sexta-feira, 1 de maio de 2015

Batalhão Especial Prisional (BEP) será desativado

 
A desativação do Batalhão Especial Prisional (BEP), em Benfica, no Rio de Janeiro, acordada entre o secretário Estadual de Administração Penitenciária, coronel Erir Ribeiro Costa Filho, e o comandante da Polícia Militar, coronel Alberto Pinheiro Neto, coloca Niterói em foco. Isso porque, com o fim da unidade prisional especial para policiais, os 231 presos serão transferidos para a Penitenciária Vieira Ferreira Neto, no Fonseca, em Niterói, enquanto os cerca de 250 internos que estão na unidade irão para o Complexo Penitenciário de Gericinó, na Zona Oeste. 
Agentes penitenciários do Vieira Ferreira Neto disseram estar temerosos com a troca. Isso porque, segundo eles, os detentos que hoje estão no Fonseca realizam diversas atividades através da Fundação Santa Cabrini, pertencente ao Governo do Estado. No Ferreira Neto os detentos realizam a confecção de bolsas e outras atividades laborativas, fazendo com que a pena seja reduzida em um dia a cada três trabalhados.
“A maioria dos presos que estão aqui são idosos ou homens com mais de 40 anos de idade. Se saírem, o que farão? É um trabalho de ressocialização e também uma oportunidade que eles têm para ganhar o dinheiro deles”, lamentou um agente penitenciário.
Outro receio dos agentes é sobre possíveis rixas que poderão acontecer dentro da unidade. Segundo a secretaria de Administração Penitenciária (Seap), para receber os presos, a unidade prisional de Niterói passará a ser destinada somente a detentos da área de segurança pública, como policiais civis, militares, rodoviários e federais, assim como agentes penitenciários.
“Virão detentos que têm um grau de periculosidade alto. A estrutura de Gericinó é maior do que a nossa, logo, é preciso estar atento a quem eles mandarão para cá”, disse um outro agente. Segundo a assessoria da PM, a transferência dos detentos deverá ocorrer na próxima semana.
A Seap, responsável pelo gerenciamento da unidade prisional de Niterói e que agregará os novos detentos, foi procurada para dizer se os presos do Vieira Neto darão continuidade a alguma atividade em Bangu, mas até o fechamento desta edição não obtivemos resposta. Além disso, a Seap ressaltou que está sendo analisado o que será feito com o espaço do Batalhão Especial Prisional (BEP).

10 comentários:

  1. VALE A PENA SER POLICIAL MILITAR NO RIO DE JANEIRO?

    O Policial Militar Wagner Proença, lotado no 12º BPM, morreu em serviço por um salário miserável, deixando a esposa e a filhinha de apenas 2 anos numa situação dificílima!

    Soldado da PMERJ tem vencimento abaixo do salário mínimo necessário (R$ 3.186,92). Policiais Militares do Rio de Janeiro deveriam receber salário inicial a partir de R$ 5.000,00 (cinco mil reais) mensais no cargo de Soldado. Um graduado da Polícia Militar deve ter renda mensal superior a R$ 7.000,00 (sete mil reais).

    VOCÊ É O QUE VOCÊ GANHA. Conforme o artigo 7º, inciso VII, da Constituição Federal e o artigo 92, inciso I, da Constituição do Estado do Rio de Janeiro, O MENOR SOLDO NÃO PODE FICAR ABAIXO DO SALÁRIO MÍNIMO vigente, pois O SOLDO É O SALÁRIO DO MILITAR.

    DINHEIRO PARA DAR AUMENTO SALARIAL, O GOVERNO DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO TEM, E DE SOBRA! É um deboche num Estado como o Rio de Janeiro o governador pagar ao Policial Militar um soldo inferior ao salário mínimo vigente, uma quantia miserável! Depois de dedicarem suas vidas à PMERJ, os PMs do Rio merecem o mínimo de respeito!

    Obs: No Tribunal de Justiça da Bahia, há MOTORISTA e ATENDENTE DE RECEPÇÃO com rendimento mensal de R$ 17.000,00 (dezessete mil reais), ARQUIVISTA ganhando R$ 15.000,00 (quinze mil reais), DIGITADOR e AGENTE DE SEGURANÇA com R$ 13.000,00 (treze mil reais).

    O SOLDO DO SOLDADO PM ESTÁ ABAIXO DO SALÁRIO MÍNIMO NOMINAL ou VIGENTE (R$ 788,00).

    O VENCIMENTO DO SOLDADO PM ESTÁ ABAIXO DO SALÁRIO MÍNIMO NECESSÁRIO (R$ 3.186,92).

