domingo, 31 de maio de 2015

Policial militar é morto em confronto em São Gonçalo


Lotado no 7°BPM o soldado Diogo Soares de Almeida morreu após um confronto na Comunidade do Feijão, no bairro Paraíso, em São Gonçalo, na manhã deste domingo.
De acordo com o comandante 7º BPM (São Gonçalo), o coronel Fernando Salema, o policial foi socorrido e levado para o Hospital Estadual Alberto Torres, mas não resistiu aos ferimentos.

Na noite desta sexta-feira, outro policial foi baleado em São Gonçalo. Lotado no Batalhão de Polícia Rodoviária (BPRv), sargento Ferreira fazia uma blitz na altura de Marambaia quando abordou os criminosos. Eles dispararam contra a equipe e fugiram.

O agente foi atingido por dois tiros, um no pescoço e outro no tórax. Ele está internado no Hospital Estadual Alberto Torres, no Colubandê, e não corre risco de morte. O caso foi registrado na 74ª DP (Alcântara).

5 comentários:

  1. Comissão aprova adicional de periculosidade para profissionais de segurança pública.

    Adicional será de, no mínimo, 30% sobre a remuneração total do profissional.

    A Comissão de Segurança Pública e Combate ao Crime Organizado da Câmara dos Deputados aprovou, na última quarta-feira (20), o Projeto de Lei 193/15, que garante aos integrantes do sistema de segurança pública de todo o País o adicional de periculosidade.

    De autoria do deputado Major Olimpio (PDT-SP), a proposta regulamenta o artigo da Constituição que prevê que lei disciplinará a organização e o funcionamento dos órgãos responsáveis pela segurança pública.

    De acordo com a Constituição, são órgãos da segurança pública: a Polícia Federal; a Polícia Rodoviária Federal; a Polícia Ferroviária Federal; as polícias civis; as polícias militares e corpos de bombeiros militares. Atualmente, o adicional de periculosidade é limitado aos trabalhadores da iniciativa privada que trabalham em contato permanente com inflamáveis, com explosivos, com radiação e eletricidade.

    Pelo texto, cada estado vai estabelecer o valor do adicional, desde que observado um percentual mínimo de 30% sobre a remuneração total, excetuadas as vantagens de natureza pessoal.

    O projeto também prevê que esses profissionais serão considerados de atividade típica de Estado – ou seja, integrantes de um núcleo de atividades exclusivas que só o Estado pode realizar.

    Segundo o Subtenente Gonzaga, a proposta beneficiará policiais dos estados que ainda não regulamentaram o adicional.

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  2. Todo mundo quer maior qualidade na segurança pública, mas para melhorar a qualidade será imprescindível melhorar a questão salarial, ou seja, valorizar o policial militar.

    O salário mínimo necessário foi calculado pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (DIEESE) em R$ 3.251,61 (três mil, duzentos e cinquenta e um reais e sessenta e um centavos) no mês de Abril de 2015, de acordo com o inciso IV do artigo 7º da Constituição Federal de 1988 ("salário mínimo, fixado em lei, nacionalmente unificado, capaz de atender a suas necessidades vitais básicas e às de sua família com moradia, alimentação, educação, saúde, lazer, vestuário, higiene, transporte e previdência social, com reajustes periódicos que lhe preservem o poder aquisitivo").

    A Polícia Militar tem que acabar com as escalas abusivas. Segundo o artigo 7º, inciso XIII, da Constituição Federal, a jornada de trabalho terá a duração de no máximo 08 horas diárias, com o limite de 44 horas semanais, esclarecendo que jornadas menores podem ser fixadas pela Lei, convenções coletivas ou regulamento de empresas. A CONSTITUIÇÃO DA REPÚBLICA FEDERATIVA DO BRASIL TEM QUE SER RESPEITADA! É necessário que seja respeitada a carga horária mensal entre 144 e 150 horas, considerando o mês de 30 dias.

    "Um policial mais estressado está mais inclinado ao uso da força e isso é prejudicial tanto para ele quanto para a sociedade. Se não respeitarmos os policiais e dermos melhores condições de trabalho a eles, nunca poderemos esperar que eles respeitem os cidadãos nas ruas", disse o sociólogo Ignácio Cano, especialista em Segurança Pública e coordenador do Laboratório de Análises e Violência da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (Uerj).

    7% dos policiais pensaram em cometer suicídio. Algumas das causas desse índice, de acordo com Cano, são a baixa remuneração, baixo status social, horários de trabalho muito extensos, escalas pouco funcionais, sensação de desrespeito pela corporação e pela comunidade, além da "altíssima" exposição a confrontos armados, o que leva muitos agentes a se tornarem vítimas das políticas de confronto e do modelo da "guerra às drogas".

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    1. A Promoção de Praças por Tempo de Serviço tem que acabar! A PMERJ não pode abrir mão da QUALIFICAÇÃO da tropa.

      A PMERJ deve acabar com a Promoção de Praças por Tempo de Serviço, que nivela a tropa por baixo, provoca a DESCONSTRUÇÃO HIERÁRQUICA e prejudica a distribuição de funções. A ASCENSÃO AUTOMÁTICA deixa a tropa acomodada, desinteressada pelo estudo e, consequentemente, desqualificada. O Soldado PM que cumpriu o interstício deve, portanto, prestar concurso interno para Cabo PM (CFC), para provar que tem condições de exercer a referida função, assim como o Cabo PM deve ser avaliado para ser promovido à graduação de Terceiro-Sargento PM (CFS). O Segundo-Sargento PM, por sua vez, deve fazer prova para o CAS, para posteriormente estar apto às promoções às graduações de Primeiro-Sargento PM e Subtenente PM. É preciso haver mudanças, pois não pode um PM que nunca estudou exercer funções para as quais não está preparado!

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  3. O soldado é obediente, mas não é servil.” (General Manuel Luís Osório)

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  4. Anônimo 5 de junho de 2015 19:35

    A PROMOÇÃO METEÓRICA POR TEMPO DOS OFICIAIS TAMBÉM TEM QUE ACABAR!!!

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