quinta-feira, 30 de janeiro de 2014

Polícia prende chefe do tráfico na Covanca


Policiais da Delegacia de Combate às Drogas prenderam, na tarde desta quinta-feira (30), Thiago Pereira, conhecido como Tikinho, de 28 anos, suspeito de comandar o tráfico de drogas nas comunidades da Covanca, Barão e São José Operário, na zona oeste do Rio. Contra ele, havia sete mandados de prisão.
Em setembro de 2013, traficantes da Covanca postaram fotos em uma rede social ostentando armas de grosso calibre. O exibicionismo motivou uma operação do Bope (Batalhão de Operações Policiais Especiais) e houve tiroteio. O subtenente Marco Antônio Gripp morreu e outros dois PMs ficaram feridos. Tikinho poderá responder por participação na morte do policial.

segunda-feira, 27 de janeiro de 2014

Bandidos jogam granada e atiram contra policiais na Favela Para-Pedro

Um homem foi preso na manhã desta segunda-feira na Favela Para-Pedro, no bairro do Colégio, na zona Norte. De acordo com informações da 27ª DP (Vicente de Carvalho), a dupla jogou uma granada e efetuaram disparos contra agentes da Coordenadoria de Recursos Especiais (Core).
Um bandido conseguiu fugir e Michael Douglas Rocha, de 22 anos, foi preso. Com ele foi apreendido um radiotransmissor e munição. 

 

Na mesma comunidade, policiais da Divisão de Homicídios (DH) realizaram a reconstituição do homicídio de Maria Eduarda da Silva Sardinha, de 11 anos. Ela foi morta no dia 23 de dezembro do ano passado ao ser atingida por uma bala perdida quando estava em casa na favela.
Moradores acusaram os policiais de entrarem na comunidade atirando em busca de criminosos. A PM nega e diz que apenas se defendeu do ataque de traficantes. Na ação, Maria Eduarda foi baleada e morreu a caminho do hospital.
Investigadores da DH realizaram reconstituição de morte de criança
Tio da menina, Silvano André da Silva, de 49 anos, e o sobrinho, David Araújo da Silva, de 7, foram atingidos de raspão no braço e na cabeça, respectivamente. Eles foram socorridos na UPA de Rocha Miranda e liberados em seguida.
Os fuzis e pistolas que estavam com três PMs foram entregues à DH. O comando do 41º BPM (Irajá) abriu um inquérito para apurar as responsabilidades. Após a morte da jovem, cerca de 200 moradores colocaram fogo em caixotes e fecharam a Avenida Martin Luther King Jr., em frente à estação de metrô do bairro.

Cfap: delegado vai indiciar por tortura quatro oficiais da PM


domingo, 26 de janeiro de 2014

PM apreende armas em baile funk, entre Cabo Frio e São Pedro da Aldeia


O Grupo de Ações Táticas da Polícia Militar de Cabo Frio, Região dos Lagos do Rio,  realizou operação no "Baile da Estradinha˜, entre Cabo Frio e São Pedro da Aldeia, na madrugada de sábado (25).  Os policiais foram até o local verificar uma denúncia sobre homens fortemente armados no baile. No baile, os policiais conseguiram deter Patrick Fernandes da Silva, 21, e um menor com uma espingarda calibre 12 e um revólver 38, com quatro munições intactas na madrugada de sábado (25).
Segundo a Polícia Militar, os acusados estavam num matagal entre Jardim Esperança, Cabo Frio, e Alecrim, São Pedro da Aldeia. Segundo a polícia, Patrick já tem passagem por porte ilegal de arma.
O caso foi registrado foi registrado na 126ª DP (Cabo Frio). O menor ficou apreendido e, em seguida, foi encaminhado à Justiça.

Soldado de UPP é assassinado em Bangu,

O policial militar Bruno Francisco da Silva Moraes foi assassinado em Bangu, na Zona Oeste, na noite de sexta-feira, após tentar ajudar uma vizinha que estava sendo vítima de um assalto. Bruno, que era lotado na Unidade de Polícia Pacificadora (UPP) da Vila Cruzeiro, na Penha, estava de folga.
Segundo informações da Polícia Militar, por volta das 19h30m de sexta-feira, o soldado ouviu gritos de socorro de uma vizinha cuja casa havia sido invadida por assaltantes. Ambos moravam na Rua Alfredo Araújo, em Jardim Bangu. A mulher aproveitou uma distração dos bandidos e conseguiu fugir, gritando por ajuda.
Ao chegar no portão da residência da vizinha, Bruno foi atingido no rosto por um disparo feito pelos criminosos. O soldado da UPP não resistiu ao ferimento e morreu ainda no local.
Os bandidos conseguiram fugir. O caso está sendo investigado pela Divisão de Homicídios (DH).
De acordo com informações da especializada, as circunstâncias da morte do policial estão sendo apuradas. Foi realizada perícia no local e familiares e testemunhas estão sendo ouvidos. Agentes da delegacia buscam câmeras de segurança da região que possam auxiliar na identificação dos autores do crime.

Delegado de Natal é flagrado levando menor a motel em carro da polícia


terça-feira, 21 de janeiro de 2014

Bando tenta invadir Morro da Caixa D’Água para tomar as bocas-de-fumo.


Três homens e um menor de 17 anos foram detidos por policiais militares do 21º BPM (São João de Meriti), na madrugada desta terça-feira, depois de uma perseguição seguida de tiroteio na Estrada São João-Caxias, em São João de Meriti, na Baixada Fluminense. Com os suspeitos foram apreendidos um fuzil AR-15 e três submetralhadoras calibre 9mm. O caso foi registrado na 54ª DP (Belford Roxo), central de flagrantes da região.
Por volta de 1h, uma equipe do 21º BPM passava pela Estrada São João-Caxias, na altura do Morro da Caixa D’Água, no bairro Parque Araruama, quando viu um “bonde” de traficantes formado por um Ford Ka e um Voyage. Os bandidos fugiram do cerco e foram perseguidos pelos PMs. Houve tiroteio e, durante o confronto, os ocupantes do Voyage fugiram. Já o Ford Ka capotou.
Um dos bandidos ficou preso às ferragens e acabou detido no local do acidente. Com ele, segundo os PMs, estava uma das submetralhadoras. Outros três suspeitos tentaram fugir a pé, mas foram alcançados por outra equipe do 21º BPM. Eles estavam, ainda de acordo com os policiais, com o restante das armas.
Segundo informações do batalhão de São João de Meriti, os bandidos presos são do Morro da Pedreira, em Costa Barros, na Zona Norte do Rio, e invadiriam o Morro da Caixa D’Água para tentar tomar as bocas-de-fumo.


Soldado da PM é suspeito de balear duas pessoas na Vila Mimosa


Um soldado da Polícia Militar é suspeito de ter atirado contra duas pessoas na Vila Mimosa - conhecido reduto de baixa prostituição na Praça da Bandeira, Zona Norte do Rio -, na madrugada desta terça-feira. Jacson Barreto Garcia e José Roberto Rufino foram levados para o Hospital Municipal Souza Aguiar, no Centro. Ainda não há informações sobre o estado de saúde dos dois.
O atirador conseguiu fugir, mas foi reconhecido por testemunhas como o mesmo policial preso na semana passada, também na Vila Mimosa, com uma pistola calibre 9mm restrita e com numeração raspada. Na ocasião, o soldado foi preso. Ainda não se sabe o motivo de ele ter saído da cadeia.
O caso seguiu para a 17ª DP (São Cristóvão).

