sábado, 2 de agosto de 2014

Militar da Força de Pacificação é baleado na Maré

Um militar da Força de Pacificação foi baleado na manhã deste sábado (2) durante uma ação  no conjunto de favelas da Maré, Zona Norte do Rio, informou o Comando da Força de Pacificação Maré. O militar foi atingido por um tiro nas costas, abaixo do colete e foi levado para o Hospital Central do Exército (HCE). Segundo o Comando da Força de Pacificação, ele não corre risco de morrer.
O comando explicou que, por volta das 6h30 deste sábado, integrantes da Força de Pacificação, que faziam uma operação na comunidade de Rubens Vaz, flagraram um grupo de cerca de 15 pessoas fazendo algazarra e ameaçando os militares. Três deles tinham pistolas, segundo o comando, e começaram a atirar contra o grupo. Dois suspeitos foram detidos e três estão sendo procurados, segundo o comando.

9 comentários:

  1. Considerando que o Inciso XIII do Artigo 7º da Constituição Federal de 1988, o Parágrafo segundo do Artigo 1º do Decreto 25.538 de 25 de agosto de 1999 e o Artigo 1º da Resolução SSP nº 510 de 26 de fevereiro de 2002 (publicada em Bol. da PM nº 046, de 11/03/2002) determinam a jornada de trabalho não superior a 44 (quarenta e quatro) horas semanais, os Comandantes, Chefes e Diretores têm que escalar os seus comandados de maneira que esse limite não seja ultrapassado, caso contrário estarão descumprindo a legislação em vigor!

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  2. É graças aos soldados

    “…É graças aos soldados, e não aos sacerdotes, que podemos ter a religião que desejamos. É graças aos soldados, e não aos jornalistas, que temos liberdade de imprensa. É graças aos soldados, e não aos poetas, que podemos falar em público. É graças aos soldados, e não aos professores, que existe liberdade de ensino. É graças aos soldados, e não aos advogados, que existe o direito a um julgamento justo. É graças aos soldados, e não aos políticos, que podemos votar…” BARACK OBAMA no MEMORIAL DAY (Dia do Veterano) 20 de junho de 2011

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  3. Entendi: o primeiro mandato de Dilma foi só a fase “Escolinha do Professor Raimundo”! Ela promete corrigir os erros se for reeleita! DILMA NUNCA MAIS!!! Fora PT!

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  4. Os policiais de São Paulo estão perdendo o respeito.
    http://tvuol.uol.com.br/video/camera-flagra-acao-de-grupo-de-exterminio-formado-por-pms-em-sp-04024E98326CD0895326?types=A

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  5. E ainda tem gente acreditando em "pacificação"...

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  6. Nunca antes na história do Brasil ocorreu um fracasso tão grande em termos de gestão da segurança pública em um estado brasileiro, como está ocorrendo no Rio de Janeiro no período 2007-2014.
    O governo Cabral-Pezão teve todo apoio dos governo federal e da prefeitura do município do Rio de Janeiro e fracassou, não controlou a criminalidade e espalhou criminosos que antes atuavam concentrados em áreas situadas na Capital para outros bairros e outros municípios.
    A população vive apavorada.
    Não existe rua segura no estado.
    Fracasso total.
    Lula e Dilma apoiaram Cabral-Pezão de todas as formas.
    Cederam a Força Nacional de Segurança várias vezes e cedem as Forças Armadas há muito tempo.
    Nenhum outro governo teve tamanho apoio, muito pelo contrário, alguns governos anteriores encontraram forte resistência no governo federal que considerava a segurança pública um problema do governador.
    Paes, por sua vez, gasta sete milhões e meio de reais por MÊS para pagar as gratificações dos Policiais Militares que atuam nas Unidades de Polícia Pacificadora (UPP).
    Alguém lembra de um apoio semelhante para outro governo estadual?
    Operacionalmente, o governo municipalizou a segurança pública através das ações do seu secretário de segurança pública, o delegado da Polícia Federal, José Mariano Beltrame, que em momento algum conseguiu estabelecer uma política de estado para a área e abandonou os outros municípios, investindo unicamente no projeto das UPPs.
    Apesar da prisão de milicianos, as milícias se expandiram e dominam a maior parte das comunidades carentes do Rio de Janeiro.
    Beltrame não pode ser considerado um secretário estadual de segurança, pois na prática foi nesses oito anos um secretário municipal.
    Pior, termina o governo acusado pelo Ministério Público de improbidade administrativa e de superfaturamento de contratos.
    A transferência dos criminosos foi tão acentuada que prefeitos da Baixada Fluminense e de Niterói, citando alguns exemplos, revoltados cobraram do governo estadual providências urgentes para deter a migração, mas nada foi feito a não ser implantar uma UPP em Duque de Caxias e Companhias Desatacas aqui e ali.
    Nada foi resolvido.

