segunda-feira, 6 de julho de 2015

Valor da refeição do policial civil é menor do que a do preso

Doze reais. Esse é o valor diário que os policiais civis do Estado do Rio recebem de auxílio-alimentação.
O valor, que não é reajustado desde julho de 2011, é insuficiente para pagar o almoço dos agentes, principalmente daqueles lotados em delegacias da Zona Sul e do Centro da capital, conforme uma pesquisa feita pelo jornal Extra em restaurantes nas imediações. Enquanto isso, os suspeitos de crimes que são presos e mantidos temporariamente nas delegacias — até que sejam transferidos para presídios — têm direito a café da manhã, almoço e jantar custeados integralmente pelo estado, que não limita o valor que deve ser gasto com cada refeição.
— Na hora do almoço, temos que procurar o lugar mais barato, porque na Zona Sul é tudo caro. Mas, se um preso chega à noite, por exemplo, temos que comprar o jantar onde for possível. Não há um limite de gasto neste caso. A única exigência é que o estabelecimento aceite o cartão da delegacia destinado às refeições dos presos — contou um policial, que pediu para não ser identificado, acrescentando que, no Leblon, cada agente paga, no mínimo, entre R$ 21 e R$ 23 por refeição.

A Polícia Civil confirmou que, desde 2013, as delegacias têm um cartão corporativo para fornecer café da manhã, almoço e jantar aos presos que aguardam transferências para o sistema penitenciário. Em nota, a Polícia Civil confirmou que não há um valor previamente definido para o gasto individual. O órgão informou que deposita de R$ 200 a mil reais nos cartões das delegacias, mas admitiu que o repasse pode ser maior, caso haja necessidade.

Na delegacia de Botafogo, um inspetor explicou que nos arredores da distrital, o prato mais barato custa R$ 19, incluindo um copo d’água.

— Aqui até pé-sujo é caro. Comer no shopping, por exemplo, é impossível — disse o agente que preferiu o anonimato, acrescentando que o cartão corporativo não é aceito em todos os estabelecimentos, dificultando a compra de comida em locais mais baratos.

5 comentários:

  1. Está ruim? Na PMERJ está pior!

    A situação do policial militar do Estado do Rio é ainda pior! Os PMs do Rio nem recebem auxílio-alimentação.

    É pouco dinheiro, mas já seria muito melhor para o PM receber R$ 360,00 por mês no Contracheque ou em algum cartão de refeição (ex.: Sodexo) para ajudar a pagar suas refeições.

    Atualmente, o PM escolhe entre comer muito mal ou pagar uma comida decente tirando do próprio salário, que já é bem pequeno!

    Muita coisa precisa melhorar na Polícia Militar do Estado do Rio de Janeiro para chegarmos num nível razoável.

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  2. NO BRASIL, OS VALORES ESTÃO INVERTIDOS!

    CADA BANDIDO PRESO CUSTA R$ 3.472,22 (TRÊS MIL, QUATROCENTOS E SETENTA E DOIS REAIS E VINTE E DOIS CENTAVOS) POR MÊS, FORA OS R$ 549.000.000,00 (QUINHENTOS E QUARENTA E NOVE MILHÕES DE REAIS) DE AUXÍLIO RECLUSÃO PARA FAMILIARES DE PRESOS PAGOS SÓ EM 2014!!! AGORA EU ME PERGUNTO PORQUE PRESO NÃO TRABALHA??? O CARA VEM ME ASSALTAR E EU TENHO QUE TRABALHAR PARA MANTER O CARA QUE ME ROUBOU COM MORADIA E ALIMENTAÇÃO USANDO DROGAS E USANDO CELULARES PARA APLICAR GOLPES... E DEPOIS ELE SERÁ SOLTO E VIRÁ ME ASSALTAR NOVAMENTE.. E AINDA A FAMÍLIA DO BANDIDO GANHA UMA PARTE DO DINHEIRO FRUTO DO MEU TRABALHO... QUE PAIS É ESSE???

    O GOVERNO DO ESTADO GASTA MAIS COM UM BANDIDO DO QUE COM UM POLICIAL!

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  3. Receber o valor da refeição do policial civil é muito melhor do que comer nos ranchos da PMERJ.

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  4. Tá ruim? Faz concurso para a PF.

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