Batalhão da PM do Leblon convive com o abandono

O 23º Batalhão de Polícia Militar (Leblon) está com problemas de falta de conservação, como infiltrações e instalações improvisadas. A corporação admite o problema e garante que está tomando medidas para as melhorias do local. A Polícia Militar afirma que, por conta das obras da Linha 4 do metrô no bairro, o antigo refeitório e alojamento tiveram de ser demolidos. E os atuais — que já apresentam falhas estruturais — são provisórios. As denúncias do péssimo estado de conservação do Batalhão do Leblon não partem somente de policiais lotados no quartel. Moradores da região, que acompanham a rotina dos PMs afirmam que há cerca de um ano vêm constatando diversos problemas.




Alojamento foi demolido com obras do metrô. Instalações provisórias já estão com problemas
Moradora da Lagoa, A., que afirma acionar os policiais militares da área sempre que precisa, se diz “revoltada” com a situação. “Eles (os policiais) servem a toda a região, trabalham de sol a sol. São muito exigidos e encontram péssimas condições para trabalhar. Já acompanhei um dia de trabalho deles na rua. E depois vi eles chegarem em um local em péssimas condições”, comentou a moradora, que prefere não se identificar.
Um policial militar, que também não quis se identificar, conta que o problema veio à tona com as obras da Linha 4 do Metrô — que vai ligar a Barra da Tijuca a Ipanema. Segundo este policial, o comandante do 23º BPM, tenente-coronel Amaral, já tocou no assunto e estaria tentando buscar uma solução para o problema.




Buracos oferecem risco em alguns trechos do Batalhão do Leblon
“Quando temos que dormir no batalhão, é naquela condição mesmo. A empresa que faz as obras do metrô não chegou a fazer nenhuma reforma ali. Estamos esperando as mudanças”, declarou o policial. Outro morador, que também não se identificou, chegou a dizer que o problema é de conhecimento da região: “Quem conhece os policiais e passa ali diariamente já ouviu falar e sabe muito bem das condições em que eles estão”.
Comando lamenta a situação e promete melhorias
Teto despencando no rancho onde os militares almoçam. Infiltrações no vestuário e na despensa onde é armazenada a comida. Deterioração das paredes das instalações, como da praça de alimentação e dormitório, além buracos pelo batalhão. Estes são os problemas mais evidentes do 23º Batalhão.




O rancho, onde policiais almoçam, está com o teto despencando
Procurada, a Polícia Militar informou que vai tomar providências, para garantir um local seguro e saudável para os policiais. Por meio de nota, a corporação afirmou que o comandante do 23° BPM (Lebon), tenente-coronel Marcus Amaral, “tem conhecimento dos problemas estruturais da unidade e está preparando um relatório que foi solicitado pelo comandante-geral, coronel José Luis Castro Menezes, com detalhes sobre as necessidades de melhoria do batalhão”.
A corporação atribuiu os transtornos às obras da Linha 4 do Metrô: o antigo rancho do 23° BPM e o alojamento foram demolidos para continuidade das intervenções para o projeto. Em decorrência disso, os militares estão em um alojamento provisório. A corporação garantiu que o atual refeitório será substituído também por um provisório “com condições adequadas”.
O Comando da PM afirmou que o espaço já foi instalado na unidade, mas está em fase de acabamento e de aparelhamento da cozinha.
Em nota, o consórcio Linha 4 Sul informou que utiliza parte do terreno do 23º BPM como canteiro de apoio às obras na região. Para isso, o consórcio acordou com o Governo do Estado e a Polícia Militar que construíria novas estruturas na área utilizada pelo batalhão.
De acordo com a nota, já foram construídos novos alojamento, vestiário, estande de tiro, reserva de armamento, barbearia e salão para ato ecumênico. Além da instalação de sistema interno de monitoramento por câmeras e readequação da portaria principal do batalhão.
Segundo a empresa, estão em fase de implantação novos refeitório (por enquanto, está sendo utilizado o refeitório original do batalhão) e cozinha. Será feito ainda um novo almoxarifado.
Semana passada, o consórcio foi informado pelo comando da unidade que seria necessário realizar manutenção no alojamento e vestiário. Serviço que será iniciado nesta terça-feira.

segunda-feira, 20 de janeiro de 2014

Vídeo mostra depredação a posto após PM interromper baile funk em São Paulo

As câmeras de segurança de um posto de combustíveis da região da Penha, na zona leste de São Paulo, flagrou o momento em que um grupo de cerca de 30 jovens depredou e saqueou o estabelecimento por volta das 21h50 de domingo (19).

O ato de vandalismo começou após a Polícia Militar interromper um baile funk que ocorria em uma rua da região após moradores ligarem para o 190 para reclamar do evento, que reuniu 2.000, segundo a PM. Além dos danos ao posto, um grupo também invadiu, saqueou e depredou um hipermercado Extra.

Ao sair do mercado, o grupo passou pelo posto de combustíveis, onde agrediu e roubos os frentistas. Os vândalos também derrubaram a porta de vidro da loja de conveniência do local e roubou garrafas de bebida, salgadinhos e até chicletes. Os jovens também levaram R$ 3.000 da loja
 Antes de deixar o local, um dos vândalos jogou gasolina pelo chão do posto e tentou atear fogo, mas não teve sucesso. Funcionários do posto disseram que pessoas que passavam a pé pelo local também foram assaltados pelo grupo.

Segundo moradores, bailes funk como o que ocorreu na noite de ontem é um fenômeno que vem crescendo a cada dia e a presença da polícia é pequena para coibir a violência e o som alto. Ontem, porém, os policiais usaram gás lacrimogêneo para dispersar as pessoas.

A polícia falou que não houve registro de pessoas feridas ou detidas durante a confusão. Moradores da região prometem fazer um protesto contra novos bailes funk.


Pilotos recebem gratificação da PM por ‘voos fantasmas’

JORNAL O DIA 
A imponente aeronave P-31 Navajo prefixo PT-KNY pertencia ao traficante colombiano Gustavo Duran Bautista, apontado como braço direito do megatraficante Juan Carlos Ramírez Abadia. Com a prisão de Bautista, capturado em 2007 pela Polícia Federal quando tentava decolar do Aeroporto Campo de Marte, em São Paulo, o avião deixou de servir ao narcotráfico para despencar como um ‘elefante branco’ no orçamento do estado.
Sob responsabilidade da Polícia Militar desde janeiro de 2008, a aeronave não costuma sair do solo. Mesmo assim, representa gastos expressivos no orçamento do estado com manutenção, hangariagem, limpeza e pagamentos de gratificações a pilotos comerciais a serviço do Grupamento Aeromóvel (GAM) da corporação.




Aeronave que pertenceu a traficante não voa, mas representa gastos para o Estado do Rio: manutenção, hangariagem e pagamento de gratificações a pilotos comerciais

Um comandante com mais de mil horas de voo, por exemplo, recebe um adicional de até R$ 7,5 mil por mês só para ficar à disposição, para decolagens que não acontecem. Em dezembro do ano passado, o cabo Jorge André de Queiroz ganhou R$ 10.590,73, entre salário e gratificação.Ele recebeu o adicional até quando ficou afastado do grupamento.
Depois da devolução da aeronave Beechcraft Baron 58, que pertencia ao traficante Luiz Fernando da Costa, o Fernandinho Beira-Mar, o cabo Queiroz foi transferido para o 14º BPM (Bangu). Ficou lá por 22 meses, entre outubro de 2011 e agosto do ano passado, quando voltou ao GAM. Mesmo afastado da unidade responsável pelo transporte aéreo da corporação, ele ainda recebeu a gratificação paga aos pilotos.
‘Estou de folga'
O pagamento descumpriu o decreto 41.038, assinado em 29 de novembro de 2007 pelo governador Sérgio Cabral, que não prevê adicional em caso de transferência para outro batalhão.
Enquanto fica à disposição para “voos fantasmas” da Polícia Militar, o cabo Queiroz pilota aviões comerciais a serviço da Líder Aviação, onde é conhecido apenas como piloto Jorge André.




