militar, na Rua 3 de Outubro, na Bocaininha.
Policiais patrulhavam o bairro quando se deparam com o estudante trafegando pela contramão. O rapaz quase atingiu a viatura. A colisão só foi evitada porque os policias desviaram do veículo. Houve perseguição.
Ao abordar o carro, os agentes constataram que o jovem apresentava sinais de embriaguez e segundo eles, estava transtornado. O jovem se recusou entregar os documentos e a se submeter ao exame de bafômetro e foi conduzido a 90ª DP (Barra Mansa).
Na unidade, ficou comprovado que ele não tem habilitação. Ele foi autuado em flagrante por conduzir veículo sob efeito de álcool ou drogas e pela falta de documento e permanece preso.


Cabral tem pior avaliação entre governadores

Alvo de constantes protestos nas proximidades de sua casa e no momento em que o Estado recebe a visita do Papa Francisco, o governador do Rio de Janeiro, Sérgio Cabral (PMDB), é o chefe de Executivo estadual tem a pior avaliação em todas as perguntas feitas na pesquisa CNI/Ibope divulgada nesta quinta-feira pela entidade.

Dois PMs são baleados em São Gonçalo

Dois policiais militares do 12º BPM (Niterói) foram baleados, na noite desta quinta-feira, em São Gonçalo, município da Região Metropolitana do Rio. Os cabos J. Vieira e Borges estavam num Renault Sandero e passavam pelo bairro Porto Velho quando foram fechados por um Palio Weekend. Houve troca de tiros. J. Vieira foi baleado na cabeça e está internado em estado grave no Hospital Azevedo Lima, em Niterói, também na Região Metropolitana. Já Borges levou um tiro no peito e foi levado para o Hospital Alberto Torres, em São Gonçalo. A PM informou que os dois cabos seriam promovidos a terceiro-sargento nesta sexta-feira.
O carro em que estavam os bandidos foi encontrado momentos depois na Rua Comandante Ari Parreiras, no bairro Paraíso, em São Gonçalo. No veículo foi encontrada uma réplica de fuzil. Os suspeitos seguiram num ônibus em direção a Niterói. Um deles estava ferido no braço e na barrida e procurou socorro no Azevedo Lima. Ele foi reconhecido como um dos homens que trocou tiros com os PMs e está preso sob custódia.
O caso foi pela 73ª DP (Neves). Os investigadores devem pedir as imagens das câmeras do ônibus em que os suspeitos fugiram nesta sexta.

Inspetor da Civil é morto a tiros em Rocha Miranda

O inspetor da Policia Civil Jorge Luís Cavalcante Lage foi morto, com tiros na nuca e nas costas, após ser abordado por ladrões quando passava pelo Viaduto de Rocha Miranda, que corta o bairro da Zona Norte, no fim da madrugada desta sexta-feira, informou a polícia.
Os criminosos, segundo a polícia, decidiram executá-lo depois que viram que ele era policial. Em seguida, jogaram o corpo do alto do viaduto e fugiram levando a arma e o carro da vítima. Segundo informações de policiais militares do 9º BPM (Rocha Miranda), Jorge Luís Cavalcante Lage era lotado na 40ª DP (Honório Gurgel).
O corpo de Jorge ficou sob o viaduto, no trecho próximo à Rua Conselheiro Galvão. Seu carro, um Escort prata, foi levado pelos criminosos. O caso será investigado pela Divisão de Homicídios.

Polícia mantém versão de que estudante foi preso por uso de coquetel molotov

A Polícia Civil do Rio divulgou nota hoje (25) em que mantém a versão de que o estudante Bruno Ferreira Teles, 27, foi preso sob a acusação de ter usado coquetel molotov em protesto na última segunda-feira.
"Um dos policiais militares afirmou ter visto quando manifestantes acenderam um coquetel molotov e o entregaram a Bruno, que o lançou contra a tropa de PMs. Ainda segundo declarações do PM, Bruno recebeu ordens para parar, mas resistiu à prisão e tentou fugir correndo", diz trecho da nota.
Reportagem divulgada ontem no "[Jornal Nacional" diz que, segundo depoimento prestado pelo policial militar que o deteve, Bruno não carregava coquetéis molotov no momento da prisão. O depoimento contraria as notas divulgadas até agora, incluindo a de hoje.
"A prisão de Bruno na 9ª DP (Catete) ocorreu com base em depoimento de policiais militares", diz a Polícia Civil. "Ele foi autuado no artigo 16, parágrafo único, inciso III, do Estatuto do Desarmamento, que consiste em punir quem "possuir, detiver, fabricar ou empregar artefato explosivo ou incendiário, sem autorização ou em desacordo com determinação legal ou regulamentar". afirma a nota.
"A Polícia Civil esclarece ainda que, em nenhum momento, atribuiu a Bruno a posse de onze coquetéis molotov que foram apreendidos durante a manifestação. Com Bruno, a polícia apreendeu dois braceletes feitos de placa de alumínio", ressalta.
O governador do Estado do Rio, Sérgio Cabral (PMDB), disse hoje que a corregedoria da Polícia Militar está apurando o episódio. "Pode haver falhas. Isso está sendo apurado pela corregedoria. Ninguém passa a mão na cabeça de qualquer lado. Se ele (estudante) jogou o coquetel, se estava ou não estava, e foi apreendido assim, tudo isso é motivo de averiguação. Não podemos punir inocente", disse.

domingo, 21 de julho de 2013

Casal foi perseguido por bandidos da Pavuna até a Baixada Fluminense

Uma mulher de 24 anos morreu após ser baleada na cabeça na manhã deste domingo durante uma tentativa de assalto, na Pavuna, Zona Norte da cidade. De acordo com policiais militares, bandidos tentaram roubar o Toyota Corola preto onde estavam Fernanda Coelho Sobral e o marido, Wallace Santos de Santana, de 30 anos, na Estrada Rio do Pau.
Wallace levava a esposa para o trabalho. Ele era recepcionista de um hotel na Via Dutra. No caminho, três criminosos em um Fiat Bravo perseguiram o casal. Durante a perseguição, os criminosos bateram o carro.
Em seguida, roubaram um Siena de um técnico de informática e continuaram atrás das vítimas. Os bandidos disparam contra o carro e acertaram a cabeça de Fernanda, que caiu no colo do marido.
Mesmo com a esposa ferida, ele continuou dirigindo até Nilópolis, onde mora, quando encontrou uma patrulha da PM próximo à casa do comandante da Polícia Militar, coronel Erir Ribeiro. Os bandidos desistiram da perseguição pouco antes de entrar na via, abandonaram o carro e fugiram.
Fernanda morreu antes de ser levada para o hospital. O caso foi encaminhado para a Divisão de Homicídios (DH).

