terça-feira, 15 de julho de 2014

Amante de traficante, "enfermeira do tráfico" é presa em comunidade de Niterói

Uma mulher apontada pela polícia como "enfermeira do tráfico" foi presa nesta terça-feira (15) com outros seis suspeitos de envolvimento com o comércio de drogas na comunidade do Caniçal, em Itaipu, em Niterói, região metropolitana do Rio. Daniele Leite trabalhava com enfermagem em dois hospitais. Segundo a polícia, a suspeita de associação ao tráfico é amante de um traficante da região. Segundo a polícia, a auxiliar de saúde atendia traficantes feridos em confrontos com a polícia. Policiais civis com apoio de PMs do 12º Batalhão da Polícia Militar ocupam a comunidade para cumprir nove mandados de prisão.

8 comentários:

  1. Oh troço nojento esse tráfico. Funk é outra porcaria que muitas vezes é patrocinado pelo tráfico. Gente, será que ninguém percebe?
    Sabe que me deixa chateado?Quando peço ajuda aos PMs para acabar com som alto, funk até madrugada e eles falam que precisa de um solicitante. Quem vai meter a cara para esses funkeiros ver? Que lei é essa?

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  2. A PMERJ deveria ser a Polícia mais bem paga do país

    Ao final de 2016, um Soldado da PMDF receberá R$ 7.190,98 (sete mil, cento e noventa reais e noventa e oito centavos) mensais, e esse valor não inclui nenhum anuênio. É um absurdo a diferença de salário de dois orgãos públicos que fazem os mesmos serviços (PMDF e PMERJ)! O Soldado da PMERJ recebe uma remuneração insuficiente para suprir as NECESSIDADES VITAIS BÁSICAS, previstas no artigo 7º, inciso IV, da Constituição Federal de 1988. É necessário que os Governos forneçam o mínimo de condições para que os Policiais Militares prestem um serviço de qualidade!

    Precisamos lutar por um aumento real, pois o mais mportante é receber um bom salário e ter condições de trabalho. Acabar com os ranchos também seria bom para todos! O Estado poderia oferecer o café da manhã, o almoço e o jantar através do cartão refeição sodexo, e as compras de supermercado poderiam ser efetuadas com o cartão alimentação sodexo. Assim, a população teria mais Policiais Militares nas ruas, fazendo o policiamento ostensivo e preservando a ordem pública, conforme prevê a nossa Carta Magna. A PORTA ÚNICA DE INGRESSO NA PMERJ E NO CBMERJ SERIA UMA MANEIRA DE TORNAR AS CORPORAÇÕES MAIS EFICIENTES E MAIS PREPARADAS.

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  3. Os concursos internos precisam voltar, pois a Polícia Militar e o Corpo de Bombeiros Militar não podem promover toda a tropa, somente os melhores!

    Assim como existe o concurso para o CFSd, para o candidato se tornar SD PM; precisamos resgatar o concurso para o CFC, para o SD PM ser promovido à graduação de CB PM; precisamos resgatar o concurso para o CFS, para o CB PM se tornar 3º SGT PM e depois 2º SGT PM; precisamos resgatar o concurso para o CAS, para o 2º SGT PM se tornar 1º SGT PM e depois SUBTEN PM. Não pode um PM que nunca se qualificou exercer as funções de graduado.

    As divisas não devem ser doadas pela Corporação, devem ser conquistadas pela tropa! Chega de promoção automática, chega de divisas caindo do céu...

    POLICIAIS MILITARES E BOMBEIROS QUE NÃO ESTUDAM E NÃO TEM COMPROMISSO COM A CARREIRA NÃO PODEM SER PROMOVIDOS!

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  4. Temos que acabar logo com essa aberração chamada "promoção por tempo de serviço". Basta de graduados ignorantes e acomodados como esses da PMERJ. A HIERARQUIA DA POLÍCIA MILITAR ESTÁ INCHADA! O Governo do Estado do Rio de Janeiro deveria acabar definitivamente com a ascensão profissional automática.

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  5. UPP NÃO INTERESSA A NINGUÉM.