Cabo Jorge André de Queiroz
Ele foi encontrado pelo DIA na sexta-feira à tarde, no Aeroporto Santos Dumont. “Sou policial militar, mas estou de folga. Então, posso fazer o que eu quiser. Mas se você disser que trabalho na Líder, eu falo que é mentira”, avisou, enquanto se preparava para pilotar uma aeronave. 
Questionado sobre eventuais voos a serviço da corporação, o piloto disse que as informações só podem ser passadas pelo GAM.

Mais de R$ 230 mil por ano só com manutenção
Avaliada em R$ 400 mil, a aeronave Navajo é responsável por gastos nada modestos. Para se ter uma ideia, só com hangariagem, limpeza e seguro, o estado desembolsou mais de R$ 230 mil em apenas um ano, entre outubro de 2011 e 2012.
O avião estará à disposição da Secretaria de Segurança até a conclusão do processo contra o traficante colombiano Gustavo Duran Bautista, que foi indiciado por tráfico internacional de drogas, associação e financiamento para o tráfico, formação de quadrilha e lavagem de dinheiro. Só depois de uma eventual condenação, a posse do avião será definitiva.
Em nota, a Polícia Militar informou que, em fevereiro de 2011, o comando-geral da corporação solicitou a devolução da aeronave. Até hoje, no entanto, aguarda uma resposta ao pedido.
A corporação confirmou que é fiel depositária de um avião “em perfeitas condições de aeronavegabilidade”, sob os cuidados de uma empresa responsável pela manutenção em Campo Grande (MS). Fabricada em 1974, a Navajo pode transportar seis passageiros e dois tripulantes.
A aeronave Beechcraft Baron 58, devolvida pela PM há mais de dois anos, foi apreendida próximo a Cuiabá, em Mato Grosso, enquanto carregava cerca de 500 quilos de cocaína a mando do traficante Luiz Fernando da Costa, o Fernandinho Beira-Mar, em 2001. Em junho de 2012, a Beechcraft Baron 58 foi então doada pelo governo federal ao Estado do Paraná, para transporte de pessoal.
Corregedoria abre inquérito para investigar possíveis irregularidades
Após ser informado na sexta-feira pelo DIA do pagamento do adicional ao cabo Jorge André de Queiroz durante os 22 meses em que ele atuou no 14º BPM (Bangu), o coronel Luís Castro, comandante-geral da Polícia Militar, determinou a abertura de um inquérito na Corregedoria da corporação, para apurar “possíveis irregularidades com relação à concessão de gratificações a pilotos”.
O setor responsável pelo pagamento das gratificações aos pilotos é a Diretoria de Cadastro de Pagamentos (DGP), subordinada à Secretaria de Planejamento e Gestão (Seplag). De acordo com o decreto 41.038, o pagamento do adicional a pilotos só é mantido durante treinamento, férias, tratamento de saúde, luto, atividade junto a autoridades e licenças maternidade, paternidade ou matrimônio.
O cabo Queiroz foi incorporado ao GAM há cerca de dez anos. Mas só assumiu a condição de comandante de aeronaves a partir de 26 de janeiro de 2006. De setembro para cá, Queiroz não foi incluído nas escalas de voo organizadas pelo GAM.
Para justificar o uso do avião que pertencia ao traficante Fernandinho Beira-Mar, apreendida em 2001, o GAM fez algumas missões de transporte de órgãos. Mas como esse tipo de serviço trazia altos custos, o avião foi devolvido. E as missões, canceladas

domingo, 19 de janeiro de 2014

Carros da PM são recebidos com pedradas e garrafadas na UPP Camarista-Méier


Uma viatura da UPP Camarista Méier foi alvejada por ovos, pedras e garrafas, nesta madrugada. De acordo com a Coordenadoria de Polícia Pacificadora (CPP), os objetos foram arremessados contra a equipe de policiais quando eles passavam pela Rua Eufrágio Borges, no Morro do Gambá, local onde estava sendo realizado um baile funk clandestino.
Ainda segundo informações da CPP, o baile funk não era alvo de nenhuma ação da polícia, e a equipe se dirigia para a base da UPP, por volta das 2h. Com a recepção, foi iniciada uma confusão e foi solicitado reforço policial da UPP do Lins e do 3º BPM (Méier). Ao todo, foram necessários 20 policiais, munidos de bombas de efeito moral e spray de pimenta, para controlar as cerca de 200 pessoas que estavam no baile.
No fim, uma viatura teve um vidro quebrado. Não houve prisão e nem o uso de arma de fogo. O caso foi registrado na 25ª DP (Engenho Novo). Os policiais informaram que o baile não tinha autorização e que as caixas de som estavam instaladas no meio da rua. No momento, o clima é de tranquilidade na favela.


Policiais militares que fizeram hora extra no Degase reclamam de atraso no pagamento

Policiais militares que fizeram hora extra no Departamento Geral de Ações Socioeducativas (Degase), por meio do Programa Estadual de Integração na Segurança (Proeis), estão reclamando da demora no pagamento da gratificação. Alguns deles estariam esperando pelo dinheiro desde outubro do ano passado. De acordo com o Degase, as pendências com os policiais vão começar a ser regularizadas na segunda quinzena deste mês, com a liberação dos recursos do Orçamento do estado deste ano.

REFEIÇÕES DA PM DO RIO GRANDE DO NORTE CAUSAM INDIGNAÇÃO NA TROPA

ROBERTA TRINDADE
almoco PMRN

Três dias depois de virarem alvo de piadas devido a um sanduíche recebido como janta, policiais militares do Rio Grande do Norte voltam a ser motivo de gozação por parte de uns: nesta sexta-feira, dia 17 de janeiro, eles tiveram uma surpresa ao abrir a quentinha do almoço e se deparar com um prato de arroz, feijão e macarrão.
“Cadê a carne? Frango, peixe, ovo: não veio nenhum complemento!”, desabafou um PM lotado no posto policial localizado no bairro Bom Pastor, no município de Natal.
O fato causou indignação não somente nos integrantes da corporação e em seus familiares e amigos, mas também em grande parte da população.
“Como um policial consegue se manter em pé durante oito horas com uma refeição dessas? Nem mesmo meu cachorro comeria isso. Engraçado que os presos têm direito a uma refeição melhor que os homens que trabalham para garantir a segurança do povo”, revoltou-se o autônomo João Alves, 57 anos.

mc peba

Na terça-feira, dia 14 de janeiro, após reclamarem que a quentinha com a janta havia chegado com a comida estragada, policiais do Batalhão de Polícia de Choque (BPChoque) e das Rondas Ostensivas com Apoio de Motocicletas (Rocam) receberam sanduíches em substituição: pão de fôrma “untado” com maionese e “recheado” (?) com algumas batatas palhas.
Atualmente, a alimentação de cada PM do Rio Grande do Norte custa R$ 12 aos cofres públicos. Antes, as refeições eram pagas através de vale alimentação no valor de R$ 8.