Blogueiro Ricardo Gama é condenado à prisão e multado em R$25 mil por "ofender" deputada

Conforme relatou em seu blog e em seu vlog, Ricardo Gama, jornalista e ativista do Rio de Janeiro, foi condenado a três meses de prisão - além do pagamento de uma multa no valor de R$25 mil - por ter criado e publicado um vídeo supostamente ofensivo à deputada Cidinha Campos.

A mesma parlamentar tornou-se popular na internet por discursos em que critica de modo veemente e intenso opositores e outros políticos com os quais não compactua, chamando-os, frequentemente, de "vagabundos", "mentirosos", "canalhas", entre outros.


O caso despertou críticas por parte de jornalistas e ativistas, tanto por relativa incoerência, quanto pelo fato de que o vídeo acusado constituiu uma resposta a insinuações e mesmo chacota perpetrada por Cidinha Campos contra o blogueiro, a qual não acarretou consequências jurídico-penais.

JOSÉ JÚNIOR DO AFROREGGAE É AMIGO DE TRAFICANTES, UM PORTA VOZ DO TRÁFICO!

Tráfico teria ameaçado ‘explodir prédio e matar muita gente’
Após 12 anos de mediação de conflitos e desenvolvimento de ações sociais no Complexo do Alemão, na Penha, o grupo cultural AfroReggae foi expulso ontem do conjunto de favelas por ordem do tráfico. A determinação para que deixassem a região foi dada quinta-feira por traficantes, segundo o coordenador da ONG, José Júnior. A informação foi divulgada pela Revista Veja.
O recado chegou até Júnior por meio de um líder comunitário. "Disseram que tínhamos que fechar porque senão iriam explodir o prédio e matar muita gente", contou.
Ele acusa o pastor Marcos Pereira, líder da Assembleia de Deus dos Últimos Dias, que está preso, de ser o mandante.
Segundo Júnior, o pastor, preso em Bangu por acusação de estupro de duas fiéis da Igreja, também estaria por trás do incêndio na pousada mantida pelo AfroReggae, que ocorreu na madrugada de terça-feira.
O local seria inaugurado dia 5 de agosto, para receber universitários do Brasil e do exterior que participariam de intercâmbio social.
"Se os 40 jovens já estivessem aqui poderiam ter sido mortos no incêndio criminoso", diz Júnior. A redação do jornal comunitário Voz da Comunidade também foi atingida pelas chamas.
Júnior afirma que tomou a decisão contra a sua vontade, mas priorizando a segurança dos 23 funcionários e dos 350 jovens e crianças atendidos no núcleo do Alemão. "Os funcionários ficaram com medo. E para não colocar vidas inocentes em risco decidimos fechar os três espaços no Alemão", afirmou o coordenador da ONG, que tem andado 24 horas acompanhado por seguranças armados em um veículo blindado. "O pastor Marcos é um psicopata, um gigolô de traficantes. A maior mente criminosa do Rio", acusou Júnior.

Sábado, um dia antes da invasão do Complexo do Alemão, O líder do AfroReggae esteve em contato com os bandidos para tentar negociar uma rendição pacífica.

Polícia boa é Polícia bem remunerada!

"PM, boa ou ruim, é a que vocês precisam. É a que está na rua 24 horas. Não tem outra"


terça-feira, 16 de julho de 2013

Policiais Federais protestam em Brasília por reestruturação na carreira

 Segundo o presidente da Federação Nacional dos Policiais Federais, Jones Borges Leal, são esperados 500 policiais federais de todos os estados brasileiros.
"Colegas de vinte e seis estados, mais o DF, estão vindo para o lançamento da Frente Parlamentar. Esperamos de 450 a 550 policiais até 14h. A Frente tem o mote de reorganizar a profissão, que está sem gestão. Nós temos vários problemas que serão debatidos nesta Frente".
De acordo com a Federação Nacional dos Policiais Federais, por ano, cerca de 250 policiais federais deixam a PF em busca de carreiras que eles consideram mais valorizadas.
Policiais federais iniciaram nesta terça-feira (16) um protesto em frente à sede do Departamento de Polícia Federal, em Brasília. O grupo reivindica reestruturação do plano de carreira e melhores condições de trabalho. Por volta de 11h, o grupo seguirá para o Congresso Nacional, onde, às 14h, será lançada a Frente Parlamentar de apoio à reestruturação da Polícia Federal.

Polícia usa vídeo de funk proibidão pra identificar traficantes da Rocinha

 
Clipe divulgado na internet traz letra com desafio aos homens da lei: ‘Pode tentar entrar, porque o bonde não é de abandonar’
Alguns dos traficantes da Rocinha que estão na lista dos 58 com mandados de prisão - alvos da operação Paz Armada - são citados num funk que está circulando pela internet. Durante a execução do proibidão, o vídeo mostra imagens de bandidos fortemente armados e de carros da Polícia Militar sendo incendiados e explodidos, além da foto de Antonio Francisco Bonfim Lopes, o chefão Nem.
A letra do funk exalta o poder bélico do bonde e desafia a polícia dizendo que, se entrar na favela, haverá forte reação. "Pode até tentar entrar porque o bonde do Mestre (como Nem também é chamado) não é de abandonar". No fim do vídeo, um aviso para a bandidagem: "Morra como homem, mas nunca abandone, nunca traia".

Policiais militares do Rio vão ser treinados para evitar excessos em manifestações

Policiais do Batalhão de Choque da Polícia Militar fluminense e de outras unidades da corporação vão receber treinamento para atuar em manifestações. Uma reunião na tarde desta segunda-feira (15) na Secretaria de Estado de Assistência Social e Direitos Humanos, com a participação do comando da PM e de representantes de órgãos de proteção de direitos humanos, ficou acertada a capacitação dos policiais militares para lidar com esse tipo de situação.
"Criaremos um módulo específico para policiais atuantes em manifestações. A PM tem seu modo de agir no que diz respeito à prática de direitos humanos e precisa compreender a lógica de proteção da pessoa humana e respeitar direitos humanos. Será um módulo de instrução que faremos junto com órgãos de direitos humanos, qualificando os profissionais da segurança pública", disse o secretário de Direitos Humanos, Zaqueu Teixeira.
Ainda de acordo com o secretário, a PM espera que os excessos cometidos pelos policiais nos protestos sejam denunciados pela população. "Excessos cometidos pela PM devem ser denunciados para que os casos sejam apurados rigorosamente. O uso de gás lacrimogêneo e de equipamentos não letais devem ser utilizados de forma moderada. Aqueles que cometeram excessos e foram identificados, estão afastados das manifestações", declarou.
Participaram da reunião representantes da Anistia Internacional, do Conselho Estadual de Direitos Humanos, do Conselho de Direitos Humanos da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), da Defensoria Pública do Estado e da Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República.

