sábado, 30 de novembro de 2013

Cabo é expulso da Polícia Militar

 
Ele foi flagrado atirando em um menor já dominado em ação na Barra
Flagrado por cinegrafista amador atirando na perna de um adolescente já dominado, o cabo da Polícia Militar Maurício Fabiano Braga Pessoa foi expulso da corporação. O caso ocorreu em julho de 2012, e o menor havia participado - junto com outros três criminosos - de um sequestro relâmpago, na Barra da Tijuca. A exclusão do policial foi publicada no boletim interno da PM de terça-feira.
Maurício chegou a ser preso pelo crime, mas ganhou o direito de responder ao processo em liberdade por ter bons antecedentes. Na época, o secretário de Segurança, José Mariano Beltrame, classificou o caso como inadmissível. O cabo e outros quatro PMs que participaram da ocorrência foram submetidos a Conselho de Disciplina, mas os outros foram mantidos na corporação. No processo, Maurício alegou que "não sabe se por instinto ou nervosismo efetuou o disparo".
Os policiais do 31º BPM (Recreio dos Bandeirantes) perseguiram quatro criminosos acusados de sequestrar uma mulher na Avenida Lúcio Costa. Eles conseguiram prender o bando, incluindo o menor. Nas imagens da prisão, o adolescente aparece já detido, mas mesmo assim o PM atira na perna do jovem. Ao registrar o caso, os policiais afirmaram que o menor fora ferido em tiroteio.

Policial militar é morto na Zona Norte do Rio

Um policial militar foi morto por bandidos, na tarde deste sábado, em Quintino Bocaiúva, Zona Norte do Rio. De acordo com a PM, o homem, ainda não identificado, estava na Rua Amália, quando três criminosos chegaram num Punto preto para assaltá-lo. Ao reconhecerem que se tratava de um policial, dispararam contra a vítima.A polícia ainda não sabe se os criminosos chegaram a roubar o PM. O caso será investigado pela Divisão de Homicídios (DH).

sexta-feira, 29 de novembro de 2013

Comandante do Cfap afirma que unidade ‘não é creche’


Durante audiência pública na Assembleia Legislativa (Alerj) para esclarecer as circunstâncias da morte do recruta Paulo Aparecido Santos de Lima, o comandante do Centro de Formação e Aprimoramento de Praças (Cfap), coronel Nélio Monteiro afirmou que lesões fazem parte da rotina da instituição, por se tratar de um “curso com objetivo de formar policiais que atuarão nas ruas”. O aluno foi internado após treinamento no dia último 12 e morreu dez dias depois.
— O Cfap não é creche. É uma instituição de formação policial. O treinamento fornecido lá dentro é condizente com essa formação — disse o oficial.
Após a declaração, o presidente da Associação de Praças da Polícia Militar e Corpo de Bombeiros, Vanderlei Ribeiro, pediu a palavra para discordar do coronel.
— O Cfap não é uma creche, mas também não é casa de tortura. O problema é a cultura militarista da PM.
Também durante a audiência, o diretor geral de Ensino da PM, Antonio Carlos Carballo Blanco, afirmou que nenhum dos oficiais que dava instrução à turma de Paulo era especialista em Educação Física. Recrutas da turma disseram  que foram obrigados a ficar sentados e fazer flexões sobre o asfalto quente.
— O treino não era de Educação Física. Em tese, eles estavam tendo uma instrução de ordem unida, um treino militar de formação e marcha. Por isso, não precisavam ter formação em Educação Física — afirmou Carballo.
Convidados, os cinco oficiais investigados no Inquérito Policial Militar (IPM) não compareceram à audiência. O deputado estadual Iranildo Campos (PSD) vai propor à Comissão de Segurança Pública que o capitão Renato Martins Leal da Silva e os tenentes Sérgio Batista Viana Filho, Jean Carlos Silveira de Souza, Gerson Ribeiro Castelo Branco e Paulo Honésimo Cardoso da Silva sejam convocados para depor. Se a medida for aprovada, eles podem ter que comparecer sob ordem judicial.
Durante a audiência, o deputado estadual Marcelo Freixo (Psol) perguntou ao coronel Carballo qual o significado da palavra “suga”, usada por recrutas para explicar o que aconteceu no treinamento que terminou com a morte de Paulo Aparecido.
— Suga’ é trote, não é treinamento. Ela já foi mais comum. Faz parte de um ritual de iniciação, mas não é autorizada pelo comando — explicou o coronel.
Projeto de lei: emergência obrigatória
Um projeto de lei proposto pelo deputado Iranildo Campos dispõe que todas as escolas de formação tenham uma unidade de atendimento médico de emergência. Em visita ao Cfap, a equipe do parlamentar constatou que a unidade não tem um médico nem equipamentos de resgate, como um desfibrilador.
Ontem, a PM informou que a recruta que deu entrada no hospital da corporação com crise renal em setembro prestou depoimento a oficiais negando ter sido internada por conta de um treinamento no Cfap. Segundo ela, a internação se deu por descuidos com a hidratação. Em 11 de setembro, uma colega de turma relatou em documento arquivado no Cfap a ordem de um oficial para que o pelotão sentasse no asfalto quente.

PM da UPP da Rocinha é baleado por bandidos

Na segunda noite de tiroteios na Rocinha, Zona Sul do Rio, um PM da UPP foi baleado no rosto e na mão por bandidos. O Grupo Tático de Polícia de Proximidade (GTPP) do qual fazia parte so soldado Jaderson dos Anjos foi surpreendido por traficantes armados de fuzis por volta da meia-noite quando fazia patrulhamento no Beco do Máscara, na Rua 3, parte alta da favela. O PM foi atingido por estilhaços no rosto e nas mãos, mas passa bem.
Um PM que ajudou no resgate ao soldado, e afirmou que mais de 80 tiros foram disparados contra os policiais. Segundo ele, o reforço no policiamento do Batalhão de Choque na favela, não intimida os bandidos, porque os policiais ficariam no entorno da comunidade. Ontem de manhã, agentes da Coordenadoria de Recursos Especiais estiveram na comunidade, mas não trocaram tiros com bandidos.
Na noite anterior, dia da final da Copa do Brasil, vencida pelo Flamengo, moradores relataram que várias pessoas estavam na rua assistindo à final entre Flamengo e Atlético-PR quando tiros começaram a ser disparados na localidade conhecida como Roupa Suja. De acordo com as informações de moradores, o confronto foi entre bandidos.
— Havia muita gente na rua. Todo mundo se deitou no chão com medo. Os becos ficaram vazios. Depois de cerca de meia hora, parou. Mas o medo continuou — contou um deles.
Segundo o morador — que teme se identificar por medo de represálias, os bandidos circulam armados de pistolas, fuzis, metralhadoras e granadas na parte alta da Rocinha, sem que haja intervenção de policiais da Unidade de Polícia Pacificadora (UPP):
— A polícia mal sobe (o morro). Já faz tempo que isso acontece e ninguém faz nada. A Rocinha está uma terra sem lei, um terror.
A assessoria de imprensa das UPPs informou que a comandante da unidade da Rocinha, major Pricilla Azevedo, nega ter havido confronto no local envolvendo policiais na madrugada de quinta-feira.

RICARDO BOECHAT CONDENADO A PAGAR 5 MIL REAIS A POLICIAL MILITAR

Ricardo Boechat da Band News é condenado a pagar R$5.000,00 - O autor que é Policial Militar e que ficou ofendido com as declarações do requerido no momento em que este, em uma programação jornalística, ofendeu toda a hierarquia da Polícia Militar de São Paulo ao chamar todos de idiotas 

25/11/2013 Remetido ao DJE  LEIA AQUI


PARANÁ - Jovem é preso por desacato após falar mal de policiais em rede social


A moto de um jovem foi apreendida em Apucarana, interior do Paraná, porque a documentação estava irregular. Revoltado, Diego Bolonhezi Goedi, de 24 anos, reclamou que os PMs invadiram a casa dele, xingou os policiais e as esposas deles.
O desabafo foi publicado no dia 25, horas depois da apreensão. A polícia tomou conhecimento das mensagens e fez uma cópia de tudo o que foi publicado. Quando o rapaz foi buscar a moto, recebeu voz de prisão, acusado de desacato.

"Muitas pessoas se sentam em frente ao computador e se transformam, achando que podem colocar o que quiser, escrever o que quiser, e não é verdade", diz Daniel Rodrigo de Souza, relações públicas da PM.

Diego foi levado para a delegacia, assinou um termo se comprometendo a comparecer em uma audiência e foi liberado. Ele não quis gravar entrevista. Por telefone, a mãe do rapaz diz que ele está arrependido e concordou com a atitude da polícia. "Se ele recebeu uma punição, ele vai arcar com as consequências, porque esse é o tipo de coisa que não se faz. Que isso sirva de exemplo pra muita gente que entra em redes sociais falando mal dos outros, sabendo, achando que isso não vai ter consequências, e isso tem consequência".