O custo de um preso


PM ainda não sabe como vai devolver R$ 2,6 milhões a candidatos do concurso cancelado


A Polícia Militar do Rio frustrou, mais uma vez, os candidatos do concurso público que pretendia preencher seis mil vagas de soldado. O edital foi divulgado em dezembro e cancelado no dia 7 de janeiro, mas a taxa de inscrição de cem reais, que seria devolvida a partir de ontem, ainda não tem data para sair. Os concorrentes sequer sabem quais serão os procedimentos para obter a restituição. Ontem à noite, em nota oficial, a corporação limitou-se a afirmar que as informações devem ser divulgadas apenas na terça-feira, dia 21, no site da Exatus (www.exatuspr.com.br). Como a seleção atraiu 26.128 candidatos, que pagaram cem reais cada, a corporação tem um montante de R$ 2,6 milhões para devolver.
O advogado especialista em concursos públicos José Manuel Duarte Correia explicou que a PM é a responsável jurídica pela devolução, pois a organizadora (Exatus) foi contratada por licitação.
Correia também sugeriu que o Ministério Público (MP) investigue o fato da corporação ter divulgado um edital, recolhido a taxa e cancelado o processo seletivo, alegando desconhecimento de um decreto estadual, de 2012, que proíbe a abertura de um novo concurso, enquanto outro está no prazo de validade.
- É lamentável que a PM tenha publicado o edital, mobilizado milhares de candidatos e cometido esse equívoco - criticou Correia.
Laisa Salles, de 25 anos, (faz 26 em julho) participou de um encontro com o diretor-geral de Pessoal da PM, coronel Carlos de Souza Alves, na quarta-feira, no qual o compromisso de estorno da taxa foi reafirmado.
- Fico indignada. O dinheiro deveria ter sido devolvido imediatamente -disse.

sábado, 18 de janeiro de 2014

TROPA DA FAXINA

Terminado o contrato com a prestadora de serviços gerais, a corporação determina que, diariamente, setores indiquem funcionários para assumir a limpeza do espaço. A situação insólita, que dificilmente ganharia vida em qualquer empresa, tomou de surpresa os policiais que atuam no Quartel-General (QG) da PM, no Centro do Rio. Na última terça-feira, uma circular deixava claro que atrasos no processo licitatório para contratação de uma nova firma tiraria militares de suas funções administrativas na unidade para formar uma espécie de “tropa da faxina”.
De acordo com a circular, às segundas-feiras, será a vez de funcionários da Comunicação Social, da Assessoria Parlamentar, da Corregedoria Interna e da Diretoria de Cadastros e Pagamentos assumirem a vassoura. Já às terças, profissionais que atuam na Diretoria Geral de Administração e Finanças, na Diretoria de Logística, na Diretoria de Orçamento e na Diretoria Geral de Pessoal vão encarar a limpeza do quartel sede da corporação. E, assim por diante, até sexta-feira, os departamentos se revezarão na função.
Segundo nota da PM, “seguindo a tramitação regulamentar, provavelmente a partir do dia 15 de fevereiro uma nova empresa deverá estar iniciando suas atividades. Até lá, cada seção deverá executar com recursos próprios a manutenção de suas instalações”. A circular é assinada pelo tenente-coronel Alexandre Rocha, da Ajudância Geral e tem no campo assunto “faxina diária no Quartel-General”. No documento, ele afirma estar cumprindo ordens do comandante Geral, José Luís Castro Menezes.
Ainda de acordo com o documento, cada seção deverá indicar um policial militar, que se apresentará ao Oficial do Dia “às 8h, sendo término do serviço mediante ordem, após avaliação do que fora executado”. Em nota, a PM não avalia os impactos no remanejamento do pessoal das funções administrativas para a limpeza. Afirma apenas que “nenhum policial militar será afastado de atividades operacionais, relacionadas à Segurança Pública, para fazer serviços de limpeza”. A PM também não informou a data de término do contrato com a antiga prestadora de serviços de limpeza.
Para o diretor-presidente da Associação de Praças da Polícia Militar e do Corpo de Bombeiros do Rio de Janeiro (Aspra), Vanderlei Ribeiro, a questão é apenas mais um sintoma de uma crise de gestão e administração na PM:
— Repudiamos essa situação, que é absurda, mas já está se tornando habitual. Ela é reflexo da falta de administração e de seriedade, que leva uma instiuitção com papel social importante a tirar o efetivo de funções estratégicas para atuar em funções incompatíveis com a formação do policial. Como, diante do aumento da criminalidade, a PM pode alegar falta de efetivo, se faz algo assim? Lamento profundamente o fato de o secretário de Segurança não coibir esse tipo de ato.
Procurada, a Secretaria estadual de Segurança não se pronunciou sobre o caso.

sexta-feira, 17 de janeiro de 2014

Após pressão da tropa, cai o comandante do Batalhão de Choque

 Alvo de frequentes reclamações da tropa nas últimas semanas, o tenente-coronel Marcio Oliveira Rocha deixou o comando do Batalhão de Choque da Polícia Militar nesta quinta-feira. Em seu lugar, assume o tenente-coronel André Luiz Araújo Vidal, que estava à frente do Batalhão Florestal. Por telefone, o comandante-geral da PM, coronel Luís Castro, confirmou a informação.
Policiais da unidade marcavam para esta sexta-feira um protesto contra o antigo comandante, na porta do Choque. A PM disse ontem que não havia sido informada da manifestação marcada.
Na madrugada do último domingo, o prédio onde Rocha mora foi atingido por tiros disparados por bandidos. Eles chegaram a tentar entrar no condomínio, após perguntar se ali morava o oficial. A 32ª DP (Taquara) investiga o caso. Nessa quinta, pela segunda vez, o tenente-coronel adiou depoimento que estava marcado na unidade. Ele deve ser ouvido na próxima terça-feira.
No início do mês, um despacho de macumba foi encontrado na porta do gabinete do tenente-coronel. Policiais do Choque têm denunciado que o comandante ignorou a suspensão do Regime Adicional de Serviço (RAS) - o bico oficial da PM - compulsório, determinada pelo comando da corporação, e escalava policiais em seus dias de folga.

PMs são baleados saindo de casa em São Gonçalo

Dois policiais militares foram baleados quando saíam de casa para trabalhar, na madrugada desta sexta-feira (17), em São Gonçalo, na região metropolitana do Rio de Janeiro.
Os dois agentes foram levados para o hospital Alberto Torres. Um deles foi liberado após atendimento e outro precisou ser operado. Até às 9h50, não havia informações sobre sue estado de saúde.
O caso foi registrado na Delegacia de Alcântara (74ª DP).

quarta-feira, 15 de janeiro de 2014

Traficantes atacam PMs da UPP com tiros e bombas no Pavão-Pavãozinho

Policias militares da UPP (Unidade de Polícia Pacificadora) da comunidade Pavão-Pavãozinho, em Copacabana, zona sul do Rio, foram atacados com tiros e bombas de fabricação própria na noite de terça-feira (14).  Houve tiroteio entre os agentes e bandidos
Segundo a Coordenadoria das UPPs, os PMs faziam patrulhamento na localidade conhecida como Vietnã, quando foram atacados por bandidos. Os traficantes suspeito de envovimento no ataque conseguiram fugir após tiroteio. Ninguém ficou ferido.
O caso foi registrado na Delegacia de Ipanema (13ª DP), zona sul. Por causa do confronto, o policiamento no local foi rerfoçado.