Comandante da PM tem que responder sobre carro atirando em manifestantes no Rio, diz OAB

FONTE : NOTÍCIA UOL
O comandante geral da Polícia Militar do Rio de Janeiro, coronel Erir Costa Filho, afirmou nesta segunda-feira (15) que os tiros disparados de um carro não caracterizado registrado em nome da corporação contra manifestantes nos arredores do Palácio Laranjeiras, sede do governo do Estado, em protesto realizado no último dia 11, eram um gás não letal. Segundo o coronel, "não foi tiro letal, nem não letal", mas apenas "um gás disparado de uma carabina 12".

 
 Na página do Detran, o carro aparece como da cor branca. No entanto, é comum o processo de "envelopagem" do carro pela polícia na cor preto fosco.

O presidente da Comissão de Direitos Humanos da OAB- RJ (Ordem dos Advogados de Brasil no Rio de Janeiro), Marcelo Chalreo, afirmou que o coronel é que tem que responder sobre a ação. "Eu estou horrorizado com o que eu vi. É um absurdo que exista esse tipo de ação no Estado do Rio de Janeiro. O comandante da PM tem que responder diretamente sobre este caso", disse.
Chalreo acredita que a ordem do disparo partiu de alguém superior. "Com certeza partiu de alguém com poder de comando, e isso precisa ser apurado. O vídeo mostra o que parece um grupo de bandidos agindo na cidade. Um total desrespeito. Eu estou chocado", afirmou.
Para o representante da OAB, a ação dos policiais é uma violação à democracia. "É um absurdo total. Uma falta de responsabilidade absoluta. A OAB está pasma diante desse fato", disse. "Não se pode admitir num estado democrático de direito a polícia agindo dessa forma. É abominável."

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SÃO PAULO - Policiais são presos sob suspeita de receber 'mesada' de traficantes


Grupo é acusado de ganhar até R$ 660 mil por ano para informar criminosos ligados ao PCC
Um dos detidos é chefe do setor de inteligência do departamento de narcóticos; ele nega ter relação com os crimes
DE SÃO PAULODO "AGORA"DE RIBEIRÃO PRETO
Dois delegados e cinco investigadores da Polícia Civil de São Paulo foram presos ontem sob suspeita de participação em uma quadrilha que vendia informações para traficantes de drogas ligados à facção criminosa PCC.
Mais seis policiais estavam com mandados de prisão e eram considerados foragidos.
Entre os sete presos estão Clemente Castilhone Junior, chefe do setor de inteligência do Denarc (departamento de narcóticos), homem de confiança do diretor do órgão e integrante do grupo de trabalho dos governos estadual e federal para medidas de combate ao crime organizado.
Ele e Fábio Alcântara, também delegado do Denarc, são suspeitos de vazarem informações sobre a operação.
Além do crime de formação de quadrilha, policiais investigados são suspeitos de corrupção, extorsão, sequestro, tortura e roubo.
O Ministério Público diz que eles recebiam propinas de até R$ 660 mil por ano para informar os criminosos sobre operações e evitar que eles fossem detidos.
Os valores eram divididos em uma anuidade de até R$ 300 mil e mensalidades que chegavam a R$ 30 mil.
Os pedidos de prisão surgiram de uma investigação do Gaeco (grupo de promotores que investigam crime organizado) de Campinas.
Os alvos iniciais eram traficantes ligados a Wanderson Nilton Paula Lima, conhecido como Andinho, que está há 11 anos preso e é considerado um dos chefes do PCC.
No decorrer das investigações, os promotores flagraram policiais que atuam ou já atuaram no Denarc tomando dinheiro dos traficantes. Em alguns casos torturavam familiares dos criminosos para obter os recursos.
Em um grampo telefônico, Andinho chegou a reclamar para um bandido que estava cansado de pagar propina para policiais civis. Apesar de estar preso na penitenciária 2 de Presidente Venceslau, o criminoso tem acesso a telefone celular "o dia inteiro", segundo o promotor de Justiça Amauri Silveira Filho.
AMEAÇAS
Ontem, um traficante ligado a Andinho também foi preso. Flaviano de Lima de Oliveira, 36, foi detido na casa dele, em Serrana, a 313 km da capital paulista.
Conforme a Promotoria, Oliveira, também conhecido por Gardenal ou Aquiles, era um dos fornecedores de drogas para a região de Campinas. Ele é suspeito de fazer ameaças de morte contra os promotores do Gaeco de Campinas a mando de Andinho.
OUTRO LADO
O advogado do delegado Castilhone, João Batista Augusto Filho, disse que seu cliente não tem relação com os crimes pelos quais está sendo investigado.
A Folha não encontrou ontem o defensor do delegado Fábio Alcântara.
Ao ser detido em Serrana, Flaviano Oliveira disse à polícia que só falaria à Justiça.

