sábado, 26 de dezembro de 2015

Subsecretário e coordenadores da Seap pedem exoneração

Um desentendimento entre o então subsecretário geral de Administração Penitenciária, Maurício Santos de Moraes, e o secretário Erir Costa Filho gerou, pelo menos, oito trocas de cargos na pasta. O estopim seria o fato de o diretor do presídio Lemos Brito ter impedido o acesso de agentes do Serviço de Inteligência. Moraes pediu para sair na manhã desta sexta-feira. Em solidariedade, outros diretores de unidades e de segurança seguiram o mesmo caminho. No lugar de Moraes assume o secretário Adjunto de Gestão Operacional, Sauler Antônio Sakalen.

Procurada, a Secretaria de Estado de Administração Penitenciária (Seap) afirmou que todos os cargos já foram substituídos e o sistema está "dentro do controle e da normalidade". "A Seap informa, ainda, que as medidas tomadas pelo secretário são administrativas e não há crise no sistema", ressaltou, em nota.



quarta-feira, 23 de dezembro de 2015

Policiais não vão receber abono de Natal

A crise financeira do estado não afetou apenas os salários dos servidores. Pela primeira vez desde 1994 os policiais do Rio não vão receber cestas e nem quantia em dinheiro como abono de Natal. Pelo menos até ontem o estado não havia distribuído o benefício aos mais de 50 mil policiais — 40 mil militares e 11 mil civis.

Ano passado, o governo estadual depositou R$ 100 na conta de cada policial militar e distribuiu cestas aos policiais civis. A Seap (Secretaria de Administração Penitenciária) também não entregou cestas aos 3.500 agentes. Até agora apenas os bombeiros receberam um cartão, no valor de R$ 130, o mesmo que em 2014.

A tropa está indignada. “Até agora, nada. As cestas começaram a ser distribuídas em 1994 e com o tempo foram diminuindo até serem dadas em cartão, com uma certa quantia. A que ponto chegamos”, reclamou um PM, que prefere não se identificar. Policiais civis também não estão nada satisfeitos. “Não recebemos absolutamente nada até agora. As coisas estão muito complicadas no estado, em todos os sentidos”, lamentou um agente, que também não quis divulgar seu nome.

terça-feira, 22 de dezembro de 2015

Operação Black Evil: PMs do Bope presos acusados de ligação com o tráfico


Policiais militares do Batalhão de Operações Especiais (Bope) QUE foram presos, após investigações feitas pelo comando do Bope e pela Corregedoria da Polícia Militar (CI/PMERJ). Maicon Ricardo Alves da Costa, conhecido como o “Preto 1″; André Silva de Oliveira, o “Preto 2″; Raphael Canthé dos Santos, o “Preto 3″ e Rodrigo Meleipe Vermelho Reis, além de Silvestre André da Silva Felizardo, o “Corinthians”, lotado atualmente no 15ºBPM (Duque de Caxias), eles são acusados de passar para traficantes informações sobre operações do batalhão.

A ação, denominada “Operação Black Evil”, contou com o apoio do Grupo de Atuação Especial e Combate ao Crime Organizado (GAECO) do Ministério Público e a Subsecretaria de Inteligência (SSINTE).

De acordo com as investigações, entre os meses de agosto e dezembro deste ano, os cinco policiais semanalmente recebiam propinas de traficantes em trocas de informações sobre operações do Bope nas comunidades Faz quem Quer, em Rocha Miranda; Covanca, Jordão e Barão, em Jacarepaguá; Antares, em Santa Cruz; Vila Ideal e Lixão, em Duque de Caxias; Complexo do Lins, no Méier e Complexo do Chapadão, em Costa Barros. Os valores recebidos pelos PMs variavam entre R$ 2 mil e R$ 10 mil por comunidade. As investigações também apontam que os policiais negociavam com traficantes armas apreendidas durante as operações.

Exoneração a jato na Alerj

Três dias antes de ser preso, acusado de integrar quadrilha de militares que ‘vendia’ ações do Batalhão de Operações Especiais (Bope) para traficantes, o terceiro-sargento André Silva de Oliveira, o Preto 2, foi nomeado pelo presidente da Assembleia Legislativa, Jorge Picciani (PMDB), para a Superintendência Militar da Alerj. O cargo durou pouco. Ele nem tomou posse, já que estava atrás das grades e foi exonerado na sexta-feira mesmo. A proximidade com os criminosos era tanta que ele e outros cinco policiais ligavam até para dizer só ‘bom-dia’ ou ‘boa-noite’. O policial preso gostava do PMDB. Ele fazia a segurança do prefeito de Nova Iguaçu, Nelson Bornier. 

POLICIAL MILITAR FICA PRESO 10 DIAS POR NÃO PORTAR DOCUMENTO DE CELULAR

segunda-feira, 21 de dezembro de 2015

Hospital Geral da PM sofre com falta de termômetro e refeição para pacientes

No Hospital Central da PM, no Estácio, faltam equipamentos básicos. Segundo um médico da corporação, a emergência não tem nenhum oxímetro (aparelho que mede a saturação de oxigênio), e faltam equipamentos para medir pressão e até termômetros. Na última sexta-feira, 25 pessoas — o ex-chefe do Estado-Maior Administrativo, Ricardo Pacheco, o ex-diretor de Finanças, Kleber Martins, e o ex-gestor do Fundo de Saúde da PM, Décio Almeida — foram acusados de desviar R$ 16 milhões do Fundo Único de Saúde da PM, o Fuspom.

— Faltam compressas, seringas de 3ml e até receituário no Setor de Pronto Atendimento. Tem cirurgia sendo suspensa por escassez de alguns itens. A infraestrutura também é sucateada, há setores com gambiarras em ventiladores e aparelhos de ar-condicionado que não refrigeram. E já aconteceu de ter procedimento suspenso porque o elevador não funcionava — contou o militar.

Internada após dar à luz, a mulher de um subtenente confirmou a falta de material e remédios. Lembrou que, durante seu parto, na quinta-feira, o médico precisou de um item e não obteve.

— A enfermeira teve que ir procurar e ele ficou falando que queria trabalhar e não tinha material. Faltam remédio e até açúcar para o suco. A única coisa que vejo são policiais se desdobrando para exercer funções que nem são suas — desabafou.

Sem funcionários terceirizados, policiais ajudam na alimentação dos pacientes
Outro médico do Hospital Central da PM, confirmou que há déficit de profissionais e desvio de função na unidade.

— Trabalhamos com três escalas extras, uma para emergência, uma para triagem e uma de sobreaviso. Há técnicos de enfermagem e praças tendo que cumprir escala adicional no rancho. E, para piorar, recebemos um comunicado que devemos ficar disponíveis de 21 de dezembro a 2 de janeiro. E se a minha escala de sobreaviso bater com uma da rede estadual? — questiona o médico.

No fim de semana, os policiais tiveram que se virar em mais uma função. Por falta de pagamento, funcionários da empresa terceirizada responsável pelo preparo da alimentação dos pacientes internados na unidade entraram em greve e os praças foram para o fogão.

Ao meio-dia, como a refeição ainda não havia sido distribuída, acompanhantes começaram a comprar quentinhas na rua. Era 12h30m quando os praças começaram a subir com a comida para levar para os pacientes.

— O pessoal está de greve e estamos segurando essa aí— disse um dos soldados.

Coronel da PM preso foi escolhido para investigar esquema no qual é acusado de fazer parte.

Segundo a denúncia, o ex-chefe do Estado-Maior Geral Administrativo da PM coronel Ricardo Pacheco, apontado como chefe do esquema, determinou a abertura de uma Comissão de Auditoria Administrativa “sob o pretexto de demonstrar uma aparente preocupação em apurar as irregularidades e responsabilizar os supostos envolvidos nas fraudes”, após desconfiança de oficiais médicos. Pacheco, então, nomeou o coronel Kleber Martins, ex-diretor de Finanças da PM, para conduzir as investigações. No entanto, ele também é, segundo a denúncia do MP, “um dos principais líderes da malta e envolvido nas fraudes aquisitivas”. Os dois coronéis estão entre os 11 oficiais presos no Batalhão Especial Prisional (BEP), em Niterói.

A investigação que levou à prisão dos oficiais, além de 11 empresários, uma ex-funcionária civil da PM e um funcionário da Secretaria estadual de Governo, foi realizada pelo Gaeco em parceria com a Subsecretaria de Inteligência da Secretaria de Segurança. Segundo a denúncia, o grupo fez do “Quartel General da PM um verdadeiro ‘balcão de negócios’ e a sede administrativa da organização criminosa, um QG de tratativas criminosas”.


