quarta-feira, 20 de maio de 2015

Policial Militar é encontrado morto em Campos


O corpo de um policial militar identificado como Manoel de Souza Ferreira, lotado no 32º Batalhão de Polícia Militar (BPM) de Macaé, foi encontrado morto na manhã desta quarta-feira (20) em Campos dos Goytacazes, no Norte Fluminense. Segundo a corporação, o corpo, que estava dentro de um veículo modelo Ford Fiesta de cor preta, apresentava marcas de tiros e agressão. O caso foi registrado na 134ª DP.
Ainda de acordo com a PM, no início da manhã o órgão recebeu uma denúncia anônima de que um homem estaria morto dentro de um carro na Rua Visconde de Alvarenga, no Parque Leopoldina. O comandante do 8º BPM (Campos), tenente-coronel Marcelo Freimam, revelou que Manoel era segundo sargento e morava em Campos. Ele também já atuou no 8º BPM. A Polícia Militar ainda não sabe a motivação do suposto homicídio, nem o paradeiro dos suspeitos do crime.

12 comentários:

  1. Cadê os representantes dos Direitos Humanos agora? Cadê os defensores do desarmamento agora?

    ResponderExcluir
  2. COMISSÃO SUGERE REVISÃO DE ESCALA E DA ALIMENTAÇÃO DOS POLICIAIS


    A falta de estrutura e de condições até mesmo para se alimentar, problemas na escala de serviços e falta de equipamentos de proteção individual foram alguns problemas relatados por policiais civis e militares, nesta terça-feira (19/05), durante audiência pública das comissões de Defesa dos Direitos Humanos e de Segurança Pública da Assembleia Legislativa do Rio (Alerj). Presidente da Comissão de Segurança Pública, a deputada Martha Rocha (PSD) disse que já apresentou uma indicação legislativa para que tanto a escala quanto a alimentação dos policiais sejam revistas. “Minha maior preocupação é com os policiais do interior, porque eles trabalham em um regime de 12 horas por 24 horas de folga e, depois, 24 horas de trabalho por 48 horas de folga. É impossível que uma pessoa que resida no interior possa ir em casa nesse período”, reclamou.

    Com relação ao valor da alimentação, a parlamentar classificou como insuficiente. “Hoje, os policias militares recebem R$ 178 por mês. Esse valor não é suficiente, pois é humanamente impossível que ele viva com essa quantia ao dia. A comissão já conversou com o secretário (de Estado de Segurança, José Mariano Beltrame) e já apresentei indicações legislativas que tratam dessa questão”, disse. Segundo o policial identificado como sargento Mota, da Unidade de Polícia Pacificadora do Tabajara, a escala precisa ser repensada. Ele relatou as condições de trabalho na UPP: “Há cerca de um mês, o Comando de Polícia Pacificadora (CPP) interditou um dos contêineres da base avançada usado como banheiro pelos policiais. Agora, é preciso que os militares se dirijam à base administrativa da UPP, onde há dois sanitários e um chuveiro, localizada no topo da favela, ou ir a bares e a restaurantes da comunidade”.

    O subsecretário de Educação, Valorização e Prevenção da Secretaria de Estado de Segurança, Pekhx Jones, disse que existe um Termo de Ajustamento de Conduta (TAC), proposto pelo Ministério Público do Estado, que pode ajudar a superar vários problemas relatados na audiência. Mas, de acordo com ele, o custo desse TAC é “muito alto” e, por isso, a pasta estuda outras formas de resolver os problemas. “Esse termo prevê todos os aspectos do profissional, seja na formação, na valorização, na capacitação e na política de valorização do servidor, mas tem esse problema referente ao orçamento. Se fôssemos cumprir o TAC tal como está escrito, precisaríamos, só este ano, de R$ 10 bilhões, o que, nesse momento, é inviável”, explicou Jones.

    ResponderExcluir
  3. Relatório

    Doutor em Sociologia e professor da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (Uerj), Ignácio Cano apresentou um estudo feito na Região Metropolitana onde mais de 5 mil policiais militares foram ouvidos. A pesquisa foi baseada em dados de 2014. Segundo Cano, a pesquisa apontou que 7% dos policias militares pensam em suicídio, 57% dos PMs tiveram disparos feitos em sua direção, 35% dos agentes atiraram em serviço e 8% foram feridos. Em referência à satisfação, 29% dos policiais alegaram que estão insatisfeitos com a profissão. Já 24% se sentem desrespeitados pela corporação e um terço disse que é desrespeitado pela sociedade.