    NEM PARECE QUE TEREMOS OLIMPÍADAS NO RIO DE JANEIRO NO ANO QUE VEM (2016)!

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  2. CORONEL PM LOPES ARRASA SECRETÁRIO DE SEGURANÇA BELTRAME

    "Assertivas próprias de desesperados no afã de justificarem a hecatombe que assola a segurança pública no Rio de Janeiro. Basta de falastrões despreparados vociferando um chorrilho de asneiras! Incompetência se admite, não se transfere. Caso contrário, deve ser objeto de arguição.

    Honra seja feita! Nunca um governo investiu tantos recursos (materiais e humanos) na segurança pública, e jamais houve tamanho desperdício. A causa é de elementar detecção. Falta de competência na gestão da segurança.

    Que fique bem claro que a festejada “pacificação” que se transformou em programa de governo e serviu de estandarte para reeleição do ex e eleição do atual governador, não foi idealizada pela secretaria de segurança pública, conforme difundido, e não gozam de nenhum ineditismo. Ao longo das últimas três décadas, outras iniciativas de idêntica natureza foram adotadas por outros governos; porém desprovidas de ações sociais complementares à ação policial.

    A bem da verdade — o maior dos argumentos — senão o único, as intervenções territoriais seguidas de ações sociais, com animus de permanência, foram iniciadas por mim,em março de 2007, enquanto comandante do 14ºBPM, ao ocupar a favela Metral,Vila Kennedy, após a morte de um graduado em incursão naquela localidade. Aqui consigno meu reconhecimento e sinceros agradecimentos pela colaboração, à época, dos generais Soares e Rui Menarca, respectivamente comandantes da 9ª Brigada de Infantaria Motorizada e 1ª Divisão de Exército. A eficácia de tal ação redundou em telefonemas do governador Cabral, parabenizando-me.

    Posteriormente, outras intervenções desta natureza foram feitas também, com absoluta eficácia, na comunidade Batam, após o sequestro de jornalistas por milicianos. Em seguida, estendida ao Fumaçê (Conjunto presidente Costa e Silva) como os moradores gostam que se refiram.E, finalmente — já comandante do 2º CPA (Comando Regional da Zona Oeste), após participar na secretaria de segurança, em 2008, de um plano de ação integrada visando a redução dos delitos de rua em Jacarepaguá afirmei que tal questão só se resolveria com a ocupação da Cidade de Deus — núcleo das ações criminosas naquela região.

    Em 10 de novembro de 2008 ocupamos a Cidade de Deus, com a operação denominada “ A cidade de Deus é de Deus” reduzindo naquela região em 80%, os índices de criminalidade, fato à época, amplamente difundido pela mídia. Semanas depois, o 1º CPA, à época comandado pelo coronel Jardim, ocupou com absoluto sucesso o Morro Santa Marta.

    As intervenções territoriais no âmbito do 2º CPA foram realizadas com fundamento em manuais de instrução militar do Exército Brasileiro.Portanto, constituem uma operação militar típica de infantaria e se desenvolveram em três eixos:

    1. Operação A REP 1 (VASCULHAMENTO);
    2. Restauração da ordem local;
    3. Ações cívico-sociais.

    Diante da projeção midiática que as intervenções na Cidade de Deus e morro Santa Marta causaram, apressou-se a secretaria de segurança em se apropriar do plano de operações da PMERJ e rotulá-lo como UPP, regulamentando-o como se fora sua exclusiva ideação.Todavia, criaram uma corruptela do plano de operações original, já que alteraram o conceito inicial de emprego — centrado numa atuação tipicamente militar da força,em face das circunstâncias nestas localidades,para o de polícia comunitária, que os doutos da segurança pública, por necessidade de inovar, denominaram polícia de proximidade.

    Por acaso existe polícia sem interação com a sociedade? Só a polícia secreta, que é uma vertente da classificação de polícia quanto à exteriorização.O resto é balela de quem não conhece e não respeita a doutrina consolidada da PMERJ. Aliás, respeito, conhecimento e amor corporativo é o que falta na atualidade. Lamentável!"

    Alguém precisava falar a verdade!

    http://www.sospoliciais.com/2015/04/coronel-pm-lopes-arrasa-secretario-de.html

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    1. Parabéns coronel pelas palavras aqui dita tive o prazer e honra de servir com o senhor no BPCHOQUE ainda me recordo das instruções de educação físicas etc... hoje me sinto envergonhado das situações de hoje com corrupções e falta de disciplina ,mas foi uma honra em ver o senhor comentando neste blog parabéns..