    Caro amigo, estou usando um e-mail de um amigo para evitar retaliações! Mas tenho uma sugestão informativa para lhe dar!
    Estive trabalhando no Rio de Janeiro em algumas UPPs, emprestado do Antigo Batalhão de Policia Florestal, na época havia ocupação da casa do Nem, Laboriul e outros lugares, como na Penha pelo 6º BPM. Neste contesto tive contato com alguns moradores que informaram não estarem satisfeitos com as UPPs, motivos: Após a entrada da PM tiveram suas contas de luz aumentada em 500%, onde nem vendendo seus aparelhos de ar condicionado e refrigeradores pagavam suas contas, isso para eles era revoltante; os programas de saúde em casa nunca apareceram, cestas básicas não era mais suficiente, o lixo continuava nas ruas, o imposto mais alto que nunca, IPTU; as contas de água foram cobradas á quem nunca havia pagado. Os que confiaram na policia, realizando denúncias, foram perseguidos e ameaçados pelos bandidos que retornavam ás favelas. Alguns deles tiveram que indenizar os traficantes por perdas, aos quais foram culpados, para não terem suas famílias mortas.
    Agora o pior: "Policiais ameaçados por moradores que conheciam familiares deles, sabendo onde os policiais residem quem são seus pais e até seus filhos e necessidades"! Como pode funcionar um programa onde o combate ao crime se faz com agentes que moram mal e tem em sua profissão ameaças de morte de seus parentes? Fora o que todos já sabem policiais femininas que tem que usar banheiros de bares que não as atende, militares que são sujeitos a tratamento de cachorro ou pior!
    Por isso digo lhe o seguinte: As UPPs não interessam a ninguém!
    O quê "Penso": Os meliantes não fazem mal aos que eles respeitam, pois nasceram e cresceram juntos, onde moram conhecem a todos, todos os conhecem e não há risco de vida para quem não tem envolvimento com o crime! Mas quando ele é expulso de sua comunidade, aí sim ele começa a ter que sobreviver aonde ele é estranho, matando e roubando se necessário, pessoas que ele não conhece.
    Tem que haver um sufocamento da chegada de materiais de abastecimento aos traficantes, isso não é feito apenas com policia militar, mas sim com a Policia Federal, é sua missão! As armas que são usadas são de responsabilidade do CMT do Exercito, por que policiais militares são expostos ao combate e a usurpação de função desnecessária, com desgaste do estado e do poder público, em ações sem nenhum trabalho de inteligência e informações? Os presos que cometem crime federal, podem e devem ser mandados para prisões federais! Os pequenos distúrbios, sim são de competência da policia militar, previsto no Art. 144 §§ 5º da C.F.
    Por isso caríssimos candidatos, saiba que sou praça de 1996, tenho entendimento que os coronéis nunca pisam no local onde comandam, e conversam com as pessoas, moradores e policiais, como deveriam, deixaram os “Elos de Ligação”á parte, não dão valor ao conhecimento dos sargentos e cabos, os quais são oriundos de uma sociedade que vive a realidade dos cidadãos! Não cometam o mesmo erro, valorizem o conhecimento dos mais antigos, não continue com essa política de pacificação! Não interessa a ninguém, a comunidade é como um órgão, precisa de policia para assuntos de policia, não para política! Temos e devemos que combater o tráfico, mas como disse, dando a cada um a sua competência, se não os únicos a se desgastarem são: a policia e o governo. Segurança Pública é responsabilidade de todos! Dividindo a carga com responsabilidade, não cometerão injustiças com ninguém!

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  6. ouvi agora no sbt, que a ordem é matar policiais!!!!!!!!!!@

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  7. Política de (in)segurança pública.

    Há alguns anos (está bem, há vários), uma música dos Paralamas do Sucesso era um hit nas rádios, com a história de um "caboclo presidente" que trazia a solução para o país, com a receita de dar livros para matar a fome do povo e pratos para prover sua educação. Um escracho, obviamente, para demonstrar o quão esdrúxulas eram, à época, as políticas públicas nacionais.

    Passado um par de décadas, como diriam os norte-americanos, o "livro pra comida, prato pra educação" na letra daquela música se mantém impressionantemente atual, evidenciando que, por aqui, critérios técnicos parecem não ter nenhuma importância ao se traçar as diretrizes sob as quais o país será governado.

    A mais recente epopeia cabocla vem de Minas Gerais, com o candidato a presidente Aécio Neves, que na última semana divulgou os coordenadores para a elaboração de seu plano de governo. Dentre os escolhidos, um chama especialmente a atenção, aquele a quem competirá definir as políticas para a área mais sensível na atualidade brasileira: a segurança pública.

    Ao invés de uma opção técnica, o candidato Aécio demonstra ter, mais uma vez, se deixado seduzir pelo proselitismo do politicamente correto, para insistir na falácia de que a violência do país é uma questão social - e, assim, justificar a indicação de um sociólogo para a área. O problema é que tratar como fenômeno social a violência que levou o Brasil ao recorde absoluto de homicídios, com 56.337 vítimas em um ano, é um erro grosseiro, primário até, no qual se vem, inexplicavelmente, insistindo.