segunda-feira, 15 de julho de 2013

Tráfico fatura R$ 6 milhões por mês na Rocinha


A quadrilha de mais de 90 traficantes que, segundo a polícia, vem mantendo a movimentação do tráfico de drogas na Rocinha, zona sul do Rio, fatura mais de R$ 6 milhões ao mês, de acordo com as investigações realizadas entre abril e julho deste ano. O faturamento médio semanal de cada uma das 100 bocas de fumo é de R$ 15 mil, sendo que as mais próximas ao asfalto chegam a embolsar quase R$ 12 mil ao dia. A comunidade está ocupada pela polícia desde novembro de 2011.
Entre a manhã e a noite de sábado, a polícia prendeu ao menos 29 traficantes. Destes, 21 com mandados de prisão e o restante em flagrante. A operação Paz Armada, que seguirá ao longo da semana, ainda tem 37 mandados a cumprir.
Durante os últimos dias de investigação, a polícia identificou que a Rocinha estava à beira de enfrentar uma guerra interna. De acordo com o delegado Orlando Zaccone, titular da Delegacia da Gávea (15ª DP), a ação policial impediu um derramamento de sangue na favela de São Conrado.
Embora Antônio Francisco Bonfim Lopes, o Nem, continue comandado o tráfico à distância, de um presídio federal no Mato Grosso do Sul, John Wallace da Silva Viana, o Johnny, é quem toma a frente dos negócios na favela. Ele teria sido promovido pela sua capacidade intelectual e estaria à frente dos principais pontos de venda de drogas, na parte baixa da comunidade. A novidade desagradou Luiz Carlos da Silva, o Djalma, que comanda as bocas da parte alta da Rocinha.
As escutas telefônicas feitas pela polícia ajudaram a identificar que Djalma planejava um golpe de estado ao comando de Johnny. No entanto, ele evitava a guerra por lealdade a Eduíno Eustáquio de Araújo Filho, o Dudu, que foi encontrado morto na última semana no complexo penitenciário de Bangu, na zona oeste. Segundo o comandante da UPP, major Edson, a morte de Dudu teria deixado o caminho livre para o chefe da parte alta da Rocinha colocar seu plano em prática.
— Com a morte do Dudu, o Djalma ia tentar tomar a parte baixa. Se houvesse a guerra, muita gente inocente poderia morrer.

Reunião com comando da PM discutirá ação dos policiais nas últimas manifestações no Rio

O secretário Zaqueu Teixeira, da Secretaria de Estado de Assistência Social e Direitos Humanos; o comandante-geral e o corregedor da Polícia Militar vão se reunir na tarde desta segunda-feira para discutir a ação da PM nos últimos confrontos com manifestantes.
“Vamos conversar com a Polícia Militar para buscar a apuração rigorosa da ação da corporação nos confrontos. É preciso verificar se houve violação dos direitos humanos e corrigir os procedimentos, se forem constatadas falhas.”, afirmou Zaqueu Teixeira.
A secretaria informou, em nota, que também serão convidados para participar da reunião o Conselho estadual de Direitos Humanos, os Conselhos de Direitos Humanos da OAB/RJ, do Ministério Público estadual, da Defensoria Pública do Estado, da Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República e representantes da Anistia Internacional.

quarta-feira, 10 de julho de 2013

NOVA FRIBURGO - Policiais militares apreendem drogas e armas

Policiais 11º BPM de Nova Friburgo, Região Serrana do Rio, apreenderam no Morro do Cordoeira, na noite desta quarta-feira (10), uma pistola HK calibre 9mm e uma pistola Imbel calibre 9mm, ambas municiadas com 16 muniçoes cada, 5 rádios transmissores, além de 166 saquinhos de haxixe, 77 papelotes de cocaína e certa quantidade da droga para endolação.
Além do material, os policiais militares prenderam Enio da Silva Nascimento, de 37 anos, que foi encontrado com todo o material apreendido. O preso e todo o material foi levado para a delegacia de Nova Friburgo.  Enio Nascimento ainda fará seu depoimento mas, segundo os policiais, será autuado por tráfico de drogas. A apreensão aconteceu durante trabalho de patrulhamento de rotina.

Policiais federais protestam no Rio contra corrupção

Cerca de 50 agentes da PF (Polícia Federal) fizeram na manhã desta quarta-feira (28) um protesto contra a corrupção e para pedir que a presidenta Dilma Rousseff inclua a segurança pública nos pactos firmados com governadores e prefeitos. A manifestação, começou em frente ao prédio da PF, na Praça Mauá, zona portuária da cidade, de onde o grupo seguiu para a Avenida Presidente Vargas, no centro da cidade, e se concentrou em frente à Igreja da Candelária.
Com o lema "Abaixo à corrupção e à impunidade, segurança tambem é prioridade", os agentes levaram cartazes com os dizeres "A Polícia Federal também precisa de reforma" e "A polícia é do povo e não do governo". Valéria Manhães, presidenta do Sindicato dos Policiais Federais do Rio de Janeiro, comentou sobre os propósitos do grupo.
— Nós queremos que a segurança pública seja discutida, assim como saúde e a educação. Precisamos fazer uma reforma profunda na questão da investigação policial. O inquérito policial é uma coisa arcaica, burocrática, que não atende às necessidades da população. Só 10% dos crimes têm solução.
Os policiais pretendem reunir 10 mil assinaturas para levar ao Congresso Nacional, no próximo dia 16, com o objetivo de pressionar deputados e senadores a implementar a Frente Parlamentar de Segurança. Os agentes também defendem a valorização das demais carreiras das polícias, como afirmou Manhães.
— A PF não é só feita de delegados. Eles são só 15% do corpo de funcionários. Temos agentes altamente capacitados, mas há uma fuga de talentos porque muitas vezes é difícil fazer investigações profundas e amplas.

BRASÍLIA - Deputados ampliam anistia a policiais e bombeiros grevistas

Benefício atende profissionais da área de segurança que  participaram de atos entre 1997 e 2011

A Câmara dos Deputados aprovou neta terça-feira (9), por votação simbólica, a ampliação da anistia a policiais militares e bombeiros que participaram de movimentos reivindicatórios e greves por melhores salários e condições de trabalho e de salário. A anistia compreende os fatos ocorridos entre 1997 e 2011.
De acordo com o texto, serão beneficiados os policiais e bombeiros dos estados de Alagoas, da Bahia, do Ceará, de Goiás, do Maranhão, de Mato Grosso, Minas Gerais, da Paraíba, do Piauí, de Pernambuco, do Rio de Janeiro, do Rio Grande do Norte, de Rondônia, Roraima, Santa Catarina, Sergipe e do Tocantins, além do Distrito Federal.
O texto, que agora seguirá para análise e votação do Senado, atualiza lei de 2011 que já havia concedido anistia a policiais militares e bombeiros de diversos estados. O projeto não estava previsto na pauta, mas foi incluído por acordo entre os líderes.