Demitido coronel da PM envolvido com máfia de caça níqueis


O coronel da PM Celso Lacerda Nogueira foi punido com a perda da patente e demissão do serviço público em decreto publicado pelo governador Sérgio Cabral no Diário Oficial desta quinta-feira. A demissão tomou como base sentença judicial na qual o oficial foi condenado acusado de envolvimento com a máfia de caça níqueis na Zona Oeste do Rio. Em 2009, Nogueira comandava o batalhão de Bangu quando foi preso administrativamente durante a operação Gladiador, da Polícia Federal, acusado de dar proteção ao grupo do bicheiro Fernando Ignácio.

terça-feira, 14 de janeiro de 2014

São Paulo - Vídeo mostra ação de bandidos que terminou na morte de policial militar em Campinas

A Polícia Civil disponibilizou as imagens das câmeras de segurança do posto de combustível onde o policial militar Arides Luis dos Santos, 44 anos, foi morto no último fim de semana. Elas mostram o momento em que a vítima, que estava de folga e abastecia o carro, é abordada por dois suspeitos em uma moto. O militar tentou desarmar um dos bandidos e levou um tiro na cabeça.  

Homem suspeito de chefiar milícia na zona oeste do Rio é aprovado na PM


Um homem suspeito de ser de chefe uma milícia na comunidade Cosme e Damião, em Realengo, na zona oeste, foi aprovado em um concurso da Polícia Militar. Rodrigo Sousa dos Santos é investigado por diversos crimes pela Polícia Civil, desde 2011. Ele participou de todo o processo de formação do CFAP (Centro de Formação e Aperfeiçoamento de Praças). Contra o suspeito, há um pedido de prisão preventiva.
Segundo o delegado da Delegacia de Realengo (33ª DP), responsável pela investigação, a comissão de Seleção e Pesquisa aprovou Rodrigo para fazer parte do curso, apesar de estar ciente das investigações. O desligamento só foi realizado após conclusão do inquérito e a prisão de integrantes do grupo.
O grupo é acusado de estupro, cobranças indevidas e homicídio. Ainda de acordo com o delegado, com a aprovação de Rodrigo na PM, ele foi alçado como chefe dos milicianos.
Em nota, a corporação informou que o responsável pela investigação social de Rodrigo foi o Batalhão de Bangu (14º BPM), zona oeste do Rio.

Bandidos são presos na Avenida Brasil



Dezessete bandidos  foram presos após perseguição da polícia na Avenida Brasil, nesta segunda-feira (13), quando tentavam fugir em um caminhão roubado de uma transportadora de frios. Depois de perderem o controle do veículo, eles colidiram contra uma mureta na pista lateral, na altura de Irajá. Com os suspeitos foram apreendidos um fuzil rugger, três fuzis AR-15, três pistolas, nove granadas e nove rádios transmissores.
Segundo o comandante do 41º BPM (Irajá), os suspeitos seriam traficantes de drogas e teriam tentado fugir da comunidade Para-Pedro, em Colégio, no Subúrbio, onde era realizada uma operação desde a madrugada de segunda-feira, roubando o caminhão da transportadora.

Parte da pista estava interditada por volta das 18h30. Os criminosos foram levados para a 39ª DP (Pavuna).

Tiros em Para-Pedro
A operação na comunidade começou por volta das 3h da manhã, quando os PMs ouviram disparos e seguiram para o local, onde avistaram um caminhão de pequeno porte e uma Kombi, deixando a comunidade. Houve breve troca de tiros e três criminosos que estavam dentro da Kombi foram mortos.

Tiroteio com munição traçante na guerra entre Serrinha e Cajueiro em Madureira

Depois de despacho no gabinete, comandante de batalhão tem fachada de prédio onde mora atingida por tiros



Depois de ter um despacho deixado na porta de seu gabinete, há cerca de duas semanas, o comandante do Batalhão de Choque (BPChq) da Polícia Militar do Rio passou por um novo susto na madrugada deste domingo. Dois homens numa moto tentaram entrar no condomínio na Taquara, na Zona Oeste do Rio, e depois perguntaram ao porteiro se ali morava o tenente-coronel Márcio Oliveira Rocha. Em seguida, atiraram duas vezes contra o prédio. Ninguém ficou ferido. Os suspeitos fugiram.
O caso está sendo investigado pela 32ª DP (Jacarepaguá). Os investigadores já pediram as imagens das câmeras de segurança do condomínio, para tentar identificar dos dois homens. Desde o ataque, uma equipe do 18º BPM (Jacarepaguá) está de prontidão em frente ao condomínio. Além da segurança reforçada na residência, o tenente-coronel Rocha também tem um policial de prontidão em frente à porta de seu gabinete. Isso por causa do despacho colocado lá.
O oficial tem sido alvo de frequentes reclamações da tropa. Policiais do BPChq denunciaram, semana passada, que o comandante ignora a suspensão do Regime Adicional de Serviço (RAS) - o bico oficial da PM - compulsório, determinada pelo comando da corporação, e escala policiais em seus dias de folga. Os PMs da unidade reclamam ainda de terem que ficar de plantão no antigo Museu do Índio, no Maracanã, alvo de invasões.

segunda-feira, 13 de janeiro de 2014

Polícia Militar mata oito bandidos do bando que invadiu quartel da PM em Rondônia

Campo Novo de Rondônia – A Secretaria de Segurança confirmou que oito bandidos do bando que invadiu o quartel da Polícia Militar de Campo Novo de Rondônia, na região do Vale do Jamari, foram mortos pelas forças policiais, durante perseguição, à altura do KM 90, na BR-421, nas proximidades de Monte Negro.
Após invadirem o quartel, o bando formado por pelo menos 15 bandidos, roubou dois fuzis, uma escopeta calibre 12, várias pistolas .40, coletes e uma viatura da PM. Durante a tomada do quartel, o soldado PM Ranvanelli foi baleado no abdômen e socorrido ao município de Buritis.
Em seguida, com dois policiais militares feitos reféns, os bandidos passaram a realizar roubos nos comércios e nas duas agências bancárias da cidade, instalando o terror no pequeno município, distante cerca de 310 quilômetros de Porto Velho.
Em represália, a Secretaria de Segurança, Defesa e Cidadania (Sesdec), encaminhou policiais do Grupamento de Operações Especiais (GOE), via aérea, até a cidade de Buritis.
Fortemente armados, os policiais embarcaram em viaturas no encalço dos bandidos e o encontro ocorreu no KM 90 da BR-421, culminando na morte de oito ladrões.
Os dois policiais militares continuam reféns de parte do bando e as buscas continuam na região, que foi ocupada pelas forças de segurança.
Clique no link abaixo e confira IMAGENS FORTES do confronto:

Tráfico de Madureira faz guerra também no Facebook


Além da guerra com fuzis e pistolas nas vielas e becos dos morros do Cajueiro e Serrinha, em Madureira, facções criminosas travam batalha pelo Facebook. Pelo teclado, bandidos narram a situação das comunidades e, entre uma postagem e outra, comemoram mortes de inimigos, desejam sorte a companheiros em confrontos e ameaçam rivais. 
Em seus perfis, os criminosos se exibem, sem a menor preocupação, com armas de diversos calibres e enaltecem o poderio de suas quadrilhas. Há semanas, bandidos rivais do Terceiro Comando Puro (TCP) e Comando Vermelho (CV) duelam a bala pelo controle de várias localidades. Na linha de tiro, moradores estão apavorados, já que vários traficantes foram mortos, sendo um decapitado. Uma pessoa inocente foi baleada.                        