Foi o segundo caso de desacato virtual envolvendo a polícia militar do Paraná. Há dois meses, uma moça também foi parar na delegacia depois de reclamar da apreensão do carro do irmão dela.

Mais casos devem acontecer. A PM diz que acompanha o que é escrito contra ela nas redes sociais e que não vai tolerar mais ofensas. "Mesmo na frente do computador, numa rede social, é preciso tomar cuidado porque seremos responsabilizados pelos crimes que cometemos de forma virtual”, afirma relações o públicas da PM.
O advogado, especialista em crimes virtuais, Fernando Peres, alerta que falar mal da polícia nas redes sociais é crime. Ele explica que a ofensa publicada na internet é ainda mais grave por causa do alcance da rede e diz que ao usar uma rede social, a pessoa não pode confundir liberdade de expressão com ofensas.
"Ela não deve tecer comentários danosos e deve ponderar se aquelas informações vão prejudica a parte oposta então ela deve ter cuidado em expressar sua opinião, mas nunca agredir a honra de outra”, comenta Peres.

quinta-feira, 28 de novembro de 2013

Helicóptero que transportava drogas pertence à família do senador Zezé Perrela (PDT/MG)


O helicóptero apreendido no domingo (24) transportando 445 kg de pasta base de cocaína, em Afonso Cláudio, região serrana do Estado, pertence à empresa Limeira Agropecuária, da família do senador pelo estado de Minas Gerais Zezé Perrela (PDT). Neste domingo, a Polícia Federal, com apoio da Polícia Militar, deflagrou operação que culminou com a prisão de quatro suspeitos em uma propriedade rural no município. Além da droga e do helicóptero, foram apreendidos R$ 16 mil em dinheiro e um carro. 
Em entrevista coletiva na tarde desta segunda-feira (25), o superintendente da Polícia Federal no Estado, delegado Erivelton Leão de Oliveira (foto), salientou que o piloto do helicóptero não se referiu à família do senador no depoimento. Ele salientou que o piloto disse que tinha a possibilidade de utilizar a aeronave quando achasse necessário. 
A movimentação em torno do caso começou há cerca de dez dias, quando uma propriedade rural no município de Brejetuba, também na região serrana, começou a ser monitorada pela PF. A propriedade havia sido adquirida há aproximadamente um mês por um valor cinco vezes acima do de mercado, o que levantou suspeitas no município e chegou à Polícia Militar que, num trabalho de inteligência, passou a monitorar a movimentação na localidade. 
Segundo o superintendente, na ocasião da aquisição da propriedade houve um churrasco e os participantes comentaram que voltariam no fim do mês. Depois disso o monitoramento começou a ser feito.
No dia da chegada da droga, os policiais federais fizeram o monitoramento na região em que os suspeitos circulavam em terra. Eles ficaram de campana na mata aguardando a chegada do carregamento. Os suspeitos foram presos no momento em que descarregavam a droga e se preparavam para abastecer a aeronave. 
De acordo com o delegado, o piloto alegou ter recebido R$ 60 mil para fazer o transporte da carga de São Paulo para o Estado. O superintendente acrescentou que as investigações vão prosseguir para apurar se as drogas seguiriam do Espírito Santo para outros estados. Além disso, a o proprietário da terra adquirida também vai ser investigado. Ele não foi um detido na operação. 
O helicóptero apreendido pertence à empresa Limeira Agropecuária, de propriedade do deputado estadual pelo estado de Minas Geral, Gustavo Perrela (SDD), filho do senador Zezé Perrela. Em entrevista ao jornal O Estado de Minas, o advogado da família, Antônio Carlos de Almeida Castro, o Kakay, o piloto utilizou indevidamente a aeronave. E disse que a aeronave foi "furtada" da família pelo piloto.
A PF não divulgou o nome dos suspeitos, mas o Estado de Minas reporta que foram presos o piloto Rogério Almeida Antunes, de 36 anos, que é natural de Campinas, São Paulo, o copiloto Alexandre José de Oliveira Júnior, de 26 anos, o comerciante Róbson Ferreira Dias, de 56, e Everaldo Lopes de Souza, de 37. 
Já o deputado Gustavo Perrela, em entrevista coletiva na Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG), disse que ficou sabendo da apreensão pela imprensa e que um boletim de ocorrência foi feito pela família atestando o furto do helicóptero.

quarta-feira, 27 de novembro de 2013

Alerj discute novos regulamentos para PMs e bombeiros

O clima ficou quente entre os deputados que integram a comissão da Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro encarregada de elaborar os novos regulamentos da Polícia Militar e do Corpo de Bombeiros. Os parlamentares receberam, para a discussão, um representante da PM e ele defendeu o fim dos regulamentos disciplinares.
O relator da comissão, o deputado Iranildo Campos (PSD) disse que há uma prática rotineira na corporação de transferência de agente de unidade, como forma de perseguição. Iranildo citou que o ex-comandante da PM, coronel Erir, teria se utilizado da prática, enviando centenas de praças da capital para o interior do estado.
Já o presidente da comissão, Deputado Flávio Bolsonaro (PP) destacou que os abusos praticados, em especial mediante as transferências para localidades distantes, atinge não somente aos militares, mas também as suas famílias, e que tais abusos precisam ser combatidos.

Os policiais estão morrendo não apenas em ato de serviço

Policiais que cumpriram metas terão prêmio de até R$ 13,5 mil

AGÊNCIA RIO DE NOTÍCIAS


As Áreas Integradas de Segurança Pública (AISPs) 10, 40 e 23 foram as três que mais reduziram os índices de letalidade violenta (homicídio doloso, latrocínio, lesão corporal seguida de morte e auto de resistência), roubo de veículo e roubo de rua (roubo a transeunte, aparelho celular e em transporte coletivo) do estado do Rio no primeiro semestre de 2013.
O Sistema Integrado de Metas e Acompanhamento de Resultados (SIM) premiará, respectivamente, com R$ 13,5 mil, R$ 9 mil e R$ 6,750 mil cada um dos agentes de segurança que trabalha nas áreas mais bem colocadas. Policiais das AISPs 14, 26 e 36 também bateram suas metas e serão premiados com bônus que variam entre R$ 4,5 mil e R$ 5,4 mil.
A cerimônia de premiação do SIM acontecerá em dezembro. Criado em 2009, o Sistema Integrado de Metas e Acompanhamento de Resultados já pagou R$ 223 milhões em prêmios a policiais civis e militares sem distinção de patente ou cargo. Na comparação entre os dados do primeiro ano da premiação e de 2012, houve redução de 30,4% no número de homicídios dolosos e 12,2% no de roubo de veículos no estado.
A oportunidade de reconhecer o trabalho policial foi o que motivou a Secretaria de Segurança a implantar o sistema de metas. Para o subsecretário de Planejamento e Integração Operacional, Roberto Sá, sempre houve esforço dos policiais. O incentivo foi criado para que as polícias conversassem mais e planejassem o ataque contra o crime.
- Duas polícias que atuam no mesmo território precisam se falar, trocar informações e atuar em conjunto, respeitando-se os limites constitucionais de cada uma delas. O desafio foi grande, mas os resultados alcançados até agora nos dão a convicção de que estamos no caminho certo.
Policiais destacam importância da integração
Para bater a meta estipulada pela Secretaria de Segurança para a região da 10ª AISP  no primeiro semestre, a integração entre as polícias Militar e Civil foi muito importante. A participação da população também foi essencial no esforço para reduzir os índices de criminalidade. O coronel Cesar Rosa, comandante do 10º BPM (Barra do Piraí), organiza um café comunitário todo mês em um município diferente. Na reunião, ele pede dicas aos moradores sobre como melhorar o policiamento das cidades.
- Estou aqui no 10º BPM há um ano e meio. Sem o elo e essa cumplicidade com a Polícia Civil, não alcançaríamos de forma alguma estes índices - disse o coronel.
O trabalho preventivo também é importante. Em Engenheiro Paulo de Frontin, o delegado titular da 98ª DP, Luiz Fernando Damasceno, acredita que, quanto mais cedo for identificado o problema, menores são as chances de a população sofrer com as consequências.
- A gente tenta evitar qualquer tipo de conflito, investigamos antes das coisas começarem a acontecer. Polícia atuante é isso. Os  crimes na região não ficam impunes - afirmou Damasceno.
O delegado Adriano Marcelo França se tornou titular da 88ª DP de Barra do Piraí há dois meses. Para ele, o desafio é manter os baixos índices de criminalidade deixados pelo antigo delegado, José Mário Omena. A região está novamente em primeiro lugar no ranking da secretaria.
- Se engana quem acha que em cidade pequena não há conflito. Se não for dada uma resposta imediata, o crime se espalha mesmo. Aqui os policiais têm corrido atrás mesmo com os índices baixos de criminalidade. Eles querem ser reconhecidos - explicou França.