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  3. CORONEL PM RR LOPES SEGUE DETONANDO O SECRETÁRIO BELTRAME

    "Além de outros absurdos como emprego de efetivo de policiais recém-formados, mal selecionados, formados em produção industrial, sem adestramento militar adequado para o teatro de operações que vivenciariam; comando de oficiais inexperientes; subordinação imprópria e onerosa, eis que não subordinados administrativa e operacionalmente ao comandante da área; inexistência de planejamento adequado, com postos de controle e bases nos locais críticos, com efetivo permanente, sem solução de continuidade; previsão de patrulhas com efetivo de um grupo de combate (9 militares sob comando de um sargento) para apoio tático; reserva tática para atender situações extraordinárias; e controle que é uma das variáveis mais importantes, pois dela deriva o regular cumprimento da missão; logística incompatível para o tipo de missão com viaturas tipo RP, falta de alimentação e água fornecida pela caserna — o que mais se observa são viaturas de UPP fora do espaço territorial de atuação, muitas das vezes abandonadas em portas de bares e restaurantes (pode dar certo?); uniformes impróprios para o tipo de missão; escala incompatível para o serviço (12x48h e 12x60h), com claro desperdício de efetivo; falta de construção de abrigos e barricadas (construção que oferece proteção contra fogos das forças oponentes); base em containers e de fibra com janelas de vidro. Sem noção! A imagem da barricada construída na Canitar dá bem o tom do despreparo nas UPP. E o que é mais preocupante: construída pelo Bope. Sugiro que consultem manuais de instrução militar (emprego tático e combate em serviço e campanha) para aprenderem a construir abrigos e barricadas, a fim de se evitar que vidas de PM sejam ceifadas por incompetência e a nossa PMERJ ridicularizada por construir barricadas tipo traficante.

    Com efeito, observa-se o extenso rol exemplificativo, de erros cometidos por falta de estratégia, comando, coordenação, controle e logística. Operações de tal monta demandam um plano de operações, realizado no nível estratégico, que gerará uma ordem de operações (nível tático) a ser executada no nível operacional. Quem detém tais conhecimentos são os militares. Portanto, a eles deve caber o comando de tais ações de intervenção territorial e restabelecimento da ordem.

    Extasiada com o impacto inicial das UPP junto à sociedade, apoiada por forte apoio midiático, financiado regiamente pelo governo estadual,a secretaria de segurança pública, sem qualquer estratégia consistente, foi promovendo operações pirotécnicas de pseudo-ocupação — com prévio aviso da intervenção, provocando uma verdadeira diáspora da criminalidade por todo território do Rio de Janeiro, como se pode observar pelo recrudescimento da criminalidade, em especial dos delitos de rua, na maioria dos rincões de nosso estado.

    Por conseguinte, além de não se realizar pacificação alguma, pois esta etimologicamente significa ação de promoção da paz — um dos pressupostos da ordem pública — que inobstante seja um conceito jurídico indeterminado, define-se como um estado de paz, harmonia e tranquilidade no tecido social — um estado anti-infracional — ainda dilapidou-se o efetivo dos batalhões, com nefastos reflexos na segurança pública.

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  4. Ressalte-se que o alcance da ordem pública se dá através da segurança pública — atividade desenvolvida pelos órgãos integrantes da segurança pública (artigo 144 da Constituição) com a finalidade de se alcançar a ordem pública. Note que alguns desavisados ousam compará-la, de modo exdrúxulo, com um estado febril. Fazer o quê? Sendo assim, talvez possamos alcançar a tão almejada ordem pública com UPA e não com UPP. Faço votos que sim, pelo menor risco envolvido.

    Tais digressões são essenciais para se entender as razões do fracasso do programa de segurança pública atual, conforme demonstrado com argumentos técnicos e não com bazófias, que não se coadunam com a seriedade com que a segurança pública deve ser tratada. Segurança pública não é balão de ensaio para experiências rocambolescas, pois envolve um dos bens da personalidade mais relevantes: vida.

    É razoável, após sete anos de UPP, afirmar-se que vai se iniciar uma segunda fase, “que seria o fim do início das UPPs”, que o programa está sendo objeto de reexame? A eficiência envolve os seguintes requisitos: técnica, perfeição e celeridade. Remanesce alguma dúvida quanto ao que está acontecendo com o programa de UPP? Penso que seja o início do fim.

    O mais lamentável é que hoje, no Rio de Janeiro, temos 38 UPPs criadas com fins eleitorais, sem uma estratégia de ocupação, no mínimo razoável, sem planejamento adequado de distribuição das forças no terreno — com emprego tático pífio, sem comando adequado e sem qualquer controle. Não é por acaso que estão sendo alvo de verdadeiro achincalhe por parte dos traficantes e questionada sua eficiência pela própria mídia, que durante anos as apoiou incondicionalmente, mas diante dos fatos recorrentes que demonstram a fragilidade das UPPs, não teve outra alternativa a não ser divulgar o que é notório.

