segunda-feira, 5 de maio de 2014

Irmão do traficante Menor P é preso no Complexo da Maré


O traficante Fabiano Santos de Jesus, conhecido como Zangado, foi preso, no início da tarde deste domingo, em ação conjunta da Polícia Federal, Força de Pacificação da Maré e da Polícia Militar. De acordo com a PF, Zangado, que é irmão do Menor P, é apontado como um dos mais violentos da comunidade.
Ele foi preso no Conjunto Nova Esperança, no interior da Maré, por volta das 14h15. Outros dois homens, Franklin Paes Miranda, o Tininin, e Ericson Leandro da Silva, foram presos com o criminoso e levados para a superintendência da Polícia Federal.
A polícia apreendeu com o trio armas, munições, R$ 2.051,00 em dinheiro e uma motocicleta preta, sem placa. Duas menores que estavam com eles foram liberadas.
O Disque-Denúncia oferecia recompensa de R$ 1 mil por qualquer informação que levasse à prisão de Zangado, que é foragido do sistema penitenciário. Ele estaria controlando as vendas de drogas nas Favelas Baixa do Sapateiro e Salsa Merengue, a mando de Menor P.
Zangado tem anotações por homicídio qualificado, lesão corporal leve, tráfico e associação para o tráfico.

5 comentários:

  1. Os PMs do Rio arriscam suas vidas para proteger a sociedade, mas suas famílias passam necessidades. O Governo do Estado do Rio de Janeiro precisa conceder mais 36,228% de reajuste salarial para a PMERJ e o CBMERJ em 2014, para ficar em dia com suas obrigações, pois concedeu apenas 11,18% recentemente.

    O salário líquido de um Soldado da PMERJ é de R$ 2.123,26 (dois mil, cento e vinte e três reais e vinte e seis centavos), valor insuficiente para suprir as NECESSIDADES VITAIS BÁSICAS dos Policiais Militares, previstas no artigo 7º, inciso IV, da Constituição Federal de 1988, de acordo com o Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos. Salário Mínimo Necessário divulgado pelo D.I.E.E.S.E. em Abril de 2013 foi estimado em R$ 2.892,47 (dois mil, oitocentos e noventa e dois reais e quarenta e sete centavos).

    A defasagem do salário do SD PM ou BM no RJ está em R$ 769,21, ou seja, é necessário conceder um novo reajuste, de 36,228%, para que a família do PM não passe necessidades. Um Estado que possui a 2ª MAIOR ARRECADAÇÃO de impostos do país não pode pagar tão mal! Como vamos sediar a COPA DO MUNDO de 2014 e os JOGOS OLÍMPICOS de 2016 se não conseguimos nem pagar um SALÁRIO DIGNO aos funcionários públicos que prestam SERVIÇOS ESSENCIAIS à população (Bombeiros e Policiais Militares)??? A solicitação visa apenas atender o que está previsto na Carta Magna!

    "Como uma sociedade vai garantir a paz, a segurança pública e a justiça criminal com policiais envolvidos em jornadas estressantes e perigosas em ambientes com armas de guerra e poder financeiro corruptor, sem poder conviver com a famílias os momentos de folga e lazer, necessários à sua saúde mental, boas condições técnicas e acertadas decisões de inopino?

    A saúde emocional, psíquica, física e financeira dos policiais brasileiros deveria ser prioridade na atenção dos poderes governantes e da sociedade, já que são estes homens e mulheres que fazem a primeira linha de defesa contra o crime e contra a violência na garantia de direitos." (BENGOCHEA)

    O GOVERNO FEDERAL DEVERIA CRIAR O PISO NACIONAL DA SEGURANÇA PÚBLICA NO VALOR DE R$ 5.000,00 (CINCO MIL REAIS) MENSAIS, POIS OS POLICIAIS PRECISAM RECEBER UM SALÁRIO COMPATÍVEL COM A RESPONSABILIDADE E A IMPORTÂNCIA DAS FUNÇÕES QUE EXERCEM. SÓ ASSIM OS GOVERNOS ESTADUAIS OFERECERÃO QUALIDADE NOS SERVIÇOS PRESTADOS. A SEGURANÇA PÚBLICA É UM SERVIÇO ESSENCIAL!