Coronel Ricardo Pacheco é apontado pelo Ministério Público como o chefe do esquema 

Deputado quer CPI

Dez dias antes da operação Carcinoma ser deflagrada pelo Ministério Público, o deputado Iranildo Campos (PSD) já havia enviado um requerimento de informação ao comando da Polícia Militar pedindo dados sobre os valores creditados no Fuspom de janeiro até agora.
Por causa de suspeitas de irregularidades, o parlamentar pediu ainda informações sobre processos licitatórios e também quais produtos foram entregues.

Quando acabar o recesso, Iranildo vai propor que a Assembleia Legislativa instale uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) para investigar a Saúde da PM e também do Corpo do Bombeiros. Ele acredita que os militares estão sendo tratados de forma desumana.

— Os policiais militares têm me procurado para relatar o caos na saúde. Precisamos investigar para que os recursos tenham a destinação correta e para darmos condições de atendimento adequadas aos policiais e também a seus familiares — disse o deputado estadual, que é sargento aposentado da Polícia Militar.

GRAVE DENÚNCIA: 8º BPM, UM BATALHÃO SOMBRIO

E-MAIL RECEBIDO 



O Comando e principalmente o Sub-Cmt, estão cobrando geral e intimidando a tropa para apreender os veículos irregulares e não dá trégua... a ponto do responsável pelo Pátio Norte (depósito público municipal de veículos apreendidos de Campos), ligar para as guarnições e saber; "o que tem para mim ai colega..." essas cobranças foram feitas de forma aberta mesmo, até no rádio jogaram essa determinação, e que se não chegassem aos números de apreensões determinadas, seriam passíveis de responder DRD (Documento de Resposta e Defesa). 
Esse é o quadro companheiros, estamos a mercê de algo sombrio que que não é transparente para nós. 
Prova dessa intimidação foi a transferência de 17 colegas daqui para outro batalhão sem qualquer critério... foi transferido Sub Ten, 2º Sgt ... 3º ...mas o batalhão esta cheio de Soldados modernos. (BOL PM que consta a transferência, paginas 27 e 28. observem que também foram transferidos colegas do 29º BPM - Itaperuna, aproveitaram o mesmo Bol, colegas que também foram perseguidos lá em Itaperuna pelo Comando do 6º CPA) 
E pior disso tudo é que, estamos sendo vigiados por um grupo de supervisores (que deveriam ser Oficiais) que são Sub-Ten e que levam tudo que ocorre do serviço para o Sub Comandante, esses Sub Tenentes são responsáveis em indicar aqueles que não estão cumprindo as metas de apreensão de veículos e estão sendo visados para futuras transferências. Uma coisa muito triste e que nunca ví ocorrer neste batalhão. 
Aqui quem está mandando no quartel são os Sub-Ten supervisores, que passam por cima da sala de Operações e também do Fiscal de Dia...(mesmo se o Fiscal for mais antigo). 
Parece um terror, uma ditadura! O clima é dos piores possíveis... Já tentei conversar com os colegas para denunciarmos, mas o medo é enorme.. os Sub estão sendo mais temidos que os Oficiais Superiores do Batalhão. Peço que os companheiros divulguem essa situação no SOS, se possível. Nos ajudem através do blog, que os Praças tenham conhecimento e que isso chegue ao conhecimento de Bombeiros e Policiais, que o próprio Comando saiba de nossa denuncia.



sexta-feira, 18 de dezembro de 2015

Décimo terceiro: servidor pode optar por empréstimo ou parcelamento

O GLOBO 
Um decreto publicado pelo governo estadual, nesta sexta-feira, permite que servidores possam receber a segunda parcela do décimo terceiro por meio de um empréstimo bancário. O estado depositou quinta-feira o equivalente a 20% do vencimento. Segundo o secretário estadual da Casa Civil, Leonardo Espíndola, os funcionários que quiserem receber os 80% correspondentes ao pagamento de uma única vez poderão fazê-lo numa instituição financeira credenciada pelo estado ou no Bradesco, onde o governo paga os salários dos funcionários.

De acordo com o Leonardo Espíndola, aqueles funcionários que não quiserem fazer o empréstimo vão receber o décimo terceiro em mais quatro parcelas.

Ele explicou que cada funcionário terá que aderir a um plano de empréstimo com a garantia de que os juros de 1,93% ao mês será honrado pelo governo. O secretário ainda garantiu que as instituições financeiras vão aceitar conceder crédito mesmo para aqueles funcionários que estão com o nome inscrito em instituições de proteção ao crédito, como o Serasa.

— O pagamento será parcelado. O que o governo do estado está fazendo é facilitando para o servidor público uma taxa mínima para que ele possa captar numa instituição financeira credenciada pela secretaria de Planejamento, onde pode haver a indenização do servidor pelo custo financeiro dessa operação de antecipação do 13º salário — disse Espíndola. — O custo efetivo dessa operação será integralmente quitado pelo estado para que não haja nenhum prejuízo para o servidor público, tanto aposentado, quanto pensionista de todos os poderes.

Ele disse ainda que os servidores que optarem pelo parcelamento receberão ainda um abono correspondente ao pagamento de juros ao mês ao longo de quatro meses:

— Aquele servidor que não quiser antecipar o seu décimo terceiro salário, ele receberá uma indenização em razão do descumprimento do estado, que deveria pagar até dezembro de 2015. E não está fazendo em razão da crise que se abateu sobre o estado. Essas pessoas já receberam a primeira parcela ontem (quinta-feira) e receberão os outros vencimentos em janeiro, fevereiro, março e abril — disse o secretário.

De acordo com o secretário, os servidores de todos os poderes (executivo, judiciário e legislativo) poderão aderir ao plano. Ele afirmou ainda que não sabe se os funcionários do judiciário e legislativo já receberam o pagamento.

— Eu não sei. Acho que os ativos receberam. Mas todos aqueles que não receberam poderão fazer o empréstimo.

O estado estima que ao todo, os empréstimos devem somar cerca de R$ 500 milhões, dos quais o governo poderá gastar R$ 30 milhões com o pagamento de juros.

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Perguntado sobre o risco de a operação ser questionada na Justiça, o secretário negou que possa haver qualquer tipo de irregularidade:

— O que o governo está fazendo é nada mais do que indenizar o servidor que não recebeu o pagamento no prazo indevido. O servidor não tem nenhum prejuízo ao contrair o empréstimo. Todo custo financeiro será custeado pelo estado.


Policial de UPP é baleado durante patrulhamento


Lotado na Unidade de Polícia Pacificadora (UPP) Vila Kennedy, o sargento Mário Sérgio da Silva Faria fazia patrulhamento na favela da Metral, em Padre Miguel, Zona Oeste do Rio, na noite desta quinta-feira, quando foi surpreendido por criminosos armados que realizaram disparos contra a sua guarnição. Ele, que estava em uma viatura com outros policiais, foi atingido por um tiro na testa. Houve confronto no local e os bandidos conseguiram fugir.

O policial foi encaminhado ao Hospital Albert Schweitzer, em Realengo, onde recebeu os primeiros socorros. Ele foi transferido, no início da manhã, para o Hospital Adão Pereira Nunes, em Saracuruna, para ser atendido por um neurocirurgião. 

Presos os acusados de desviar verbas de hospitais da corporação.

Um esquema de corrupção na saúde, que envolve a antiga cúpula da Polícia Militar, foi desmantelado na manhã desta sexta-feira, pelo Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco) do Ministério Público, Subsecretaria de Inteligência da Secretaria de Estado de Segurança (SSINTE/SESEG) e a Corregedoria-Geral da Polícia Militar, com a prisão do coronel Ricardo Coutinho Pacheco, ex-chefe do Estado-Maior Geral Administrativo, no bairro da Taquara, na Zona Oeste. Ele, e outros oficiais, são acusados de desviar verbas de hospitais da corporação.


De acordo com a denúncia, contratos eram feitos com documentos falsos, sem licitações, entre outras irregularidades. Os policiais envolvidos recebiam de 5% a 10% de propina em cima dos valores do contrato. No total são 25 pessoas denunciadas.

