quarta-feira, 10 de setembro de 2014

COMISSÃO PEDIRÁ QUE POLÍCIA CIVIL INVESTIGUE CONCURSO DA POLÍCIA MILITAR DO RIO

FONTE: ALERJ
Candidatos inscritos no último concurso da Polícia Militar do Estado do Rio (PMERJ), trouxeram à Comissão de Segurança Pública e Assuntos de Polícia da Assembleia Legislativa do Rio (Alerj) indícios que comprovariam o não cumprimento do edital pela empresa contratada para a realização do certame. Entre as principais críticas apresentadas estão questões com conteúdo fora do definido em edital, falhas no uso do detector de metais e a posse de aparelhos eletrônicos por candidatos durante a prova, que fizeram com que fotos do cartão de respostas e do caderno de provas vazassem em redes sociais. 
Os postulantes a uma vaga no concurso entregaram à comissão fotos, registros colhidos em redes sociais, gravações em vídeo e registros em ata dos locais de concurso que comprovariam as fraudes. Antônio Carlos Santana, um dos candidatos, explicou que os fiscais de prova, além de portarem celulares, o que é proibido, não tinham conhecimento do uso do detector de metais, fazendo-o de forma errônea, não podendo garantir que não houvesse uso de aparelhos eletrônicos durante a prova. "Quando fui ao banheiro, uma fiscal solicitou que eu passasse pelo detector de metais, que não apitou, mas sabendo que eu possuía as chaves do meu carro e algumas moedas no bolso, questionei e verifiquei que a fiscal não sabia usar o aparelho. Não há a menor condição de comprovar a lisura desse concurso", afirmou. A escolha da empresa Exatus, responsável pelo concurso, também foi questionada. 
Segundo as denúncias, a empresa já havia sido envolvida em irregularidades em outros certames. O presidente da comissão,  explicou que o colegiado se reuniu para ouvir as reclamações dos candidatos e que aprovou com unanimidade os encaminhamentos definidos pela mesma. "Nós estamos lidando com o sonho de 105 mil pessoas, que desejam entrar pros quadros da corporação. A comissão cumpriu seu papel fiscalizador e vai encaminhar todas as denúncias aos órgãos competentes, no caso o Tribunal de Contas do Estado, o Ministério Público e a Delegacia de Defraudações da Polícia Civil", definiu o parlamentar. 
Convidados para prestar esclarecimentos, tanto a PMERJ, quanto a empresa Exatus não enviaram representantes a reunião, que contou com a presença, além de candidatos a uma vaga na PMERJ, do presidente da Associação de Ativos, Inativos e Pensionistas da PMERJ (Asssinap), Miguel Cordeiro, e do vice presidente da comissão, Flávio Bolsonaro (PP). A audiência contou, ainda, com os deputados Zaqueu Teixeira (PT), Paulo Ramos (PSol), Wagner Montes (PSD), Átila Nunes (PSL) e Janira Rocha (PSol).

5 comentários:

  1. E ninguém vai preso...Se tivesse praça envolvido,já tinha um na cruz....

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    1. VERDADE,JÁ ESTARIA PRESO, E PRONTO PARA SER EXPULSO

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  2. Operação Salário Digno.

    Os salários dos Policiais Militares devem ser reajustados significativamente, a fim de garantir as NECESSIDADES VITAIS BÁSICAS previstas no artigo 7º, inciso IV, da Constituição Federal de 1988, que, de acordo com o Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos, não seriam supridas com menos de R$ 3.079,31 (três mil e setenta e nove reais e trinta e um centavos), valor do SALÁRIO MÍNIMO NECESSÁRIO. Esse deveria ser o salário de ingresso do Aluno do CFSd (recruta) da Polícia Militar, devendo ainda ser acrescido do adicional de periculosidade de 30% (artigo 193, II da CLT), o que representaria uma quantia de R$ 4.003,10 (quatro mil e três reais e dez centavos). Este salário mínimo divulgado pelo DIEESE deveria ser o ponta pé inicial para a discussão do piso nacional, não podendo qualquer valor inferior ser considerado como aceitável. É preciso lutar por um piso nacional digno e adequado à nossa legislação vigente. A categoria não pode ser tratada com descaso!

    PISO SALARIAL DE R$ 4.003,10 (QUATRO MIL E TRÊS REAIS E DEZ CENTAVOS) PARA POLICIAIS MILITARES JÁ! O valor do Salário Mínimo Necessário, estimado pelo DIEESE em consonância com o Inciso IV do Artigo 7° da CRFB/1988, acrescido do Adicional de Periculosidade (30%) deve ser o piso da categoria. Oferecer DIGNIDADE aos Militares Estaduais é o MÍNIMO que o Governo do Estado deve fazer!

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  3. Sérgio Cabral envolvido em escândalo da Petrobras

    O ex-governador de Pernambuco e ex-candidato à Presidência Eduardo Campos, morto em um acidente de avião no último dia 13 de agosto, e o ex-governador do Rio de Janeiro Sérgio Cabral (PMDB) estariam entre os beneficiários de um esquema de corrupção da Petrobras, segundo o ex-diretor de Abastecimento da estatal Paulo Roberto Costa.