As postagens dos bandidos estão cheias de erros de português e abreviações. Para melhorar o entendimento das mensagens, elas estarão corrigidas nesta reportagem. Em uma das postagens, um rapaz que identifica como Dennis Lemos, que aparece em uma foto segurando um fuzil, avisa que o Morro da Congonha, invadido recentemente pelo TCP, está tranquilo, e manda um recado para os rivais: “Maior paz, que está a Serrinha. Só tranquilidade. Breve, breve, tudo TCP no Complexo de Madureira”. A mensagem faz alusão aos planos da facção para dominar todos os pontos de venda de drogas. 
Como em um diálogo, a resposta não demora. No perfil Cajueiro Congonha Bagdá do Ph (Madureira CRVL), que seria utilizado por integrante do CV, um homem faz ameaça. “Vão tomar tiros na cabeça, na cintura. Vamos dar tiros nos vacilões”. Em outras postagens, ele fala dos confrontos: “Se brotarem no cajueiro, vocês vão ficar malucos. Porque os manos estão na laje” e “Um calor da p.... E os alemães entrando na bala. Está ruim para vocês”. 

O traficante Douglas de Paula, o Dina, também do CV, avisa: “Nós vamos voltar para Congonha, vamos manter o Cajueiro e vamos dominar a Serrinha. Vamos virar o jogo, pode deixar!”. 
A guerra teria sido iniciada no dia 27 de dezembro, quando, durante um baile funk na Serrinha, criminosos do Cajueiro efetuaram disparos na direção da festa. Como resposta, foram iniciadas as invasões. Há poucos  dias, segundo a polícia, o bando da Serrinha também invadiu o Cajueiro. 

Tudo isso com o suporte de Marcelo Santos das Dores, vulgo Menor P., que pretende fugir para lá a pacificação do Complexo da Maré. No entanto, integrantes do Comando Vermelho continuam no território e tentam resistir com a ajuda de homens expulsos da Congonha e do Morro do Juramento, em Vicente Carvalho.
Exibição com armas e joias na Internet 
Suspeito de chefiar o Morro da Serrinha, Walace de Brito Trindade, conhecido como Lacosta, também se expõe. No perfil Lacosta TCP, aparece com várias armas e até mesmo um lança-mísseis. As roupas, joias e bonés remetem ao jacaré da marca francesa Lacoste, que está gravado no cordão de ouro e em um dos fuzis. 

Investigadores da 29ª DP (Madureira) já monitoram os perfis dos supostos bandidos. Já a Delegacia de Repressão a Crimes de Informática (DRCI) informou que as páginas podem ser excluídas. Os envolvidos também podem responder por apologia ao tráfico de drogas, associação para o tráfico e porte de arma de fogo.

sábado, 11 de janeiro de 2014

No São Carlos, licença médica é no batalhão


Um comunicado do comando da UPP São Carlos vem causando insatisfação no efetivo que ocupa o morro do Estácio. Desde o dia 28 de dezembro, um comunicado à supervisão de graduados da unidade afixado no contêiner do comando determina que policiais de licença médica domiciliar fiquem aquartelados. Segundo o texto, assinado pelo comandante da unidade, major Leonardo Nogueira, os PMs devem cumprir o trabalho, no 4º  BPM. O descumprimento da ordem será considerada transgressão disciplinar, a exceção fica para os policiais com doenças infectocontagiosas.
A determinação não foi bem recebida pelos policiais da unidade. Ontem, o EXTRA circulou pela favela e conversou com 17 PMs. Todos afirmaram que a medida tem como objetivo desestimular os policiais a pedir licença, já que, segundo eles, o efetivo da UPP é insuficiente. A unidade do São Carlos foi inaugurada em maio de 2011 e tem 255 policiais.
—Quando vi o aviso na parede, não acreditei. Licença domiciliar deve ser cumprida em casa. Em qualquer batalhão ou UPP, é assim: o policial doente tem direito a descansar e se recuperar em casa. Nossa escala, de 48h trabalhadas por 96h de descanso, já é exaustiva demais. Já conversamos com o comandante e ele falou que essa escala é provisória. Mas não é porque faltam PMs que precisam sacrificar os que estão aqui alega um dos policiais ouvidos que não quis se identificar.


DESEMPENHO
Para o comandante, medidas tem objetivo de melhorar 'eficiência do policiamento

A medida do comando, entretanto, não é ilegal: a ordem está respaldada pelo artigo 76 do Código Civil, que estabelece que "o domicílio do militar é onde o mesmo serve". O próprio comandante da UPP afirma já ter estabelecido o mesmo procedimento nas outras duas unidades que comandou: Mangueira e Cantagalo. No entanto, ele confirma que vem discutindo com a Secretaria de Segurança o aumento do efetivo na favela.
— Estimo que o efetivo vá aumentar, porque temos um problema de contagem da população da favela. Para o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), são 20 mil habitantes. Para a associação de moradores, são 60 mil. Mas isso não acontece de um instante para o outro, é preciso modificar um decreto —afirmou ao EXTRA o major Leonardo Nogueira.
 
*Já quanto à escala de 48h por 96h, o oficial afirma que criou para diminuir o número de viagens dos 46 PMs do interior que trabalham na UPP.

Manutenção de viaturas supera preço. Estado vai gastar mais com oficina do que pagou por carros das polícias

JORNAL O DIA
O estado do vai gastar R$ 162.571.014,00 por mês até a metade de 2016 na manutenção de 1.555 veículos comprados para as polícias Civil e Militar. O valor é maior que o pago pela compra dos carros e das motos, de R$ 105.373.377,10. Do total de veículos, 1.137 vão para a PM e 418 para a Polícia Civil. O contrato com a CS Brasil, a vencedora da licitação, de R$ 279.869.9, foi assinado no dia 30, como o Informe do DIA informou nesta sexta-feira. No valor, estão incluídos R$ 11.925.606,00 destinados à compra de radiotransmissores.
Uma parte dos carros já foi entregue e está sendo usada nas ruas
O custo da manutenção mensal, cobrado por cada veículo, vai de R$ 2.685,10 a R$ 7.134,60. O serviço prevê troca de peças, lubrificantes e mão de obra, entre outros ajustes. Parte da frota já chegou, e a previsão da Casa Civil é de que até abril todos os veículos sejam entregues.
Foram comprados quatro tipos de carro, além de motos Yamaha XT660R. Os preços variam de acordo com o modelo. São 425 unidades do Sedan Voyage 1.6 4P Flex, por R$ 51.486,60 cada. No site da montadora, o preço do modelo varia de R$ 39 mil a R$ 42 mil.
A picape Nissan Frontier custou R$ 117.173,70 e foram compradas 189 delas. O carro está avaliado entre R$ 90 mil e R$ 130 mil na página da Nissan. O Furgão Renault Master saiu a R$ 152.138,10 cada e foram adquiridos 33. De acordo com o site da fábrica, o carro está avaliado entre R$ 87 mil e 104 mil. O preço de cada uma das 325 motos adquiridas foi de R$ 40.652,20. No site da Yamaha, o valor do veículo é de R$ 27.290.
O número de motos corresponde a quase 21% da nova frota. Foram adquiridas ainda 187 de SUV Renault Duster Dinamique, cujo preço não foi informado. No site da Renault, o modelo sai a partir de R$ 51.350.
A assessoria de imprensa da Casa Civil justificou os preços alegando que os veículos foram adaptados, recebendo giroflex, GPS, pintura e outras modificações. Alguns serão usados para transporte de presos e de cães e em perícias.
O contrato prevê ainda que a empresa coloque à disposição 10% da frota para a substituição de veículos que estejam em manutenção.