Além do coronel Pacheco, mais dez PMs, uma funcionária civil da PM e nove civis foram presos. Estão envolvidos no esquema uma supervisora administrativa do Fundo de Saúde da Polícia Militar (Fuspom), sete empresários, um representante comercial e um lobista. O Tribunal de Contas do Estado (TCE) constatou em inspeção em contratos por amostragem o equivalente a R$ 7,9 milhões em fraudes entre os anos de 2013 e 2014 de verbas do Fuspom.

O coronel Ricardo Coutinho autorizou a compra de 75 mil litros de ácido peracético pelo valor de R$ 4,4 milhões para o Hospital Central da Polícia Militar. No entanto, o material nunca foi entregue pela Medical West Comércio de Produtos Médico Hospitalares Ltda-Me. O oficial também recebia pagamentos de propina no Quartel-General da PM, onde às vezes dormia, e em estacionamentos de churrascarias.

As investigações apontam que a Comercial Feruma Ltda., responsável pela venda de material de rouparia para o Hospital de Niterói, recebeu R$ 2,2 milhões pelo serviço, mas só entregou 25%, o equivalente a R$ 490 mil. Outra empresa foi contratada para fornecer 200 aparelhos de ar-condicionado aos hospitais Central e de Niterói. No entanto, apenas 20 foram entregues, e com qualidade e especificações diferentes do que constavam nas notas fiscais.

Os PMs vão responder por crime de organização criminosa, crime de dispensa de licitação, crime militar de peculato e crime militar de corrupção passiva. Os outros acusados responderão por crime de organização criminosa, dispensa de licitação, corrupção ativa, corrupção passiva e peculato.

quinta-feira, 17 de dezembro de 2015

ATENÇÃO: Para receber o 13º, os servidores terão que assinar um termo de adesão ao empréstimo.

O Bradesco aprovou a concessão de empréstimo para que o governo estadual possa fazer, de uma vez, o pagamento da segunda parcela do décimo terceiro salário dos servidores.

A operação, de R$ 500 milhões, permitirá também o depósito imediato da remuneração dos pensionistas relativa ao mês de dezembro. Este pagamento havia sido transferido para janeiro.

O governador Pezão disse, no início da tarde desta quinta-feira ao 'Informe do DIA', que tentará fazer todos os créditos nesta sexta-feira, 18.

Ontem, o Palácio Guanabara anunciara que, por falta de recursos, o pagamento da segunda parcela do décimo terceiro seria feito em cinco prestações.

A transação com o Bradesco, que é responsável pela folha de pagamento dos servidores, precisa ser aprovada pelos deputados estaduais - o projeto de lei que autoriza o empréstimo será enviado pelo governo ainda hoje para a Assembleia Legislativa.

A negociação entre a Secretaria Estadual de Fazenda e o banco foi revelada na edição impressa do 'Informe' desta quinta-feira, 17.

Para receber o 13º, os servidores terão que assinar um termo de adesão ao empréstimo. Isto poderá ser feito em agências do Bradesco ou pela internet. Apesar da necessidade do documento, a operação de crédito será feita pelo governo do estado, que ficará responsável pelo pagamento dos juros.

Na negociação com o Bradesco, o governo conseguiu uma taxa de juros de 1,4%, semelhante à utilizada em empréstimos consignados.

quarta-feira, 16 de dezembro de 2015

Estado parcela o 13º salário dos servidores em cinco vezes.

COLUNA DO SERVIDOR 

O Estado do Rio vai parcelar a segunda parte do 13º salário em 5 vezes. Segundo o governo do estado, cai nesta quinta-feira o equivalente a um quinto do valor líquido da segunda metade. As demais parcelas estão previstas para os dias 18/1, 17/2, 17/3 e 18/4 de 2016. O valor total a ser desembolsado pelo Governo do Rio é de R$ 723.197.701,75 pagos a 505.371 vínculos.

Conforme o blog antecipou, o governo também não vai pagar a partir desta quinta-feira os benefícios das 90 mil pensionistas. O valor da folha é de R$ 213 milhões. Segundo o Rioprevidência os pensionistas receberão os seus vencimentos de dezembro até o sétimo dia útil do mês de janeiro de 2016, ou seja, dia 12 de janeiro, e não mais entre os dias 17 e 23 deste mês.

Também nesta quinta-feira, serão pagas, integralmente, as pensões alimentícias e judiciais, totalizando R$ 13 milhões

Após escândalo no Bope, PM anuncia mudanças na tropa de elite

Cinco dias depois de uma operação coordenada pelo Ministério Público do Rio tornar público um esquema de corrupção envolvendo policiais do Batalhão de Operações Especiais (Bope), a tropa de elite da Polícia Militar do RJ, a corporação anunciou mudanças na unidade. O efetivo do batalhão será reduzido e as operações especiais redefinidas.

A primeira medida tomada pelo comando-geral da Polícia Militar foi a transferência de 60 policiais do Bope para outros batalhões. A transferência dos agentes foi publicada no Boletim da Polícia Militar desta terça-feira (15).

Em nota divulgada nesta quarta-feira (16), a PM informou que a medida faz parte de um processo de reestruturação da unidade. Segundo a PM, o grupo transferido vai atuar em Batalhões com carência de efetivo e mais próximos de suas residências.
No comunicado, a PM afirmou que os transferidos não têm relação com o escândalo investigado pelo Ministério Público. A PM disse que a operação colaborou com o início do processo de reestruturação do Bope, porém, destacou que ele já estava previsto.

Na mesma nota, a corporação enfatizou ainda ter “confiança total no BOPE, Unidade de Elite da Corporação que, em 2015, através de suas operações, prendeu e retirou de circulação as principais lideranças do tráfico no Rio de Janeiro”.

Operação Black Evil
Na manhã do dia 11 de dezembro, quatro policiais militares do Bope foram presos suspeitos de receber propina de traficantes. Na casa de um quinto policial, preso três dias depois de deflagrada a operação, foram encontrados R$ 70 mil em dinheiro.

Segundo a denúncia do MP, entre os meses de agosto e dezembro deste ano, os policiais investigados receberam propina de traficantes de uma facção criminosa em troca de informações sobre operações realizadas pelo Bope nas comunidades Faz quem Quer, Covanca, Jordão, Barão, Antares, Vila Ideal, Lixão, Conjunto de Favelas do Lins e Conjunto de Favelas do Chapadão. O grupo ainda negociava com traficantes armas apreendidas em outras ações para uso da quadrilha.
A operação do MP, batizada Black Evil, contou com a colaboração da Corregedoria da Polícia Militar e do Batalhão de Operações Especiais (Bope), a tropa de elite da PM do Rio.
A investigação começou há cinco meses, depois que algumas operações do Bope não deram certo. O próprio batalhão começou a desconfiar do vazamento de informações.
“A gente estava desenvolvendo algumas operações que a gente percebia que não tinham qualquer tipo de resultado. Aí chegava na comunidade e simplesmente era notório que tinha sido avisado, né. A gente não observava qualquer tipo de movimentação, nem daqueles que são responsáveis eventualmente por avisar via rádio ou soltar fogos. Enfim, não havia qualquer tipo de sinalização de presença de marginais. Então, a partir daí, a gente começou a perceber que alguma coisa estava errada e que a gente precisava buscar o que estava acontecendo para que a gente encontrasse aquele quadro antagônico ao que era esperado”, contou o comandante do Bope, tenente coronel Carlos Eduardo Sarmento.

Foi feito um trabalho de inteligência para tentar identificar quem eram esses policiais militares corruptos. De acordo com o MP, esses PMs passavam informações privilegiadas sobre operações do Bope que estavam para acontecer. Além disso, os policiais também negociavam com os traficantes armas que tinham sido apreendidas em outras operações e até mesmo as fardas da tropa.

A propina variava entre R$ 2 mil e R$ 10 mil por comunidade. O esquema acontecia em dez locais diferentes.

“Essa quadrilha que usava o Batalhão de Operações Especiais para vazar as informações e também passar tranquilidade para os traficantes, dizendo 'ó, tá tudo tranquilo, fica tranquilo', deixando eles bem à vontade. Então, não era só vazar a operação, mas também passar tranquilidade”, destacou o subscretário de Inteligência da PM, Fábio Galvão.
Segundo o MP, cada policial militar fazia parte de um grupo diferente do Bope. “Existia um policial militar, que não estaria mais no Bope mas que teria cooptado outros policiais militares, um de cada equipe do Bope, porque o Bope tem quatro equipes que trabalham de 24 por 72 horas, para que houvesse o vazamento diário de informações que favoreciam a facção criminosa Comando Vermelho”, explicou a promotora Angélica Glioche, do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (GAECO) do Ministério Público.

