quinta-feira, 25 de setembro de 2014

Comandante-geral da Polícia Militar entrega o cargo

 
O comandante-geral da Polícia Militar, coronel José Luís Castro Menezes, entregou o cargo na tarde desta quinta-feira. Nesta quarta, um Inquérito Policial Militar (IPM) havia sido aberto para investigar a evolução patrimonial do coronel. ( JORNAL EXTRA)

Ministério Público abre procedimento criminal para investigar cúpula da Polícia Militar
2ª Promotoria de Justiça, junto à Auditoria de Justiça Militar, instaurou, nesta quinta-feira, um procedimento investigatório criminal militar para apurar a denúncia de um esquema de pagamento de propina ao Estado-Maior da Polícia Militar. A denúncia foi feita por um policial, beneficiado pela delação premiada, que foi preso durante a operação Operação Amigos S.A. Segundo o sargento da PM, a cúpula da corporação recebia R$ 15 mil mensais de batalhões.

Entre os investigados estão o comandante-geral da PM, coronel José Luis Castro Menezes; o chefe do Estado-Maior Operacional, coronel Paulo Henrique Azevedo de Moraes; e o chefe do Estado-Maior Administrativo, coronel Ricardo Coutinho Pacheco. Também vai ser analisado o envolvimento de outros policiais militares com o caso.
O Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco), do Ministério Público estadual, vai auxiliar na investigação. A Promotoria da Auditoria Militar decretou o sigilo dos autos e requisitará o inquérito policial militar instaurado na Corregedoria da PM.
Na quarta-feira, o desembargador Giuseppe Vitagliano, corregedor-geral da Corregedoria Geral Unificada (CGU), informou que precisa receber mais informações sobre a denúncia feita pelo PM preso antes de decidir se cabe a abertura de uma sindicância para investigar a cúpula da corporação. Em nota, a CGU informou que o pedido do MP foi “baseado em cópias de reportagens jornalísticas”. Vitagliano pediu à Vara Criminal de Bangu cópia do depoimento do PM, bem como da denúncia, “para fazer uma avaliação mais completa”.
Coordenada pela Subsecretaria de Inteligência da Secretaria de Segurança, com apoio do Ministério Público, a Operação Amigos S.A. prendeu, no último dia 15, 25 pessoas, sendo 24 PMs, denunciados por integrarem um esquema de arrecadação de propinas no comércio e no transporte irregular na Zona Oeste. Entre os presos, estão cinco oficiais, incluindo o então chefe do Comando de Operações Especiais, coronel Alexandre Fontenelle Ribeiro de Oliveira, e o subcomandante do COE, major Edson Alexandre Pinto de Góes. Ambos foram exonerados.

2 comentários:

  1. Seria bom se fosse verdade!

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  2. como estou feliz de ver essa corja de ladrão apavorada, com medo de ir para cadeia bando de ladrão. bando de gatuno mão de macaco, esses são os piores bandidos da sociedade, muitos colegas perdem a vida por causa desses marginais travertidos de policiais. o MP ESTAR DE PARABENS, UMA PALAVRA DE APOIO AOS BONS POLICIAIS '' AQUELES QUE ESTÃO LIMPOS SE LIMPE MAIS AINDA, E AQUELES QUE ESTÃO SUJOs QUE SEJAM PRESOS,''

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