domingo, 30 de novembro de 2014

Viatura do BPRv é atacada a tiros em Niterói


Um intenso tiroteio assustou motoristas que passam pela Rodovia Amaral Peixoto, no Fonseca, em Niterói, na manhã deste domingo. Segundo informações do 12º BPM (Niterói), uma viatura do Batalhão de Polícia Rodoviária (BPRv) foi atacada a tiros na altura do Morro da Caixa D'água. Policiais faziam patrulhamento no local, quando bandidos começaram a disparar em sua direção. A PM informou que foi solicitado reforço de policiais do 12º BPM que estavam próximo ao local. Segundo a assessoria de imprensa da corporação, não houve feridos e, até o momento, não foram detectados danos à viatura.

sábado, 29 de novembro de 2014

TRÊS POLICIAIS MILITARES SÃO MORTOS NO RIO

ROBERTA TRINDADE 

Lotado no 16°BPM, o subtenente Henrique Xavier foi morto na porta de casa, no bairro Suruí, em Magé, na Baixada Fluminense, na noite deste sábado, dia 29 de novembro. Pouco antes, o soldado Diego Santos, lotado na Unidade de Polícia Pacificadora (UPP) Turano morreu ao tentar impedir que criminosos roubassem a moto do irmão, em Vilar dos Teles, em São João de Meriti. O irmão do PM também foi executado pelos bandidos. Ainda na tarde deste sábado, o subtenente Serrão não resistiu e morreu na Unidade de Pronto Atendimento (UPA) de Rocha Miranda, para onde ele foi levado após ser baleado durante assalto na Rua Lajeado. Ele tinha se reformado há dois dias. 
Com isso, chegamos ao número de 263 policiais baleados, de janeiro a hoje. Destes, 76 morreram.

PM troca o comando de 24 batalhões e quatro unidades

Vinte e oito oficiais perderam o comando de batalhões e de unidades da PM. Eles foram exonerados pelo comandante da Polícia Militar, coronel Íbis Silva. As exonerações foram publicadas no boletim da corporação deste sábado. A Polícia Militar confirmou que as mudanças tiveram o aval do futuro comandante da topa, coronel Alberto Pinheiro Neto, que deverá assumir o comando da PM em janeiro. Todos os comandantes, antes de serem nomeados, tiveram seus nomes checados pela Coordenadoria de Inteligencia e pela Corregedoria interna da PM, para saber se respondiam algum procedimento investigativo. Na capital, onze oficiais perderam o comando de batalhões. Entre eles estão os tenentes-coroneis Edison Duarte dos Santos Junior, que deixou o 4º BPM (São Cristóvão), Luiz Henrique Marinho Pires, que foi exonerado do 5º BPM (Praça da Harmonia), Luiz Octávio Lopes da Rocha Lima, que perdeu comando do 9º BPM (Rocha Miranda) e Luiz Carlos Leal Gomes, que saiu do 41º BPM (Irajá). Eles foram substituídos, respectivamente, por Rogério Quemento Lobasso (4º BPM), Ricardo Baker de Souza Faria (5º BPM), Luiz Garcia Batista (9º BPM) e Antônio Marcos Netto dos Santos (41ºBPM).


As mudanças também atingiram o Centro de Formação e Aperfeiçoamento de Praças (CFAP) e o Grupamento de Policia Ferroviária (GPFER). Neste último, o tenente-coronel Osmar Ricardo Matos Melo foi substituído no comando pelo tenente-coronel Luiz Arthur Viana Franco Castro. Já o tenente-coronel Rogério Figueiredo de Lacerda perdeu o cargo de comandante interino do CFAP, mas seu substituto ainda não foi anunciado. Do total de oficiais exonerados, onze foram transferidos para a Diretoria Geral de Pessoal da PM (DGP), mais conhecida no meio policial como geladeira. Entre eles estão os coronéis Almyr Cabral Mendonça e Ramiro Oliveira Campos.

Militar das Forças Armadas morto serviu no Haiti, mas temia favela no Rio

 O cabo Michel Augusto Mikami, de 21 anos, morto na tarde desta sexta-feira com um tiro na cabeça durante patrulhamento no Complexo de Favelas da Maré, no Rio de Janeiro, sabia do risco que corria. Nos últimos dois meses, o soldado foi destacado pelo Exército para atuar no processo de pacificação do complexo. A cada quinze dias, quando voltava para casa em Vinhedo, no interior de São Paulo, ele falava do medo que tinha de retornar ao trabalho.
"Ele falava que não tinha sossego, era tiroteio dia e noite. Um amigo dele havia tomado um tiro dias antes e ele estava com medo de voltar. Ele sabia o risco que ele estava correndo", diz a prima Isabela Moreira. O soldado iria para casa novamente na próxima terça-feira. Ele é o primeiro militar das Forças Armadas morto desde o início do plano de pacificação de favelas que originou as UPPs (Unidades de Polícia Pacificadora). O soldado foi baleado na cabeça durante patrulhamento de rotina na Vila dos Pinheiros, no Complexo de Favelas da Maré, e morreu a caminho do Hospital Central do Exército; antes ele foi atendido na Unidade de Pronto Atendimento (UPA) da Vila do João. Mikami servia no 28º Batalhão de Infantaria Leve, localizado na cidade de Campinas (SP). Mikami sempre quis servir o Exército e almejava seguir carreira até alçar postos de comando. Em novembro do ano passado, ele embarcou para servir na Missão de Estabilização das Nações Unidas no Haiti (MINUSTAH) por seis meses. A experiência e o contato com a extrema pobreza eram descritas pelo soldado como transformadoras. "Ele se impressionou como a frequência como as pessoas adoecem lá por causa da qualidade da água", diz a prima. Na casa onde o soldado morava com os pais, o clima era de incredulidade com a morte tão precoce de Mikami. "Estamos todos transtornados, parece que ainda não caiu a ficha", diz Isabela. A mesma sensação é compartilhada por amigos e parentes na página que deixam mensagens de despedida na página do Facebook do soldado; colegas de Exército o chamam pelo apelido de "japa". 
O corpo do soldado será enterrado na tarde deste sábado no Cemitério Municipal de Vinhedo, no interior de São Paulo. Até a noite desta sexta-feira ainda não havia informações sobre o translado do corpo do Rio para São Paulo. 
O vídeo abaixo mostra o momento em que o soldado foi socorrido após ser baleado.