Foram presos, no dia da operação, Maicon Ricardo Alves da Costa, André Silva de Oliveira, Raphael Canthé dos Santos e Silvestre André da Silva Felizardo. Já Rodrigo Mileipe Vermelho Reis, que estava fora do país no dia em que foi deflagrada a operação, foi preso na segunda-feira (14) após se apresentar ao Bope.

Um processo administrativo disciplinar foi aberto para decidir se os policiais vão ser expulsos da corporação. Entre os crimes citados na denúncia do MP, estão corrupção e a violação de segredo funcional. Segundo a promotora do Gaeco, Angélica Glioche, eles serão citados na Justiça Comum por associação ao tráfico.

segunda-feira, 14 de dezembro de 2015

Marcha até o palácio Guanabara: ESSA CONTA NÃO É NOSSA !

Servidor Público do Estado do Rio de Janeiro, não aceite outros parcelamentos salariais e venha cobrar o pagamento da segunda parcela do 13º salário. Dia 15 de dezembro, às 14 horas nos concentraremos no Largo do Machado para uma marcha em direção ao Palácio Guanabara, queremos ser tratados com RESPEITO! 
Juntos somos fortes e nem um passo daremos atrás, 
Deus está no controle!



PMs não ganharão cestas de fim de ano

O Natal vai ser magro para os mais de 48 mil policiais militares do Rio. Pela primeira vez, os agentes vão ter que usar a criatividade e apertar os cintos para fazer a ceia, já que, às vésperas da data da celebração, nenhum vestígio de cesta de produtos ou vale-compras chegou à mesa dos agentes. E nem deve. Segundo informações dos policiais, não há verba para a compra do benefício, já que o orçamento da corporação com alimentação previsto para 2014 foi estourado com os gastos extras durante a Copa do Mundo. 
Desde o fim de maio até 13 de julho, todo o efetivo da PM e os recrutas recém-formados foram colocados de prontidão para os jogos, para dar conta da segurança da cidade durante o evento, que durou um mês. Neste período, os policiais recebiam lanches durante o expediente, que incluía sanduíches, suco, água, maçã, biscoito, barra de cereal e bolo. O custo extra com os lanches saiu do orçamento anual. 
Nenhum comunicado oficial sobre a falta da cesta de Natal foi feito aos policiais, mas a notícia já corre entre a tropa, que ficou desanimada. “Sempre recebemos cesta, mas ao longo do tempo foi minguando. Há dois anos, foi um vale-compras. Agora, nem sombra disso”, disse um cabo, que pediu para não ser identificado. Ainda segundo o policial, o vale era no valor de R$ 100, que saía no contracheque como auxílio natalino.
“Para a maioria dos policiais faz muita diferença receber essa ajuda no Natal, principalmente para quem tem família grande. Nosso salário já é apertado, e os produtos da ceia estão cada vez mais caros”, comentou um sargento, que é casado e tem três filhos. 
No ano passado, além de produtos tradicionais de uma cesta básica, o benefício que os PMs receberam tinha itens natalinos como frios, pêssego, frango e meio quilo de bacalhau. A distribuição dos kits ocorreu entre os dias 9 e 17 de dezembro para os policiais, mas o aviso foi dado já no boletim do dia 22 de novembro, para que as unidades fornecessem a lista com nomes e identidades de todos os beneficiários. 
Em nota, a assessoria da PM informou que “solicitou à Secretaria de Segurança que viabilizasse os recursos necessários junto à Secretaria de Planejamento e Gestão (Seplag) para a definição dos bônus de fim de ano.” A corporação ainda aguarda uma definição da secretaria. Já a assessoria da Seplag informou apenas que ainda não há resposta sobre o pagamento do benefício. 

Enquanto o problema da ceia da tropa não é solucionado, o Boletim Interno da PM de quarta-feira publicou um convite para uma confraternização natalina restrita a coronéis que ocupam cargos de comandante, subcomandante, chefe, subchefe e diretores de unidade. O almoço será realizado sexta-feira, na Academia de Polícia Militar Dom João VI, em Sulacap.


* Cerca de 1.600 servidores do Tribunal de Contas do Estado (TCE) receberam, na última quinta-feira, um cartão com gratificação natalina de R$ 2 mil. O benefício foi entregue a concursados ativos e comissionados do tribunal. 



Pezão, não seja OMISSO, a guerra civil que vive o nosso Estado tem que acabar.

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PEZÃO, PARE DE MATAR OS NOSSOS POLICIAIS!
71 MORTES DE POLICIAIS MILITARES EM 2015!
As UPPs são uma farsa. Desde a sua implantação até o dia de hoje, centenas de policiais morreram e a paz anunciada pelos governantes não se viu nas ruas e nas comunidades do Rio. A luta do policial contra o crime organizado do Rio de Janeiro é desigual e desumana.
Governador Pezão, se você acha que as UPPs são seguras, então coloque um, dois, ou três de seus familiares para trabalharem ao lado dos nossos guerreiros policiais.
Pezão, não seja OMISSO, a guerra civil que vive o nosso Estado tem que acabar.
Militar também tem família e é cidadão.
Intervenção Federal - RJ JÁ!
Juntos somos fortes
Nem um passo daremos atrás
DEUS ESTÁ NO CONTROLE

Major da PM de São Paulo é morto em assalto na Baixada Fluminense

PMs não receberam o Proeis referente a outubro

Policiais Militares que atuam, nos dias de folga, nas escolas da rede estadual através do Programa Estadual de Integração na Segurança (Proeis) não receberam o pagamento dos dias trabalhados em outubro, que deveria ter sido creditado até o dia 20 de novembro. O problema atinge PMs que trabalham nas escolas da rede em diversos municípios, como Niterói, Queimados, Friburgo, entre outros.

Procurada, a Secretaria de Educação informou que houve um problema na descentralização da verba, que deve ser repassada para a Secretaria de Segurança até o dia 15.

quinta-feira, 10 de dezembro de 2015

PM é encontrado morto dentro de carro na Baixada Fluminense


O subtenente Reginaldo Cândido, que era lotado na Policlínica de São João de Meriti, na Baixada Fluminense, foi encontrado morto a tiros dentro de seu carro, na manhã desta quinta-feira. O corpo do policial militar foi achado próximo de casa, na Rua Bernardino Borges, no bairro Cosmorama, em Mesquita, também na Baixada. Segundo colegas de farda, o militar trabalhava como fisioterapeuta e estava a caminho do serviço quando foi morto.

Polícia prende suspeitos de envolvimento na morte de PM encontrado carbonizado no Chapadão

Servidores do Estado protestam contra salários atrasados e parcelamento de 13º

Inquérito inocenta oficial de roubo

O major Marcelo de Castro Corbage foi absolvido no Inquérito Policial Militar (IPM) que apura o envolvimento de seis PMs no sumiço de R$ 1,8 milhão apreendidos em operação na Covanca, em Jacarepaguá, em junho. Na época, o oficial era subcomandante do Batalhão de Operações Especiais (Bope), onde eram também lotados todos os outros cinco investigados.

A conclusão foi publicada segunda-feira no Boletim Interno na PM. A Corregedoria não constatou indício de crime nem transgressão de disciplina por parte de Corbage, assim como não encontrou crime de competência da Justiça Militar por parte dos outros investigados.

A investigação apontou, no entanto, infração penal comum por parte de dois PMs envolvidos.

Corpo de policial militar é encontrado carbonizado no Chapadão


O corpo do soldado Bruno Christian da Silva Ferreira, de 26 anos, desaparecido desde domingo, foi identificado nesta terça-feira por um irmão do PM, no IML de São Cristóvão. Bruno havia saído para encontrar amigos em São João de Meriti, no mesmo dia, e foi morto por traficantes de drogas. O corpo, carbonizado, estava num acesso ao Morro do Chapadão, na Zona Norte. 

O cadáver, segundo colegas do 41º BPM (Irajá), estava no porta-malas de um Honda Civic, na Rua Eduardo César Machado, no Parque Anchieta. Ao lado do PM havia outro corpo, que ainda não está reconhecido. 

De acordo com testemunhas, o soldado, que estava há quatro anos na corporação, foi a um pagode com amigo perto das comunidades do Castelinho e Bacia do Éden, em São João de Meriti, quando foi capturado por criminosos. A região é dominada pelo Comando Vermelho (CV).