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  7. Cabral-Pezão-Beltrame fracassaram também na área do controle interno, a área correcional das instituições.
    Os desvios de conduta dos Policiais Militares e dos Policiais Civis continuam estampando capas de jornais e de revistas, além de povoar o noticiário do rádio e da televisão, diariamente.
    Em termos de formação profissional, o governo formou muito mal os novos Soldados da Polícia Militar.
    São quase 10.000 Soldados formados em condições precaríssimas no Centro de Formação e Aperfeiçoamento de Praças.
    Todos formados sobre a égide do interesse eleitoral de implantar uma UPP após a outra.
    O governo desqualificou por completo a tropa da Polícia Militar.
    Anos e anos serão necessários para minimizar os problemas que o trio gerou.
    Corrigi-los demandará mais de uma década.
    Em termos de valorização profissional (salário), só cederam quando foram fortemente pressionados nas ruas, sobretudo pelo movimento dos Bombeiros Militares. Nada fizeram para valorizar os profissionais de segurança pública que não tenha sido forçado pela tropa através de movimentos nas ruas.
    Rasgaram a legislação, violaram direitos e prerrogativas, chegando ao absurdo de encarcerarem Bombeiros e Policiais Militares que lutavam por salários dignos na Penitenciaria de Segurança Máxima conhecida como "BANGU 1", construída para abrigar os mais cruéis criminosos do Rio de Janeiro.
    Sérgio Cabral, Pezão e Beltrame deixarão o governo com o "título" de terem alcançado o MAIOR fracasso na história da gestão da segurança pública no Brasil.
    Eis a verdade.
    Eis o legado.

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  8. A pesquisa Opinião dos Policiais Brasileiros sobre Reformas e Modernização da Segurança Pública revela que 27,1% dos policiais, entre 21.101 entrevistados, são favoráveis à criação de uma polícia única, de caráter civil. Apenas 14,22% acreditam na manutenção do atual modelo de corporações estaduais, sem alteração da divisão de atribuições entre Polícia Militar (ostensiva) e Civil (judiciária). O estudo foi elaborado pelo Centro de Estudos de Pesquisas Jurídicas da Fundação Getúlio Vargas, pela Secretaria Nacional de Segurança Pública (Senasp/MJ) e pelo Fórum Brasileiro de Segurança Pública (FBSP), que realizou nesta quarta e quinta-feira debates durante o 8º Encontro Nacional, em São Paulo.
    A cientista social Silvia Ramos, da Universidade Cândido Mendes, do Rio de Janeiro, e do FBSP, no entanto, acredita que há várias interpretações em relação à desmilitarização e que a dos policiais, não necessariamente, é a mesma das manifestações que têm ido às ruas com esse objetivo.
    Um PM pode ser julgado e punido por um tribunal militar se estiver com a bota mal-lustrada ou barba por fazer. As penas chegam à prisão. Eles também não podem formar e participar de sindicatos para reivindicar melhores salários e outros benefícios trabalhistas. O cenário justificaria a concordância de 53,4% dos entrevistados, incluindo os civis, de que não deve haver julgamentos pela Justiça Militar.
    Atualmente, há duas portas de entrada, tanto na PM quanto na Polícia Civil. Soldados, Cabos, Sargentos e Subtenentes são praças, enquanto Tenentes, Capitães, Majores e Coronéis são oficiais que entram nas corporações depois de passarem por uma escola militar. As diferenças de patente se refletem em injustiças, segundo relatos dos próprios agentes. “Eles se sentem muito oprimidos por tudo isso”, diz a pesquisadora, que também faz parte do FBSP.
    Entre os civis, delegados e inspetores realizam concursos diferentes. Um inspetor com 30 anos de carreira, por exemplo, pode ser comandado por um delegado que nunca esteve nas ruas. “Essa é uma deformação muito grande que acontece no Brasil e não se repete em quase nenhum outro lugar do mundo”, garante Silvia.
    Os policiais se mostraram bastante insatisfeitos com a gestão das corporações por entenderem que privilegiam a hierarquia em prejuízo da competência. Segundo 80,1% deles, há muito rigor em questões internas das corporações e pouco rigor em questões que afetam a segurança pública. 58% dos participantes concordam com a afirmação de que essas hierarquias provocam desrespeito e injustiças profissionais no ambiente de trabalho.

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  9. O nível superior para soldado e o bacharelado em Direito para oficial já deveria entrar em vigor, independente da obrigatoriedade (aprovação do Projeto de Lei nº 6.632/13). O Governo do Estado do Rio de Janeiro poderia implantar a exigência para os novos candidatos, ou seja, concursandos da PMERJ e do CBMERJ. A qualidade dos serviços prestados é mais importante do que a quantidade de profissionais contratados (efetivo).

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