    A POLÍCIA MILITAR DO ESTADO RIO DE JANEIRO PRECISA LUTAR PELA VALORIZAÇÃO DE SUA TROPA, NÃO PODE PERMITIR QUE O SOLDO DO SOLDADO FIQUE ABAIXO DO SALÁRIO MÍNIMO VIGENTE. O salário-base dos garis (R$ 1.100,00) está bem maior do que os soldos dos Militares Estaduais. Os garis já devem estar ganhando mais do que os Soldados da PMERJ e do CBMERJ! Eles ainda recebem 40% de insalubridade e R$ 20,00 por dia no vale-refeição. A sociedade precisa acordar e deixar de ser hipócrita... A PEC 300 é a solução para a melhoria salarial! Com os reajustes concedidos, ao final de 2016, um soldado da PMDF receberá R$ 7.190,98. O valor não inclui nenhum anuênio.

    http://www.policialbr.com/df-governo-reajusta-beneficios-para-pms-e-salario-soldado-vai-para-r-71-mil/

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  2. Dilma: o passado e o presente de uma assaltante

    Nos tempos da ditadura militar a companheira Estella foi uma das que planejou aquele que seria o mais rentável golpe da luta armada em todo o mundo: o roubo do cofre de Adhemar de Barros, ex-governador de São Paulo. Estela: cérebro do roubo ao cofre. O crime foi cometido pela Vanguarda Armada Revolucionária-Palmares (VAR-Palmares), resultado da fusão da Vanguarda Popular Revolucionária (VPR) do capitão Carlos Lamarca com o Colina, do qual a companheira Estella era líder.

    Onze dias depois da fusão, em julho de 1969, 13 guerrilheiros da VAR-Palmares roubaram o cofre de 200 kg de uma casa no bairro carioca de Santa Tereza, onde vivia a amante de Adhemar. Os guerrilheiros sacaram do cofrinho do Ademar US$ 2,6 milhões de dólares. Onde foi parar o dinheiro? Eis um dos mistérios insondáveis daquela época que produziu tantos “heróis” e “heroínas” da esquerda… À guisa de informação, a criminosa Companheira Estella era o nome de guerra da atual Ministra-chefe da Casa Civil da Presidência da República, DILMA VANA ROUSSEFF LINHARES.

    A ficha nos arquivos militares de Dilma Rousseff, hoje ministra do governo Lula: só em 1969, ela organizou três ações de ROUBO de armamentos em unidades do Exército no Rio de Janeiro. Com um passado pouco conhecido, a ministra envolveu-se em ações espetaculares da guerrilha. 2003 – No governo Lula foram empossados dois guerrilheiros: um, o ex-presidente do PT, José Dirceu, como Ministro da Casa Civil, cuja trajetória política é bastante conhecida. Foi preso pelo regime militar, recebeu treinamento de guerrilha em Cuba e, antes de voltar às clandestinamente para o Brasil e se esconder em Cruzeiro do Oeste, Paraná, submeteu-se a uma cirurgia plástica facial, para despistar a polícia.

    O outro integrante do primeiro escalão com passagem pela guerrilha contra a ditadura militar é a ministra Dilma Rousseff, das Minas e Energias – mulher de fala pausada, mãos gesticuladoras, olhar austero e passado que poucos conhecem. Até agora, tudo o que se disse a respeito da ministra dava conta apenas de que combatera nas fileiras da Vanguarda Armada Revolucionária Palmares, a VAR-Palmares, um dos principais grupos armados da década de 60. Dilma Rousseff, no entanto, teve uma militância armada muito mais ativa e muito mais importante. Dilma, ao contrário de José Dirceu, pegou em armas, foi duramente perseguida, presa e torturada e teve papel relevante numa das ações mais espetaculares da guerrilha urbana no Brasil – o célebre ROUBO do cofre do governador paulista Adhemar de Barros, que rendeu U$2,5 milhões (dois milhões e meio de dólares).

    http://rvchudo.blogspot.com.br/2014/05/dilma-o-passado-e-o-presente-de-uma.html

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  3. Roubo

    O assalto ao cofre ocorreu na tarde do dia 18 de julho de 1969, no Rio de Janeiro. Até então, fora o “maior golpe da história do terrorismo mundial”, segundo informa o jornalista Elio Gaspari em seu livro “A Ditadura Escancarada”. Naquela tarde, a bordo de três veículos, um grupo formado por onze homens e duas mulheres, todos da VAR-Palmares, chegou à mansão do Irmão de Ana Capriglioni, amante do governador, no bairro de Santa Tereza, no Rio. Quatro guerrilheiros ficaram à frente da casa. Nove entraram, renderam os empregados, cortaram as duas linhas telefônicas e dividiram-se: um grupo ficou vigiando os empregados e o outro subiu ao quarto para chegar ao cofre. Pesava 350 kilos e deveria deslizar sobre uma prancha de madeira pela escadaria de mármore, mas acabou rolando escada abaixo.