Ele teria sido reconhecido e abordado por bandidos, que o desarmaram e o levaram em direção ao Complexo do Chapadão. Lá, Bruno foi torturado e teria levado pelo menos três tiros na perna.

Segundo a Delegacia de Homicídios (DH) da Capital, que apura o caso, houve perícia de local. Testemunhas estão sendo ouvidas, e agentes realizam diligências em busca de imagens e informações que ajudem nas investigações. Bruno, que deixou uma filha de 2 anos, vai ser sepultado hoje.

sexta-feira, 4 de dezembro de 2015

Servidores públicos fazem protesto contra o parcelamento dos salários



Associação Abmerj 

Governador Pezão, não podemos ser responsabilizados pela falta de previsão em cima dos recursos do Estado. Salário de trabalhador é conta básica de qualquer gestão.

Pague logo o nosso SALÁRIO!!!

Dia 08/12 as 14h na ALERJ, novo Ato na ALERJ contra o parcelamento dos salários.

Juntos Somos Fortes.
Nem um passo daremos atrás.
Deus está no controle.

Deputados questionam investigação do caso de Costa Barros

Deputados saem do presídio no qual estão os PMs que atiraram nos jovens de Costa Barros (Foto: Gabriel Barreira/G1)
Deputados estaduais integrantes de CPIs de segurança pública do Rio de Janeiro ouviram, nesta sexta-feira (4), os quatro policiais que participaram da ação que resultou na morte de cinco jovens em Costa Barros, no Subúrbio do Rio, no último sábado (28). Na versão dos agentes, que estão detidos na Unidade Especial Prisional (UEP), em Niterói, na Região Metropolitana, houve confronto. Ao sair do presídio, os parlamentares apontaram possíveis falhas na investigação.
leia: Portal G1 



A pedido de um major de outro batalhão, capitão teria mandado equipe do 41º BPM recuperar carga roubada

Partiu de um major que presta serviços privados a uma indústria de bebidas a ordem para os quatro PMs checarem a ocorrência que terminou com a morte de cinco jovens fuzilados dentro de um carro, em Costa Barros, no sábado.  O capitão Daniel, do 41º BPM (Irajá), disse em depoimento que estava em casa de folga e recebeu ligação do major Moisés Pinheiro Sardemberg, do 5º BPM (Pr. da Harmonia). Pedia ajuda para recuperar caminhão roubado.

Daniel contou que fez contato com o sargento Márcio Darcy Alves dos Santos, acusado da morte dos jovens, para que ele fosse ao local. Na 39ª DP (Pavuna), o oficial afirmou que o sargento relatou ter sido recebido a tiros e que a carga estava sendo saqueada. O tiroteio foi relatado por outro policial da patrulha. Ele disse que traficantes com fuzis davam cobertura ao saque e que teriam atirado. O policial alegou que o rapaz que viajava no banco do carona do carro dos meninos botou o corpo para fora e atirou. Mas a perícia afirmou que não há indícios de tiros disparados de dentro para fora do veículo.

A Corregedoria Interna da PM instaurou procedimento apuratório e convocou o major e capitão para prestar esclarecimentos hoje. Os oficiais serão transferidos para a Diretoria Geral de Pessoal e deverão ser submetidos a Processo Administrativo Disciplinar.

FIM DA MORDOMIA NA PMERJ


segunda-feira, 30 de novembro de 2015

LUTO: PM é morto durante troca de tiros no Jacarezinho


O policial militar Rodrigo Ribeiro Pinto, de 34 anos, foi baleado durante um tiroteio na comunidade do Jacarezinho, zona norte do Rio, na tarde desta segunda (30). De acordo com a UPP (Unidade de Polícia Pacificadora) da região policiais faziam um patrulhamento na localidade conhecida como Talibã quando bandidos armados atiraram contra ele.

O soldado foi socorrido no Hospital Municipal Salgado Filho, no Méier, zona norte do Rio, mas não resistiu aos ferimentos e morreu.

Moradores da região disseram que houve tiroteio desde o início da tarde. Na noite desta segunda, o policiamento foi reforçado na comunidade pelo Grupamento de Intervenções Táticas das UPPs, por outras unidades da região e pelo 3º BPM (Méier).

Os agentes também realizaram buscas pelos suspeitos na região. O policial militar morto estava na corporação desde 2013, era solteiro e não tinha filhos.

CRISE: Pezão vai parcelar salário e aposentadoria dos servidores do Estado

A crise financeira que afeta o governo do Estado atinge agora os salários dos servidores públicos da administração direta. O Estado decidiu nesta segunda-feira parcelar em duas vezes o pagamento de quase a metade dos servidores da ativa e dos inativos que estavam previstos para serem depositados amanhã e na quarta-feira. A decisão foi anunciada agora à noite em nota conjunta das secretarias de Fazenda e de Planejamento e Gestão e o Rioprevidência após uma reunião realizada à tarde no Palácio Guanabara entre os técnicos dos órgãos e o governador Luiz Fernando Pezão.

PAGAMENTO DOS SERVIDORES DE NOVEMBRO É ALTERADO

 30/11/2015 - 19:59h - Atualizado em 30/11/2015 - 19:59h 

As secretarias de Fazenda e de Planejamento e Gestão e o Rioprevidência informam que os pagamentos relativos a novembro dos servidores estaduais ativos e inativos do Poder Executivo serão feitos em duas etapas. Já o pagamento dos pensionistas não sofreu alteração. Os 90.688 pensionistas já receberam integralmente nas datas previstas no calendário, de 24 a 30 de novembro, de acordo com o número de inscrição.

Os servidores inativos e ativos que ganham até R$ 2 mil líquidos mensais receberão o valor integral do pagamento nas datas previstas, ou seja, nestas terça-feira (1/12) e quarta-feira (2/12), respectivamente. Para aqueles que ganham acima deste valor, o Estado também depositará R$ 2 mil nessas datas e a diferença, até o próximo dia 9. O governador, o vice-governador e os secretários de Estado receberão a totalidade dos seus subsídios até o próximo dia 9/12. Do total dos servidores estaduais, 53% receberão integralmente seus vencimentos nas datas previstas anteriormente e os outros 47% receberão em duas etapas.

Todas as pensões alimentícias serão pagas integralmente nesta terça-feira (1/12) no caso dos inativos, e, nesta quarta-feira (2/12), no caso dos ativos, independentemente do valor da pensão. As 12 entidades da administração indireta com pagamento previsto para hoje (30/11) já receberam seus salários integralmente. O mesmo acontecerá com os servidores do Detran, que terão seus vencimentos depositados nesta terça-feira (1/12), uma vez que o órgão tem receita própria.

Por motivos operacionais, os pagamentos dos inativos podem não aparecer na conta nas primeiras horas desta terça-feira (1/12), mas os valores serão depositados ao longo do dia. Aqueles que optaram pela portabilidade deverão ter o pagamento creditado apenas depois do meio-dia.

A folha de pagamento de novembro representa uma despesa total de R$ 1,9 bilhão, contemplando um total de 505.806 vínculos, sendo 248.419 ativos, 166.699 inativos e 90.688 pensionistas. O total de vínculos é superior ao de pessoas porque há servidores que têm mais de um vínculo com o Estado, principalmente servidores da Educação e da Saúde. Nesses casos, a divisão do pagamento será feita por vínculo.

A nova data estabelecida para a folha de novembro é resultado da queda na arrecadação do Estado, assim como do agravamento da crise econômica do país. O Rio de Janeiro atravessa um momento de graves dificuldades financeiras, provocadas pela forte desaceleração da economia brasileira, a queda nos preços do petróleo e a diminuição da receita com royalties. Somente em outubro, a arrecadação do Estado registrou uma queda real de 16%. A arrecadação com royalties será R$ 6 bilhões menor, em 2015, do que o previsto no início deste ano.

Várias providências foram tomadas para elevar a arrecadação do Estado, com a aprovação de 12 projetos de lei, em apenas nove meses, na Assembleia Legislativa. Essas leis permitiram a geração de R$ 12 bilhões em receitas extraordinárias em 2015.

O Governo do Estado está canalizando todos os esforços na geração de novas receitas, com prioridade total para o pagamento dos servidores ativos e inativos.

