segunda-feira, 31 de março de 2014

Polícia Federal prende mulher de Nem e cinco PMs da UPP da Rocinha


Cinco policiais militares da  UPP  da Rocinha e a mulher do traficante Antonio Bonfim Lopes, o Nem, foram presos na manhã de hoje pela Polícia Federal, no Rio e em Campo Grande, capital do Mato Grosso do Sul. Quatro PMs faziam parte do Grupo Tático de Proximidade (GTPP) — grupo responsável por patrulhar a região em busca de armas e drogas — e o último fazia parte do Setor de Inteligência. A operação contou com apoio da Secretaria estadual de Segurança Pública.
A mulher do traficante Nem, Danúbia de Souza Rangel, foi presa em sua residência, no Mato Grosso do Sul, e sua função era repassar as orientações do chefe do bando preso para os demais membros da quadrilha na comunidade. A Delegacia de Repressão a Entorpecentes da PF (DRE), responsável pela operação, já está tomando as providências para solicitar a sua transferência para o Rio de Janeiro.
A investigação relaciona os policiais militares à organização criminosa. Eles respondem por tráfico de drogas e associação para o tráfico, e seriam responsáveis por repassar ao grupo informações sobre investigações e futuras operações. Foram realizadas buscas nos armários dos PMs na sede da UPP Rocinha.
No domingo (30), a PF prendeu  outros suspeitos de integrar a quadrilha de Menor P. Entre eles, estão a ex-namorada Daiana Rodrigues, o sargento PM Luiz Cláudio Holanda Marques Lotado no 5º Batalhão (Praça da Harmonia) e o ex-agente penitenciário Luciano Fagundes Pinheiro.

23 comentários:

  1. OS PMS QUE TRABALHAM NAS UPPS DO RJ ESTÃO TODOS MONITORADOS PELAS VAGABUNDAGEM E TAMBÉM PELOS MAUS POLICIAIS ENFILTRADOS NO MEIOS DOS BONS POLICIAIS ONDE OS BONS POLICIAIS ESTÃO SENDO TRAIDOS PELOS MAUS POLICIAIS.

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    1. DENUNCIEM OS MAUS POLICIAIS, pois são eles os grandes culpados pela situação em que nos encontramos.

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  2. Se dizem os defensores da sociedade, colocam a culpa no comandante geral, governador ai esta 5 pms presos por envolvimento eram informantes hehe essa é a verdadeira cara de vcs e ainda querem se passar de coitados, raça suja que querem ser moralistas, como querem ser respeitados? ein?? me digam pms.

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    1. Existem maus policiais como em todas profissoes, tambem acho que se culpados tem que pagar! Mais generalizar..... isso nao!, Essa agressividade que voce demonstra só me faz pensar que, Ou gosta de uma maconha, ou gosta de cheirar uma cocaina, ou alguma vez na vida subornou algum policial, o que te torna tão sujo quanto ele! E deixe de hipocrisia, Ninguem se faz de coitado, essa é a nossa realidade, ninguem gosta de alguem tendo que impor o que esta certo ou errado, como a maioria nao gosta de seu chefe.... ATT flavio barboza

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    2. o babacao , os bons estao morrendo, na sua profissao tb tem ladrao e safado, e vc deve ser um deles, quando for assaltado ou sua mulher e filha forem estupradas chama o SUPER HOMEM OU O ROBOCOP. BABACAAAA

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    3. Ok sr anônimo 31 de março de 2014 18:26. Em qual casta o sr se se insere? O sr tenho certeza deve se passar de coitado, reclamando do transito, da saúde, da educação e da segurança mas tenho certeza que o sr apenas reclama e nada faz para mudar o meio onde vive(não vou nem citar a sociedade porque como você, existem vários que só sabem reclamar e nada fazem para mudar os responsáveis pelo seu coito). Então qual seria a sua cara? Eu imagino ser uma cara de BOÇAL, que vive com um papagaio apenas reproduzindo o que ouve por ai, sem se importar em querer entender o que ocorre ao seu redor. O sr nem deve saber qual o seu lugar na sociedade quanto mais para que existe. O sr deve ser apenas mais um na boiada. Que compra cd pirata, estaciona em local proibido, não devolve o troco dado a mais, não respeita sua esposa( se é que tem) e quer vir aqui falar de moral? Suja é a tua boca imunda que deveria morder tua própria língua quando for falar de forma generalizada de uma classe que faz muito mais do que deveria para dar tranquilidade a indivíduos como o sr. Ah, e ninguém esta lhe pedindo respeito, é sua obrigação entendeu, O-B-R-I-G-A-Ç-Ã-O respeitar um policial quando este estiver no ato de seu serviço e seria respeitoso de sua parte considerar os que não estejam também pois tenho certeza que vendo sua vida ou de seus entes queridos em apuros por uma ação marginal, pedirás a Deus proteção e clamará que ele lhe mande uma ajuda, POLICIAL.

