sexta-feira, 5 de junho de 2015

Policial civil é morto na Zona Oeste do Rio

Um policial civil foi morto na porta de casa, na manhã desta sexta-feira na Rua Tenente Coronel Cunha, em Magalhães Bastos, na Zona Oeste da cidade. Segundo informações da Polícia Civil, o inspetor Luiz Eduardo da Silva, de 55 anos, saía de casa quando três homens desceram de um carro e efetuaram os disparos. A vítima estava em seu primeiro dia de férias. Os criminosos dispararam contra o inspetor pelas costas. O agente, lotado na 31ª DP (Ricardo de Albuquerque), chegou a ser socorrido pelo Corpo de Bombeiros, que foi acionado por pessoas que estavam no local, mas morreu ao dar entrada no Hospital Carlos Chagas, em Marechal Hermes.


O corpo do policial foi levado para o Instituto Médico-Legal (IML), onde será submetido a uma necrópsia. A Delegacia de Homicídios da Capital (DH) assumiu as investigações para descobrir as circunstâncias da morte do policial. A perícia foi feita no local e os agentes tentam localizar imagens e testemunhas que possam ajudar na identificação dos autores do crime. Ainda não há informações sobre o sepultamento do agente.

5 comentários:

  1. Onde estão os representantes dos DIREITOS HUMANOS agora???

    Os criminosos dispararam contra o inspetor pelas costas, sem chance de defesa (morte por execução)!!!

    A situação é muito grave e requer mudanças urgentes na área de segurança pública...

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  2. Qual será a providência que o senhor José Mariano Benincá Beltrame, Secretário de Estado de Segurança Pública, irá tomar?

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  3. RIO - UPP PARA QUÊ??

    Existem lugares no Rio que era melhor não existir UPP, pois não funciona, e as que existem em sua maioria comparado a chiqueiros de porcos não é mera coincidência.

    Obs: Beltrame admite falha no projeto das UPPs.

    E as UPPs não esta sendo mais eficaz, pois a cada dia a polícia perde nitidamente o poder diante dos traficantes que a cada dia estão aparecendo com armas de última geração.

    Estamos sitiados, e ninguém percebe isso, estamos perdendo os nossos valores, policiais estão a mercê de bandidos e desta sociedade hipócrita que são piores do que eles.

    Estamos na situação, "se correr o bicho pega, se ficar o bicho come", polícia 0 bandido 1000, ninguém toca no assunto, todos temem falar que a justiça virou circo, que a polícia viraram palhaços, pois muitos morreram e muitos mais vão morrer, e para que? Defender esta sociedade ridícula ? Trabalhar para estes políticos encherem seus bolsos de dinheiro a custa da vida de cada policial morto ?

    Só as famílias meus amigos sofrem pelo seu Filho, Pai, Irmão, Marido, Avô, policial; só eles sabem o que é perder um ente querido nas mãos deste estado mais covarde que os próprios bandidos, e por esta sociedade que dá ânsia de vômito em qualquer um.

    E pensar que ainda tenho dentro da própria corporação em que servi lá no meu estado "colegas" imbecis, idiotas e nada profissionais que criticam as minhas posições contra este sistema falido e capenga, o que eles pensam que são ?? Não tenho nenhum tipo de sentimento a péssimos policiais, deles eu quero distância, e deles não tenho medo, eles que vão perder o seu tempo com a boca cheia no saco de seus superiores, e parem de me criticar.

    Enquanto me criticam, os bons policiais me incentivam e me ajudam a fazer de nossas corporações no Brasil um pouco melhor, vamos a luta companheiros, heróis não tem tempo para perder, sei do quanto se esforçam para uma polícia melhor e para o conforto e segurança do seu povo, a vocês meus sinceros parabéns.

    FERNANDO ALMEIDA

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  4. Meus respeitos aos familiares do PC. É bom que a PCERJ e seus integrantes passem a enxergar que não somos só nós policias militares que morremos nas mãos de marginais, embora eles não estejam nas ruas do Estado como nós, também estão sujeitos a morrerem em investidas de criminosos.
    Muitas das vezes, para dar uma satisfação à sociedade e a imprensa, seus integrantes passam por cima da ética profissional, atribuindo a policiais militares que se envolvem em fatos criminosos, muitos deles em confronto com marginais da lei, culpa, mesmo sem base segura de autoria, baseando suas decisões em provas frágeis, mas, que, por serem policiaais e não terem o direito da dúvida a seu favor, estes são presos e, assim, tem suas vidas profissional e particular virar de ponta cabeça.
    Basta ver o caso do policial civil que matou duas pessoas numa Operação realizada na Ilha do Governador, uma dessas pessoas menor de idade e compararmos com fatos análogos ocorridos com PM e veremos a diferença na condução dos IP.
    A pergunta é a seguinte: Alguém viu o Dr Rivaldo Barbosa dando entrevista sobre o caso na imprensa? Ninguém viu, não é mesmo! E se fosse um policial militar, como seria conduzido o caso?
    Será que o Dr. Rivaldo Barbosa vai fazer a reconstituição do crime? Será que vai convidar o MP, os Direitos Humanos, a Imprensa, ou seja, vai montar aquele aparato para sair bem na foto, como faz quando um policial militar se envolve nesse tipo de ocorrência?
    Duvido. Pode até fazer reconstituição, mas, no final do IP, diferentemente quando é um PM, colocarão na conta do morto, dirão que se trava de marginais, que estavam armados, como já foi dito.
    E o caso em que um policial civil reagiu a um assalto no início do ano no Centro do RJ, que culminou com a morte de um inocente, assalto este que se quer lhe dizia respeito ao policial?. Como está sendo conduzido pela DH? Podemos imaginar, não é mesmo.
    Com certeza não foi o mesmo tratamento dado a dois casos bem recentes envolvendo policiais militares. Um em que o policial mata o marginal e é preso em flagrante pelo FODÃO do DELEGADO, sob acusação de ter se excedido em sua ação e outro, em que um SARGENTO, após confronto com marginais e baleado, pede ajuda numa DP a dois PC FODÃO e estes CAGARAM para ele.
    Como todos veem, algo tem que mudar! E olha que não estou falando para a Ilustre Pcerj compactuar com nada de errado, somente fazer seu serviço com lisura e respeito a nos policiais militares.

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    1. Perfeita a sua colocação. Não mais que a realidade.

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