Alerj vai ouvir comandante do Cfap e oficiais sobre morte de recruta da PM

A Comissão de Segurança Pública e Assuntos de Polícia da Alerj realiza nesta quinta-feira (28), às 13h, audiência extraordinária para apurar as circunstâncias que levaram à morte do recruta da PM Paulo Aparecido Santos de Lima. Ele sofreu queimaduras, insolação grave e perda dos rins após treinamento no Centro de Formação e Aperfeiçoamento de Praças (Cfap), no dia 12. Paulo foi internado no Hospital Central da Polícia Militar, onde já chegou desacordado, e morreu na última sexta-feira.
Presidente da Comissão de Segurança, o deputado Iranildo Campos (PSD) convidou para a audiência o comandante do Cfap, coronel Nélio Monteiro Campos, e os oficiais responsáveis pelo treinamento dos recrutas. O parlamentar criticou duramente a falta de assistência médica na unidade e a aplicação de exercícios físicos não previstos na programação original.
“É inadmissível que, naquele dia, o Cfap não tivesse médico, ambulância nem desfibrilador para atendimento de emergência. Como pode isso em uma unidade com 2 mil alunos? O cronograma de atividades não incluía exercícios físicos para os recrutas. Esse tipo de atividade só poderia ocorrer após a segunda semana de treinamento”, estranhou Iranildo.
O deputado disse que a audiência pública será fundamental para esclarecer os fatos e apurar as responsabilidades. “A morte desse jovem causa revolta e indignação. Vamos mostrar os erros e excessos cometidos para que nunca mais se repitam”, concluiu.  A audiência será na sala 316 do Palácio Tiradentes.

PM ameaçado de morte por traficante em São Gonçalo pede proteção

Um policial militar do Rio pede proteção após receber ameaças de um traficante que controla o tráfico na comunidade Marambaia, em São Gonçalo, região metropolitana do Rio. As ameaças começaram depois que ele começou a investigar o assassinato do irmão, há três meses.
O corpo do irmão do PM foi encontrado em uma rodovia que liga Niterói à região dos lagos. Segundo o policial, ele teria sido assassinado por ter se recusado a trabalhar para o tráfico. De acordo com ele, o irmão era obrigado a transportar armas do Rio para a comunidade.
— Na primeira vez meu irmão foi rendido buscar as armas pra ele. Na segunda vez, renderam meu irmão de novo. Na terceira, ele explodiu e não quis mais.
Na semana passada o policial recebeu ligações dos criminosos e pediu ao comandante do batalhão onde trabalha proteção para ele e para sua família, mas, segundo ele, o pedido foi negado. A DH (Divisão de Homicídios) já identificou dois homens que teriam participado do crime.

terça-feira, 26 de novembro de 2013

CONVITE


Reunião define que todo militar deverá cumprir 44 horas semanais

O DIA
Colocar um batalhão de 300 homens hoje em serviço administrativo apenas no Quartel General (QG) da PM de volta às ruas. Esta é a meta da cúpula da Polícia Militar para o início de dezembro. A estratégia do comando — de que todos deverão cumprir 44 horas semanais — já causa polêmica. Acostumados a trabalhar em uma escala que, muitas vezes, gerava apenas dois dias de serviço durante a semana, policiais reclamam da nova política.
A discussão sobre a implantação da nova carga horária começou sexta-feira em reunião na Academia Dom João VI, no Centro de Formação e Aperfeiçoamento de Praças (Cfap), em Sulacap. No encontro, com o comandante-geral, coronel Luís Castro; o chefe do Estado-Maior Operacional, coronel Paulo Henrique Moraes, comandantes de batalhões e diretores, foi decidido pelas 44 horas semanais. A escala será definida por cada unidade.
A nova determinação não vai alterar a rotina de quem já está nas ruas. Por exemplo, quem trabalha 12h por 48h vai continuar cumprindo a mesma carga horária. Pelo sistema atual — que já dura alguns anos — os agentes servem em horários que variam de 12h ou 24 h de turnos por 24 horas de descanso.
No caso dos administrativos, o antigo modelo obrigava os comandos a colocarem dois ou três policiais na semana para desempenhar a mesma função burocrática. Ou seja, dois PMs faziam o trabalho que poderia ser realizado por um. Já pela nova regra, a tropa que faz serviço interno deverá trabalhar de segunda a sexta, cumprindo oito horas diárias.
As quatro horas restantes deverão ser compensadas de acordo com a programação de cada unidade. Muitos PMs defendem que as mesmas determinações sejam cumpridas por militares da área da saúde.
 
Hora extra e custos são discutidos
Polêmicas não faltaram na reunião da cúpula da PM. De acordo com o coronel Paulo Henrique Moraes, são necessários ainda ajustes na concessão do Regime Adicional de Serviço (RAS), ou seja, a hora extra da tropa. Ele argumentou que parte das vagas, a partir do mês que vem, será cumprida por determinação dos comandantes.
O modelo seria um teste para, no futuro, o RAS ser totalmente compulsório. Nos bastidores, os policiais lotados na Zona Sul não querem integrar o RAS pelo fatos de os batalhões serem longe de suas residências. 
Outro assunto espinhoso foi a redução de gastos com água, luz e telefone das unidades até a dimuição no número de viaturas administrativas para economizar em combustível e manutenção. Além disso houve preocupação com os excessos praticados contra recrutas nos treinamentos.

segunda-feira, 25 de novembro de 2013

Confissões de um ex-PM do Rio

 "Como nascem os monstros"
 A história de um ex-soldado da Polícia Militar do Estado do Rio de Janeiro

 "Apesar de ter confessado vários crimes, o ex-PM Rodrigo Nogueira nega ter praticado justamente os crimes que o levaram a uma condenação total de 30 anos e oito meses de prisão, na esfera civil e militar. Ele foi condenado a partir do depoimento de uma vendedora ambulante, que acusou ele e um colega de terem tentado extorquir dinheiro dela e lhe dado um tiro no rosto, além de estuprá-la. O caso ganhou as páginas policiais em 2009. Por ironia, a mulher era a informante que havia ajudado o grupo de Rodrigo no plano de sequestro de um traficante, cuja liberdade custou R$ 250 mil além de cinco fuzis". 

CONTINUE LENDO A MATÉRIA NO REPÓRTER DE CRIME

UMA CICATRIZ

POLICIAIS E BOMBEIROS que lutaram por melhores salários e condições de trabalho,  foram presos  COVARDEMENTE por Sérgio Cabral em Bangu 1.

Ladrão de carro morre após sofrer mal súbito durante perseguição na Baixada

Jornal O Dia
Rio - Uma perseguição policial em Duque de Caxias, na Baixada Fluminense, terminou com um criminoso preso e outro morto, neste domingo. O inusitado é que não houve um disparo sequer nem acidente de carro. O suspeito teria morrido de susto — segundo a polícia ele sofreu um mal súbito durante a fuga.
De acordo com informações do 15º BPM (Duque de Caxias), três bandidos, que estavam em um Palio preto roubado, foram surpreendidos por policias na Rua Alberto de Mello, no Parque Centenário. Na hora da perseguição, um dos suspeitos acabou tendo um mal súbito dentro do carro.
Com a chegada dos PMs, um criminoso foi preso e o outro conseguiu fugir. Uma arma foi apreendida e o carro, recuperado. O caso foi registrado na 62ª DP (Imbariê).

sexta-feira, 22 de novembro de 2013

Comandante da PM de SP ameaça processar jornalistas da Globo


O comandante-geral da Polícia Militar do Estado de São Paulo, Benedito Roberto Meira, ameaça processar os jornalistas Chico Pinheiro e Rodrigo Bocardi, da Globo, por causa de comentários feitos no Bom Dia Brasil de ontem (21).
Ao opinar sobre uma reportagem a respeito de roubos a padarias e estabelecimentos comerciais em São Paulo e em Bauru, Bocardi afirmou que "vai ver que os donos dessas padarias não estão dando o cafezinho e o pão com manteiga", insinuando que policiais recebem dinheiro e alimentos em troca do patrulhamento e proteção. 
Chico Pinheiro completou: "É, inclusive foi uma coisa seríssima, né? Não é possível que esses estabelecimentos tenham que fazer agrados a policiais para que o trabalho funcione, isso não é tolerável, isso não é admissível".
No site da PM e perfis da instituição nas redes sociais, o comandante Meira publicou uma carta aberta dizendo que irá enviar o vídeo da Globo para advogados estudarem as “medidas judiciais cabíveis”. "Não posso me calar diante de tanta desconsideração por parte dos apresentadores", justificou o policial.
A Globo não se manifestou até a conclusão deste texto.