    Segundo Cano, o estudo demonstra que o alto nível de estresse que os policias sofrem está associado ao excesso do uso da força . “Policiais mais estressados são mais propícios a fazer o uso da força. Hoje em dia, temos uma polícia que não cuida da sociedade e uma instituição que não cuida dos seus policiais. O policial tem constantemente seus direitos desrespeitados, e é preciso que ele seja respeitado para respeitar a sociedade. No discurso dos policias, fica claro que eles não se sentem respeitados nem pela corporação, nem pela sociedade. É um jogo de respeito mútuo que precisa ser construído”, afirmou.

    O presidente da Comissão de Diretos Humanos, deputado Marcelo Freixo (PSol), disse que vai apresentar emendas à Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO), destinando verbas para a melhoria das condições de trabalho dos policiais.”Há muitas queixas com relação à segurança no trabalho e à falta de material, e isso é o que podemos encaminhar coletivamente através de emendas à LDO. Já com relação à escala de serviço e ao regimento, vamos nos reunir novamente daqui a 15 dias e sistematizar uma forma de resolver esses problemas que não dependem de orçamento”, disse o parlamentar.


    (Texto de Vanessa Schumacker - site da ALERJ)

    ResponderExcluir
  4. OS PRESÍDIOS ESTÃO EM FESTA!

    Será promulgada a lei que proíbe a revista íntima de presos.

    Essa iniciativa não atende aos anseios da população ordeira, mas sim à população carcerária, de assaltantes, assassinos e estupradores que, a partir de agora, não podem mais sofrer revista íntima, o que, segundo os defensores da lei, "atenta contra a dignidade da pessoa humana".

    Temo pelas vidas dos agentes penitenciários, que terão ainda mais dificuldade de impedir que drogas, celulares e armas entrem nos presídios e acabem sendo usadas contra eles em possíveis rebeliões.

    Sem antes investir em tecnologia e com efetivo muito aquém do necessário, garantir mais esse direito aos criminosos é um tapa na cara da sociedade, que não aguenta mais ser vítima de bandidos cada vez mais audaciosos, encorajados e com defensores no Legislativo.

    A exemplo da farsa do desarmamento, mais uma vez, os vagabundos agradecem!

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. calma amigo ja tem um grupo designado para fazer o curso na NASA/EUA para trabalhar com scaner ou vai na colombia aeroporto el dorado. é tão velho isso lá. mais quem sabe chega nossa vez, afinal ainda somos o maior pais da america do sul.

      Excluir
  5. nunca sabem de nada, agora se fosse um bandido morto, meu irmão..., todo mundo estava correndo atrás. olha, é foda, vc comenta fala p caralho e nada muda nessa porra de Estado.

    ResponderExcluir
  6. A Promoção de Praças por Tempo de Serviço tem que acabar! A PMERJ não pode abrir mão da QUALIFICAÇÃO da tropa.

    A PMERJ deve acabar com a Promoção de Praças por Tempo de Serviço, que nivela a tropa por baixo e prejudica a distribuição de funções. A ASCENSÃO AUTOMÁTICA deixa a tropa acomodada, desinteressada pelo estudo e, consequentemente, desqualificada. O Soldado PM que cumpriu o interstício deve, portanto, prestar concurso interno para Cabo PM (CFC), para provar que tem condições de exercer a referida função, assim como o Cabo PM deve ser avaliado para ser promovido à graduação de Terceiro-Sargento PM (CFS). É preciso haver mudanças!

    ResponderExcluir
  7. Socorro a cardiologista esfaqueado demorou, afirma testemunha.

    A demora no atendimento ao médico Jaime Gold, de 56 anos, após ter sido esfaqueado por dois assaltantes na noite da última terça-feira, 19, na Lagoa Rodrigo de Freitas, na zona sul do Rio, pode ter sido determinante para sua morte. Um frentista de 28 anos que trabalha em um posto de combustíveis de nas proximidades da Curva do Calombo, a poucos metros de onde o médico sofreu a agressão, afirma que o socorro em ambulância demorou "de 30 a 40 minutos" e que, enquanto isso, a vítima agonizava e perdia muito sangue.


    "Ficou nessa demora, e ele ficou muito tempo lá, perdendo muito sangue, gritando de dor. Eu pensava que com certeza ia vir a ambulância primeiro, mas chegaram dois bombeiros em motos. Eu achei o cúmulo", disse a testemunha, que pediu para não ser identificada.