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sexta-feira, 28 de novembro de 2014

Morre militar do Exército baleado na cabeça durante tiroteio na Maré


Morreu o militar do Exército baleado na cabeça durante tiroteio nesta sexta-feira na Vila dos Pinheiros, uma das comunidades que compõem o complexo de favelas da Maré, na Zona Norte do Rio. De acordo com a Força de Pacificação, o cabo Michel Augusto Mikami foi ferido por volta das 13h40min, durante uma ação de patrulhamento. Ele foi levado à UPA da Vila do João e transferido ao Hospital Central do Exército, em Benfica, também na Zona Norte, mas não resistiu aos ferimentos. Suspeitos de envolvimento com o tráfico de drogas, durante troca de tiros no início da tarde desta sexta-feira, balearam o cabo do Exército, e atacaram um blindado da Força de Pacificação. O condutor do veículo chegou a perder o controle durante uma manobra e bateu no meio-fio, provocando a queda do tanque em um canal. 
 O militar servia no 28º Batalhão de Infantaria Leve, localizado na cidade de Campinas (SP). Em nota, o Exército Brasileiro se solidarizou com a perda e informou que está prestando todo o apoio necessário aos familiares da vítima.

Bandidos usam mata como esconderijo e exibem armas no morro do Juramento

Mais dois policiais militares são baleados no Rio

Dois policiais militares foram baleados, na tarde desta sexta-feira (28), em pontos diferentes do Estado do Rio de Janeiro. O caso mais grave é de um agente lotado no 12° BPM (Niterói) alvejado no braço na comunidade da Grota, no bairro São Francisco, Zona Sul de Niterói. Ele foi encaminhado para o Hospital Estadual Azevedo Lime, no Fonseca, e até o fechamento da matéria estava sendo operado. A PM realiza buscas na região atrás dos criminosos. 
Já o segundo agente, do 9º BPM (Praça Seca), foi atingido por estilhaços de bala na Comunidade São José Operário, localizada na Praça Seca, Zona Oeste do Rio. Não há informações sobre o estado de saúde. Com estes dois militares baleados, sobe para 11 o número de policiais atingidos nesta semana. 

Militar do Exército é baleado na cabeça no Complexo da Maré

Um militar do Exército foi baleado na cabeça, na tarde desta sexta-feira, no Complexo da Maré, conjunto de favelas na Zona Norte do Rio. No momento em que foi atingida, segundo informações iniciais, a vítima estaria abastecendo um caminhão no Centro de Preparação de Oficiais da Reserva (CPOR), na Avenida Brasil, que funciona como base da Força de Pacificação da Maré. Os autores do disparo fugiram. Até o momento, a equipe da Comunicação Social da Força de Pacificação ainda não foi localizada para se manifestar.

Quatro pessoas foram presas e granadas, coletes e dinheiro apreendidos na Comunidade do Jordão


Agentes do Comando de Operações Especiais (COE) da Polícia Militar, da 41ªDP (Tanque) e da 32ªDP (Taquara) estão realizando desde o início desta sexta-feira uma megaoperação na Comunidade do Jordão, em Jacarepaguá, na Zona Oeste. Houve confronto e uma pessoa foi ferida e levada para o Hospital Municipal Lourenço Jorge, na Barra da Tijuca. Numa área de mata, foram encontrados três pessoas mortas. Até o momento os policiais prenderam quatro suspeitos e apreenderam um menor. Além disso, os PMs do Batalhão de Operações Policiais Especiais (Bope), BPChoque, Batalhão de Ações com Cães (BAC) e Grupamento Aéreo Marítimo (GAM) e do 18ºBPM (Jacarepaguá) apreenderam quatro pistolas, uma réplica de fuzil, colete a prova de balas, camisas da polícia, drogas, duas granadas, celulares e dinheiro, que não foi contabilizado, também foram recuperados pelos PMs. Os presos e os materiais apreendidos foram encaminhados para a 41ªDP. Por conta da operação policial, duas escolas e duas creches da rede municipal de ensino estão fechadas. Com isso, de acordo a Secretaria Municipal de Educação, 1.410 alunos estão sem aulas. Já a Secretaria de Estado de Educação afirmou que todas as suas unidades estão funcionando normalmente.

Atacado a tiros, blindado das Forças Armadas cai em canal no Complexo da Maré

JORNAL EXTRA

Um blindado da Força de Pacificação caiu num canal na Avenida 2, na localidade conhecida como Conjunto Esperança, no Complexo da Maré, Zona Norte do Rio, nesta sexta-feira, após ser atacado a tiros por traficantes. Ninguém ficou ferido. Segundo a assessoria de imprensa da Força de Pacificação, durante o tiroteio, o motorista do tanque de guerra fez uma manobra e bateu no meio-fio. Com isso, acabou caindo. Depois do confronto, ninguém foi preso. Houve apreensão de um radiotransmissor.

Traficantes das facções CV e ADA disputam o controle da venda de drogas na Favela da Linha há quatro dias.