Leia a íntegra da carta do comandante da PM:
"A Polícia Militar é uma Instituição séria, que presta um inestimável e relevante serviço em prol da sociedade, muitas vezes desempenha atividades afetas a outras esferas do governo e atua 24 horas por dia.
Reconhecemos que temos falhas, que nossos policiais cometem falhas, que não somos perfeitos em tudo que dispomos a realizar, aceitamos as críticas, pois é por meio delas que conseguimos corrigir as inconformidades ou eventuais falhas.
Não posso me calar, na condição de comandante-geral da PM de São Paulo, diante de tanta desconsideração por parte dos apresentadores. Eles podem não aceitar/concordar com os argumentos apresentados pela Polícia Militar em razão da matéria exibida, mas não podem macular a imagem de toda a corporação ao insinuarem que para se ter segurança basta oferecer um ‘cafezinho e o pão com manteiga/ em troca de policiamento nos estabelecimentos comerciais.
Vamos entregar a cópia do vídeo aos advogados da entidades de classe para análise do conteúdo e avaliação das medidas judiciais cabíveis ao caso.
A nós, policiais militares, honestos e íntegros, só nos resta lamentar.
Respeito é sinônimo de educação.”

Policial atingido por bala perdida está em estado estável

Autor de disparo se entregou por ordem do tráfico - O policial federal Rodrigo da Silveira Nunes, 27 anos, atingido por uma bala perdida no pescoço na manhã desta quinta-feira, foi operado no Hospital Federal de Bonsucesso, na Zona Norte do Rio, e seu estado de saúde é estável. A pedido da família, Rodrigo foi transferido para o Hospital do Amparo, no Rio Comprido.
Autor do disparo, José Renato Cabral da Silva, de 23 anos, conhecido como Naruto, se entregou à polícia nesta quinta-feira por ordem do tráfico de drogas. Em depoimento, ele disse que a imposição partiu de Marcelo Santos das Dores, o Menor P, um dos bandidos mais procurados do Rio. O traficante deu a ordem assim que soube que o disparo havia atingido um policial.
Rodrigo foi atingido no o acesso da Linha Vermelha à Linha Amarela, na altura do Complexo da Maré, em Bonsucesso. José Renato disse que teria efetuado alguns disparos contra um blindado da PM que passava pelo local e que um deles atingiu o agente.
Rodrigo estava de carro com a noiva e seguia para a Barra da Tijuca.  José Renato indicou aos agentes onde o fuzil usado no crime estava escondido. Ele seria 'segurança' do traficante Menor P. O preso foi levado à 21ª DP (Bonsucesso) e encaminhado em seguida para a Casa de Custodia Patricia Acioli. Ele vai ser indiciado por porte ilegal de arma e tentativa de homicídio.
Antes de atingir Rodrigo da Silveira, o disparo efetuado pelo suspeito ainda acertou um veículo Renault Duster que era guiado pela policial federal aposentada Suely Madeira. Ela ia para a praia e levou um susto quando o projétil atingiu o vidro traseiro do carro. Ela não se feriu.


quinta-feira, 21 de novembro de 2013

MP denuncia 10 por agredir PMs e depredar viaturas em Paty do Alferes




O Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro (MPRJ) denunciou ao Juízo da Vara Única de Paty do Alferes 10 pessoas envolvidas em um quebra-quebra ocorrido no dia 14 de setembro, que resultou em sete policiais militares feridos, na depredação do Destacamento de Policiamento Ostensivo (DPO) do bairro do Arcozelo e na destruição de 13 viaturas.
A denúncia foi oferecida pelo promotoria de Justiça do município. Sete dos dez denunciados tiveram a prisão preventiva requerida pelo MP. Na manhã desta quinta-feira, a polícia cumpriu os mandados expedidos pela Justiça e prendeu os acusados.
De acordo com a denúncia, tudo começou com uma operação de rotina realizada pela PM para coibir crimes de trânsito. Durante uma abordagem, a motociclista Mara Lucia Feijó da Silveira não obedeceu a ordem de parar e fugiu em alta velocidade sendo perseguida pelos policiais. Ela perdeu o controle da motocicleta quando passava por um quebra-molas e morreu.
Após o acidente, a viatura da PM foi cercada e incendiada por um grupo de 40 pessoas. Ainda segundo a denúncia, a revolta se deu não só pela morte da motociclista, mas também pelo inconformismo da população com as constantes batidas policiais na região, com aplicação de multas e apreensão de automóveis.
O comando da PM informou ao MP que cerca de 800 pessoas transformaram o local em uma praça de guerra e passaram a agredir os policiais com pedras, paus, barras de ferro, fogos de artifício, coquetéis molotov e disparos por armas de fogo. Foram danificadas 13 viaturas da polícia, sendo duas incendiadas. O edifício público que sediava o DPO foi completamente destruído pelo fogo e a marretadas. O pequeno efetivo de policiais da região foi obrigado a recuar e aguardar a chegada da Tropa de Choque.
Entre os denunciados estão cinco de seis pessoas apontadas por incitar a revolta, fornecer material inflamável e convencer menores e adolescentes a participar das depredações: José Carlos Costa, José Ricardo Trindade, Luiz Antonio de Anuncio, Orozino Antônio Batista Filho e Jaci Sobreira da Costa. Um sexto homem ainda não foi identificado. Eles foram denunciados por lesão corporal, incêndio qualificado, dano ao patrimônio público, formação de quadrilha e corrupção de menores.
Mais quatro pessoas foram denunciadas. Apontado por fazer pichações no DPO, Pablo Francisco de Azevedo Silva é acusado por dano ao patrimônio público. Edson Canuto dos Santos é acusado de receptação, pois teria adquirido um botijão de gás roubado do DPO. Carlos José Lins de Avelar por dano a viaturas policiais. Fernando da Silva Oliveira e Luiz Alberto da Silva Soares são acusados de participar de incêndios a veículos. O MP requereu a prisão preventiva de Luiz Alberto e Fernando da Silva, além dos outros cinco apontados por incitar a revolta.

terça-feira, 19 de novembro de 2013

Comissão de Segurança da Alerj faz vistoria no CFAP

O deputado estadual Iranildo Campos (PSD), presidente da Comissão de Segurança Pública e Assuntos de Polícia da Alerj, vai convocar audiência pública extraordinária para apurar os fatos que levaram à morte cerebral do recruta Paulo Aparecido Santos de Lima. Ele sofreu convulsão no último dia 12, após uma série de atividade físicas sob forte calor, no Centro de Formação e Aperfeiçoamento de Praças (CFAP) da Polícia Militar, em Sulacap.
Na tarde desta terça-feira, o deputado visitou as instalações do CFAP e criticou as condições de atendimento médico do local. Depois de se reunir com o comandante da unidade, coronel Nélio Monteiro, Iranildo estranhou o fato de não haver médicos, ambulância nem desfibrilador no momento em que o recruta sofreu o mal-estar. Ele disse ainda que o cronograma de atividades programado para o dia 12 não incluía exercícios físicos para os recrutas. Esse tipo de atividade só deveria ocorrer após a segunda semana de treinamento.
As condições precárias do alojamento também foram criticadas por Iranildo. Ele afirmou que os procedimentos internos precisam ser modificados para atender os recrutas.
- É inadmissível o fato de o Centro ter dois mil alunos e nenhum desfibrilador. Foram 33 baixas nos dias 12 e 13, sendo que 24 recrutas sofreram queimaduras. Estranho também que o coronel Nélio não tenha sido informado do incidente no próprio dia. Por isso, vamos convocar audiência pública na semana que vem, para apurar os fatos ocorridos aqui no CFAP - afirmou Iranildo, lembrando que serão chamados os oficiais responsáveis pelas instruções aos recrutas no dia 12.

MP vai notificar comandante da PM e delegado por apreensão de usuários de crack

Acampamento de usuários de crack foi desmontado na Maré

 A 7ª Promotoria de Justiça de Defesa da Cidadania do Ministério Público do Rio informou, nesta terça-feira, que vai notificar o comandante do 22º BPM (Maré), o delegado da 21ª DP (Bonsucesso) e o secretário municipal de Desenvolvimento Social pelo recolhimento de mais de 100 usuários de crack na Favela Nova Holanda, Zona Norte do Rio, na manhã desta terça-feira. Segundo o órgão, a internação obrigatória de dependentes da droga é ilegal.
O MP também quer saber o motivos dos usuários terem sido encaminhados para o pátio do batalhão, quando deveriam ser conduzidos para centro de recuperação. No local, um posto de identificação da 21ª DP foi montado para identificar quem foi apreendidos.
A operação desta terça-feira iniciou às 6h e contou com apoio da Secretaria de Desenvolvimento Social, da Prefeitura, e da Polícia Civil. Seis vans da Prefeitura foram utilizadas para o transporte dos usuários. Um acampamento foi desmontado na localidade. Entre os recolhidos havia idosos, menores, deficientes físicos e até uma grávida. Eles foram levados para o pátio do Batalhão da Maré, onde foi montado um posto avançado da 21ª DP para identificação de todos.
Na segunda-feira, um homem não foi identificado e que seria usuário de drogas, parou em meio aos carros na Avenida Brasil, na altura da Vila do João, na Maré. O indivíduo ficou andando entre os veículos na pista sentido Centro, prejudicando o já complicado trânsito.