    Os nomes dos dois ex-governadores e da atual governadora do Maranhão, Roseana Sarney (PMDB), teriam sido mencionados por Costa em depoimento à Polícia Federal, informa reportagem publicada pela revista Veja em sua edição deste fim de semana.

    O ex-executivo da Petrobras foi preso em março deste ano sob a acusação de participar de um esquema de lavagem de dinheiro comandado pelo doleiro Alberto Youssef e optou por colaborar com a polícia, concordando com a delação premiada.

    Nos depoimentos prestados à Polícia Federal desde o dia 29 de agosto, Paulo Roberto Costa teria dito que os três governadores mencionados (todos de Estados com grandes projetos da Petrobras), seis senadores, um ministro e pelo menos 25 deputados embolsaram dinheiro ou tiraram algum proveito da parte dos valores desviados dos cofres da Petrobras.

    Preso em março pela Polícia Federal, sob a acusação de participar de um mega esquema de lavagem de dinheiro comandado pelo doleiro Alberto Youssef, o ex-diretor de Abastecimento e Refino da Petrobras Paulo Roberto Costa aceitou recentemente os termos de um acordo de delação premiada – e começou a falar.

    No prédio da PF em Curitiba, ele vem sendo interrogado por delegados e procuradores. Os depoimentos são registrados em vídeo — na metade da semana passada, já havia pelo menos 42 horas de gravação. Paulo Roberto acusa uma verdadeira constelação de participar do esquema de corrupção.

    Entre eles estão os presidentes da Câmara, Henrique Eduardo Alves (PMDB-RN), e do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), além do ministro de Minas e Energia, Edison Lobão (PMDB-MA). Do Senado, Ciro Nogueira (PI), presidente nacional do PP, e Romero Jucá (PMDB-RR), o eterno líder de qualquer governo. Já no grupo de deputados figuram o petista Cândido Vaccarezza (SP) e João Pizzolatti (SC), um dos mais ativos integrantes da bancada do PP na casa. O ex-ministro das Cidades e ex-deputado Mario Negromonte, também do PP, é outro citado por Paulo Roberto como destinatário da propina. Da lista de três “governadores” citados pelo ex-diretor, todos os políticos são de estados onde a Petrobras tem grandes projetos em curso: Sérgio Cabral (PMDB), ex-governador do Rio, Roseana Sarney (PMDB), atual governadora do Maranhão, e Eduardo Campos (PSB), ex-governador de Pernambuco e ex-candidato à Presidência da República morto no mês passado em um acidente aéreo.

    Paulo Roberto também esmiúça a lógica que predominava na assinatura dos contratos bilionários da Petrobras – admitindo, pela primeira vez, que as empreiteiras contratadas pela companhia tinham, obrigatoriamente, que contribuir para um caixa paralelo cujo destino final eram partidos e políticos de diferentes partidos da base aliada do governo.

    Sobre o PT, ele afirmou que o operador encarregado de fazer a ponte com o esquema era o tesoureiro nacional do partido, João Vaccari Neto, cujo nome já havia aparecidao nas investigações como personagem de negócios suspeitos do doleiro Alberto Youssef.

    Conheça, nesta edição de VEJA, outros detalhes dos depoimentos que podem jogar o governo no centro de um escândalo de corrupção de proporções semelhantes às do mensalão.

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  4. A POLÍCIA MILITAR DEVERIA TER PORTA ÚNICA DE INGRESSO NA CORPORAÇÃO, COM TODOS OS CANDIDATOS ENTRANDO COMO SOLDADOS E TENDO AS MESMAS CHANCES DE ASCENSÃO NA CARREIRA, SENDO EXIGIDO O ESTUDO EM INSTITUIÇÃO DE ENSINO SUPERIOR PARA SE TORNAR OFICIAL PM!

    Coronel (deveria ser exigido o pós-doutorado na área jurídica);
    Tenente-coronel (deveria ser exigido o doutorado na área jurídica);
    Major (deveria ser exigido o mestrado na área jurídica);
    Capitão (deveria ser exigido um curso de pós-graduação na área jurídica);
    Primeiro-tenente (deveria ser exigido o bacharelado em Direito);
    Segundo-tenente (deveria ser exigido os 8 primeiros períodos de Direito, ou seja, estar no 9º período);
    Subtenente (deveria ser exigido os 6 primeiros períodos de Direito, ou seja, estar no 7º período);
    Primeiro-sargento (deveria ser exigido os 4 primeiros períodos de Direito, ou seja, estar no 5º período);
    Segundo-sargento (deveria ser exigido os 2 primeiros períodos de Direito, ou seja, estar no 3º período);
    Terceiro-sargento (deveria ser exigida a matrícula em Faculdade de Direito, ou seja, estar no 1º período);
    Cabo (deveria ser exigida a aprovação em concurso interno para o CFC);
    Soldado (é exigido a conclusão do CFSd).

    O PM tem que estudar para ASCENDER PROFISSIONALMENTE!

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