Polícia estoura prostíbulo em Niterói

PM arma bloqueio na Praia de Botafogo, consegue prender os dois assaltantes e libertar as duas mulheres vítimas que estavam reféns

Dois homens foram presos nesta quarta-feira após perseguição, que começou na Urca e seguiu até o Aterro do Flamengo, na Zona Sul. De acordo com a PM, André de Souza Lopes, 41 anos, que usava identidade falsa em nome de Marcos Adriano da Silva Bioni, José Ricardo Passos da Silva, 38 anos, e um homem identificado apenas como Vitor, assaltaram uma residência na Rua Cândido Gaffrée, na Urca. Eles entraram na casa e roubaram jóias e R$ 3 mil em espécie. Os criminosos fugiram e levaram duas moradoras com eles. Policiais do 2º BPM (Botafogo) desconfiaram da atitude suspeita e realizaram cerco ao veículo.
Quando os ladrões chegaram na Praia de Botafogo e avistaram os bloqueios, fugiram deixando as reféns e tudo o que foi roubado. Eles tentaram fugir a pé, mas foram perseguidos por policiais  e acabaram presos. Durante a perseguição um policial efetuou disparos para o alto.
Na 10ª DP (Botafogo), onde o caso foi registrado, a dupla disse morar na Vila Vintém, em Padre Miguel, na Zona Oeste. Ninguém se feriu.
Segundo os agenfénstes, André assaltou um banco em Belém em 2001 e ficou nove anos preso. Ele também já roubou uma casa em Botafogo e tem outras passagens pelo crime. José tem quatro passagens por roubo e receptação.

Argentino é preso ao circular pelado em Cabo Frio

Policiais militares detiveram na tarde desta quarta-feira  o argentino Leandro Luis Leiva, de 39 anos, que resolveu andar pelado pelas ruas do centro de Cabo Frio, na região dos lagos do Rio de Janeiro.
Ele foi levado para a Delegacia de Cabo Frio (126ª DP) e autuado por atentado ao pudor e gesto obsceno, com pena de até três anos de prisão. Após prestar depoimento, o homem foi liberado.
Segundo testemunhas, Leandro, que aparentava estar sob efeito de drogas, entrou em várias lojas sem roupa e assustou comerciantes e clientes. Ele teria se masturbado na frente de uma jovem, até que um homem o retirou do estabelecimento e chamou a polícia.
O caso foi encaminhado ao Jecrim (Juizado Especial Criminal) de Cabo Frio.

terça-feira, 9 de julho de 2013

Polícia encontra explosivo deixado na UPP dos Macacos


O Esquadrão Antibombas da Polícia Civil foi acionado, por volta das 21h desta segunda-feira, para retirar um explosivo que havia sido deixado numa rua próxima à base da UPP dos Macacos, situada na Rua Armando de Albuquerque, em Vila Isabel. O artefato estava com dois homens que fugiram em uma moto, abandonando o material após serem abordados por policiais militares da UPP.
Segundo o delegado substituto Davi Rodrigues, da 20ª DP (Vila Isabel), a bomba era um pequeno rojão utilizado como munição de lança mísseis. Ao lado do artefato, foram encontradas anotações feitas numa folha de guardanapo, que relatavam a intenção de detonar uma explosão em local não especificado da comunidade no próxima dia 11, quinta-feira.
- A partir de agora, quem vai assumir a investigação é o delegado Gilberto Dias, titular da 20ª DP - explicou o delegado Davi.

segunda-feira, 8 de julho de 2013

Deputados querem investigar o custo do uso de helicópteros pelo governador Sérgio Cabral

Sérgio Cabral teria sete aeronaves à disposição e faria uso do helicóptero até para ir e voltar do trabalho, todos os dias. A distância entre a residência dele, no Leblon, e o Palácio Guanabara, em Laranjeiras, é de aproximadamente 10 km. Só para transportar o governador nos dias de trabalho, são gastos R$ 6.000 por hora de voo. O que totaliza quase R$ 3 milhões ao ano. Mas os helicópteros não são de uso exclusivo para trabalho. A família de Sérgio Cabral também utiliza as aeronaves nas viagens até a mansão milionária do político, em Mangaratiba, litoral sul do Estado.

Agentes Penitenciários fazem acampamento na Esplanada

Mais de 300 profissionais se revezam no acampamento. Eles decidiram colocar barracas no gramado do local e reivindicam o uso de armas de fogo fora e no trabalho.

VÍDEO - Bope ocupa comunidades do Rola e Antares

VOLTA REDONDA E RESENDE - Comandantes da PM desconhecem operação ‘Tolerância Zero’

Os comandantes do 28º Batalhão da PM (Volta Redonda), coronel Igor Magalhães, e o do 37º BPM (Resende) tenente-coronel Rogério Figueiredo de Lacerda disseram ontem que desconhecem uma nota que está sendo divulgada em redes sociais, dando conta de que policiais militares realizarão nos próximos dias 10 e 11 deste mês, a Operação Tolerância Zero. A operação seria em apoio à greve geral, convocada por sindicatos, marcada para a próxima quinta-feira.

A nota é divulgada por um movimento intitulado MSP e informa que a possível manifestação dos PMs será em nível nacional, e ocorrerá nos mesmos dias em que estão marcados para acontecer a greve geral.

- Somos policiais militares em busca de dignidade, queremos servir e proteger o povo trabalhador e não a propriedade das elites, queremos cidadania. Por conta disso, em todo Brasil, no dia 10 para 11 de julho, dia da greve geral, nós policiais militares vamos fazer a operação Tolerância Zero. Ou seja, a partir da zero hora do dia 10 para 11 de julho, dia da greve geral - diz um trecho da nota.

O tenente-coronel disse que não foi informado sobre esse apoio que policiais militares estariam pensando em realizar. Segundo o militar, caso venha a ocorrer a greve geral marcada para os dias 10 e 11 deste mês, o 37ª BPM possivelmente ficará de prontidão. Rogério Figueiredo e explicou que, quando isso ocorre, todo o efetivo é convocado até mesmo os policiais que estão de folga.

- Desconheço essa informação - disse o tenente-coronel.

A mesma afirmação foi feita pelo comandante do 28º BPM. Segundo o coronel Igor Magalhães, soube da notícia por meio da mídia.

- Até então, não tinha ouvido falar sobre essa nota que está sendo divulgada pela internet - disse o coronel.