PM é executado com vários tiros na Baixada Fluminense

Um policial foi executado com vários tiros na noite dessa segunda-feira em Mesquita, na Baixada Fluminense. O subtenente passava pelo local quando criminosos, que estavam em um carro, efetuaram disparos. A Polícia Militar informou que a autoria e o motivo do crime ainda são desconhecidos, e ninguém foi preso, segundo informações da rádio CBN.

segunda-feira, 18 de novembro de 2013

Após uma semana internado, recruta do CFAP tem morte cerebral decretada

 O recruta da PM Paulo Aparecido Santos de Lima, de 27 anos, teve morte cerebral decretada pelo Hospital Central da Polícia Militar, ontem à noite. Paulo ficou uma semana internado após passar mal em treinamento no Centro de Formação e Aperfeiçoamento de Praças (CFAP) da PM. O comandante do HCPM, coronel Armando Portocarrero, afirma que a causa da morte foi um derrame causado por uma série de fatores que incluem a temperatura, a prática de exercício físico e uma possível propensão genética. Um Inquérito Policial Militar (IPM) foi aberto para apurar se houve excessos. A família do ex-aluno espera que os oficiais responsáveis sejam punidos

Recruta relata excessos em treinamento no CFAP

Queimaduras, convulsões e desmaios. Assim terminou o segundo dia do período de adaptação da 5ª Companhia Alfa no Centro de Formação e Aperfeiçoamento de Praças (CFAP) da PM, em Sulacap, na Zona Norte do Rio, de acordo com o relato de um recruta.
Segundo o aluno, naquela tarde, na última terça-feira, a sensação térmica era de cerca de 50 graus, quando, por volta de 13h, o recruta Paulo Aparecido Santos de Lima, de 27 anos, desmaiou durante uma corrida. Desde então, Paulo está internado no Hospital Central da Polícia Militar, no Estácio. Segundo a corporação, seu estado de saúde “é grave, porém estável”.
Para o colega de turma, houve excesso dos oficiais que comandavam a companhia desde o dia anterior:
— A aula foi das 5h às 23h. Fizemos exercícios pesados sob sol forte. De meio-dia às 13h, fomos obrigados a ficar sentados no asfalto quente. Muitos tiveram queimaduras nas nádegas, assim como eu. Por conta de flexões, alguns queimaram as mãos e os pés. Outros, receberam baldes de água gelada e tiveram choque térmico


Segundo o recruta, toda a turma tinha apenas dois minutos para beber água no mesmo bebedouro, com a primeira permissão apenas a partir do meio-dia. Depois, os intervalos para hidratação eram a cada três horas.
Segundo a PM, o comando da turma foi afastado e um inquérito foi aberto para apurar os fatos.

domingo, 17 de novembro de 2013

Policial militar é morto ao reagir a assalto em Itaboraí

O policial militar Paulo Vieira, de 32 anos, foi morto ao reagir a um assalto por volta da meia-noite desta sexta-feira, na Rio-Manilha, na altura de Itaboraí. Segundo agentes do 35º BPM (Itaboraí), onde o PM era lotado, Paulo estava de folga e dirigia um Saveiro quando foi abordado por dois homens armados. Ele foi levado por populares até a UPA de Manilha, onde faleceu. Os homens tiraram o corpo do carro e fugiram com o Saveiro. Uma equipe do Grupo de Apoio Tático (GAT) perseguiu os bandidos e houve troca de tiros. Um dos homens, ainda não identificado, foi morto. O outro, Douglas Pereira de Araujo, de 34 anos, foi baleado na perna e levado para o Pronto Socorro de Itaboraí. Depois, Douglas foi preso na 71ª DP (Itaboraí). De acordo com a PM, os homens já tinham cometido outros roubos na região. Eles foram encontrados com quatro relógios, dez celulares, um carregador, R$ 1.570, R$ 998 em moedas, 10 dólares, um anel de ouro, três alianças, uma carteira, uma máquina fotográfica e um cordão de ouro. Eles também estavam com um revólver calibre 38, uma pistola 380 e a pistola do policial. Leia mais:

quinta-feira, 14 de novembro de 2013

ALUNO DO CFAP É INTERNADO APÓS TROTE DE OFICIAIS

Um aluno do Centro de Formação e Aperfeiçoamento de Praças (CFAP) da Polícia Militar, em Sulacap, na Zona Oeste do Rio, deu entrada, nesta terça-feira, no Hospital Central da corporação, na Zona Norte, após um trote aplicado por oficiais durante a semana de adaptação do curso. Ele teve queimaduras na mão e nos glúteos, além de insolação, e está em estado grave. O rapaz foi obrigado a ficar sentado no asfalto debaixo do sol de meio-dia. Outros alunos também teriam sido hospitalizados e liberados. O curso treina policiais para atuar em Unidades de Polícia Pacificadora (UPPs).
Os alunos são da 5ª Companhia Alfa e estavam sendo instruídos por quatro oficiais. Há relatos, entre os alunos, de que diversos deles sofreram insolação por conta de choques térmicos — os oficiais teriam jogado água gelada neles suados, debaixo do sol. Quando chegou a hora do almoço, o trote teria continuado: os oficiais teriam dado cinco minutos para 505 alunos beberem água em seis bicas. O almoço da turma também teria durado cinco minutos. Na volta do almoço, cerca de dez alunos passaram mal e não conseguiram levantar. Foram esses que foram obrigados a ficar sentados no asfalto quente ou tiveram a determinação de fazer flexões com a mão no asfalto.
Em nota, a PM negou o trote violento. A assessoria de imprensa da corporação informou que o aluno passou mal quando estava em forma com outros 490 colegas de curso. Ainda de acordo com a nota, o diagnóstico “teria sido uma insolação grave, devido a alta temperatura registrada na tarde de ontem, com sensação térmica próxima a 48°C”. A PM informou que o rapaz respira com a ajuda de aparelhos. Sobre os demais alunos internados, a corporação não se pronunciou.
Leia a íntegra da nota PM: “A assessoria de imprensa da PM informa que o aluno sofreu um mal súbito enquanto estava em forma, junto com outros cerca de 490 alunos no Centro de Formação e Aperfeiçoamento de Praças, na tarde desta terça-feira (12/11). Ele foi socorrido imediatamente na Unidade de Pronto Atendimento – UPA e, em seguida, levado ao Hospital Central da Polícia Militar – HCPM, onde permanece internado. Seu diagnóstico teria sido uma insolação grave, devido a alta temperatura registrada na tarde de ontem, com sensação térmica próxima a 48°C. No momento seu quadro é estável, mas respira com auxílio de aparelhos. Os oficiais responsáveis pela turma foram dissubstituídos Um inquérito foi instaurado para apurar o caso.”

Militares no Facebook: Debate sobre direito de opinião esquenta

Fonte: Jornal O DIA
 
Comissão pretende rever regulamentos disciplinares para PMs e bombeiros Rio

O debate sobre o direito de opinião e livre manifestação de militares nas redes sociais, como Facebook e Twitter, esquentou nesta quarta-feira na reunião da Comissão da Assembleia Legislativa do Rio (Alerj) que pretende rever os regulamentos disciplinares para PMs e bombeiros. Um deles é o término da prisão administrativa. Durante a discussão ficou claro o quanto o tema divide as corporações. Houve até soco na mesa e ameaças declaradas de processos entre oficiais e praças participantes.O objetivo do trabalho é encontrar um caminho que garanta aos militares liberdade de expressão, como qualquer cidadão, inclusive sobre política. O maior problema, no entanto, é estabelecer limites entre opinar e ofender, o que pode configurar crimes de calúnia, injúria e difamação. Haverá ainda discussão sobre o fim das prisões disciplinares. O debate poderá ser dividido em duas etapas para evitar o confronto entre praças e oficiais.


Mensagem: Cabo Wagner Luís
Aos que me perguntam como foi ontem na ALERJ, eis aqui a resposta. Obs: está descartada a hipótese de reuniões separadas, oficiais e praças continuarão nas mesmas reuniões, a democracia agradece.
Deixo aqui o entendimento de um grande pensador iluminista: Voltaire “Posso não concordar com uma só palavra que dizes, mas defenderei até a morte o seu direito de dizê-lá."

quarta-feira, 13 de novembro de 2013

PM é baleado ao checar denúncia na Cidade de Deus

Um soldado da Unidade de Polícia Pacificadora (UPP) da Cidade de Deus foi baleado nas duas pernas, na manhã desta quarta-feira, na Zona Oeste. De acordo com a assessoria de imprensa do Comando de Polícia Pacificadora (CPP), o PM checava uma denúncia de um táxi roubado na Rua Santa Efigênia, na localidade do Karatê, quando foi atingido.
Em nota, a assessoria informou que ocupante do veículo, percebendo a aproximação dos policiais, disparou contra os militares. O criminoso, identificado como Thiago Machado de Paula, de 28 anos, tentou fugir e foi capturado após cair de uma laje. Com ele foi apreendido um revólver calibre 32.
O soldado ferido foi encaminhado para o Hospital municipal Lourenço Jorge e passará por cirurgia, mas, segundo o CPP, não corre risco de morte. O caso está sendo investigado pela 32ªDP (Taquara).