    A causa primordial para as mortes violentas no Brasil é a prática habitual do crime, à qual aquelas estão, direta ou indiretamente, relacionadas. Mesmo para os menos familiarizados com o assunto essa constatação é simples, basta ler a mais recente edição do Estudo Global de Homicídios (Global Study on Homicide), publicado pela ONU este ano. Lá, na maior e mais respeitada análise mundial sobre o tema, está expressamente registrado que, dentre as três causas em que se divide a motivação homicida, a preponderante no país é a "relacionada com outras atividades criminosas" (related to other criminals activities), e não as político-sociais ou fruto de relações interpessoais (social-political or interpersonal crimes).

    Logo, sendo a violência brasileira um fenômeno essencialmente criminal, apenas com o combate ao crime se a poderá enfrentar. Deveria ser óbvio, mas, assustadoramente, não é. Enquanto o crime se expande fortemente no país, multiplicando mortos, os que poderiam enfrenta-lo se curvam a teorias de gabinete ou salas de aula, de onde saem soluções tão mirabolantes quanto ineficazes para a redução dos assassinatos - vide as fracassadas teses de contenção homicida com distribuição de renda e desarmamento civil.

    O problema, definitivamente, insiste em não ser enfrentado como se deve, favorecendo o aumento sucessivo dos já espantosos índices de homicídio no Brasil. Um diagnóstico escancaradamente errado, seguido de um tratamento para uma "doença" diversa da que acomete o enfermo, como se o importante fosse vender o remédio, pouco importando se ele será ou não salvo. A questão é que diagnósticos errados matam, aliás, por aqui, vêm matando muito.

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  8. A PMERJ precisa das seguintes mudanças:

    1 – Escalas compatíveis com a função e não superior a 40 horas semanais (expediente), 12x60 ou 24x72 (operacional), policiais com esgotamento físico e mental é um grande perigo para ele e para a sociedade em geral, pois compromete sua capacidade de reação;

    2 – Aprovação do Novo Código de Ética elaborado pela Comissão Especial da ALERJ. Este código já foi debatido e aprovado por deputados, ele atualiza as normas com a Constituição Federal de 1988, devemos ressaltar que ingressamos na Democracia há 26 anos, a atualização é fundamental para a sociedade;

    3 – Fim do rancho. Vale alimentação ou empresa idônea prestadora de serviço de alimentação. Hoje o serviço de rancho não atende ao número de policiais, resultando na perda de qualidade e higiene de suas refeições, bem como a oferta de apenas um cardápio, fazem com que muitos policiais efetuem suas refeições nas ruas, seja com doações de comerciantes, seja com fração de sua remuneração, ambas contrariando a ética e moralidade administrativa;

    4 – Criação de um órgão destinado a investigar, instruir e prevenir a morte de policiais em razão da função. Assim como existe em São Paulo, a vida do policial precisa ser preservada, seja por motivos nobres, seja por proteger a Administração Pública, ao ser investido do mandato policial, este precisa ser validado e apoiado pelo Estado, se sua vida não for protegida, toda a sociedade padece com ele. Sua criação terá dois efeitos, um repressivo, vez que com especialização, esse crime será mais bem combatido, bem como, efeito desestimulador, ao saber que o crime será investigado até o fim, o marginal ficará receoso de atentar contra a vida de um policial;

    5 – Investimento no ensino e instrução policial, criando incentivos ao aprimoramento e valorizando esse conhecimento dentro da Corporação. Hoje não há incentivo, ou aproveitamento do policial que se dedica ao estudo, ou seja, um policial que em sua vida profissional faça uma graduação, pós-graduação ou cursos em geral não são valorizados, não há qualquer benefício, diferente de outras instituições que valorizam e incentivam a busca pelo conhecimento;

    6 – Plano de saúde ou construção de seis HPM, sendo um na Zona Oeste, um na Baixada, um na Região Serrana, um na região dos Lagos, um na Costa Verde e um no Norte do Estado. Hoje, existem apenas dois hospitais da Corporação, um no Estácio e outro em Niterói, desamparando todos os demais que residem longe dessas unidades, como por exemplo, Campos, Itaperuna, Nova Friburgo, Angra dos Reis e outros, ou seja, os integrantes descontam o fundo de saúde, mas, quando precisam utilizam serviços de saúde de outras organizações;

    7 – Eleição do Comandante-geral da PMERJ;

    8 – Valorização salarial, com piso inicial de R$ 3.844,00 (aplicando o escalonamento vertical) e fim de todas as gratificações. Hoje o policial é obrigado a fazer “bico” ou os serviços extraordinários chamados de RAS e PROES, o que ambos possuem em comum é que esgotam as condições físicas e saúde mental do policial, impedindo que o mesmo tenha tempo para sua família, estudo e outras atividades. Quem perde é a sociedade que não conta com um policial em plenas condições de executar suas funções.

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