sexta-feira, 19 de junho de 2015

PM grávida se joga do segundo andar após Casa ser invadida por bandidos

Uma policial militar, lotada na Coordenadoria de Polícia Pacificadora (CPP), perdeu os dois bebês que esperava depois de se jogar do segundo andar de sua casa, no Cachambi, na Zona Norte do Rio, na manhã desta terça-feira (16). 


A soldado, de 26 anos, foi rendida por um jovem armado quando fazia faxina na sala. Ele teria pedido para a militar tirar a roupa. Com medo, a mulher se jogou.

De acordo com a assessoria de imprensa da corporação, a vítima pediu socorro no 190 e uma viatura do 3º BPM ( Méier) foi acionada. A soldado foi levada para o Hospital Pasteur, no Méier, de onde já foi liberada, segundo a assessoria da unidade. Ela estava com três meses de gravidez dos primeiros filhos. O criminoso fugiu levando uma mochila e a farda da militar.

"Ela só viu um na sala, mas escutou um barulho e achou que ele pudesse estar acompanhado. Provavelmente ele entrou pela casa do vizinho. Foi uma coisa terrível que aconteceu na nossa família", lamentou a mãe da vítima.

A soldado pulou de uma altura de mais de três metros e não teve nenhum machucado pelo corpo. O caso foi registrado na 23ª DP (Méier), que investiga o crime.

2 comentários:

  1. O que está acontecendo na "cidade maravilhosa" é um verdadeiro absurdo, até quando vamos aturar isso?
    Quando falo "até quando vamos", quero dizer que não só os policiais (militares, civis ou federais) que devem cobrar providências dos governantes, e sim, toda a Sociedade de bem, afinal, não tenham dúvidas de que ela será a maior prejudicada por esses atos terroristas, exemplo disso, basta abrir os olhos e vê ausência de patrulhas da PM em determinadas localidades; delegacias fechadas a noite; enfim, esse é o real retrato do que estamos vivendo, um Estado mal gerido, falido e os componentes da força de segurança se esquivando de confrontos por não encontrarem respaldo do Estado que, para dá uma satisfação midiática à Sociedade hipócrita, acaba tomando decisões mortais para a tropa.

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  2. As polícias judiciárias do Brasil estão dispensadas de licitar a contratação de serviços técnicos especializados, aquisição e locação de equipamentos para investigar organizações criminosas.

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