    Consumindo um quinto do efetivo da PMERJ, as UPPs foram criadas ao arrepio da Lei orgânica da PMERJ, Decreto 92/75, e promoveram uma verdadeira baderna na estrutura organizacional da corporação. Na atualidade, os comandantes de área (coronéis e tenentes-coronéis) estão com efetivos minguados para prover a segurança pública de vários bairros, enquanto, por outro lado, comandantes de UPP (majores e capitães) tem efetivo muito maior para atender uma localidade com UPP e pecam pela falta de eficiência. Falta coerência, respeito, estratégia e sobram incompetência e politicagem. Segurança pública é matéria técnica, e como tal deve ser tratada. (continua)

    *Paulo Cesar Lopes é coronel da PM do Rio na reserva (Fonte)."

    Senhores Coronéis PM, sigam o exemplo do Coronel PM RR Lopes, expressem a sua opinião, apoiando ou criticando os posicionamentos dele.

    Não continuem calados, deixem a cômoda posição de marionetes.

    Os senhores estão obedecendo um "paisano" incompetente que está destruindo à PMERJ

    http://www.sospoliciais.com/2015/05/coronel-pm-rr-lopes-segue-detonando-o.html

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  5. Lula está sendo investigado por tráfico internacional de influência

    O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva é o principal investigado de operação do Núcleo de Combate à Corrupção do Ministério Público do Distrito Federal em caso de suspeita de tráfico de influência internacional. Nos próximos 30 dias, integrantes do Núcleo se debruçarão em informações sobre o caso. Quem aponta o fato é a revista Época em sua edição desta sexta-feira (01/05/2015).

    De acordo com as pessoas ouvidas pela revista, Lula teria ajudado a construtora Odebrecht, uma das principais investigadas na Operação Lava Jato, a conseguir contratos na América Latina e na África utilizando recursos do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico Social (BNDES). O tráfico de influência, aponta a revista, começou após a saída de Lula da presidência, em 2011, e durou até 2014.

    A reportagem da Época aponta o Instituto Lula, aberto logo que o ex-presidente deixou o cargo, como meio de Lula seguir usando sua influência. Nas palavras da revista, “Lula deu início a seu terceiro mandato. Tornou-se lobista em chefe do Brasil”. Os destinos apontados por Época nos quais o ex-presidente teria exercido tráfico de influência são, principalmente, Cuba, Gana, Angola, Venezuela e República Dominicana.

    Os documentos obtidos pela revista mostram que o BNDES financiou ao menos US$ 1,6 bilhão com destino final à Odebrecht após Lula se encontrar, já como ex-presidente, com presidentes de Gana e República Dominicana. Época ainda aponta que todas as viagens para que esses encontros fossem realizados foram bancados pela empreiteira.

    Os documentos obtidos com exclusividade pela revista Época trazem o seguinte trecho: "TRÁFICO DE INFLUÊNCIA. LULA. BNDES. Supostas vantagens econômicas obtidas, direta ou indiretamente, da empreiteira Odebrecht pelo ex-presidente da República Luis Inácio Lula da Silva, entre os anos de 2011 a 2014, com pretexto de influir em atos praticados por agentes públicos estrangeiros, notadamente os governos da República Dominicana e Cuba, este último contendo obras custeadas, direta ou indiretamente, pelo BNDES”.

    A relação do ex-presidente com a Odebrecht, o banco estatal e os chefes de Estado em questão foram enquadradas, em um primeiro momento, em dois artigos do Código Penal: 337-C, que diz que é crime “solicitar, exigir ou obter, para si ou para outrem, promessa de vantagem a pretexto de influir em ato praticado por funcionário público estrangeiro no exercício de suas funções, relacionado a transação comercial internacional”, vulgo tráfico de influência em transação comercial internacional; o outro crime seria a suspeita de tráfico de influência junto ao BNDES, referente ao artigo 332 do Código.

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  6. Temos uma banana na presidência do Brasil.

    “Depois de falir como comerciante, Dilma Rousseff voltou correndo para o aparelho estatal. A loja de produtos panamenhos e chineses foi expurgada de sua biografia oficial. O fracasso revela a verdadeira natureza de Dilma Rousseff: ela só existe como acessório do PT”.