Polícia apreende bazuca na Praça Seca

Operação conjunta com a 28ª DP (Campinho) é realizada na comunidade São José OperárioRio - Policiais do 9º BPM (Rocha Miranda) apreenderam uma bazuca de fabricação sueca, na manhã desta quarta-feira, durante operação conjunta com a 28ª DP (Campinho) na comunidade São José Operário, próximo à Praça Seca, em Jacarepaguá, na Zona Oeste. A operação continua.

Novos regulamentos para PMs e bombeiros

A comissão Assembleia que discute novos regulamentos para PMs e bombeiros fará hoje audiência pública sobre postagens em redes sociais.
Os deputados querem saber quantos policiais e bombeiros foram punidos por terem dado suas opiniões em Facebook, Orkut, Twitter e Youtube.
O regulamento atual é da década de 80, quando sequer havia internet.
(Fonte: Jornal Extra)


As UPPs reduziram efetivo das Unidades de Policiamento Ostensivo

Vários policiais militares saem dos seus locais de residência, locais distantes do Município do Rio de Janeiro, sul do Estado, norte do Estado, Região Serrana, e vêm transferidos para as Unidades de Polícia Pacificadora.

segunda-feira, 11 de novembro de 2013

O último depósito na conta dos excluídos


*Aumento salarial, só em Fevereiro desse ano foram 23,31% 
*Queda do interstício para promoções 
*Auxílio família igualitário, independente de ser casado ou ter dependentes 
*Auxílio transporte 
*Carga horária de 40 horas semanais ou 144 mensais. Houve depois a conversão para o “banco de horas” *Reajuste salarial do dobro da inflação desse ano, a receber a partir de Fevereiro de 2014 Por conta de tais benefícios temos ainda 5 Policiais Militares do RJ sem salário. Por favor, ajudem com QUALQUER QUANTIA, esse será o último mês de doações e o valor final será repassado no dia 29/11/2013 aos nossos cinco irmãos.

CABO WAGNER LUÍS

Provem que Juntos Somos Fortes, que Deus abençoe os senhores.
"A mais urgente pergunta a ser feita nesta vida é: O que fiz pelos outros hoje?”
 Martin Luther King 

domingo, 10 de novembro de 2013

Policiais militares se sentem escravizados no trabalho, diz pesquisa

Tese de doutorado revela que estrutura militarizada é propícia para problemas nas relações com superiores

  
São Paulo - Policiais que se consideram tratados como escravos ou prisioneiros, trabalhando sob constante pressão e a base de calmantes. É esse o cenário a que muitos PMs estão submetidos em seu dia a dia e que aparece retratado na tese de doutorado da socióloga e pesquisadora do Núcleo de Estudos da Violência da USP (Universidade de São Paulo) Viviane de Oliveira Cubas.
Para o trabalho, apresentado na Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas (FFLCH), ela entrevistou 15 policiais e analisou as queixas registradas na Ouvidoria da Polícia do Estado de São Paulo entre 2006 e 2011. Neste período, foram 1.716 denúncias feitas somente por policiais, sendo que 95,7% do total são reclamações de integrantes da Polícia Militar e apenas 4,1% da Polícia Civil.
A explicação para a diferença no número de queixas de seus integrantes pode estar no fato de uma corporação ser militarizada, e a outra não. “Os números mostram o quanto essa estrutura acaba propiciando relações bastante tensas entre os policiais”, explica Viviane.
O resultado da análise comprova o problema de tratamento que existe entre subordinados e chefes na Polícia Militar. Cerca de 80% das queixas tratam de “problemas nas relações de trabalho” e quase metade (39,5%) se refere apenas a assédio moral ou escalas de trabalho.
Nas denúncias de abuso, por exemplo, a maior parte é contra oficiais superiores hierarquicamente. “O que dá pra dizer é que todo superior, a partir do momento que tem um pouco mais de poder, abre brecha para exercer força sobre subordinados”, argumenta.
Os abusos
Dentre as queixas as quais a socióloga teve acesso, há uma, por exemplo, que relata as metas para prisões em flagrante estabelecidas por um comandante que, quando não cumpridas, resultavam na transferência de policiais ou em banhos com água fria e fardados. A denúncia informa ainda que quatro policiais contraíram pneumonia por conta do castigo. Em outra, um oficial relata que, como forma de punição, um major teria obrigado os policiais a pular em uma lagoa com barro e excrementos de animais.
Sobre as escalas, as reclamações normalmente são de sobrecarga nos horários de trabalho. Por várias vezes, os policiais enfatizam cansaço físico e mental após várias horas ininterruptas em serviço, o que aumenta as possibilidades de erros ou agressividade contra cidadãos.
Há denúncias em que policiais alertam para a possibilidade de colegas serem violentos com seus superiores. Em dois casos extremos, um policial teria disparado um tiro dentro de uma base da Polícia, devido ao excesso de trabalho, e, em outro, oficiais teriam presenciado um colega apontar a arma para a própria cabeça.
Muitas vezes, o estresse é provocado pelos próprios superiores. A pesquisadora cita uma denúncia na qual um major e um capitão tinham escalado a tropa para trabalhar na segurança das estações do metrô, entre 9h e 22h, sem meios de comunicação, sem autorização para almoçar, beber água ou ir ao banheiro, além de terem colocado um oficial para vigiar, com a possibilidade de puni-los caso desobedecessem às ordens.
Questões emocionais
Na fase em que entrevistou policiais, a pesquisadora abordou a questão dos desvios de conduta, como uso excessivo da força e corrupção. Apesar de os PMs condenarem veemente este tipo de comportamento, a maioria dos que aceitaram participar do estudo viu problemas emocionais - não de caráter ou treinamento.
“Eles entendem que neste tipo de situação o policial saiu do seu controle por questões emocionais. Isso foi um pouco surpresa para mim. Achei que eles tivessem outra percepção disso. Qual a estrutura que os policias recebem para manter o controle emocional? Isso não aparece na fala dos PMs. Parece que a instituição cumpre seu papel. Acho que eles não se dão conta disso”, opina Viviane.
A pesquisa não abordou como os abusos, a carga de trabalho e a infraestrutura influenciam na conduta do PMs durante o policiamento ostensivo, mas, na opinião da acadêmica, os números e os depoimentos podem ser sinais disso. “Isso é uma coisa que surgiu e que tenho vontade de estudar. O quanto esse modelo de tratamento, muitas vezes desumano, desigual e autoritário vai refletir do batalhão para fora? Se internamente eles trabalham numa ótica em que não são iguais, sempre alguém vai estar acima de alguém, como isso vai refletir depois na rua para a garantia de direitos de igualdade? Como desse jeito eles toleram quem questiona a atitude deles? Não é uma coisa que explorei, não estou afirmando, mas é muito provável que isso vá para fora dos batalhões”, conclui.

Bandido tenta subornar policial militar

Três homens foram presos e um menor apreendido na altura de Anchieta, na zona norte do Rio, quando se preparavam para fazer um arrastão com um carro roubado. Houve e perseguição e tiroteio. Por telefone, um comparsa deles tentou subornar um policial militar. 

Policiais prenderam um dos acusados pelo assassinato do PM Canto

Bruno, que foi preso no Vale da Revolta, negou a participação no assassinato do PM. O acusado, que estava em posse da arma do policial, disse que apenas a tomou dele quando o mesmo passou a atirar para o alto. Desarmado, o PM teria sido linchado até a morte por várias pessoas que estavam no local. A polícia agora está investigando quem mais teria participado do crime.

Com várias passagens pela polícia, mãe do acusado diz que ele é inocente !

sábado, 9 de novembro de 2013

Tiroteio assusta moradores da Praça Seca

Moradores da Praça Seca, na Zona Oeste do Rio, reclamaram pelo Twitter de barulhos de tiros no início da  deste sábado (9) no bairro. De acordo com o 9º BPM (Rocha Miranda), houve disparos de armas de fogo, na Rua Barão, por volta das 18h.

Na rede social, mais de dez pessoas mencionaram o tiroteio que ocorreu nna Praça Seca.

Em nota, o comandante do 9º BPM informou que o policiamento nos principais acessos das comunidades São João e José operário foram reforçados, devido à troca de tiros.

PM da UPP da Rocinha é assassinado em Teresópolis

O soldado da PM Rafael Cordeiro do Canto, de 30 anos, lotado na Unidade de Polícia Pacificadora (UPP) da Rocinha, foi morto na madrugada deste sábado, em Teresópolis. O policial, que, estava e folga e voltava de carro de uma festa em Guapimirim com um amigo quando foi abordado por pelo menos 15 homens no bairro Quinta Lebron. Segundo informações, tiros foram disparados no local, mas nenhum deles atingiu o soldado. Rafael morreu vítima de traumatismo craniano quando era espancado pelos bandidos. O amigo nada sofreu.
A arma do PM foi levada pelos agressores. Segundo  agentes da 110ª DP (Teresópolis) já identificaram um dos suspeitos, mas o nome ainda não foi divulgado. Os documentos do policial foram encontrados próximo a casa desse suspeito, que não foi preso. O PM foi atacado porque os bandidos o identificaram como policial.
Rafael frequentava a Igreja Batista do Bairro do Imbuí. Amigo da família do policial , o pastor Luciano Portella contou que o soldado era casado e tinha um filho de cinco anos.
 