PM exonera comandante do 41º BPM


O comando-geral da Polícia Militar do Estado do Rio de Janeiro exonerou na manhã desta segunda-feira (30) o tenente-coronel Marcos Netto, comandante do 41º BPM (Irajá).De acordo com a PM, ele foi afastado em razão da morte de cinco amigos, fuzilados por agentes na região de Costa Barros no sábado (28).
"O comandante geral exonera o tenente coronel Marcos Netto do Comando do 41°BPM, em razão dos últimos lamentáveis acontecimentos envolvendo policiais sob o seu comando que conflitam com as orientações do Comando da Corporação.  A exoneração é resultado do esforço que a Corporação já vinha  desenvolvendo ultimamente no sentido de mudar padrões operacionais de Unidades em áreas conflagradas", diz nota da PM sobre a exoneração.
"Tudo isso será esclarecido com o Inquérito Policial Militar e também no inquérito instaurado na Polícia Civil. Temos a certeza do que eles fizeram e serão responsabilizados por isso, não há dúvida", disse o coronel Marcos Netto.
Ainda segundo a PM, o comando do 41º BPM (Irajá) será assumido pelo tenente-coronel Jorge Fernando de Oliveira Pimenta, que comanda o 32º BPM (Macaé).

PMs presos por morte de jovens no Rio dizem que foram checar roubo

Os policiais militares presos pelo fuzilamento de cinco jovens em Costa Barros, no Subúrbio do Rio, disseram em depoimento que foram checar uma denúncia de roubo de caminhão quando criminosos atiraram contra eles. Para a Polícia Civil, no entanto, essa versão é mentira.
Os quatro policiais estão presos e podem ser expulsos da PM.  O soldado Antônio Carlos Gonçalves prestou depoimento no domingo à tarde. Ele disse que ele, o cabo Fabio Pizza Oliveira da Silva, o soldado Thiago Viana Barbosa e o sargento Marcio Darcy dos Santos foram checar uma denúncia de roubo de caminhão de bebidas na rua José Arantes de Melo, perto do Morro da Lagartixa, em Costa Barros. E que, quando chegaram lá, foram recebidos a tiros. O caminhão estava sendo saqueado.
Ainda de acordo com o soldado Antonio Carlos, dois homens, numa moto, atiraram de fuzil contra os PMs, que revidaram. Em um carro, o carona estava armado e também disparou contra os policiais. Os dois homens na moto conseguiram fugir. Um deles era irmão de Wilton Junior, um dos cinco rapazes mortos. A perícia encontrou a arma citada no depoimento do policial perto dos corpos.
Os quatro policiais militares foram presos em flagrante e levados pro Batalhão Prisional, em Niterói. Três deles vão responder por homicídio doloso, quando há intenção de matar. E todos por fraude processual, por alterar a cena do crime.
O secretário de estado de Segurança, José Mariano Beltrame, condenou a atitude dos policiais. “A ação que esses policiais fizeram é uma ação trágica, indefensável, que transcende qualquer capacitação. É uma demonstração do caráter que eles têm. Desnecessária e exagerada e essas pessoas já estão presas, vão responder criminalmente e administrativamente e acredito que, pelo que está no indiciamento, possivelmente, tem processo todo aí, poderão sem dúvida nenhuma ser excluídos da corporação”, disse o secretário.

Subcomandante do 9º BPM é preso administrativamente


O subcomandante do 9º BPM (Rocha Miranda), major Carlos Ludwig, se envolveu em mais uma confusão. Ele foi preso administrativamente na noite de sábado, por ter participado de festa nas dependências do batalhão, supostamente com consumo de bebida alcoólica. Outros excessos também teriam ocorrido, disseram testemunhas.

Em nota, a PM informou que ‘o comando do 9º BPM abriu uma averiguação sumária e identificou indícios de irregularidades cometidos pelo major Ludwig, que foi preso administrativamente no 27º BPM (Santa Cruz) e será transferido para a Diretoria Geral de Pessoal (DGP). A partir das medidas iniciais tomadas pelo comando do batalhão, será instaurado um procedimento apuratório para esclarecer o fato na sua totalidade’.
Corregedoria Interna da corporação instaurou um Inquérito Policial Militar (IPM) para apurar o fato.


domingo, 29 de novembro de 2015

Cel. Duarte assume comando PMERJ em janeiro

Assumirá o Comando Geral da Corporação, a partir de 4 de Janeiro de 2016, o Coronel PM DUARTE 


Após um ano à frente da Polícia Militar, o Cel. Pinheiro Neto pediu para deixar o cargo. O pedido foi aceito pelo governador Luiz Fernando Pezão e pelo secretário de Segurança, José Mariano Beltrame. Ele será substituído, a partir de quatro de janeiro, pelo Cel. Edison Duarte dos Santos Júnior, que atualmente chefia a Coordenadoria Especial de Assuntos Olímpicos (CEAO), cargo que ocupa desde o início deste ano. 
O Cel. Edison Duarte tem 47 anos e faz parte da Polícia Militar há 25 deles. Ele possui experiência na organização da segurança de grandes eventos. Entre 2009 a 2013, coordenou a preparação e o planejamento da PM para os grandes eventos em especial para a Copa das Confederações FIFA e Jornada Mundial da Juventude, que aconteceram em 2013. No mesmo período, coordenou a gestão de relações institucionais da Polícia Militar com instituições de pesquisa, agências policiais e de segurança pública de outros países. É idealizador e gestor do convênio com o Governo do Panamá e a Polícia Nacional do Panamá, que possibilitou a internacionalização do modelo de Unidade de Polícia Pacificadoras (UPP) auxiliando no diagnóstico, na capacitação de policiais panamenhos e a implantação das duas primeiras Unidades Preventivas Comunitárias (UPC), modelo adaptado das UPP, no Panamá, em 2012 e 2013. 
O militar também possui experiência como observador e atuou em missões na República Dominicana (2003), Rio de Janeiro (2007), Haiti (2008), África do Sul (2009), Israel (2010), Panamá (2012/2013) e Londres 2012.

quarta-feira, 25 de novembro de 2015

Menor de 13 anos é apreendido duas vezes em novembro por tráfico

No dia 7 de novembro, um menor, de 13 anos, estava entre os integrantes da quadrilha presa com o traficante Isaías do Borel, no morro da Tijuca.
O grupo estava com armas, droga e um caderno de contabilidade do tráfico. Quatro dias depois, o menor foi posto em liberdade.
Segunda passada, o garoto foi novamente apreendido, mais uma vez, pelos policiais da UPP do Borel.


segunda-feira, 23 de novembro de 2015

Três policiais militares são baleados em menos de 72 horas

Três policiais militares foram alvos de tiros nos últimos três dias. Desses, dois deles morreram. O último dos casos aconteceu na noite de domingo, no Engenho de Dentro, na Zona Norte. De acordo com o 3º BPM (Méier), o tenente reformado da PM Eduardo Paiva Nogueira da Gama foi assassinado na Rua Adolfo Bergamini, altura da Rua Dias da Cruz, onde parou para comprar pão e, na volta para o carro, foi baleado por bandidos que passavam num veículo na hora. O caso está sendo investigado pela Divisão de Homicídios.

Na manhã de sexta-feira, o sargento Alexandre Murta, que integrava a equipe de escolta do deputado estadual Marcelo Freixo, reagiu à abordagem de criminosos armados quando chegava em sua casa, em Bento Ribeiro, na Zona Norte, e morreu.

Além dos dois mortos, o sargento Nilson de Souza Cardoso, lotado na área de logística do Comando Geral do Quartel General da PM, foi ferido com quatro tiros na noite de sábado, na Penha, também na Zona Norte. O PM estava num bar próximo à esquina das ruas Tenente Araquem Batista e Costa Rica, na altura do conjunto IAPI, quando quatro homens armados entraram no local. Os bandidos usavam uma escopeta e três pistolas.

Ao ver o que estava acontecendo, o PM reagiu. Na troca de tiros, um bandido também foi ferido, mas os criminosos conseguiram fugir. O militar, que estava de folga, foi socorrido e levado para o Hospital Getúlio Vargas, na Penha, onde está em estado grave, porém, estável. O caso é investigado pela 22ª DP (Penha).

sexta-feira, 20 de novembro de 2015

PM segurança do deputado Marcelo Freixo é morto após reagir a assalto na zona norte do Rio

Na manhã desta sexta-feira (20), o segurança do deputado estadual Marcelo Freixo foi morto após reagir a assalto em Bento Ribeiro, zona norte do Rio. Alexandre Murta Fernandes, de 41 anos, foi baleado por criminosos.