PM estoura ‘acampamento do tráfico’ na mata
A guerra travada por traficantes rivais pelo controle da venda de drogas nas bocas de fumo na Favela da Linha, em Rio do Ouro, São Gonçalo, ainda assusta moradores da região. Na madrugada de ontem, um novo confronto foi registrado na localidade. O clima no bairro ainda é tenso. Pela manhã, a Polícia Militar realizou intervenção nos principais acessos à comunidade. Houve registro de troca de tiros, mas sem informações de feridos. O comandante do 7º BPM (São Gonçalo), coronel Fernando Salema, disse que a região está ocupada pela PM por tempo indeterminado. Um veículo blindado (Caveirão) está posicionado na principal entrada da favela. As ações policiais tomaram as matas da comunidade. Segundo o coronel, homens do Grupamento de Ações Táticas (GAT), do batalhão de São Gonçalo, realizaram buscas com o objetivo de encontrar novos acampamentos usados por traficantes. O coronel Salema disse ainda que a intervenção nos acessos à comunidade teve apoio de policiais do 12º BPM (Niterói), por ordem do comandante do 4º Comando de Policiamento de Área (CPA), coronel Luiz Eduardo. Desde a última segunda-feira, após um fim de semana de intenso confronto na região, a PM realiza buscas na região, com o intuito de achar corpos de criminosos mortos na guerra do tráfico. 

Até quarta (26) , três corpos foram encontrados. As vítimas, um adolescente de 17 anos, um homem de 33 e outro sem identificação, seriam criminosos da localidade. Outro suspeito, também sem identificação, morreu em confronto com a PM.

quinta-feira, 27 de novembro de 2014

Polícia prende homens que aparecem em vídeo afirmando que mataram policial

Um vídeo com 58 segundos de duração, postado no Youtube na segunda-feira, chamou a atenção da polícia ao mostrar um grupo de jovens, que seria da Cidade Deus, usando uma carteira de identidade para consumir drogas. O documento que aparece dobrado — e cheio de skank, segundo um dos homens —, pertenceria a um policial morto por ele. Aparentando estar sob o efeito de entorpecentes, o suspeito é bastante irônico: "Aqui o cana que nós pegou (sic)", diz, mostrando a identidade. Um outro rapaz aparece em cena e diz que a meta do grupo é matar policial. A dupla, que durante a gravação não se importou em mostrar o rosto, acabou presa e identificada por participação no vídeo. Eles vão responder por incitação ao crime.


Os dois foram encaminhados para a 32ª DP (Taquara). Renan Alves Mendes da Silva, de 18 anos, foi preso nesta quarta-feira em flagrante, por roubo. O outro, que é menor de idade, foi detido por receptação. Outro dois jovens que aparecem no vídeo também foram identificados e responderão por incitação ao crime. Segundo a Polícia Civil, a identidade que eles mostram em cena seria de um dos jovens. Um dos suspeitos chama o suposto policial morto de vacilão. O outro diz enfático: "PM bom é PM morto. O bagulho é esse. Nossa meta é matar polícia, milicia. Vai morrer polícia, vai morrer bandido e o crime não vai acabar".

Sargento da Marinha é preso com arsenal de armas e munição do tráfico


O sargento da Marinha Jerônimo Ronaldo Severino Pereira, 42 anos, foi preso, nesta quinta-feira, por policiais da 6ª DP (Cidade Nova). Na garagem de sua casa, em Padre Miguel, foram encontrados 10 fuzis, duas metralhadoras, nove pistolas e mais de 20 mil balas de diferentes calibres. O material pertence ao tráfico de drogas da comunidade Vila Vintém. O arsenal estava na garagem da casa do sargento, escondido em tonéis, em um fundo falso.

Parentes e amigos protestam durante enterro de PM


Vestidos com camisas brancas com a palavra “Basta” em vermelho, parentes e amigos protestaram contra a morte do soldado Anderson Sena Freire. A manifestação foi realizada nesta quinta-feira (27), no Cemitério Jardim da Saudade, em Mesquita, na Baixada Fluminense. Eles estenderam bandeiras com as frases “Direitos Humanos tem sangue nas mãos” e “Humanos direitos sem direito de viver”. 
Sena levou um tiro na cabeça na quarta-feira quando patrulhava a Avenida Brasil. Na altura de Guadalupe, no subúrbio, a viatura foi atacada por traficantes que seguiam em um carro. O soldado morreu na hora. Parceiro de Sena, o soldado Bruno de Moraes, levou um tiro no ombro e está internado no Hospital Albert Schweitzer, em Realengo, na zona oeste. 

quarta-feira, 26 de novembro de 2014

Traficantes da Vila Aliança desesperados com ação da polícia na comunidade

Viatura policial é atacada e PM morre com tiro na cabeça

Um policial morreu e outro ficou ferido após uma viatura do batalhão de Irajá (41 BPM) ser atingida por tiros, na madrugada desta quarta-feira (26), em Guadalupe, na zona norte do Rio de Janeiro. O soldado Anderson Senna Freire foi atingido na cabeça. Ele foi levado para o Hospital Albert Shweitzer, em Realengo, mas não resistiu aos ferimentos. O outro policial ferido, o soldado Bruno de Moraes, de 31 anos, foi atingido no ombro. 
 

terça-feira, 25 de novembro de 2014

Dez pessoas são presas durante operação policial na Vila Aliança


Uma operação policial terminou com nove pessoas presas e um menor apreendido nesta segunda-feira (24) na Vila Aliança, Zona Oeste do Rio. De acordo com a polícia, drogas e armas foram apreendidas e veículos roubados foram recuperados. 
A operação contou com a ação do 14º BPM (Bangu) e de agentes da Coordenadoria de Recursos Especiais (Core) da Polícia Civil. Ela teve como objetivo combater o tráfico de drogas na região. 
Os dez detidos foram levados para a sede da Core na Cidade da Polícia Civil. De acordo com a corporação, os presos serão indiciados pelos crimes de tráfico de drogas, associação para o tráfico, porte de armas, e receptação. 
Em nota, a Polícia Civil informou que entre os materiais apreendidos estavam quatro fuzis, três granadas, farta munição, radiocomunicadores, um tonel com cocaína, além de diversos tabletes da mesma droga e de maconha. Conforme o comunicado da Polícia Civil, os presos são Jeferson Dias Lino, o “Robacena”, André dos Reis, o “Dedé”, Glaiton Alexandre Pereira de Oliveira, o “Cafezinho”, Tiago Ferreira dos Santos, conhecido como “TH” ou “Bob Cabeção”, Thiago Dejair Munir da Silva, o “Dentinho”, Carlos Alberto Cezar da Silva, o “Pezão”, Marcos Aurélio Almeida Santana, o “Peladinho”, Jefferson Jackson Santos da Silva, o “Nêgo”, e Maurício Menezes Pereira, o “Cotonete”. Contra André também foram cumpridos mandados de prisão por tráfico e associação para o tráfico de drogas.