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    4. Anônimo31 de março de 2014 18:26
      -ESSE AI PEGOU A ESPOSA COM UM PM NA CAMA DELE!
      -COMO NÃO TEVE DISPOSIÇÃO DE FAZER NADA PORQUE É UM "CORNO MANSO", AGORA FICA CRITICANDO TODOS OS PAPA MIKEs ACHANDO QUE SÓ PORQUE UM COLEGA NOSSO DE FARDA COMEU A ESPOSA DELE, PENSA QUE TODOS OS OUTROS QUEREM COMER!
      -"SEU CORNO" ENTENDA UMA COISA:
      -NÃO É TODO PAPA MIKE QUE GOSTA DE COMER CARNE DE PORCO NÃO!
      -SE O COLEGA FUDEU A SUA ESPOSA, ACHO QUE ELE DEVERIA RECEBER UMA PROMOÇÃO POR ISSO, AFINAL FEZ UMA CARIDADE PARA A BARANGA DA SUA ESPOSA!kkkkk
      -SÓ RINDO MESMO!kkkkkk
      -ATENÇÃO PAPA MIKEs
      -A PARTIR DA PRESENTE DATA ESTA TERMINANTEMENTE PROIBIDO IR NA CASA DO AMIGO CORNO ACIMA, QUE POSTOU UM COMENTÁRIO AS 18:26H DO DIA 31 DE MARÇO!
      -NADA DE PASSAR NA CASA DELE ANTES OU DEPOIS DO HORÁRIO DE SERVIÇO, SEJA ELE ORDINÁRIO,EXTRAORDINÁRIO, RAS OU PROEIS, FICANDO SUJEITO A RESPONDER POR FALTA GRAVE!

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    5. É difícil selecionar bons candidatos numa sociedade onde pouquíssimas pessoas são honestas, íntegras, cumpridoras de suas obrigações, com um salário baixo. Mesmo assim, a tropa da PMERJ está acima da média da população, a maioria é honesta! Muita coisa precisa ser feita para melhorar a nossa Polícia, a carreira tem que ser mais valorizada.

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    6. deixa eu voltar lá e só pegar meu chinelo

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    7. Nossa! Pelo jeito o corno é o pm haja vista o pm trabalhar na folga no proeis e na padaria do português...........e ainda é corno bravo,uiiiiiiiiii.

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  3. O projeto das UPPs está na UTI

    No próximo dia 4, o Complexo da Maré será ocupado com o maior efetivo policial desde o início da implantação das Unidades de Polícia Pacificadora (UPPs) no Rio de Janeiro, em 2008. Serão 4 mil homens, perfazendo a assustadora proporção de um militar para 55 habitantes. Para se ter uma ideia do que isso representa, em todo o Estado a proporção é de um policial para cada 369 habitantes. O que deixa claro que a opção é pelo uso da força bruta e não pelo enfrentamento, na raiz, das questões que realmente afetam os moradores de favelas cariocas.
    Há seis anos, quando a primeira UPP foi implantada na favela Santa Marta, em Botafogo, Itamar Silva, liderança histórica local e atual diretor do Ibase, já fazia um reflexão neste sentido. Na época, um grupo de 120 policiais chegou a UPP da favela, que contava com cerca de 6 mil habitantes. Caso fosse necessário expandir o efetivo para uma favela com 60 mil habitantes, por exemplo, o projeto seria sustentável? – perguntava-se Itamar. Hoje ele tem certeza de que não.
    O projeto da UPP foi criado para favelas pequenas, com uma inspiração nas ações de policiamento comunitário. Mas, em função de ter sido incensado pela mídia e abraçado imediatamente pela sociedade, acabou tornando-se uma bandeira política do governo Cabral e adotado, também, para favelas grandes como Complexo da Maré, Manguinhos, Alemão e Rocinha. Uma irresponsabilidade, como deixa claro Itamar, que é também jornalista, nesta entrevista para o Canal Ibase.