Alexandre era lotado do DGP (Diretoria Geral de Pessoal), mas atualmente trabalhava na Alerj (Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro) para o deputado estadual Marcelo Freixo (Psol). Ele estava de folga no momento do crime.
Os bandidos estavam em um carro Fiat Punto preto, quando deram três disparos em direção ao PM. Os criminosos fugiram sem levar nada da vítima.
Alexandre foi para o Hospital Estadual Carlos Chagas, em Marechal Hermes, também na zona norte, onde chegou a passar por cirurgia. O crime será investigado pela Polícia Civil.



quinta-feira, 12 de novembro de 2015

Assédio na UPP: Assembléia quer explicações da PM



Não é convite, é convocação. Foi aprovada, por unanimidade, a convocação de Beltrame. Desta vez, para dar explicações sobre o processo de improbidade administrativa a que responde na Justiça. 

quarta-feira, 11 de novembro de 2015

MP pede que Facebook retire do ar fotos de adolescentes com armas


O Ministério Público Estado do Rio de Janeiro (MPRJ) entrou com uma representação contra do Facebook por Infração Administrativa junto à 1ª Vara da Infância da Juventude e do Idoso da Capital. O MP pede que a rede social retire, em até 10 dias, duas fotos em que crianças e adolescentes aparecem portando armas de fogo.

Em caso de não cumprimento, a empresa pode ser multada em até 20 salários mínimos, ou seja, mais de R$15 mil, como prevê o artigo 247 do Estatuto da Criança e do Adolescente (Lei 8069/90).

O promotor João Carlos Mendes de Abreu ressalta que “o artigo 143 do ECA veda a divulgação de imagens de crianças ou adolescentes aos quais se atribua a prática de ato infracional”. Ele explica que a remoção das fotos tem como fim “proteger a imagem e a intimidade dos juvenis, ao tempo em que evita a estigmatização deles, que são penalmente inimputáveis”.

O MP informou que durante o inquérito policial, o Facebook foi notificado pela Promotoria para retirar as imagens da internet, mas a empresa não teria atendido. 

Promotor atira em desempregado e o disparo não aparece no boletim de ocorrência


Um promotor de Justiça atirou dentro de um bar em Ribeirão Preto, no interior de São Paulo, enquanto perseguia um rapaz que pedia dinheiro na rua. Um boletim de ocorrência foi registrado, mas o tiro disparado por Aroldo Costa Filho não é mencionado e o caso foi arquivado em janeiro deste ano. A vítima contou detalhes do ocorrido para a Rede Record.

Axel Barbosa, de 22 anos, saiu de Serrana (SP) para ir a Ribeirão Preto. Ele havia passado na entrevista e faria o exame de admissão para trabalhar como repositor em um supermercado da cidade. Como estava com fome e sem dinheiro, ele pediu ajuda para uma mulher que saía de uma academia.

— Eu perguntei se ela podia pagar alguma coisa para eu comer. Ela disse que só tinha R$ 4 e perguntou “serve? ”. Eu disse que sim e muito obrigada para ela.

A mulher, Fabiana Barbaça, disse que se assustou com a abordagem e avisou outros alunos da academia sobre o que estava acontecendo. O promotor, que é pai de um dos donos da academia, teria ouvido a conversa e começado a perseguir Barbosa.

Costa Filho encontrou o rapaz em um bar a cerca de 2 km de distância da academia, onde o jovem decidiu gastar os R$ 4 que recebeu de Fabiana. Segundo Barbosa, ele comprou um pastel e um refrigerante, mas não teve tempo de comer.

— Ele apontou a arma para mim e disse para eu levantar.

O jovem contou à Rede Record que foi enquadrado na parede antes de a arma do promotor disparar. De acordo com uma testemunha, o tiro assustou os frequentadores do bar. O promotor estaria muito nervoso e teria dito que Barbosa havia cometido um roubo. O jovem ficou preso por dois dias e nunca mais conseguiu emprego.

O primeiro delegado se recusou a registrar o caso porque o achou inconsistente. Porém, um segundo delegado assinou o boletim de ocorrência, mas não citou o tiro.

O promotor tem fama de xerife em Ribeirão Preto. Segundo a apuração do jornalismo da Rede Record, policiais civis e militares que deveriam ser fiscalizados pelo promotor se reportam a ele com frequência. O promotor foi procurado pela reportagem, mas não respondeu ao contato.

terça-feira, 10 de novembro de 2015

Subten PM Carvalho sofre grave acidente em Maricá

 PM Carvalho  lotado no 25º BPM / Cabo Frio

Um acidente envolvendo quatro veículos no km 37 da RJ- 106 ( Rod. Amaral Peixoto) em Maricá,   deixou uma idosa morta e sete feridos no fim da manhã desta segunda-feira (9). Maria Cecília Muniz, de 77 anos, morreu no momento do acidente. Além do carro onde estava a vítima, os outros três veículos envolvidos no acidente são um carro de passeio que caiu em um barranco, um caminhão, além de um veículo da concessionária de energia Ampla. Dois feridos foram levados para o Hospital Conde Modesto Leal, em Maricá, e dois para o Hospital Alberto Torres, em São Gonçalo. As outras três vítimas foram socorridas pela equipe do Samu.

Juiz não quer mais atuar contra Beltrame


CFS 2006 PMERJ na busca pela ISONOMIA.

Decisão proferida nos autos do agravo de instrumento n.º 0028540-34.2015.8.19.0000
               
Senhores, apresentamos uma decisão proferida nos autos do agravo de instrumento n.º 0028540-34.2015.8.19.0000, o qual teve como relator o Excelentíssimo Senhor Doutor Desembargador NAGIB SLAIBI FILHO, que é presidente da Sexta Câmara Cível do Tribunal de Justiça do Estado do Rio de Janeiro.

OBS.: Lembramos que esse processo foi aquele que a PMERJ foi intimada a juntar cópia dos processos administrativos os quais tiveram questões anuladas, o que não foi feito.

Destacamos alguns despachos :

"...Intime-se por mandado o Senhor Comandante Geral da Polícia Militar, com cópia do recurso, para que prestar informações no prazo de cinco dias úteis, com cópia dos respectivos autos do processo administrativo..."

"...Em face do que se contem no art. 6º, § 1º, da Lei nº 12016/09, com cópias de fls. 22 e do AR lá recebido, expeça-se mandado de busca e apreensão de cópias dos autos administrativos e de intimação do Senhor Comandante Geral para esclarecer porque não atendeu à intimação. Intime-se também a Senhora Procuradora Geral do Estado para ciência e providencias que entender pertinentes. .."
"...Intime-se por mandado, com cópia do requerimento, tanto o Comandante-Geral como o Diretor da Escola respectiva..."

Juntos Somos Fortes e Unidos Imbatíveis.

LEIA A DECISÃO NO BLOG CFS 2006 PMERJ

domingo, 8 de novembro de 2015

Oficial da PM mira em pneu e acerta as costas de passageiro

 Major Carlos Ludwig, subcomandante do 9º BPM 


O bancário Mário Antônio Pereira, de 51 anos, foi baleado nas costas na madrugada deste domingo durante uma blitz da Polícia Militar, na Praça Seca, em Jacarepaguá, na Zona Oeste do Rio. A vítima estaria no banco do carona de um carro e o tiro teria sido disparado por um oficial da PM.

Segundo o coronel Roberto Garcia, o major Carlos Ludwig, subcomandante do 9º BPM (Rocha Miranda), estava comandando uma blitz nesse local durante a madrugada com o objetivo de apreender motos roubadas na região. Durante o patrulhamento, ainda segundo Garcia, um carro furou a blitz, fazendo com que um dos policiais caísse no chão.

— O Ludwig tentou acertar na roda do veículo, mas infelizmente acabou acertando o carona — diz o coronel.

O major foi para a 29a DP (Madureira), onde o caso foi registrado, e, depois, foi encaminhado à 2a Delegacia de Polícia Judiciária Militar (DPJM), onde presta depoimento. Na delegacia, Ludwig foi ouvido e autuado por lesão corporal culposa.

quinta-feira, 5 de novembro de 2015

Cinquenta policiais de UPPs estão em tratamento psicológico, diz PM

Assim como os dois policiais militares acusados de matar o menino Eduardo de Jesus Ferreira, de 10 anos, no Complexo do Alemão, outros 50 PMs lotados em Unidades de Polícia Pacificadora (UPPs) fazem tratamento psicológico. Marcus Vinícius Nogueira Bevitori e Rafael de Freitas Monteiro Rodrigues, lotados na UPP do Alemão, estão afastados das ruas, mas, segundo o comando da PM, nem todos foram suspensos do patrulhamento, "porque o caso não requer impossibilidade de exercer as funções profissionais". Atualmente, 9.543 policiais militares trabalham em UPPs no estado.