PM é encontrado morto em Bangu

ROBERTA TRINDADE
Lotado na Unidade de Polícia Pacificadora (UPP) da Vila Kennedy, o soldado Ryan Guimarães Procópio foi encontrado morto no porta-malas do seu carro - um Honda Fit -, na Rua Vigilante Fortunato, em Bangu, na Zona Oeste do Rio, no final da noite desta segunda-feira, dia 24 de novembro. 
O PM havia sido levado horas antes por criminosos durante o roubo de seu carro para o interior da Favela Vila Aliança. Equipes do 14°BPM e do Batalhão de Operações Policiais Especiais (Bope) vão realizar uma incursão no local.

Aluno do CFAP morre na Rio-Teresópolis


O aluno do Centro de Formação e Aperfeiçoamento de Praças (CFAP) Rafael Antônio Matias Souza morreu durante acidente de trânsito na Rio-Teresópolis. 
As informações foram confirmadas pela assessoria da Polícia Militar na tarde desta segunda-feira (24). O fato ocorreu durante à madrugada. 
 Ainda segundo a PM, outras duas pessoas ficaram feridas. Uma delas seguia internada no Hospital de Saracuruna, Duque de Caxias, na Baixada Fluminense. Não há informação sobre a gravidade dos ferimentos. Segundo as investigações, o aspirante voltava de uma viagem à Itaperuna, no Noroeste Fluminense. Todos os feridos também são estudantes do CFAP. O caso será apurado pela 143ª DP (Itaperuna).

domingo, 23 de novembro de 2014

Traficante tinha telefone de coronel preso


Preso há mais de um mês acusado de receber propina para liberar traficante detidos, o coronel Dayzer Corpas, ex-comandante do 17º BPM (Ilha do Governador) tenta, na Justiça, provar sua inocência. Entretanto, essa não é a primeira vez que Corpas é acusado de envolvimento com o tráfico. Em 2006, quando comandava o Grupamento Especial de Policiamento do Complexo Penitenciário de Bangu, o oficial foi investigado depois que seu nome e o número de seu telefone foram encontrados na agenda do celular de um traficante preso na Vila Kennedy. Na ocasião, foram presos os ex-soldados Ednaldo Souza Costa e Michel de Menezes, que integravam o Serviço Reservado da unidade. Os dois foram flagrados em escutas telefônicas passando informações para José Givaldo Marques dos Santos, o Piu, integrante do tráfico da Vila Kennedy. 
Em 24 de março de 2005, Piu foi preso e seu celular, com o número de Corpas, apreendido. Os praças foram expulsos da corporação e, em 2009, condenados por associação para o tráfico. Já o então major Corpas foi alvo do Inquérito Policial Militar (IPM) 10836/06. Intimado a depor no procedimento, Michel de Menezes afirmou que “o major Corpas conhecia pessoalmente Piu” e que o traficante “fora apresentado a Corpas durante uma atividade esportiva da unidade em um Clube Campestre de Campo Grande”. 
Em depoimento, Corpas alegou que “não se recordava de ter sido apresentado pessoalmente a Piu” e que “não sabe como o ID de seu Nextel fora incluído no celular de Piu”. O relatório do IPM conclui que “além do fato do número do ID do Nextel do major Corpas, nenhum outro fato compromete o oficial”. O procedimento foi arquivado a pedido do Comando-Geral. Procurado, o advogado do coronel, Michel Asseff Filho, afirmou que não tinha conhecimento do caso. 
Corpas foi preso no dia 9 de outubro em casa, no Jardim Guanabara, bairro nobre da Ilha do Governador. Ele e outros 15 PMs do batalhão respondem por extorsão mediante sequestro e roubo majorado. Os PMs são acusados de terem aceitado R$ 300 mil para liberarem dois traficantes durante abordagem no dia 16 de março. Três fuzis também foram roubados e revendidos aos bandidos. Segundo a denúncia do MP, Corpas foi beneficiado com R$ 40 mil da quantia conseguida com o sequestro dos traficantes Atileno Marques da Silva, o Palermo, e Rogério Vale Mendonça, o Belo, no dia 16 de março. O depoimento de um policial delator também revelou que o batalhão recebia pagamentos regulares do tráfico de drogas do Morro do Dendê, na Ilha. Segundo o relato, o policial “ouviu dizer no interior do 17º BPM que o coronel Corpas recebe aproximadamente de R$ 120 mil a R$ 150 mil, sendo que esta receita seria exclusivamente proveniente do tráfico de drogas do Dendê”.

quarta-feira, 19 de novembro de 2014

Fotos encontradas no celular do traficante Palermo do TCP da Serrinha

No dia 16/11, o  9° BPM fez incursão no Morro da Serrinha em Madureira prendendo quatro suspeitos de tráfico de drogas, sendo dois menores e apreendendo dois fuzis AR-15. Um dos maiores é o traficante Palermo  apontado pela polícia como braço direito do traficante Lacoste, outro palerma que vem a ser chefe da venda de drogas na Serrinha. No celular do bandido foram encontradas fotos que foram anexadas ao seu processo, Abaixo algumas delas.