Polícia Militar realiza operação na Favela do Rola, em Santa Cruz, para tentar prender o traficante Pezão


A Polícia Militar realiza, desde o início da manhã desta segunda-feira, uma operação na Favela do Rola, em Santa Cruz, na Zona Oeste do Rio. O objetivo da ação é tentar localizar o traficante Luciano Martiniano da Silva, o Pezão, considerado o último chefão do tráfico do Complexo do Alemão - ocupado desde novembro de 2010 - ainda em liberdade. O criminoso, cuja recompensa por informações fornecidas ao Disque-Denúncia (2253-1177) é de R$ 5 mil, estaria escondido na comunidade da Zona Oeste.
No fim da tarde, policiais trocavam tiros com bandidos no interior da favela. A operação envolve homens do Batalhão de Operações Especiais (Bope), do Batalhão de Choque (BPChq) e dos 27º (Santa Cruz), 14º (Bangu) e 40º BPM (Campo Grande) batalhões - neste momento, cerca de cem agentes estão dentro da comunidade. Há, ainda, apoio de dois veículos blindados e um helicóptero do Grupamento Aero-Marítimo (GAM) e de cães farejadores do Batalhão de Ações com Cães (BAC). Todas as saídas da Favela do Rola estão ocupadas por policiais, que tentam evitar uma possível fuga de criminosos.
Por volta de 15h, um grupo de dez pessoas, utilizando gasolina, incendiou um táxi que estava parado em um sinal na Avenida Cesário de Mello, numa área próximo a uma das entradas da Favela do Rola e da Unidade de Pronto Atendimento (UPA) que atende a região. O motorista do veículo fugiu sem ferimentos. O trânsito foi interrompido e o Corpo de Bombeiros não conseguiu chegar ao local. Os comerciantes fecharam as portas.
Cerca de uma hora mais cedo, por volta de 14h, um ônibus foi apedrejado na Estação BRT Transoeste Cesarão, também na Avenida Cesário de Mello. Por conta disso, a Secretaria municipal de Transporte decidiu interromper o funcionamento das estações Cesarão I, II, III, Três Pontes, Vila Paciência, Cesarinho, 31 de outubro e Santa Eugênio. A Polícia Civil investiga se as duas manifestações têm relação com a operação em curso na comunidade, tendo sido ordenadas pelos próprios traficantes.
Até o início da noite desta segunda-feira, há informação de um morto e um preso, ambos sem identificação, e apreensão de armas e drogas.

Policiais militares acusados pela morte de Patrícia Amieiro vão a júri popular

Os policiais militares acusados da morte da engenheira Patrícia Amieiro, em julho de 2008, vão a júri popular. O juiz Fabio Uchôa, da 1ª Vara Criminal, pronunciou os PMs Marcos Paulo Nogueira Maranhão e Willian Luis do Nascimento por tentativa de homicídio. Eles ainda responderão por fraude processual por terem alterado o local do crime. Os outros dois polociais, Fábio da Silveira Santana e Márcio Oliveira dos Santos, respondem apenas por fraude processual. A decisão de Uchôa foi divulgada nesta segunda-feira.
Os advogados dos policiais ainda podem entrar com um recurso contra a decisão do juiz de levar seus clientes a júri. Só depois dessa fase do processo é que poderá ser marcada a data do julgamento.

PARABÉNS BOMBEIROS PELA UNIÃO !

ASSOCIAÇÃO DOS BOMBEIROS MILITARES DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO 
VISTE O  DA ABMERJ: http://www.abmerj.com/

 

sexta-feira, 5 de julho de 2013

Bope apreende 600 quilos de maconha em Acari

Durante uma operação na Favela de Acari, policiais militares do Batalhão de Operações Especiais  apreenderam cerca de 600 quilos de maconha, fuzil AK-47, carregadores e munição em Acari. Não houve presos.
A ocorrência seguiu para a 39ª DP (Pavuna).

Presos acusados de morte de juíza serão transferidos para presídios do Rio

A Justiça do Rio determinou a transferência do coronel Claudio Luiz Oliveira e do tenente Daniel Benit - presos acusados de envolvimento na morte da juíza Patrícia Acioli, em agosto de 2011 - para o Rio. Atualmente, os dois estão no presídio federal de segurança máxima de Porto Velho, em Rondônia, aguardando julgamento. O Ministério Público vai recorrer da decisão.
De acordo o despacho, do juiz Peterson Barroso Simão, da 3a Vara Criminal de Niterói, a defesa dos policiais militares vem "reiteradamente reclamando das consequências" da transferência dos réus do presídio de Campo Grande, em Mato Grosso do Sul, para Rondônia.
Para o magistrado "é certo que há um conflito entre o direito do preso em permanecer próximo a família e o direito do estado em transferi-lo por razões de segurança ou conveniência administrativa". Ambos, segundo ele, encontram amparo na legislação brasileira.
Segundo Simão, no entanto, o artigo 5o da Constituição Federal assegura o direito de liberdade e de não presunção de culpa. "Deve-se ponderar com muito mais reservas as restrições de direitos dos presos por não terem sido ainda julgados", diz o documento.
O magistrado ainda cita a dificuldade de chegar até Rondôndia: "É público e notório que pernoitar em uma avião no Rio de Janeiro e amanhecer na Europa ou na América do Norte e do Sul é mais fácil que do mesmo ponto inicial chegar até ode os acusados estão presos".
Ele ainda explica que cabe ao estado fluminense garantir a integridade de seus presos e neutralizar as possíveis influências deles. Ele determina que Claudio e Daniel sejam transferidos para Bangu I, a partir de 31 de julho, já que o Batalhão Especial Prisional (BEP) não seria adequado para a cautela. O promotor Leandro Navega informou que irá recorrer da decisão de Peterson, considerada por ele como "incoerente" e "absurda".

Trio é preso por PMs durante operação

Policiais do 9º BPM (Rocha Miranda) prenderam, nesta sexta-feira, três suspeitos de tráfico de drogas no Morro da Covanca, em Jacarepaguá, na Zona Oeste. Eles foram detidos durante operação realizada por PMs na Covanca e na comunidade Bateau Mouche, na Praça Seca. Entre os presos está um traficante conhecido como DG, que seria o chefe do tráfico na região.


Polícia Civil investiga quem começou o confronto na rua de Cabral

A Polícia Civil informou nesta sexta-feira (5) que vai investigar quem deu início ao confronto, ocorrido na noite de quinta-feira (4), entre PMs e manifestantes, na esquina da rua onde mora o governador Sérgio Cabral, no Leblon, na Zona Sul do Rio.