    Segundo ela, os próprios funcionários do posto de gasolina ligaram para os bombeiros e, com a ajuda de uma enfermeira que abastecia o carro, arrumaram um pano limpo para estancar o sangramento de Gold.


    O frentista é considerado peça-chave nas investigações da Polícia Civil, centrada na Delegacia de Homicídios. Ele viu "nitidamente" o momento em que Gold foi esfaqueado, e percebeu que ele já vinha sendo perseguido por "dois rapazes franzinos" por alguns metros.


    O rapaz trabalha há um ano no mesmo posto de gasolina. Neste período, conta já ter visto diversos assaltos, muitos deles a mão armada.


    "Eles agiram com muita frieza, nem abordaram ele. Já chegaram furando ele. Eles não o escoraram, não pediram a bicicleta. Aí automaticamente ele caiu", lembrou. Como a vítima estava gritando muito, pensei que ele estava avisando que foi roubado, mas não, ele estava era ferido, muito ferido. Ele estava segurando as vísceras. Eu nunca vi um assalto com tanta frieza. Eles atacaram".

    ResponderExcluir
  8. De acordo com o frentista, os assaltantes costumam agir durante a troca de guarda dos policiais da área, quando um carro da Polícia Militar sai para dar lugar a outro, com agentes que trabalharão no turno seguinte. "Para mim, esse é o local mais deserto que existe na Lagoa. Muitas vezes, não tem policiamento nenhum".



    Segundo ele, os assaltos que costuma testemunhar são praticados de bicicleta ou de moto, para facilitar a fuga dos criminosos. Ele relatou também nunca ter visto os dois jovens que atacaram o médico na terça-feira e afirmou que usavam "uma bicicleta moderna", jamais vista em nenhum outro roubo na região.


    A Curva do Calombo é um dos melhores pontos de observação da árvore de natal da Lagoa Rodrigo de Freitas, instalada anualmente na época das festas e considerada um dos principais pontos turísticos do Rio. O frentista afirmou que essa costuma também ser uma época de assaltos, quando os bandidos aproveitam para roubar celulares e câmeras de turistas. No ano passado, ele lembrou, um homem armado com uma pistola levou vários celulares "do pessoal tirando foto da árvore".

    ResponderExcluir
  9. Atualmente, tramita na Câmara dos Deputados um Projeto de Emenda Constitucional (PEC) que reduz a maioridade penal no país de 18 para 16 anos.

    Morador de Manguinhos, uma comunidade do subúrbio do Rio, o adolescente, de 16 anos, já foi apreendido 15 vezes, todas entre 2010 e 2015. EM QUINZE OPORTUNIDADES, O ASSASSINO DO MÉDICO NÃO FOI RESSOCIALIZADO!!! É como disse o prefeito do Rio, Eduardo Paes, "Isso não é um problema social".

    ResponderExcluir
  10. O Decreto Estadual 43.538/12 versa sobre a carga horária de até 144 (cento e quarenta e quatro) horas mensais para a atividade fim (serviço de rua) e 40 (quarenta) horas semanais para a atividade meio (serviço interno) para Policiais Militares, entretanto não está sendo respeitada a carga horária para a atividade fim.

    Considerando o limite mensal de 144 (cento e quarenta e quatro) horas para a atividade-fim, quem trabalha 15 (quinze) dias deve ter um turno de aproximadamente 9 (nove) horas e meia.

    Senhores, o limite determinado pelo DECRETO ESTADUAL Nº 43.538, DE 03 DE ABRIL DE 2012, REGULAMENTADO pela RESOLUÇÃO SESEG Nº 555 DE 28 DE MAIO DE 2012, é de 144 (cento e quarenta e quatro) horas mensais efetivas de turnos regulares.

    ResponderExcluir
  11. Larga de ser babaca rapaz......nós somos tratados como analfas e mulas dos sistema......estudar pra quê?.....te pergunto: o oficial tem que estudar e prestar concurso interno pra ser promovido?......entra cadete e rapidinho já é major enquanto quem entra soldado ainda é terceiro sargento......precisamos primeiro é de salário decente e progressão rápida igual a dos oficiais.....quem está na linha de frente é o praça.......depois que isso melhorar, a gente pensa em estudar.....enquanto isso terminei meu curso superior......e na folga estudo muuuiiitttoooo pra largar essa polícia......aí sim estudo estudo e estudo mesmo.......enquanto estou no sistema vou trabalhando na batida do mesmo......que todos já conhecem.......estudar pra ser promovido é o c@r@%*o.......huahuahuahuahua........

    ResponderExcluir