sexta-feira, 25 de abril de 2014

Coronel da reserva Paulo Malhães é assassinado em Nova Iguaçu

Há cerca de um mês, ele admitiu ter participado de torturas na ditadura

O coronel da reserva Paulo Malhães, que tomou os noticiários ao contar como funcionava o centro de tortura clandestino da ditadura em Petrópolis e também revelou o destino do corpo do ex-deputado Rubens Paiva, foi encontrado morto na manhã desta sexta-feira dentro de sua casa, num sítio do bairro Marapicu, na zona rural de Nova Iguaçu, na Baixada Fluminense.
O militar da reserva teve atuação de destaque na repressão política durante a ditadura militar e, no mês passado, em depoimento à Comissão Nacional da Verdade, assumiu ter participado de torturas, mortes e desaparecimentos de presos políticos.
Segundo Carla, uma das filhas de Malhães, três pessoas entraram na casa do coronel reformado na tarde de quinta-feira, prenderam a mulher dele num aposento e mataram o militar por sufocamento. Na ação, o grupo levou todas as armas que ele tinha em casa.

2 comentários:

  1. Agora, virão aqueles PARASITAS da comixão da verdade???!(comunistas do pt) acusando algum general da ditadura de ter matado esse linguarudo...

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  2. Wagner alerta para paralisação geral de policiais militares no Brasil


    Ocupando a tribuna, na manhã desta quinta-feira, 24, o vereador Capitão Wagner (PR) criticou a prisão do vereador baiano do PSDB, Marco Prisco, e culpou o Partido dos Trabalhadores por estar “enclausurando o soldado que participou de um movimento reivindicatório”.

    “O ministro Lewandowskil negou o pedido de liberdade ao vereador alegando que ele é um perigo para a segurança nacional, e há de se admirar que o governo da Bahia é do PT e ainda mais absurdo é que o Ministério Público Federal, está na eminência de conseguir bloquear as contas da associação dos policiais militares. E como vai conseguir pagar suas contas, as viagens para tentar soltar o vereador?, questiona o parlamentar.

    O vereador do PR ainda alertou o Governo Federal para uma possível paralisação dos policiais militares no período da Copa do Mundo. Segundo Wagner, os policiais não aguentam mais tantas promessas sem serem cumpridas e com a prisão do vereador Prisco “acenderam uma fogueira de paralisação”.

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