    Canal Ibase – O projeto das UPPs foi vendido como uma inovação em termos de segurança pública….
    Itamar Silva – O projeto das Unidades de Polícia Pacificadora (UPPs) foi pensado para pequenas favelas. Ele começou nas nas comunidades menores, no entorno do cinturão olímpico. Só que a ‘grita’ de moradores de zonas onde há favelas no Rio foi grande. A Tijuca gritou fortemente por UPPs nas favelas da região. São Conrado também exigiu uma unidade na Rocinha. A UPP se tornou, assim, um desejo de consumo do carioca. Ele viria resolver todos os problemas da violência. E o Estado bancou isso. Mas foi uma irresponsabilidade, pois eles fragilizaram uma proposta que tinha um potencial de se transformar num modelo de polícia com respeito aos direitos humanos. Por outro lado, desde o início o projeto das UPPs não tinha uma definição clara. A estrutura inicial era de policiamento comunitário, experiência que o Rio de Janeiro já havia tido no Pavão-Pavãozinho e Cantagalo. Na medida que foi sendo implantado foi se construindo e, rapidamente, foi abraçado pela mídia e pela sociedade. Isso tem uma explicação também. O Rio tem um déficit histórico de iniciativas positivas em segurança pública. Nossas referências sempre foram muito doídas. Exemplos como ‘gratificação faroeste’ e ‘licença para matar’ não faltam. A única experiência positiva foi o policiamento comunitário, que reuniu um efetivo pequeno na polícia, não teve apoio do executivo, e teve muito problema de corrupção. Mesmo assim, inspirou o projeto da UPP. Além disso, de dez anos pra cá o tema da segurança pública tem sido bem estudado na academia. Há, inclusive, comandantes da polícia nas universidades dando aula e frequentando os bancos escolares. Há, então, todo um interesse no tema e uma produção de conhecimento também. O projeto das UPPs nasce neste contexto, em meio a várias iniciativas que buscam um caminho para uma política de segurança pública, com respeito aos direitos humanos.

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  4. Canal Ibase – Mas não foi isso que aconteceu na prática, certo?
    Itamar Silva – Este experimento (a UPP) se tornou uma bandeira política muito rapidamente. O que foi, na verdade, um grande prejuízo. Se a sociedade tivesse duvidado mais do projeto, se houvesse um período de críticas, não estaria em uma patamar tão intocável quanto está agora. Não houve tempo e nem disposição para críticas, o que resultaria em ajustes necessários. A UPP foi lançada em dezembro de 2008 no Santa Marta. Em janeiro já era o projeto mais importante do governo do Estado. Não houve tempo para maturação. O próprio Estado embarcou nesta canoa, incensado pela mídia a uma experiência exitosa. Começou a aparecer para o país e para o mundo como uma alternativa de enfrentamento a violência e ao tráfico nas favelas do Rio.
    Canal Ibase – E por que não deu certo?
    Itamar Silva – Ainda não posso dizer que não deu certo, mas tenho sérias críticas.
    Canal Ibase – Quais são?
    Itamar Silva – Como o projeto da UPP estava previsto, exigiria um efetivo policial muito grande. No Santa Marta, o primeiro grupo era de 120 policiais. Lá havia cerca de 6 mil moradores na época. O que ficou claro é que esta dimensão da policia anunciada ali não suportaria a expansão do projeto. Para uma favela de 60 mil habitantes, por exemplo, seria necessário multiplicar por dez este efetivo. E isso não ocorreu. Uma outra questão é que os policiais que foram para o Santa Marta eram novos e, portanto, não viciados na corrupção. Só que o Estado também não conseguiu sustentar isso durante muito tempo, pois não formou uma quantidade de novos policiais suficientes. Em decorrência disso, surgiu uma outro problema: se construiu uma imagem, na mídia, de bons policiais (os novos) e maus policiais (os antigos). O que resultou em uma disputa interna dentro da corporação. De um lado os novos e conhecidos como bons policiais, e de outro lado os antigos e chamados de corruptos. Só que os antigos policiais estão em toda a cidade. São eles que têm controle sobre a rede do tráfico, conhecem a dinâmica que alimenta a corrupção. Para eles, ser policial é ter uma arma na mão e partir para o enfrentamento. O que estava colocado para a UPP era bem diferente disso. Li em algumas reportagens falas desses policiais dizendo que policial de UPP não era policial. E esta visão foi alimentada pelo próprio Estado, na medida que o policial de UPP era meio mediador de conflito, agente comunitário que ocupou espaço da associação de moradores. Ou seja, na prática, os policiais da UPP cumprem um papel meio dúbio e, mesmo com o projeto da UPP Social, que nasceu no âmbito do Estado e depois passou para a prefeitura, não se conseguiu ainda construir uma política de segurança diferenciada nos territórios de favela.