Nas redes sociais, manifestantes acusam a polícia de ter provocado a confusão. Uma das mensagens diz que os policias cometeram excessos e que a manifestação estava pacífica quando a PM começou a agir.

quarta-feira, 3 de julho de 2013

PMs em formação foram escalados durante protestos em São Paulo

Policiais militares que ainda estão em formação ou em cursos para serem promovidos foram escalados pela corporação para atuar nos protestos que aconteceram no mês de junho em São Paulo.
Quatro oficiais da PM que trabalharam nas manifestações afirmaram que cerca de 800 alunos da Academia do Barro Branco, responsável por formação dos tenentes, e estudantes da escola de formação de sargentos, foram para a avenida Paulista e para a região central da cidade entre os dias 6 e 25 de junho.
A razão para o reforço, conforme esses quatro oficiais, foi que parte da tropa estava cansada por conta da série de protestos que aconteceu no período e tinha extrapolado seu horário de trabalho.
O principal problema no caso dos alunos do Barro Branco é que, como ainda estão em treinamento e não se formaram, nem todos têm preparo para atuar nas ruas.
Com relação aos alunos da escola de formação de sargentos o problema é menor porque eles já são policiais. Só estão frequentando um curso obrigatório para serem promovidos. No caso, ao invés de assistirem a aulas, os alunos sargentos vão diretamente para as ruas. 
Policiais do setor administrativo também foram deslocados para atuarem nas ruas durante os protestos.
IRRITAÇÃO
Ontem, nove PMs, entre oficiais e soldados, disseram à Folha que não é só o cansaço que estava irritando a tropa. Ao ser chamado para atuar em horários extras, com folgas canceladas, o policial perde a oportunidade de fazer seu bico, seja ele oficial ou não.
A escala de trabalho dos PMs é diferente do servidor comum. Eles costumam trabalhar 12 horas e folgar 36 ou trabalhar 24 horas para folgar 48, dependendo do batalhão em que atuam.
É nessas horas vagas que os policiais militares fazem trabalhos extras, geralmente como seguranças particulares ou como agentes da Operação Delegada, na qual atuam contra o comércio ambulante na capital paulista.
Procurada ontem para comentar o assunto, o Comando da Polícia Militar não se manifestou até a conclusão desta edição.

Policiais militares com melhores salários? não!

Estado abre licitação para comprar mil trajes anti tumulto e trauma para garantir mais proteção aos policiais do Choque

O Estado vai investir R$ 3,7 milhões para o Batalhão de Choque da Polícia Militar (BpChoque) se equipar melhor para os protestos nos grandes eventos. Um edital de licitação será lançado pelo governo para comprar mil trajes anti tumulto e trauma. Na justificativa da concorrência pública, é citado que a unidade policial de elite “tem se deparado com diversas ocorrências de manifestações civis” e que o uso dos kits anti motim “se traduz em menos traumas e lesões nos policiais e nos manifestantes”.
Cada um dos mil trajes vem com 11 peças. A maioria delas, protetores para as partes do corpo — cabeça, tronco, antebraço, joelho, mãos, rosto. Há ainda escudo e coldre para pistola. No edital, está marcado para o próximo dia 11 a data do pregão para a compra do material. O BPChoque é a principal tropa para conter os tumultos nas manifestações, auxiliada pelas demais forças da PM. A atuação da unidade chegou a ser questionada em vários momentos, como, no último dia 16, quando foram lançadas bombas de efeito moral e gás lacrimogêneo na Quinta da Boa Vista, em protesto próximo ao Maracanã. Continue lendo aqui O DIA

PMs reclamam de cansaço

FONTE: TERRA ESPORTES
 

O Estádio Maracanã teve, no domingo da final da Copa das Confederações entre Brasil e Espanha, o maior esquema de segurança de um evento esportivo já visto no Brasil - 11 mil homens, entre policiais militares, civis e agentes da força nacional. Mas nem por isso tudo foi perfeito. Em meio aos protestos que reuniram cerca de 7 mil pessoas no entorno do estádio e terminaram em confronto, policiais militares reclamaram do cansaço, das condições ruins de trabalho e mostraram o próprio despreparo.
Quando os manifestantes estavam próximos do Maracanã, as forças de segurança cumpriram acordo com o Ministério Público e a Ordem dos Advogados do Brasil (OAB): policiais militares com escudos e capacetes foram postados na primeira fileira do bloqueio. O Batalhão de Choque, com suas bombas de gás lacrimogênio e armas de balas de borracha vinha só num terceiro cordão, atrás da Força Nacional.
Alguns PMs, logo na comissão de frente e no contato direto com os manifestantes, deixavam aparente o cansaço - a reportagem flagrou um agente que não mal conseguia manter os olhos abertos logo na primeira linha do cordão de isolamento do estádio - de dias de trabalho redobrado com a segurança da Copa das Confederações, os protestos e os bicos que complementam o salário.

 “Faz 20 dias que a gente trabalha sem parar. É um turno de 24 horas, aí tem que fazer o bico de segurança na folga e a folga no dia seguinte é cassada por causa de tudo que está acontecendo. Está f...”, disse um PM que pediu para não ser identificado, depois que os ânimos do protesto do Maracanã já tinham se acalmado.
Resultado: quando voaram os primeiros coquetéis molotov (13 foram apreendidos antes de serem utilizados) e pedras - parcela dos manifestantes deu início ao confronto -, foi a parte mais frágil da segurança que sofreu primeiro. Pelas imagens do confronto, foi possível perceber que alguns acabaram atingidos por pedras e pelo menos um por um coquetel molotov: o uniforme do policial em questão pegou fogo na altura da perna, mas foi apagado por um colega.
A corporação informou que três agentes ficaram feridos. Sem contar os afetados pelo gás  lacrimogêneo, já que os PMs não têm máscaras de proteção. Claro que eles não ficaram satisfeitos com esta exposição, principalmente quando um helicóptero do Batalhão de Choque voou baixo sobre a área de confronto, na esquina da avenida Maracanã e da rua São Francisco Xavier, e espalhou o gás, que chegou a ser sentido dentro do estádio, a 500 metros dali.
“Esses caras do Choque são uns filhos da p... Para que sobrevoar tão baixo? Só pra jogar gás na nossa cara?”, reclamou uma oficial enquanto sentia a ardência do gás nos olhos. Sem saber o que fazer, foi orientada pelo fotógrafo do Terra a não esfregar as mãos no rosto e cheirar vinagre, métodos que parecia desconhecer em meio ao desespero do confronto.

Antes e depois do confronto, cansados, com fome e apertados - não tinham direito a lanche durante o turno de trabalho e precisavam pedir licença aos poucos comerciantes com bares abertos para ir ao banheiro, os PMs ainda tiveram de escutar impávidos provocações variadas.
“Falta organização para nossa polícia. A gente é mandado pra cá e, se bobear, não nos dão nem um copo d`água. Vários manifestantes gritaram na nossa cara contra a desmilitarização da PM. Isso eu também quero. A gente concorda com os manifestantes, mas temos de cumprir ordens”, explicou um policial. “A gente sabe que a PM hoje é mal vista pela sociedade. Mas, na hora que o couro come, você vê alguém da polícia civil? Não, né?”, questionou outro policial militar.