Policiais militares que fazem hora extra na Supervia reclamam de atraso na gratificação


PMs que fazem hora extra em estações da SuperVia, pelo Programa Estadual de Integração na Segurança (Proeis), estão na bronca com o atraso no pagamento das gratificações. A última vez em que eles viram o dinheiro foi, segundo a PM, em 27 de outubro, quando saiu a bonificação referente a agosto. A corporação alegou que a SuperVia não repassou os recursos de setembro e outubro. 
 A SuperVia informou que o pagamento das gratificações relativas a setembro e outubro será feito até o fim deste mês. Em setembro, segundo a Polícia Militar, 135 PMs fizeram horas extras para a empresa. Em outubro, esse número foi de 93. Desde setembro, o policial pode escolher onde quer trabalhar pelo Proeis.

segunda-feira, 17 de novembro de 2014

Depoimentos revelam que dois tenentes forjavam recebimento de produtos no Hospital da PM

JORNAL EXTRA


Dois depoimentos de testemunhas à Subsecretaria de Inteligência da Secretaria de Segurança (Ssinte) e ao MP revelaram como a entrega de material médico ao Hospital Central da PM (HCPM) era forjada. Segundo os relatos, dois tenentes lotados na unidade assinavam as notas de recebimento dos produtos, mesmo quando o material não era entregue ou quando uma quantidade menor do que a acordada em contrato chegava à unidade. 
Os dois oficiais — um deles lotado no setor de almoxarifado e o outro, no de obras e manutenção — já foram identificados no inquérito. A fraude possibilitava que, mesmo sem a entrega dos produtos, a nota fiscal chegasse à Diretoria de Administração e Finanças (DGAF), que autorizava o pagamento ao fornecedor. 
O coronel Alberto Borges, ex-chefe da Diretoria Geral de Saúde da PM (DGS), revelou, que as compras fraudulentas, alvo da investigação, “partiam do Fuspom e passavam pelo Estado-Maior Administrativo”. Segundo o oficial, o processo natural de aquisição partia da unidade de saúde, passava pela DGS e era encaminhado à área de finanças, que autorizava o pagamento pelo Fundo Único de Saúde da PM (Fuspom). Segundo o coronel Alberto Borges, os processos passavam pelo Estado-Maior Administrativo, comandado por Ricardo Pacheco.
Segundo o coronel Alberto Borges, os processos passavam pelo Estado-Maior Administrativo, comandado por Ricardo Pacheco. No esquema fraudulento, de acordo com Borges, o processo de compras partia diretamente do gestor do fundo, sem conhecimento do diretor da unidade de saúde. Por isso, seria necessário que alguém operasse dentro do hospital para fraudar a chegada dos produtos. Na época das compras investigadas, o gestor do Fuspom era o coronel Décio Almeida da Silva, exonerado em setembro. Já quem chefiava o Estado-Maior Administrativo era o coronel Ricardo Pacheco, que deixou o cargo na semana passada. — O coronel Décio reportava-se diretamente ao coronel Pacheco quase diariamente. Eu os via se relacionando de maneira muito próxima. Por isso, acredito que o Décio reportava a ele os processos que administrava — disse Borges.

sexta-feira, 14 de novembro de 2014

Coronel Wolney Dias assume a Corregedoria da Polícia Militar


O coronel Wolney Dias, que até semana passada estava à frente do 4º Comando de Policiamento de Área (CPA), é o novo corregedor da Polícia Militar. O nome do oficial foi publicado na última quarta-feira no Boletim Interno da corporação. Ele foi convidado pelo comandante interino da PM, coronel Ibis Silva Pereira, e entre os desafios de Wolney está a sindicância que apura a fraude e o desvio de R$ 16 milhões de verbas dos hospitais da PM por quatro oficiais. Ele ainda será responsável por aproximar a Corregedoria da PM de outros órgãos, como a Subsecretaria de Inteligência da Secretaria de Segurança, a Corregedoria Geral Unificada (CGU) e de entidades da sociedade civil. 
 Wolney Dias e sua equipe terão carta branca para fiscalizar o trabalho dos policiais nas ruas e verificarão também se os direitos dos policiais, como a concessão de férias e de folgas, estão sendo cumpridos, conforme o regulamento da PM. 
 Wolney disse que, na última sexta-feira, deixou o comando do 4º CPA e foi para o Departamento de Gestão de Pessoal (DGP) até aceitar convite para assumir a Corregedoria. “Recebi o convite do comandante enquanto estava no DGP e resolvi assumir esse novo desafio”, disse o comandante, que está há 31 anos na Polícia Militar. O comandante deixou o 4º CPA e deu lugar ao coronel Luiz Eduardo Freire, que estava lotado no BPRv. Três dias após a saída de Wolney do 4º CPA, 15 homens armados com fuzis e pistolas invadiram o Hospital Estadual Azevedo Lima (Heal), no Fonseca, em Niterói, para resgatar Johnny Luís da Silva, acusado de tráfico de drogas pela polícia. A escolta do acusado era de responsabilidade do 41º BPM (Irajá). O caso também deverá ser apurado por Wolney.

QUANTOS POLICIAIS SÃO MORTOS POR DIA ?

Comentário sobre a Polícia Brasileira
Marcos Do Val conseguiu salvar o áudio da fala do comentarista da CBN e da Globo, Alexandre Garcia, onde ele faz um excelente comentário a respeito da notícia que saiu na imprensa falando que a polícia no Brasil matou em 5 anos mais que a polícia americana matou em 30 anos (LEIA A REPORTAGEM). Ele foi muito feliz em sua fala, vale a pena ouvir e compartilhar para toda a sociedade!