    A ação durou vinte e oito minutos e foi coordenada por Dilma Rousseff e seu marido Carlos Franklin Paixão Araújo, que então comandava a guerrilha urbana da VAR-Palmares em todo o Brasil e mais tarde se tornaria pai da única filha de Dilma. O casal planejou, monitorou e coordenou o ASSALTO ao cofre de Adhemar de Barros. Dilma, no entanto, não teve participação física na ação. “Se tivesse tido, não teria nenhum problema em admitir”, diz a ministra, com orgulho de seu passado (criminosa) combatente. “A Dilma era tão importante que não podia ir para a linha de frente. Ela tinha tanta informação que sua prisão colocaria em risco toda a organização. Era o cérebro da ação”, diz o ex-sargento e ex-guerrilheiro Darcy Rodrigues, que adotava o codinome de “Leo” e, em outra ação espetacular, ajudou o Capitão Lamarca a roubar uma Kombi carregada de fuzis de dentro de um quartel em Osasco, na região metropolitana de São Paulo.

    “Quem passava as orientações do comando nacional para a gente era ela”. O ex-sargento conta que uma das funções de Dilma era indicar o tipo de armamento a ser usado nas ações e informar onde poderia ser roubado. Só em 1969, ela organizou três ações de ROUBO de armas em unidade do Exército no Rio de Janeiro. Durante o famoso encontro de cúpula da VAR-Palmares realizado em setembro de 1969, em Teresópolis, região serrana do Rio de Janeiro, Dilma Rousseff polemizou duramente com Carlos Lamarca, o maior mito da esquerda guerrilheira.. Lamarca queria intensificar as ações de guerrilha rural, e Dilma achava que as ações de guerrilha armada deviam ser abrandadas, priorizando a mobilização das massas nas grandes cidades. Do encontrou, produziu-se um racha. Dos trinta e sete presentes, apenas sete acompanharam Lamarca. Ficaram com boa parte das armas da VAR-Palmares e metade da fortuna do cofre de Adhemar de Barros. Os demais concordaram com a posição de Dilma Rousseff.

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  4. A divergência com Carlos Lamarca não impediu Dilma de manter uma sólida amizade com a guerrilheira Lara Lavelberg, musa da esquerda nos anos 60, com que o capitão teve um tórrido e tumultuado romance. Dilma chegou a hospedá-la em seu apartamento, no Rio de Janeiro. Juntas, iam à praia, falavam de cinema, tornaram-se confidentes. Quando foi presa, em janeiro de 1970, o promotor militar que preparou a acusação classificou-a com epítetos superlativos: “Joana D’Arc da guerrilha” e “papisa da subversão”. Condenada em três processos, Dilma passou três anos encarcerados em São Paulo e foi submetida aos suplícios da tortura (como todo terrorista que se preze, segundo o Tortura nunca mais, “foi torturada barbaramente por 22 dias” – uma tortura por tantos dias assim deve ser, provavelmente, um recorde mundial ou um exagero. Ao sair da cadeia não tinha seqüelas).

    A atual ministra era tão temida que o Exército chegou a ordenar a transferência de um guerrilheiro preso em Belo Horizonte, o estudante Ângelo Pezzuti, temendo que Dilma conseguisse montar uma ação armada de invasão da prisão e libertação do companheiro. Nos três anos em que passou na cadeia, seu nome chegou a aparecer em listas de guerrilheiros que seriam soltos em troca da libertação de autoridades seqüestradas – mas a ação que renderia sua liberdade foi mal sucedida. Aos 55 anos, recém-separada de Carlos Franklin de Araújo, Dilma Rousseff não lembra a guerrilheira radical de trinta anos atrás, embora exiba a mesma firmeza. “Ela é uma mulher suave e determinada”, diz a jornalista Judith Patarra, autora do livro Lara, que conta a trajetória de Lara Lavelberg (1944-1971). (Por Vladimir Antonini).

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  5. a respeito do narco traficante homicida alcunha ZANGADO o mesmo ficará preso ate que uma canetada de um MERDA DE UM JUIZINHO qualquer o coloque na condicional por bom comportamento no sistema carcerário pqp até quando?

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