sexta-feira, 10 de janeiro de 2014

MARANHÃO: ataque bárbaro que matou a menina Ana Clara

Bandidos cercaram e incendiaram ônibus sem dar chance aos passageiros. Imagens chocantes revelam o momento em que a criança tentava escapar das chamas

UNIDADE DE ELITE DA PM CRIA ESCALA PARA POLICIAR GABINETE DE COMANDANTE

PAUTA DO DIA / ROBERTA TRINDADE 


Desde que um despacho foi deixado na porta de seu gabinete, o comandante do Batalhão de Polícia de Choque (BPChoque), tenente-coronel Márcio Oliveira Rocha, determinou que um policial fosse designado a cada serviço para permanecer no corredor garantindo a integridade do local.
Acusado pela tropa de cometer diversos abusos de autoridade, o coronel continua sendo alvo de várias denúncias.
“Ele retirou a água gelada da tropa. Em um verão escaldante com sensação térmica de 50°C, somos obrigados a beber água quente. Sem falar que, além de passar por cima de ordens superiores para suspender o RAS compulsório, não paga o RAS desde outubro”, denunciou um PM que pediu para não ter a identidade divulgada.
“Ele ainda retirou o ar condicionado do rancho dos praças, em retaliação a denúncias que fizemos e fez várias reuniões tentando intimidar e coagir a tropa. Até policial da guarda está sendo escalado para tomar conta do gabinete dele 24 horas por dia”, ressaltou.
“Esse coronel proibiu o rancho e o despenseiro de gelar água de quaisquer formas para a tropa. Independente do calor, do sol, do dia ou do tipo de serviço, a água para abastecer os policiais na rua é oferecida quente. Os policias que estão baseados no museu do índio estão proibidos de utilizar o ar condicionado das viaturas”, afirmou outro PM.
“Só podemos usar o rancho totalmente fardados e, com a retirada do ar condicionado do espaço, comemos os alimentos com nosso suor junto”, ressaltou.
Ainda de acordo com a tropa do BPChoque, policiais de todos os setores do batalhão de elite estão sendo empenhados em um serviço extra no Museu do Índio.
“Ele está fazendo isso em represália, pois trata-se de um baseamento inútil, tendo em vista que permanecemos lá só olhando para escombros. E ainda somos proibidos de ficar dentro das viaturas para não usarmos o ar condicionado das mesmas. Costumam ficar 30 PMs em um espaço de 70 metros quadrados”, destacou.


Outra reclamação é relativa ao não acatamento de orientações médicas. Mesmo que sejam encaminhados para casa, os policiais são forçados a permanecer por todo o tempo da dispensa aquartelados.
Na última terça-feira, o PAUTA DO DIA publicou uma denúncia feita por agentes lotados no BPChoque relativa ao descumprimento da determinação que suspende a escalação de policiais para serviço extra na segunda folga.
Relembre aqui:
Comandante do BPChoque ignora suspensão do RAS compulsório e continua escalando PMs da unidade na segunda folga


Dois oficiais da Polícia Militar são demitidos por trabalharem para contraventor

Agência Brasil

Dois oficiais da Polícia Militar (PM) fluminense foram demitidos esta semana por envolvimento com contraventores, informou hoje (9) a Secretaria de Segurança Pública do estado.
O primeiro-tenente João André Ferreira Martins e o capitão Adriano Magalhães da Nóbrega foram considerados culpados nas acusações de trabalharem na segurança de José Luiz de Barros Lopes, o Zé Personal, apontado como contraventor, e envolvimento na exploração de jogos caça-níqueis .
O ato foi publicado na edição terça-feira (7) do Diário Oficial do Estado. O processo administrativo que ocasionou a demissão dos policiais foi instaurado pela Corregedoria da PM e encaminhado ao Tribunal de Justiça.
Os dois militares também tinham contra eles um mandado de prisão desde 2011, como consequência da Operação Tempestade no Deserto. A operação desarticulou uma quadrilha suspeita de envolvimento em homicídios e outros crimes relacionados a uma disputa de poder pelo patrimônio do contraventor Waldomiro Paes Garcia, o Maninho.
A operação foi feita pela Subsecretaria de Inteligência da Secretaria de Segurança e pela Delegacia de Repressão às Ações do Crime Organizado e Inquéritos Especiais, com apoio do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco) do Ministério Público.

quinta-feira, 9 de janeiro de 2014

Tráfico expulsa três policiais de casa, em favela de Mesquita

JORNAL EXTRA


O terror começou no último fim de semana. Foi quando traficantes do morro da Caixa d’Água, em Mesquita, passaram a ameaçar três PMs que moram na comunidade. E na porta de casa. Segundo o relato dos policiais, que não quiseram se identificar, os bandidos chegavam na parte da noite, armados de pistolas e fuzis, e montavam guarda em frente às casas dos PMs. Temendo por suas vidas e de suas famílias, eles deixaram os imóveis no início desta semana.
— Os traficantes passaram as madrugadas de sábado e domingo na porta de nossas casas. É uma intimidação que assusta e indigna muito. Minha mulher está grávida de oito meses e não posso arriscar. Tive que sair de lá — disse um soldado, de 29 anos, que saiu de casa na segunda-feira.
No dia seguinte, foi a vez de um sargento ir com a família para a casa de parentes, fora da Caixa d’Água, onde nasceu e foi criado.
— Meus filhos não conseguem mais dormir, estão todos atordoados. Esta situação é um absurdo e chega a ser vergonhosa. Não quero ter que deixar a minha casa de vez — revelou o sargento que está na corporação há cerca de 12 anos.
Os PMs não chegaram a ser abordados por traficantes, mas seus parentes, sim. Foi por meio deles e de vizinhos que as ameaças chegaram.
— São piadas como: “avisa para ele sair, senão vai ser morto” e “é a gente é que manda agora aqui”. Os vizinhos nos ligam a todo momento para avisar que estão rondando nossa casa. Todos estão aterrorizados — conta um dos policiais.


terça-feira, 7 de janeiro de 2014

Três detentos fogem de presídio após renderem o diretor da unidade

Três detentos fugiram do Instituto Penal Plácido Sá Carvalho, no Complexo de Gericinó, na tarde desta terça-feira, após renderem o diretor da unidade. Um deles, Roberto Barbosa do Nascimento, já foi recapturado por agentes penitenciários no entorno do complexo. Ele estava com uma pistola calibre 380. Gilberto Silva de Lima e Paulo Cesar Miguez continuam foragidos. A secretaria de Administração Penitenciária (Seap) está fazendo buscas na mata do entorno para tentar capturá-los. 
A fuga ocorreu por volta das 17h. A unidade abriga presos do regime semiaberto. De acordo com a Seap, Roberto tem condenação por homicídio, Gilberto por sequestro e Paulo Cesar por furto de carga. O preso recapturado ficará em Bangu 1.



Policial leva pedrada de menores que assaltavam ônibus na Lagoa

 Um grupo de adolescentes suspeito de assaltar ônibus na Avenida Borges de Medeiros, na Lagoa, Zona Sul do Rio, atirou pedras contra um carro da Polícia Militar que os abordava na noite desta terça-feira (7). Segundo a Polícia Civil, uma pedra atingiu um policial, que foi atendido no Hospital Miguel Couto.
Ainda de acordo com a polícia, uma menor de 15 anos foi detida, e deve responder por fato análogo ao crime de desacato e resistência. O caso foi encaminhado para a 15ª DP (Gávea).