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Sargento da Polícia Militar é assassinado dentro de casa


O sargento da Polícia Militar Dourival Martins de Vasconcelos, de 42 anos, foi morto a tiros na madrugada desta sexta-feira (14), em Maricá. Segundo informações da PM, cerca de cinco homens, armados com pistolas e fuzis, invadiram a residência do policial, no bairro Itaipuaçu, e o assassinaram. 
 Durante a fuga dos criminosos, um vizinho da vítima acabou sendo sequestrado pelo bando e foi liberado logo em seguida. O corpo do policial foi levado para o Instituto Médico Legal (IML) de Tribobó. O caso foi registrado na 82ª DP (Maricá), onde será investigado. Histórico - Terceiro Sargento da Polícia Militar, Vasconcellos, ou Vasquinho, como era chamado por seus companheiros de farda, era lotado no 12º BPM (Niterói). O policial trabalhava no Serviço de Inteligência (P-2), do batalhão.

segunda-feira, 10 de novembro de 2014

Bando invade hospital e resgata traficante em Niterói

Antes do resgate, criminosos assassinaram um policial militar em São Gonçalo e em seguida roubaram seu carro


Roseli Barcelos, de 41 anos, esposa do subtenente Celso Ilício de Oliveira, morto pelos bandidos que resgataram na madrugada desta segunda-feira o traficante Jhony Luiz da Silva, o Bebezão, segue internada no Hospital Estadual Alberto Torres, em São Gonçalo, na Região Metropolitana. Ela foi atingida por um tiro no abdômen e foi operada para a retirada da bala. Segundo a Secretaria de Estado de Saúde, seu estado é considerado estável. O policial militar de 54 anos, que era lotado no 5ºBPM (Praça da Harmonia), foi morto na Rua Expedicionário Iraci Luchina, no bairro de Santa Luzia, quando foi deixar seu cunhado após uma pescaria. Ao perceber que o subtenente estava com a arma entre as pernas, os bandidos atiraram matando Celso Ilício na hora. Segundo a Polícia Militar, ainda não há informações sobre a data do sepultamento. 
Para o resgate de Bebezão, os cerca de 15 bandidos utilizaram o carro do policial assassinado, e mais dois veículos. Os criminosos levaram 25 minutos para a realizarem toda a ação dentro do Hospital Estadual Azevedo Lima, em Niterói. Eles foram em diversas enfermarias até localizarem o Bebezão. Na saída, os bandidos roubaram pertences de pacientes e funcionários da unidade hospitalar.

sexta-feira, 7 de novembro de 2014

Comandante da PM estuda o fim do rancho para por mais policiais nas ruas

Coronel Ibis, que assume interinamente até janeiro, vai reforçar estrutura de combate aos casos de corrupção
Na sua primeira entrevista coletiva depois de ser escolhido para assumir interinamente o comando da Polícia Militar, o coronel Ibis Silva Pereira, de 51 anos, que em janeiro passa o cargo ao coronel Alberto Pinheiro Neto, defendeu na tarde desta sexta-feira um estudo para por fim aos ranchos nos quartéis e, assim, aumentar o efetivo da corporação nas ruas. A alimentação da tropa seria substituída por tíquetes-refeição. Ibis revelou, ainda, que até janeiro tem a missão de fazer um grande diagnóstico da PM, aprimorando, principalmente, os mecanismos internos de combate aos casos de corrupção de praças e oficiais. 
O coronel anunciou também uma série de medidas internas para preparar o terreno para o novo comandante, como as revisões do estatuto e do regulamento disciplinar da PM, o reforço do trabalho da corregedoria interna e até mudanças nos conselhos de justificação e disciplina, responsáveis por julgar os policiais flagrados em desvio de conduta. A prioridade é deixar a PM mais transparente e rápida no combate às denúncias de corrupção. 
Os recentes casos de desvio de conduta no comando da PM teriam contribuído para a queda do coronel José Luís Castro, que foi exonerado na quinta-feira. — Minha missão até a chegada do coronel Alberto Pinheiro Neto será elaborar um grande diagnóstico da Polícia Militar. Precisamos modernizar a Polícia Militar, suas estruturas e instalações físicas. Internamente, notamos que os marcos regulatórios da PM são anteriores à Constituição Brasileira de 1988. A PM precisa ficar mais eficiente, prestando serviços com mais qualidade. Queremos uma corporação mais ágil e humanizada — disse o coronel Ibis, durante coletiva no QG da PM.

Chefe do tráfico no Alemão é libertado após habeas corpus


O chefe do tráfico no Complexo do Alemão, preso em setembro foi solto. Edson Silva de Sousa, conhecido como Orelha, deixou a cadeia nesta quinta-feira (6), beneficiado por um habeas corpus concedido pelo desembargador Fernando Antônio de Almeida, da 6ª Câmara Criminal. 
Esse mesmo desembargador já havia concedido alvará de soltura para outros presos da operação Urano, só que o Ministério Público entrou com um novo pedido de prisão preventiva para todos os presos na operação, em setembro deste ano, que foi aceito por uma juíza da 25ª Vara Criminal do Rio. Todos estavam presos por associação criminosa e por tráfico de drogas no Complexo do Alemão. 
O Ministério Público se surpreendeu ao saber que o chefe do tráfico havia sido solto antes mesmo de ser verificado o pedido de prisão preventiva. A quadrilha comandada por Edson Silva de Sousa desestabilizava todo o processo de pacificação no conjunto de favelas do Alemão e fazia ataques em retaliação à polícia. Em um desses ataques, no dia 28 de abril, criminosos incendiaram ônibus e carros em um dos acessos à comunidade, bem próximo ao Comando de Polícia Pacificadora.

Dois PMs são baleados em tiroteio no Alemão

Dois policiais da Unidade de Polícia Pacificadora (UPP) do Conjunto de Favelas do Alemão ficaram feridos durante uma troca de tiros com criminosos, às 16h30 desta sexta-feira (7). Os PMs feridos foram levados para o Hospital Getúlio Vargas, na Zona Norte do Rio. 
 Segundo informações da Coordenadoria de Polícia Pacificadora (CPP), um dos policiais foi baleado no braço e outro foi atingido no abdômen. Ainda segundo a CPP, os PMs estavam em patrulhamento, quando foram recebidos a tiros por criminosos. O Alemão recebeu reforço de equipes policiais de outras UPPs e do Bope para tentar encontrar os suspeitos que conseguiram fugir.