Bandidos presos por derrubar helicóptero da PM no Morro dos Macacos foram inocentados


Mais de quatro anos após um helicóptero da Polícia Militar ser abatido por traficantes no Morro dos Macacos, em Vila Isabel, pelo menos dez criminosos transferidos para presídios federais fora do Rio sob suspeita de terem participação no episódio continuam em unidades de segurança máxima, mesmo depois de terem se livrado das acusações.
Investigados por participação na guerra entre facções rivais e o ataque à aeronave, os bandidos não foram sequer denunciados pelo Ministério Público estadual.
Nessa mesma situação, Marcio Batista da Silva, o Dinho Porquinho, e Levy Batista da Penha, o Baby, conseguiram, após recursos no Superior Tribunal de Justiça, deixar as unidades federais. Suas defesas alegaram que as suspeitas de participação deles no episódio não foram comprovadas. Os advogados de Dinho, na defesa de outros cinco presos que ainda estão fora do Rio, tentam estender a decisão do STJ para os outros clientes. Ainda não houve, no entanto, decisão.
- Eles foram transferidos por suspeitas que nunca se confirmaram. É um absurdo. Está havendo abuso. Não há critério de análise pela Secretaria de Segurança e Vara de Execuções do Rio - protesta a advogada Cristina Rissi Pienegonda, que defende dois dos presos.
Os presos
O grupo que permanece fora do Rio pelo episódio: Edgar Alves de Andrade, Fabio Pinto dos Santos, Nei da Conceição Cruz, Ocimar Nunes Robert, Wilton Carlos Rabello Quintanilha, Marcelo Fonseca de Souza, Marcos Marinho dos Santos, Bruno da Silva Loureiro, Odir dos Santos e Edilson Lourenço de Azevedo.
Quatro traficantes serão levados a Júri Popular pelo caso: Luiz Carlos Santino da Rocha, o Playboy, Magno Fernando Soeiro Tatagiba de Souza, o Magno da Mangueira, Fabiano Atanázio da Silva, o FB, e Leandro Domingos Berçot, o Lacoste. Todos estão presos, mas só três em unidades federais. Em 17 de outubro de 2009, a aeronave Fênix 3, da PM, foi abatida por criminosos que estavam em guerra pelo controle do Morro dos Macacos. Três policiais morreram na operação.
Segundo a Justiça, presos são perigosos
As idas dos dez presos para unidades federais foram pedidas pela Secretaria de Segurança do Rio. Os prazos para permanência nas unidades duram 365 dias. No fim do período, a Vara de Execuções Penais do Rio, com base em informações de inteligência, pede a renovação nas penitenciárias.
A assessoria de imprensa do Tribunal de Justiça do Rio disse que os dez presos são perigosos, respondem a processos e já foram condenados em outros. Por isso, mantê-los fora do estado é essencial para manter a ordem pública. Já a Secretaria de Segurança disse pedir a permanência dos presos quando identifica que eles são de alta periculosidade ou exercem influência na região onde vivem. O órgão não falou sobre a situação de cada um dos dez presos, alegando que se tratam de informações de inteligência.

sexta-feira, 8 de novembro de 2013

PM é morto a tiros quando chegava em casa, em Nova Iguaçu


Um subtenente da Polícia Militar foi morto a tiros, na noite desta quinta-feira, quando chegava em casa, no bairro Vila Operária, em Nova Iguaçu, na Baixada Fluminense. Rosemberg Hartt de Oliveira - que era lotado no 23º BPM (Leblon) - passava de moto pela Rua Zair quando foi rendido por três homens que estavam num Gol. Ele teria reagido e acabou sendo baleado. Os bandidos fugiram levando a arma do policial. As informações são do 20º BPM (Mesquita).
O caso foi registrado na 58ª DP (Posse).


Polícia Civil organiza protesto


Insatisfeitos com a política do governador Sérgio Cabral, apontado pela opinião pública como inimigo número 1, policiais civis organizam protesto para a próxima terça-feira, Às 10h, em frente à Secretaria estadual de Planejamento e Gestão. Dirigentes do sindicato da categoria querem ser recebidos pelo secretário Sérgio Ruy para discutir a pauta de reivindicações.
De acordo com o Sindicato dos Policiais Civis do Estado do Rio de Janeiro (Sinpol), não é a primeira vez que a categoria tenta ser ouvida. Pelo menos quatro vezes o sindicato tentou contato com Cabral. Porém, apenas a segurança do Palácio da Guanabara os recebeu, aconselhando que aguardassem e mandassem e-mail
para agendamento. Mesmo assim, os e-mails e as idas ao Palácio, nunca foram atendidas. A pauta de reivindicações já foi entregue à Secretaria de Segurança Pública e à Chefia de Polícia Civil, mas não houve resposta.
Entre outros itens citados na pauta de reivindicações, os profissionais de segurança querem um novo plano de cargos e salários vinculando o vencimento dos agentes ao dos delegados, como era na Lei 699/83, o que proporcionaria um reajuste imediato de até 50% em cima dos menores salários; pagamento da Gratificação Especial de Atividade (Geat) aos policiais aposentados e aos que estavam de licença e pensionistas, ganho na Justiça pelo Sinpol há mais de três anos e que ainda não foi pago pelo governo; que as horas excedentes trabalhadas na escala 24h X 72h e os adicionais noturnos, previstos na Constituição Estadual e Federal, sejam pagos mensalmente pelo estado.
De acordo com Fernando Bandeira, presidente do Sinpol, Sérgio Cabral reconheceu, em seu discurso no dia do lançamento da Cidade da Policia, em setembro passado, a grande diferença entre o salário de um delegado e de um inspetor da Polícia Civil. E ainda afirmou que iria fazer de tudo para “sensibilizar” o secretário Sérgio Ruy para reduzir a diferença. A frase do governador se tornou incentivador e lema do ato, batizado de “Dia de Indignação e Protesto”. Fernando Bandeira explicou que o ato não é uma manifestação ou passeata, é uma forma pacifica de “sensibilizar” o secretario, como aconselhando por Sérgio Cabral. Ainda de acordo com o presidente Fernando, uma equipe do Sinpol está percorrendo as delegacias da capital, Baixada e interior do Rio, avisando sobre o ato para o atendimento das reivindicações da categoria.Fernando acrescentou que o movimento está tendo uma ótima aceitação, que muitos agentes afirmam que “já estava na hora da Policia Civil se manifestar

quinta-feira, 7 de novembro de 2013

Policiais emagrecem com ajuda do programa alimentar


A Polícia Militar criou, há três anos, o Núcleo Central de Nutrição e, desde março de 2012, os policiais são atendidos no Ambulatório de Nutrição do Quartel General. Os resultados já são aparentes. Dos 214 PMs beneficiados pelo projeto alimentar da unidade, 80% tiveram sucesso. Juntos, eles perderam duas toneladas. Fazendo uma média, cada um perdeu 11,5 quilos.
Antes do programa nutricional, 43% dos militares eram hipertensos e 20%, diabéticos. “Os policiais queriam que eu passasse uma dieta para eles, mas não tinham noção que era necessário fazer uma avaliação. Vendo esta necessidade, criamos um ambulatório”, explicou a nutricionista, tenente Elisabeth Cardoso.
O plano alimentar para os policiais é feito de acordo com a rotina de cada paciente. Uma das principais causas da obesidade identificada é o sedentarismo. Em março de 2012, 90% dos avaliados não faziam atividade física. Já em agosto de 2013, mais de 70% se renderam à malhação.
Um dos beneficiados pelo programa foi o capitão João Fialho. O policial perdeu quase 20 quilos em três meses. Antes do tratamento, João pesava 130 quilos, com quadro de obesidade e nível de colesterol elevado. Ele passou pelo ambulatório sem acreditar muito que daria certo, mas resolveu levar a rotina saudável a sério. O exercício físico foi o grande aliado da alimentação correta.
“Hoje, pego aquelas fardas que estavam guardadas no fundo do armário e já posso vesti-las. Isto é gratificante, principalmente quando as pessoas reconhecem. Acho que tudo isto reflete no nosso serviço para a população”, afirmou o capitão.
Já o terceiro sargento Alessandro Manhães foi estimulado a fazer o tratamento após uma aposta. A meta era eliminar seis quilos em 45 dias. O policial perdeu sete quilos neste período. A brincadeira ficou séria e ele voltou ao peso de quando entrou na PM, há 12 anos. Hoje, o sargento Manhães pesa 96 quilos, 12 a menos do que no início da dieta, há três meses. Ele saiu do manequim 54 para o 46.
“A intenção é chegar aos 90 quilos e incentivar a minha família. Eu acordo às 4h30 para malhar antes de ir para o trabalho. É um esforço que vale a pena”, disse o sargento Manhães, que hoje corre sete dias por semana e matriculou a esposa e os dois filhos na academia.
No total, são 25 nutricionistas para atender aos policiais. A intenção da chefe de nutrição da Polícia Militar, tenente Andreia Matos, é ampliar o serviço para todo o estado. 