Os PMs envolvidos na morte de Eduardo seguem realizando serviços administrativos na UPP desde o dia do crime, em 2 de abril deste ano. Na terça-feira, o delegado Rivaldo Barbosa, responsável pela Divisão de Homicídios (DH), anunciou que os dois não foram indiciados porque ‘‘agiram em legítima defesa e não tinham a intenção de atirar no menino”. O inquérito pede o arquivamento do caso pelo Ministério Público estadual. Rivaldo lembrou que a Polícia Civil recomendou à PM que os dois fossem afastados para tratamento psicológico. A decisão de inocentar os PMs, porém, poderá ser revista pelo MP.

— Tenho que ler o inquérito primeiro para tomar uma decisão — disse o promotor Homero das Neves Freitas, da 23ª Promotoria de Investigação Penal.
Além do inquérito da Polícia Civil, a PM instaurou um Inquérito Policial Militar (IPM) para apurar a morte do menino Eduardo. "Tão logo as investigações sejam encerradas a conduta dos policiais militares será avaliada", afirmou, em nota, o comando da PM.

quinta-feira, 29 de outubro de 2015

Protesto reúne familiares e amigos de PM morto e pede fim da violência


Mais de 300 pessoas, entre familiares e amigos do soldado PM Neandro Santos de Oliveira — morto a tiros ao tentar fugir de uma falsa blitz de traficantes no Complexo do Chapadão, no dia 12 —, fizeram um protesto no final da manhã de quarta-feira em Nova Iguaçu, na Baixada Fluminense. Vestidos com roupas brancas, eles cobravam o fim da violência contra PMs. O corpo dele foi encontrado carbonizado dentro de um carro na Via Light, principal estrada da cidade.

O grupo convocou manifestantes pela Internet na campanha ‘Somos todos Neandro.’ Grávida de quatro meses, a viúva Cristina Custódio estava inconsolável. No fim da manifestação, 63 cruzes foram colocadas na Praça dos Direitos Humanos, cada uma representando policiais militares e civis mortos este ano.

terça-feira, 27 de outubro de 2015

Folga para os PMs quando o RAS não for pago.

 
Representantes do comando da Polícia Militar estiveram, ontem, na Assembleia Legislativa do Rio para explicar denúncias de falta de pagamento das diárias previstas no Regime Adicional de Serviço (RAS) na Operação Verão. Segundo Flávio Bolsonaro (PP) e Wagner Montes (PSD), os oficiais afirmaram que a orientação é dar folga quando a RAS não for paga. Quem não conceder a folga deverá responder disciplinarmente. Os deputados vão oficiar a PM para que informe o número de PMs na operação, quantos tiveram folgas e se algum comandante está respondendo por ter negado folgas. Também vão propor que os PMs recebam verba para as refeições, hoje feitas de forma improvisada até no calçadão.

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Deputados questionam PM sobre gastos da Operação Verão


A Assembleia Legislativa do Estado do  Rio de Janeiro (Alerj) pedirá ao Comando da Polícia Militar informações sobre os gastos da “Operação Verão”, que visa aumentar a segurança nas orlas cariocas. A informação foi divulgada, nesta segunda-feira (26), após audiência dos deputados que acompanham os regimes de trabalho dos servidores de segurança pública.

De acordo com a Alerj, o objetivo da Casa é apurar informações sobre a falta de remuneração dos policiais que cumprem hora extra e trabalham na operação. O comando da PM informou que o orçamento do Estado não estipulou esses gastos.

O presidente da comissão, deputado Flávio Bolsonaro (PP), disse que recebeu reclamações de praças que não recebem o Regime Adicional de Serviço (RAS). “A recomendação do Ministério Público à PM, foi de que todo serviço extraordinário seja remunerado. Hoje, isso fica a critério do comandante de cada unidade, e muitos policiais são mobilizados durante suas folgas e não são compensados depois.” 

Já o gestor de pessoal da Coordenadoria do Programa Estadual de Integração na Segurança (CPROEIS), tenente-coronel Douglas Camargo, afirmou que os serviços-extras do RAS são divididos em dois tipos: voluntários, escolhidos semanalmente pelos próprios policiais, e compulsórios, que só ocorrem em ocasiões extraordinárias, como na Operação Verão e em eventos como Réveillon, carnaval, Rock In Rio ou as Olimpíadas.

Ainda segundo o Camargo, o procedimento padrão da PM hoje é contabilizar as horas trabalhadas a mais pelo policial em um banco de horas para que depois ele tire folgas. A escala de folga dos agentes será gerida pelo comandante de cada unidade. “O policial pode sim requerer essa folga, e a corporação tem mecanismos para fazer que o comandante cumpra sua função.”

Neste ano, a Operação Verão entrou em prática no mês de setembro e, segundo informação divulgada pela Alerj, conta com 500 policiais nos finais de semana. Os servidores têm de oito a doze horas de trabalho.

O tenente-coronel salientou que o pagamento do RAS voluntário conta com o orçamento anual do R$ 84 milhões. Porém, não existe previsão orçamentária para o RAS obrigatório.“É uma questão de gestão de recursos humanos. Se o policial não for tratado com dignidade pelo Estado, ele não dará retorno à população da forma que ela espera.”

 Na audiência, também foi apresentado um vídeo com os policiais da Operação Verão almoçando em marmitas na calçada. O deputado Bolsonaro chegou a questionar a forma como a alimentação é fornecida.

FOI INSTALADA NA ALERJ CPI PARA INVESTIGAR AS MORTES DE POLICIAIS


segunda-feira, 26 de outubro de 2015

Ato pelo fim das mortes de Policiais


Quarta – Feira, dia 28 de outubro, às 10:00 horas da manhã em frente ao Top Shopping (Nova Iguaçu) iremos nos manifestar pelo fim das mortes de Policiais, a situação chegou a níveis insuportáveis, queremos os Policiais VIVOS!
CB Wagner Luis

domingo, 25 de outubro de 2015

Acusado de tráfico é preso fingindo ser PM


O comando do 41º BPM (Irajá) abriu um procedimento para apurar o possível envolvimento de um policial militar lotado na unidade com um homem preso acusado de tráfico de drogas e que se passava por PM. Ao ser levado para a 56ª DP (Comendador Soares), João Marcelo da Silva Meireles contou que as fardas, as armas e até a viatura que ostentava em fotos nas redes sociais eram de uso do tal militar.
De acordo com o registro de ocorrência do caso, João Marcelo foi preso na noite do dia 31 de agosto, no sentido Nova Iguaçu da Via Light, na Baixada Fluminense. Na ocasião, dois PMs da Corregedoria da corporação passaram pelo local e viram o rapaz em luta corporal com Anderson Melo da Silva, próximo a um Space Fox. Eles abordaram a dupla e Marcelo se identificou como policial, embora não tenha mostrado sua identidade funcional.
Com ele, foram encontrados uma réplica de pistola, maconha, cocaína, loló, além de R$ 1.195. Ele contou que todo o material foram apreendido por ele com um traficante no Complexo do Chapadão, na Zona Norte do Rio. Na delegacia, uma taxista contou, em depoimento, que João Marcelo se identificou como policial militar, lhe pediu para parar o veículo às margens da Via Light, entrou na comunidade e voltou com Anderson, dizendo que o homem fazia parte do “tráfico de drogas” da região.

João Marcelo foi indiciado por tráfico de drogas e sua prisão em flagrante foi convertida em preventiva pelo juiz da Vara Criminal de Mesquita. Ele havia passado no concurso para ingressar na PM, no entanto, ainda estava na fase de testes físicos.

terça-feira, 20 de outubro de 2015

Corpo encontrado no Chapadão é do PM Neandro


A Polícia Civil confirmou na tarde desta terça-feira que um dos corpos encontrados no Complexo do Chapadão, na semana passada, foi identificado como sendo do policial desaparecido Neandro Santos de Oliveira. De acordo com informações da polícia, ele foi identificado pela arcada dentária no Instituto Médico Legal (IML) de Nova Iguaçu, na Baixada Fluminense.

*O enterro será amanhã no Cemitério Jardim da Saudade na Sulacap, às 11h da manhã.