Pelo Twitter, o comandante da polícia militar, Erir Ribeiro da Costa Filho, agradeceu o esforço da corporação no trabalho de segurança da partida final da Copa das Confederações, no Maracanã. “Eu amo a nossa PM. Eu amo todos os policiais militares”, falou pela conta do Comando de Operações Especiais (COE).

Policial Militar foi atacado por bando em Irajá

O policial militar David Santos Barbosa, lotado na Unidade de Polícia Pacificadora (UPP) do Morro da Providência, foi baleado no fim da noite de domingo, em Irajá, na Zona Norte. A vítima pilotava sua moto pela Avenida Pastor Martin Luther King Junior, quando foi cercada por cinco homens armados, por volta das 21h. Os bandidos estavam em um Peugeot branco e fugiram logo após o crime em direção à Favela do Cajueiro, em Madureira.
De acordo com homens do 41º BPM (Irajá), o PM abandonou a moto e tentou fugir a pé. Ele acabou baleado na perna esquerda. David foi socorrido por um taxista e levado para o Hospital Estadual Getúlio Vargas, na Penha. Ele foi submetido a uma cirurgia para a retirada do projétil e transferido para o Hospital Central da Polícia Militar, no Estácio.
Segundo a Coordenadoria de Polícia Pacificadora (CPP), o PM passa bem e está fora de perigo. A moto do policial foi levada pelos criminosos. A ocorrência foi registrada na 27ª DP (Vicente de Carvalho). A polícia vai ouvir o policial quando ele receber alta da unidade para tentar identificar a quadrilha.

Comandante do Bope diz não ter sido informado sobre operação que deixou dez mortos na Maré

O comandante do Bope, coronel Wilman René Alonso, afirmou ontem que não foi informado da operação de sua tropa que culminou com dez mortes - entre elas, a de um sargento da tropa de elite - no Complexo da Maré no último dia 24. Quando perguntado se sabia da operação antes de sua execução, o comandante respondeu:
- Não, claro que não. Mas não posso dizer quando fui informado, pois essa questão é objeto do inquérito da Polícia Civil - afirmou René, que classificou o resultado da ação como "uma tristeza".
O coronel prestou depoimento na Divisão de Homicídios na última sexta-feira. Ele foi convocado para dar sua versão dos acontecimentos no inquérito da Polícia Civil que apura os homicídios. O principal objetivo da investigação é saber de onde partiu a ordem para que o Bope entrasse na Maré.
O delegado da especializada, Rivaldo Barbosa, também quer saber o motivo de a tropa de elite ter sido chamada após o arrastão na Avenida Brasil. Para isso, também foram ouvidos PMs do Bope e agentes da Força Nacional que participaram da operação. Amanhã, o delegado vai ouvir parentes de todas as vítimas na 22 DP (Penha).
Ontem, o presidente da Comissão de Direitos Humanos da OAB, Wadih Damous, defendeu, numa reunião em Brasília com a ministra dos Direitos Humanos, Maria do Rosário, a convocação de peritos da Polícia Federal para apurar as mortes na Maré.
- Não faço juízo de valor sobre o comando das polícias estaduais, mas o corporativismo pode contaminar a investigação - diz Damous.
A operação do Bope na Maré começou na noite de 24 de junho, com o objetivo de buscar criminosos que fizeram um arrastão na Av. Brasil após um protesto. A ação só terminou no dia seguinte e teve saldo de dez mortos, entre eles o sargento do Bope Ednelson do Santos.
Entre os nove moradores mortos, dois não tinham antecedentes criminais: o garçom Eraldo da Silva, de 35 anos, e Jonatha Farias da Silva, de 16. Em nota, a PM informou que Jonatha estava armado e participava de um confronto. Moradores da Maré ouvidos pelo EXTRA alegaram que Jonatha não tinha ligação com o tráfico.
No dia seguinte à operação, o major do Bope, João Jacques Busnello, que comandou a operação, defendeu a ação.
- A ação criminosa era intensa, e o Bope agiu dentro dos parâmetros legais. E também teve a perda muito grande para nós, de um companheiro - disse.

Traficante Felipe Fu é morto em confronto com PMs no Chapadão


O traficante Felipe Rodrigues de Lima, o Felipe Fu, foi morto durante confronto com policiais do 41º BPM (Irajá), no início da noite desta terça-feira, no Morro do Chapadão, em Costa Barros, na Zona Norte. Policiais militares realizavam uma operação na região quando houve o tiroteio.
Com ele, os PMs apreenderam um fuzil 762 com a inscrição "Bacalhau", em referência ao traficante Luis Fernando Nascimento Ferreira, o Nando Bacalhau, ex-chefe do tráfico no Chapadão preso em outubro de 2012.
Felipe é filho do traficante Ricardo Chaves Castro de Lima, o Fu da Mineira, atualmente preso no Presídio Federal de Catanduvas, em São Paulo, e cunhado de Nando Bacalhau.
As investigações apontaram ainda que a quadrilha da qual Felipe Fu é integrante é responsável pelo aumento dos índices de criminalidade no Morro do Chapadão pela prática frequente de assaltos. De acordo com os policiais responsáveis pelas investigações, a quadrilha age com extrema violência, inclusive contra os próprios moradores.

Preso chora e é repreendido por comparsa

Uma troca de tiros entre policiais e traficantes na comunidade Vila Vintém, em Padre Miguel, na zona norte do Rio, terminou com três suspeitos mortos baleados e dois presos. Na chegada à delegacia, Alexandro Celestino da Silva chorou e foi repreendido pelo comparsa, Leandro Michel Alves.
— Ih, tá chorando negão. Que vacilo, se controla.
A dupla, que, segundo a polícia, participava da venda de drogas na região, portava rádios transmissores no momento da prisão. Três suspeitos atingidos no tiroteio chegaram a ser encaminhados para o Hospital Estadual Albert Schweitzer, mas não resistiram aos ferimentos.
A operação foi planejada depois que policiais do Batalhão de Bangu receberam a denúncia sobre o esconderijo de traficantes na Vila Vintém. Um fuzil e duas pistolas foram apreendidos, além de papolotes de cocaína.