    Quando saiu do PDT, ela virou uma apaniguada do PT. Desde seu primeiro trabalho, trinta anos atrás, na Assembleia Legislativa do Rio Grande do Sul, Dilma Rousseff sempre foi assalariada do setor estatal. E no setor estatal ela sempre foi apadrinhada por alguém.

    Diogo Mainardi

    Foi visualizada como a pessoas certa num lugar estratégico, alguém sem capacidade de raciocinar sobre seu uso e se achar a “rainha da cocada preta”. Usada ao extremo em vários ilícitos na Petrobrás, hoje está na beira de um imenso abismo.

    Não bastante, sua passagem na estatal a qualificou como a idiota útil para substituir Lula na presidência do Brasil, dando inicio em valores astronômicos de desfalques e desvios na outrora famosa petrolífera brasileira.

    Mas ele segue confiante, afinal está numa posição de destaque e se considera inatingível. Inatingível até que o PT resolva colher frutos com sua desgraça. A idiota útil que ocupou a presidência do Brasil, que nem ao menos fazia um discurso ou debatia sem ajuda de ponto eletrônico ou teleprompter, vive sua amarga ignorância, não vê a merda em que se meteu.

    Na hora certa, como já vem sendo demonstrado, o PT de Lula se volta contra ela, fazendo campanha em cima de sua ineficiência, como se não estivessem por trás da “cria” sinalizando o caminho. A idiota útil será o mais valoroso instrumento de campanha presidencial de Lula, se ainda vivo e se ainda houver uma nova eleição. Depois, será simplesmente esquecida.

    Até Collor lutou até o fim dizendo: "eu tenho culhão roxo". Ela nem uma palavra em sua defesa consegue anunciar sem ajuda. Está só, reprimida em sua ignorância. Tanto que o simples som de panelas podem assustá-la.

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  7. O Decreto Estadual 43.538/12 versa sobre a carga horária de até 144 horas mensais para a atividade fim (serviço de rua) e 40 horas semanais para a atividade meio (serviço interno) para Policiais Militares, entretanto não está sendo respeitada a carga horária para a atividade fim.

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  8. Boa noite, gostaria de fazer uma denuncia...os senhores ai da corregedoria, q só gostam de investigar praças para ganhar moral com oficiais todo poderosos ai vai...O comandante e o sub comandante do gpfer, MAJOR CASTRO E TENENTE MARCEL recebem dinheiro dos VENDEDORES AMBULANTES QUE TRABALHAM NAS ESTAÇÕES DE CAXIAS E DE MADUREIRA PARA NÃO REPRIMI LOS...

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  9. "Direitos humanos"

    "Quando eu era Juiz da Infância e Juventude em Montes Claros, norte de Minas Gerais, em 1993, não havia instituição adequada para acolher menores infratores. Havia uma quadrilha de três adolescentes praticando reiterados assaltos.

    A polícia prendia, eu tinha de soltá-los. Depois da enésima reincidência, valendo-me de um precedente do Superior Tribunal de Justiça, determinei o recolhimento dos "pequenos" assaltantes à cadeia pública, em cela separada dos presos maiores.

    Recebi a visita de uma comitiva de defensores dos direitos humanos (por coincidência, três militantes). Exigiam que eu liberasse os menores. Neguei.

    Ameaçaram denunciar-me à imprensa nacional, à Corregedoria de Justiça e até à ONU. Retruquei para não irem tão longe, mas tinha solução. Chamei o escrivão e ordenei a lavratura de três termos de guarda: cada qual levaria um dos menores preso para casa, com toda a responsabilidade delegada pelo juiz.

    Pernas para que te quero! Mal se despediram e saíram correndo do fórum. Não me denunciaram a entidade alguma, não ficaram com os menores, não me "honraram" mais com suas visitas e... os menores ficaram presos.

    É assim que funciona a "esquerda caviar". Tenho uma sugestão ao Professor Paulo Sérgio Pinheiro, ao jornalista Jânio de Freitas, à Ministra Maria do Rosário e a outros tantos defensores dos "direitos humanos" no Brasil. Criemos o programa social "Adote um Preso". Cada cidadão aderente levaria para casa um preso carente de direitos humanos.

    Os benfeitores ficariam de bem com suas consciências e ajudariam, filantropicamente, a sociedade a solucionar o problema carcerário do país.

    Sem desconto no Imposto de Renda," é claro.

    ROGÉRIO MEDEIROS GARCIA DE LIMA - Desembargador - Belo Horizonte - MG)".



    Passe esta ideia à frente se você também concorda, é uma boa forma de praticar Direitos Humanos...



    Fonte: Facebook Alex Diaz

    Postado por: FERNANDO ALMEIDA

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