quinta-feira, 29 de maio de 2014

Servidores do Degase pedem apoio na Alerj

SIND-DEGASE

Servidores do Degase estiveram na tarde desta quarta-feira (28) na Alerj (Assembleia legislativa). O objetivo do SIND-DEGASE foi pedir o apoio dos deputados para o envio imediato das mensagens de progressão e do reajuste salarial. O governador Pezão também esteve no parlamento.
Pezão discursou na Plenária para agradecer a doação de R$ 70 milhões para ampliação do programa das UPPs (Unidades de Polícia Pacificadora).
Cerca de 40 servidores do Degase estiveram na casa legislativa e se juntaram a outras categorias que reivindicam também reajuste salarial.
Assembleia Geral com Indicativo de Greve
O grupo reuniu-se nas escadarias da Alerj após o discurso do governador e decidiu realizar uma Assembleia Geral com Indicativo de Greve na próxima quinta-feira (05/06), um dia após o prazo de 60 dias dado pela Justiça para que o Governo atenda as reivindicações da categoria.
Além do retorno imediato do Plano de Cargos e Salários e do Auxílio Risco, os servidores do Degase querem o mesmo índice de reajuste concedido aos inspetores penitenciários durante este Governo e não o índice que será dado à Educação conforme apresentaram os representantes do Poder Executivo na audiência de conciliação.



Um comentário:

  1. Indignados, alguns brasileiros vão torcer contra a seleção na Copa do Mundo.

    Alguns estão demonstrando a sua revolta dizendo que irão torcer contra a seleção brasileira, talvez o símbolo de maior destaque do país na arena internacional.

    A duas semanas do início do Mundial e com as tensões em alta devido aos custos do evento que durará um mês, alguns estão demonstrando a sua revolta dizendo que irão torcer contra a seleção brasileira, talvez o símbolo de maior destaque do país na arena internacional.

    “Nunca antes a Copa provocou estes sentimentos de ódio entre os brasileiros”, disse o cineasta e comentarista esportivo Ugo Giorgetti. “Tem gente que ama futebol, ama o Brasil, mas está torcendo contra a seleção como nunca fez antes”.

    Esse coro contra o Brasil é um enorme contraste com a típica caricatura do torcedor de rosto pintado de verde e amarelo, cantando e gritando pela sua seleção ao som de tambores de escola de samba.

    Se o Brasil for campeão, toda a corrupção relacionada ao torneio vai ser esquecida. O país não irá acordar.

    A maioria dos brasileiros, de fato, irá cerrar fileiras com a seleção, que busca um inédito sexto título mundial, mas o governo teme que os críticos ocupem as ruas aos milhares e prejudiquem a imagem do país.

    Nesta semana, manifestantes revoltados deram socos e pontapés no ônibus que levava os jogadores da seleção do Rio de Janeiro para a Granja Comary, na cidade fluminense de Teresópolis, o centro de treinamento da equipe.

    Os críticos dizem que a Copa do Mundo, com seus estádios superfaturados, projetos de infraestrutura atrasados ou não entregues e o potencial constrangimento com os problemas de organização, fez mais mal do que bem ao desviar fundos de programas sociais e projetos de investimento mais importantes.

    Para eles, uma eliminação precoce do Brasil no Mundial ajudaria o país a voltar a se concentrar nas necessidades mais prementes e, talvez, até ensejaria mudanças políticas.

    “Eu e muitas pessoas que conheço estamos torcendo para que o Brasil seja eliminado logo, embora nem todos sejam sinceros a esse respeito”, afirmou Edson Alves, químico de 52 anos fanático por futebol. “É triste, mas neste momento estou pensando mais no Brasil país, não no Brasil seleção de futebol”.

    Alves, como muitos que estão torcendo contra a seleção nas mídias sociais, é crítico feroz da presidente Dilma Rousseff, que apresentou a Copa como uma oportunidade de ouro de exibir um Brasil moderno. Ele torce para que uma derrota na competição enfraqueça o apoio a Dilma antes da sua campanha de reeleição em outubro.

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