segunda-feira, 4 de agosto de 2014

Vídeo flagra ação de policiais investigados por matar suspeito já rendido

As imagens feitas em maio deste ano, registraram policiais da Coordenadoria de Recursos Especiais (Core), considerada a elite da Polícia Civil, em uma operação que terminou com a morte de um suspeito no Morro do Banco, no Itanhangá, Zona Oeste do Rio. Os policiais são investigados por terem atirado na vítimas que, de acordo com o vídeo, já teria se rendido.
 

3 comentários:

  1. Tem policial que não toma jeito, não aprende com o erros dos outros, não veem televisão, e ainda suja a imagem da polícia, se prejudica, destrói sua própria família, a família dos outros...

    UMA VERGONHA.

    Li num outro blog que houve centenas de justiça com as próprias mãos desde o ano passado, e só morre pobre.

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  2. Se a elite da PCERJ (CORE) age assim, imagine o que fazem os policiais civis "convencionais"...!!

    Polícia Civil não tem que fazer Operação, não tem que andar uniformizada, não tem que andar em viaturas caracterizadas, o policial civil tem que andar à paisana, em veículos descaracterizados, pois sua missão é apurar infrações penais (exceto militares), ou seja, investigar e elucidar delitos (funções de polícia judiciária), é o que diz o artigo 144, §4º, da Carta Magna (Constituição da República Federativa do Brasil, promulgada em 5 de outubro de 1988, a lei fundamental e suprema do país, situando-se no topo do ordenamento jurídico). Conforme o §5º do mesmo artigo, cabe, às Polícias Militares estaduais, a polícia ostensiva e a preservação da ordem pública, bem como infrações penais militares no âmbito estadual (cometidas por membros da Polícia Militar). São, portanto, Polícia Civil e Polícia Militar corporações diversas quanto a sua natureza e atribuições, sendo, entretanto, complementares quanto à execução de seus serviços no tocante à segurança pública. Os baixos salários, e uma falta de autonomia funcional, que atrelam as autoridades policiais a agentes e fatos políticos também são problemas perceptíveis dentro das instituições policiais, resultado da ausência de investimentos sistemáticos do Estado em pesquisas sobre a organização policial, com vistas a prover uma política pública na área de segurança.

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  3. Se fosse dois PMs ali no lugar dos caras da CORE, o suspeito poderia vir na direção com fuzil empunhado, mochila cheia de drogaS e mesmo assim, já estaria todo mundo no BEP...

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