Policial de UPP é baleado em tiroteio na Rocinha

Um PM foi baleado, na manhã desta sexta-feira, enquanto fazia patrulhamento de rotina na favela da Rocinha, na Zona Sul do Rio. De acordo com a Coordenadoria de Polícia Pacificadora (CPP), o agente foi atingido de raspão no ombro e socorrido para o Hospital Central da Polícia Militar (HCPM). Ele foi medicado e passa bem. Ainda segundo o CPP, a ação ocorreu quando um grupo de homens armados disparou contra os PMs, na região da Rua 1. O policiamento foi reforçado na região e ações de varredura estão sendo realizadas em busca dos suspeitos. 


quinta-feira, 6 de novembro de 2014

Operação Amigos S.A. tenta encontrar provas de lavagem de dinheiro em casas de oficiais da PM

O GLOBO 
Vinte e seis mandados de busca e apreensão estão sendo cumpridos em imóveis de policiais militares investigados pela Operação Amigos S.A., na manhã desta quinta-feira, por agentes do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco), do Ministério Público do Rio, e da Subsecretaria de Inteligência da Secretaria de Segurança Pública, com o apoio da Corregedoria-Geral da Polícia Militar. A ação faz parte das investigações, deflagradas no dia 15 de setembro deste ano, que apuram o envolvimento de seis oficiais que atuaram no 14° BPM (Bangu), entre eles, o ex-comandante de Operações Especiais da PM, coronel Alexandre Fontenelle, com esquema de lavagem de dinheiro. 
Na ocasião, 26 policiais militares do 14º BPM (Bangu) acusados de cobrar propina de comerciantes, empresários e ambulantes na Zona Oeste do Rio. Nesta quinta-feira, os mandados estão sendo cumpridos em endereços comerciais e residenciais de oito investigados: coronel Alexandre Fontenelle; major Carlos Alexandre de Jesus Lucas; major Nilton João dos Prazeres Neto; capitão Rodrigo Leitão da Silva, capitão Walter Colchone Netto, major Edson Alexandre Pinto de Góes, capitão Diego Soares Peixoto e o terceiro sargento Wallace Heiser. Segundo a Secretária estadual de Segurança, o sargento Heiser não estava entre os investigados pela Operação Amigos S.A., mas foi apontado como um dos sócios do coronel Fontenelle em várias empresas. 
Também estão sendo apuradas a compra de imóveis e a abertura de empresas com o dinheiro obtido ilegalmente. Entre os imóveis investigados estão uma casa de luxo em Búzios e dois apartamentos, no Grajaú e em Jacarepaguá, que estavam em nome da mãe de Fontenelle, da irmã e dos oficiais - major Lucas e capitão Colchone. 

CÚPULA DA PM É INVESTIGADA 
Devido às prisões feitas com base nas investigações da Amigos S.A., o comandante-geral da Polícia Militar, coronel José Luís Castro Menezes, e os oficiais da mesma patente Paulo Henrique de Moraes e Ricardo Coutinho Pacheco, respectivamente chefes do Estado-Maior Operacional e do Estado-Maior Administrativo da corporação, estão sendo investigados pela 2ª Promotoria junto à Auditoria da Justiça Militar. Isso porque, em depoimento que contou com o benefício da delação premiada, um dos policiais capturados na operação disse ter tomado conhecimento de que a cúpula da PM recebia R$ 15 mil por mês de cada um dos 41 batalhões do estado. Os 26 PMs presos responderão a inquérito por associação criminosa armada. Se forem condenados, receberão penas que variam de dois a seis anos de reclusão. Promotores também querem que o grupo pague indenizações por danos morais à Polícia Militar.

Beltrame vai trocar o comando geral da Polícia Militar

REVISTA VEJA

Diante dos seguidos escândalos de corrupção envolvendo oficiais e a crise de segurança nas áreas ocupadas pelas UPPs, José Mariano Beltrame bateu o martelo e vai trocar o comando geral da Polícia Militar em janeiro.
Para o posto de José Luís Castro o escolhido é o coronel Alberto Pinheiro Neto, ex-comandante do Bope, e que há um ano é o chefe de segurança da Globo.
Beltrame chegou a enviar um email para o diretor-geral da emissora, Carlos Henrique Schroeder, pedindo a liberação de seu funcionário.
Pinheiro Neto aceitou o convite, mas fez algumas exigências: uma delas, para que as promoções de oficiais que aconteceriam em dezembro fossem adiadas e reavaliadas.
O substituto de Pinheiro Neto na Globo também já está escolhido. Será o ex-agente federal André Aldgeire, que coordenava a segurança do Grupo X, de Eike Batista.

terça-feira, 4 de novembro de 2014

Ministério Público denuncia o jogador Adriano por tráfico de drogas




O atacante Adriano voltou a se envolver com problemas policiais. Neste terça-feira, o Imperador foi denunciado pelo Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro por associação ao tráfico e também por tráfico de drogas. A informação é da "ESPN Brasil". A denúncia foi baseada em uma investigação policial por conta de uma moto que o atacante teria comprado para um traficante da Vila Cruzeiro, comunidade em que Adriano nasceu e foi criado. Caso seja condenado, o jogador, de 32 anos, pode ser preso por até 15 anos. Adriano foi denunciado por tráfico de drogas e associação ao tráfico.
A moto comprada por Adriano, de 600 cilindradas, em 2007, foi colocada em nome da mãe do traficante Paulo Rogério de Souza Paz, o "Mica", que seria amigo de Adriano. Segundo o promotor que fez a denúncia, o Imperador não terá mandato de prisão expedido neste momento, porém, ele terá seu passaporte recolhido para evitar alguma possibilidade de fuga. Adriano vinha negociando com um clube da 2ª divisão da França. Adriano foi revelado pelo Flamengo em 2000. Após passagem sem muito brilho no clube carioca, o jogador foi vendido para a Inter de Milão. No clube italiano, o atacante viveu grande fase e chegou à seleção brasileira, disputando a Copa do Mundo de 2006. Após alguns problemas fora de campo, Adriano retornou ao futebol brasileiro. O seu melhor momento no país foi em 2009, quando foi artilheiro e campeão do Brasileiro pelo Flamengo. Com histórico de lesão e novas polêmicas extra-campo, o jogador está sem jogar futebol desde o fim da Libertadores deste ano, quando atuou pelo Atlético-PR