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  5. Canal Ibase – E qual é hoje a situação real nas favelas ocupadas?
    Itamar Silva – Fica claro que a UPP e o tráfico convivem hoje no mesmo território. O próprio secretário de segurança já falou que as UPPs iriam retirar os armamentos e não acabar com o tráfico. O armamento visível se consegue retirar, mas isso não significa que o Estado conseguiu algum controle sobre o território. O tráfico não saiu, continua presente. A dinâmica agora é outra, mais intensa. No Santa Marta, até pelo tamanho, há algum controle. Há pactos que funcionam. Rocinha, Alemão e Manguinhos são maiores. Há outros interesses, outra geografia, outras disputas. Os últimos acontecimentos em Manguinhos deixam claro isso. Houve uma ocupação de um prédio (por uma dinâmica própria dos moradores locais, que demandam moradia) e os policiais da UPP lidam com eles (os moradores) como se estivessem lidando com bandidos. Aí vem o tráfico, se mistura, e vira um caldeirão. Onde podemos concluir que os policiais da UPP começaram a atuar nos territórios sem entender as dinâmicas locais, as demandas. Não há clareza, portanto, qual o papel que devem cumprir, para respeitar as lutas que estão sendo travadas nesses locais, e como devem agir. Isso é grave e demonstra que não houve uma construção de diálogo com as organizações locais, com as lutas locais. Os policiais entendem que tudo é dinâmica do tráfico. E o tráfico está respondendo, nesses locais, peitando a policia.
    Canal Ibase – O projeto da UPP se perdeu, então?
    Itamar Silva – Infelizmento está no CTI. Digo infelizmente, pois não faço coro com aqueles que desejam acabar com as UPPs. Tenho sim um medo do que pode se tornar a vida nessas favelas. Pode ficar muito pior que antes. A polícia está presente, sem autoridade, o tráfico está fortalecido. Este é o pior cenário. A quebra das UPPs, neste contexto, pode significar um tipo de controle do território que nunca vimos. Uma mistura que não sabemos nomear ainda. Algo como uma milícia em campo minado que pode gerar um tipo de comportamento no território que não reconhece a polícia, corrompe alguns e faz ponte com o tráfico. É preciso repensar a entrada do Estado na favela.

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  6. O projeto das UPPs nunca teve definicao clara.

    http://www.canalibase.org.br/o-projeto-das-upps-nunca-teve-definicao-clara/

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  7. REALMENTE OS MAUS POLICIAIS SÃO MINORIA, A MAIORIA SÃO TRABALHADORES SIM. A PMERJ SÓ PECA QUANDO NÃO SI UNEM POR MELHORIAS. NÃO MELHORIAS INDIVIDUAIS, MAS PRA SEUS FAMILIARES E PRA SOCIEDADE. QUANDO O POLICIAL BUSCA MELHORIA DE SALÁRIO, DE QUALIFICAÇÃO PROFISSIONAL, ELE ESTÁ TRAZENDO BENEFÍCIO PRA SOCIEDADE. AGORA QUANDO ISSO NÃO ACONTECE, PARECE QUE A INSTITUIÇÃO É FRÁGIL, FRACA E SEM COMPROMISSO. A PMERJ SI FOSSE UNIDA, TERIA O APOIO DO POVO, FALTA UNIÃO.