Policiais do Rio participam de capacitação do FBI

A Agência Federal de Investigação dos Estados Unidos (FBI) começou, nesta segunda-feira (04/11), um curso de Técnicas Básicas de Investigação Criminal para cerca de 40 policiais civis e militares com duração de uma semana. As aulas são fruto de um convênio entre a Secretaria de Estado de Segurança e a Embaixada dos Estados Unidos e têm como objetivo aprimorar os conhecimentos de práticas investigativas. Outros dez cursos do mesmo modelo já foram ministrados para os policiais do Rio com temas que vão deste gerenciamento de grandes eventos até a investigação de crime organizado.
 
Além do FBI, a secretaria firmou parceria também com a Embaixada da Espanha, o que possibilitou que os policiais tivessem aulas sobre o controle de multidões, distúrbios civis e policiamento turístico. A capacitação dos agentes é uma das ferramentas que pode melhorar a qualidade do serviço prestado à população. Para a superintendente de educação da Secretaria de Segurança, Luciane Patrício, o Brasil precisa aumentar as taxas de elucidação dos crimes e, sem a capacitação, isso fica impossível.
 
"O resultado mais importante desse curso é a integração que é proporcionada. Amanhã, esses policiais vão estar nas suas delegacias e batalhões trocando informações e desenvolvendo melhor o seu trabalho", afirma Luciane.
 
O cônsul do setor político-econômico do Consulado Geral dos EUA no Rio de Janeiro, John Callan, que esteve presente no evento de lançamento do curso no Palácio Guanabara, acredita que o objetivo do acordo entre Brasil e EUA é criar uma rede que proteja os cidadãos dos dois países.
 
"Nós queremos trabalhar juntos no combate aos crimes que ultrapassam as fronteiras", afirmou.
 
Já para o adido-adjunto do FBI, David Williams, a troca de experiência vai ser o ponto forte do curso.
 
"Esperamos não só passar informações, mas também receber. Queremos saber como o Brasil faz as suas investigações para também aprimorar os nossos métodos", disse.

PARQUE ECOLÓGICO AMARILDO DIAS DE SOUZA!


Parque Amarildo?
Vai ser um parque destinado a quê?
Ao consumo de drogas, aos X9s e Informantes ou aos “Vapores”?
Sou TERMINANTEMENTE contra a tortura de quem quer que seja, pois acredito que POLÍCIA não age como bandido!
Mas daí a HOMENAGEAR um “indivíduo" sabidamente de índole duvidosa (conforme relatos dos próprios moradores da comunidade), vai uma grande diferença.
Com essa mesma “lógica" daqui a pouco teremos a "Rua do Uê”, “Avenida Matemático”, “Praça Beira Mar" e outras aberrações tais. Mas, porque isso nos surpreenderia se há algum tempo atrás em uma entrevista no Fantástico os “descendentes" do BANDIDO Virgulino Teixeira, o famigerado LAMPIÃO, declararam TER ORGULHO de seu antepassado criminoso?
Enquanto isso POLICIAIS MILITARES e CIVIS que morem no CUMPRIMENTO DO DEVER ou simplesmente porque são RECONHECIDOS COMO POLICIAIS por bandidos e não tem seus nomes lembrados nem em LATAS DE LIXO.
Qual a surpresa em um país governado por MENSALEIROS, CALHEIROS, GENUÍNOS, VALÉRIOS, MAGALHÃES, SARNEYS, MALUFS, DIRCEUS, MOLUSCOS APEDEUTAS e outros bichos escrotos?
Em uma CLEPTOcracia, nada mais “normal" do que homenagens a bandidos, canalhas e escroques!

Polícia é recebida a tiros durante operação na Covanca

O confronto aconteceu durante uma ação da Polícia Militar vai instalar uma base na região, onde criminosos de facções rivais disputam o controle do tráfico de drogas
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Policiais do 34º BPM atacados por Granada na comunidade da Lagoa

 
Magé - Por volta das 18:50h do dia 05 de novembro, policiais do 34ºBPM, em patrulhamento pelas ruas da localidade conhecida como Lagoa, receberam da central do batalhão, determinação que investigasse naquela localidade a informação de denúncias da presença de vários elementos armados, sendo um deles a possibilidade de ser o marginal procurado pela justiça do Rio de Janeiro, Leandro Nunes Botelho, conhecido como Scooby Doo, protagonista do tiroteio e tentativa de resgate de presos no fórum de Bangú, que culminou na morte do 3º sargento da Polícia Militar Alexandre Rodrigues de Oliveira e do menor Kayo da Silva Costa, assassinados no incidente do dia 31 de outubro.
A Patamo I e Bravo, procederam para a altura da rua Barão do Rio Pardo, quando depararam com elementos descritos pelo comunicado e no momento que se dirigiam para a abordagem, foram atacados pelos meliantes, que dispararam vários tiros em direção as guarnições, além de arremessarem uma GRANADA contra os policiais que reagiram a injusta agressão.
Diante do confronto, meliantes empreenderam fuga para a mata e até o presente registro na 65ºD, onde o artefato explosivo fora apreendido e recolhido pela CORE ( esquadrão anti bombas ) para exames, não foram encontrados. Policiais do 34º estão na busca do bando e como de costume, só descansará diante da prisão dos responsáveis pelo atentado.

quarta-feira, 6 de novembro de 2013

PMs apreendem na Cidade Alta metralhadora que pode derrubar helicóptero

Policiais militares do 16º BPM (Olaria) apreenderam, nesta quarta-feira, uma metralhadora calibre .30 na Cidade Alta, na Zona Norte do Rio. A arma tem capacidade de derrubar helicópteros. Os policiais faziam um patrulhamento na comunidade e decidiram fazer uma vistoria num edifício na Rua Água Doce. Lá, encontraram a arma e também um carregador vazio. Ninguém foi preso. 



terça-feira, 5 de novembro de 2013

PM morre após reagir a assalto em casa lotérica

Um policial militar lotado no 20° BPM (Mesquita), identificado apenas como subtenente Tavares, morreu na tarde desta terça-feira após reagir a um assalto em uma casa lotérica na Rua Garcia, em Quintino, Zona Norte do Rio.
Segundo a assessoria da PM, a vítima estava de folga e em trajes civis. O policial carregava uma pistola Taurus e, após o assalto ter sido anunciado, houve breve confronto. Tavares foi baleado na cabeça e chegou a ser encaminhado ao Hospital Municipal Salgado Filho, no Méier, mas não resisitu aos ferimentos. A Polícia Militar informou que faz buscas na região para tentar identificar os criminosos.

Traficantes têm feito ameaças constantes a policiais das UPPs

Traficantes de comunidades do Complexo da Penha têm feito ameaças constantes a policiais das Unidades de Polícia Pacificadoras (UPPs) da região. Uma das informações que chegaram à base do Parque Proletário era a de que os bandidos sairiam todas as noites para vender drogas, e, caso os policiais fizessem patrulhamento no horário, haveria confronto. Sábado, o soldado Melquisedec Basílio dos Santos, de 29 anos, morreu após ataque de criminosos.
À frente da Coordenadoria de Polícia Pacificadora (CPP), o coronel Frederico Caldas confirmou que ameaças e informações sobre a movimentação de traficantes chegam sempre à CPP. “Essas ameaças chegam quase todos os dias, mas não sabemos se realmente vai acontecer ou se é uma tentativa de desestabilizar o programa. Na maioria das vezes, não se concretiza, mas não desprezamos nenhuma informação. Não vamos parar de fazer o que queremos. Todos os policiais estão nas ruas e vamos fazer o nosso trabalho”, afirmou Caldas. 
Há 15 dias, quando surgiram as primeiras informações de bandidos circulando na região, o oficial reforçou o patrulhamento nos complexos do Alemão e da Penha. Ele aumentou as equipes de cinco para 10 patrulhas nos conjuntos de favelas e também na Rocinha, além de pedir reforço dos batalhões de Operações Especiais (Bope) e de Ações com Cães (BAC).
Sábado, cerca de duas horas antes do atentado que vitimou o soldado Melquisedec, o Bope tinha feito operação no Parque Proletário. As unidades de elite passaram todo o fim de semana vasculhando as comunidades e a mata. Ontem, o BAC apreendeu drogas na Penha. O soldado Melquisedec foi o sétimo policial morto desde o início da implantação das UPPs, em 2008, no Dona Marta. Ele estava no patrulhamento quando 15 traficantes abriram fogo contra os policiais. Um outro PM e três moradores ficaram feridos na ocasião.

Fotos de traficantes exibindo armas no morro da Serrinha em Madureira

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