Pente-fino nos contratos da PM

Jornal O Dia

O rombo provocado pela máfia da saúde já ultrapassaria mais de R$ 20 milhões. “Com base na sequência de matérias do DIA vamos fazer uma devassa nos contratos”, afirmou Jonas Lopes. O envolvimento de oficiais no esquema está sendo investigado pela corporação, a Subsecretaria de Inteligência, da Secretaria de Segurança, e o Grupo de Atuação Especial do Combate ao Crime Organizado (Gaeco), do Ministério Público. Quatro analistas do Tribunal de Contas do Estado (TCE) vão passar um pente-fino nos contratos da Polícia Militar na área da saúde dos últimos cinco anos. A inspeção especial foi determinada pelo presidente da Corte, Jonas Lopes. Como revelou com exclusividade a Coluna Justiça e Cidadania, a compra para o Hospital Central da Polícia Militar, por R$ 4,4 milhões, de 75 mil litros de ácido peracético — usado para esterilizar material cirúrgico — sequer foi recebida, o valor foi pago pela PM. 
De acordo com Jonas Lopes, a inspeção na PM começa amanhã e o relatório deve ser feito daqui a 15 dias. O pagamento de todas as compras de material médico-hospitalar é custeado pelo Fundo de Saúde da Polícia Militar (Fuspom). O fundo é bancado por militares que têm desconto de 10% do soldo e de mais 1% para cada dependente. 
A contribuição não é obrigatória. Porém, todos os órgãos do estado têm que prestar contas ao TCE com compras a partir de R$ 1 milhão. “Essa é a regra, mas também vamos apurar quanto o Estado completa os recursos do Fuspom. De qualquer forma, as compras são feitas com a estrutura do Estado. Será analisado contrato por contrato”, anunciou Lopes. 
A base do trabalho dos técnicos do TCE pode resultar em ações de improbidade administrativa contra os oficiais da PM no Ministério Público do Estado. “Os responsáveis podem ser obrigados a devolver o dinheiro desviado aos cofres públicos, pagar multa, ficar inelegíveis por oito anos e até ser demitidos da função pública. Há ainda, na esfera criminal, os crimes contra a lei de licitação”, explicou Lopes. 
No epicentro das fraudes estão os hospitais da corporação no Estácio e em Niterói. As investigações revelam o desaparecimento de itens que vão de lençóis a aparelhos de ar-condicionados. Os tentáculos das fraudes são tão grandes que foi detectado o sumiço de 8.823 kits de curativos. A compra foi de R$ 1,3 milhão, mas o que está no estoque não passa de R$ 764 mil. 

Fornecedoras também serão investigadas 
As quatro empresas que fornecem material médico-hospitalar para PM também serão investigadas pelo TCE. A principal delas é a Medical West Comércio de Produtores Médicos Hospitalares Ltda, que não entregou os 75 mil litros de ácido peracético, mas recebeu o pagamento de R$ 4,4 milhões. “Se houver irregularidades cometidas pelas fornecedoras, elas podem ser consideradas inidôneas e ficarem proibidas de participar de licitação com o Estado”, explicou o presidente do TCE, Jonas Lopes. 
A Medical West tem outros contratos com o Estado, inclusive, com o Corpo de Bombeiros. “Já estão sendo examinados os contratos na área da saúde na PM que estão aqui. Agora, os técnicos vão na corporação. É importante ressaltar a responsabilidade das empresas. Em depoimentos, oficiais já revelaram que uma das técnicas usadas no esquema fraudulento era pegar ‘carona’ em licitações feitas por outros órgãos. 
Foi assim com a Medical West. É a chamada adesão por tomada de preço, sem licitação. Os processos finalizados não eram enviados ao Tribunal de Contas do Estado, órgão fiscalizador, como determina a Resolução 244/2007. Apesar dos valores milionários de material médico-hospitalar negociados pelo Fuspom faltaram medicamentos oncológicos e até de Novalgina no Hospital Central da PM, Estácio.

segunda-feira, 3 de novembro de 2014

Agente de trânsito é condenada a indenizar juiz por dizer que magistrado 'não é Deus'


Uma agente de trânsito do Rio de Janeiro foi condenada a indenizar um juiz por danos morais. O juiz João Carlos de Souza Correa havia sido parado durante uma blitz da lei seca sem carteira de habilitação e com o carro sem placa e sem documentos.  Para o juízo da 36ª Vara Cível do Rio de Janeiro, a agente Lucian Silva Tamburini agiu de forma irônica e com falta de respeito ao dizer para os outros agentes “que pouco importava ser juiz; que ela cumpria ordens e que ele é só juiz não é Deus”. Na mesma hora, o juiz deu voz de prisão à agente por desacato, mas ela desconsiderou e voltou à operação. O juiz apresentou queixa na delegacia. A Justiça determinou que a agente pague indenização de R$ 5 mil ao juiz, que atua no 18º Juizado Especial Criminal, zona oeste da capital do Estado. O caso aconteceu em 2011. O processo, inicialmente, tinha como réu o juiz e não a agente, que pleiteava indenização por danos morais, sob o argumento que o magistrado queria receber tratamento diferenciado. Para a juíza Mirella Letízia, que julgou o caso na Vara Cível, a policial perdera a razão ao ironizar uma autoridade pública e determinou o pagamento de indenização. A agente recorreu da decisão, mas a condenação foi mantida pela 14ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro (TJ-RJ). "Em defesa da própria função pública que desempenha, nada mais restou ao magistrado, a não ser determinar a prisão da recorrente, que desafiou a própria magistratura e tudo o que ela representa", disse o acórdão. O juiz beneficiado com a ação já foi investigado pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ) por decisões polêmicas de casos fundiários em Búzios. Ele também já deu voz de prisão a uma jornalista que havia denunciado irregularidades praticadas pelo magistrado.

Processo 0176073-33.2011.8.19.0001
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