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  8. Amigos não percam tempo rebatendo oque essa pessoa falou ,moro próximo a uma comunidade fedorenta que mas parece aquele lugar que só mora os regeitados ,gente sem educação que acha que não existe lei e o mas grave é achar que os marginais daquela comunidade são os super heróis ,pessoas que acham que ser bandido é ter um emprego e o que falar de quem fala mal da gente , (reboca o carro dele , multa ele ,responde a injusta agressão e mata um parente dele ,só fala mal da gente quem tem despeito quem fecha com o errado e se não tivesse alguns desses problemas não condenaria nós todos

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  9. FORA PEZÃO!!!!!!!!1 de abril de 2014 19:39

    O PEZÃO JÁ ESTEVE NO QG DA PMERJ, ONDE À PORTAS FECHADAS, FEZ UMA REUNIÃO APENAS COM CORONÉIS FULL. PEZÃO FOI PEDIR O VOTO DA TROPA, PROMETENDO CASO SEJA ELEITO DAR AUMENTO TODO ANO, AUMENTO ESSE QUE SERIA IGUAL AO ÚLTIMO (INFLAÇÃO + 100% DA MESMA), E PARA OS CORONÉIS HAVERIA UM AUMENTO DIFERENCIADO POR DEBAIXO DOS PANOS AFIM DE SEGURAR A TROPA COM MÃO DE FERRO. ESSE FILME TODOS NÓS QUE SOMOS ANTIGOS, JÁ ESTAMOS CANSADOS DE VER. NAS PRÓXIMAS ELEIÇÕES TEREMOS UMA GRANDE OPORTUNIDADE DE BANIR DE UMA VEZ POR TODAS O PMDB E TODA ESSE QUADRILHA QUE SE INSTALOU EM NOSSO ESTADO. NÃO QUEREMOS MIGALHAS, QUEREMOS AUMENTO DE VERDADE!!!!!!!!

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    1. Mentira.Me informaram que o pezão esteve sim no QG.E prometeu para 2014 um aumento de 18% para toda a tropa.Não existiu nada de aumento diferenciado para o coronéis segurarem a tropa.Até porque não conseguirão segurar mais os bombeiros e policiais militares.

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    2. FORA PEZÃO!!!!!!!!2 de abril de 2014 18:20

      Mesmo que o PEZÂO dê 18% de aumento ainda esse ano, eu não votarei nele. O que a PMERJ precisa é de um aumento expressivo, que realmente faça a diferença no momento que o PM receber seu salário. Chega de gratificações, chega de migalhas. Fora PMDB, fora PEZÂO!

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    3. QUER AUMENTO ? ENTROU NESSA FURADA POR QUE QUIS! VAI ESTUDAR PARA TER UMA PROFISSÃO MELHOR. (AUMENTO) ,FILHOS DE CEGO,ROUBAM AINDA PEDE ABEÇA.

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  10. O Anônimo 31 de março de 2014 18:26 deve ser mais um maconheiro que odeia PM, independentemente de ser o policial honesto ou não. Deve ser mais um pseudo revolucionário que tem seu ideal de país "baseado" na ausência de regras e leis, tendo sua conduta pautada pela libertinagem e atitudes marginais.

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  11. Cara voces sao tudo corrupto o cara fala a verdade e vcs ficam milindrados

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  12. "Itamar Silva – Fica claro que a UPP e o tráfico convivem hoje no mesmo território. O próprio secretário de segurança já falou que as UPPs iriam retirar os armamentos e não acabar com o tráfico".
    Como cidadão eu estou satisfeito se a retirada das armas acontecerem e a ditadura do fuzil e da PT-40 acabar. Esses dias vi uma foto de uma favela com um local para jogar lixo com uma frase "Lixo joga aqui se num joga vai ser cobrado" abaixo da frase o desenho de um fuzil.
    Nem policia, nem UPP, nem autoridade federais vão acabar com o trafico e sim coibi-lo, por uma razão simples, os consumidores, pobres e ricos não deixam acabar. Se tem demanda tem fornecimento. Pessoas em pleno seculo 21 ainda se drogam e muitas vezes morando em coberturas na zona sul. Isso não é problema para a policia resolver e sim para as famílias e a sociedade que forma a família maior.

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