PMS EXPULSOS DE SUAS CASAS POR TRAFICANTES




Maranhão: Vídeo divulgado por jornal mostra cenas de horror em Pedrinhas. Detentos exibem como troféu as cabeças dos companheiros mortos

O governo do Maranhão aceitou nesta segunda-feira a oferta do Ministério da Justiça de transferir presos do Complexo Penitenciário de Pedrinhas para presídios federais. A informação foi confirmada pelo secretário de Segurança Pública do Maranhão, Aluísio Mendes, em entrevista à rádio Nacional da Amazônia. A proposta, feita nesse domingo, tem como objetivo isolar os líderes das facções criminosas, que atuam na penitenciária. Eles são acusados pela polícia de ordenarem os ataques a ônibus e delegacias, em São Luís, em represália à presença da Tropa de Choque da Polícia Militar no presídio. 

Inscrições para concurso da PM estão suspensas


segunda-feira, 6 de janeiro de 2014

Denúncia liga deputado Cel Jairo à corrupção no Detran

O DIA

A teia do crime. A Justiça do Rio de Janeiro tem em mãos evidências do gerenciamento político de um dos maiores esquemas de corrupção descobertos no Detran. Gravações telefônicas e depoimentos à 1ª Vara Criminal de Santa Cruz ligam o deputado estadual Coronel Jairo (PMDB) à quadrilha que movimentava R$ 2 milhões por mês na legalização de carros irregulares. O grupo tinha 181 pessoas — funcionários do departamento de trânsito, despachantes e policiais.
Presa na Operação Cruzamento, há dois meses, uma ex-funcionária, com 13 anos de serviço no Posto do Detran de Campo Grande, contou à juíza Regina Célia Moraes de Freitas como a quadrilha agia e qual era o papel de cada um no esquema. O grupo, segundo a testemunha, foi indicado pelo deputado Coronel Jairo — chamado de “o dono do Detran de Campo Grande” — para trabalhar na empresa Facility — responsável pelo recrutamento dos funcionários tercerizados do posto.

Entre os 22 empregados do Detran de Campo Grande que, segundo a testemunha, “indicados” pelo deputado, quatro são parentes de Hélio Oliveira, genro do parlamentar: os irmãos Sandro e Alexandre Afonso, a cunhada Glauciele Paes e o “compadre” Fagner Gomes.
O quarteto era encarregado por cobrar as propinas. Sandro e Fagner coordenavam os turnos da manhã e da tarde e exigiam diária de R$ 50 de cada vistoriador. A caixinha era uma espécie de pedágio para trabalhar nos guichês onde passavam táxis, vans e carros alugados — classificados como os mais fáceis de ter irregularidades e candidatos a pagar boas propinas pela vista grossa. Os funcionários que se recusavam a arrecadar dinheiro — para não atrapalhar a quadrilha — iam para guichês de emplacamento, com baixa possibilidade de irregularidade.
O esquema era supervisionado pelo chefe do posto, Flávio Tomelin, outra indicação do Coronel Jairo. De acordo com a testemunha, o deputado passou a “controlar” o Detran de Campo Grande em 2008, após a prisão dos irmãos Jerominho e Natalino Guimarães, por ligações com a milícia.
Propina usada em campanha
Parte do dinheiro arrecadado com as propinas era destinada à campanha política. Em depoimento na 1ª Vara Criminal de Santa Cruz, a ex-funcionária do Detran garante que é comum em todos os postos do Detran do Rio recolher dinheiro para ajudar políticos encarregados da nomeação. Sustentou, inclusive, que em 2012 a candidatura do vereador Jairinho (filho do Coronel Jairo) recebeu ajuda financeira e apoio logístico dos envolvidos no esquema.
A testemunha descreve as reuniões organizadas às vésperas da eleição pelo diretor do posto, Flávio Tomelin, para, segundo ela, obrigar os funcionários a conseguir votos de parentes e amigos para o candidato Jairinho. Sem contar a entrega de fichas com dados pessoais e idas a comitês de campanha de Jairinho em Campo Grande e Bangu. O elo entre o deputado e Jairinho com o posto do Detran era feito por Hélio Oliveira. Segundo a testemunha, era ele quem comandava os comitês eleitorais.


OS PMs E AS ELEIÇÕES DE 2014

 
Os PMs precisam entender neste ano de 2014, ano de eleição para Governador e Deputados, que qualquer benefício que possamos alcançar (Aumento Salarial, aumento de vagas para promoção, aumento dos dias de férias, aumento do percentual de férias, aumento do adicional de transporte etc etc etc) ,Tudo é de competência do Executivo. Qualquer proposta de deputado será considerada inconstitucional, por vício de iniciativa. Deputado nada pode fazer por nós PMs. Não se trata do deputado ser "safado" e de que "não fez nada pela PM", ele nada pode fazer, porque a Constituição proíbe. Eles só podem falar por nós. Antes falar por nós era importantíssimo, porque não havia as Redes Sociais, hoje, porém, a realidade mudou. Todos falamos por nós mesmos nas Redes Sociais. Nossa estratégia, portanto, precisa mudar, nosso foco não é mais a Alerj, mas o Palácio Guanabara,seja lançando um candidato, seja apoiando um que se comprometa realmente com os nossos anseios. Isso é lícito e politicamente viável !

quinta-feira, 2 de janeiro de 2014

Tiroteio deixa 12 feridos em Copacabana na noite de Réveillon

Pelo menos doze pessoas ficaram feridas em um tiroteio em Copacabana, minutos antes da chegada do Ano Novo. Os disparos ocorreram próximo à esquina da Avenida Nossa Senhora de Copacabana com a Rua República do Peru, bem perto do palco principal montado na praia para o Réveillon.
De acordo com a Polícia Militar, Adilson Rufino da Silva, 34, tentava enforcar a esposa, e os agentes tentaram protegê-la. Houve luta corporal e o marido conseguiu roubar a arma do comandante do 19ª Batalhão de Polícia Militar (Copacabana), coronel Ronald Santana, que tentava apartar a briga. Os outros agentes revidaram e houve correria.
O comandante foi ferido na perna e levado para o Hospital Copa D'Or. Outro policial foi ferido e levado para o Hospital Central da Polícia Militar (HCPM), no Estácio, Zona Norte. Rufino também foi ferido na perna e levado para o Hospital Municipal Miguel Couto, na Gávea, Zona Sul. Ele permanece sob custódia no hospital, pois foi preso em flagrante. Ele foi autuado em flagrante pelos crimes de tentativa de homicídio e agressão contra mulher, enquadrado na Lei Maria da Penha.
Durante a confusão, também foram feridos uma criança de 7 anos, dois jovens de 15 e 20 anos, uma mulher de 43 e uma senhora de 60 foram atingidos. As vítimas foram encaminhadas para os hospitais Municipais Miguel Couto e Souza Aguiar, no centro.
Rosilene de Azevedo, 37, disse que Rufino tinha bebido demais e tentou enforcá-la por ciúmes na frente dos dois filhos do casal. Ela reclamou da truculência policial. O caso foi registrado na 12ª Delegacia de Polícia (Copacabana).

A Polícia Militar informou, em nota, que os oito PMS envolvidos na ação foram ouvidos e tiveram suas armas apreendidas para perícia. As vítimas hospitalizadas serão ouvidas assim que receberem alta médica.