terça-feira, 30 de junho de 2015

Policial militar de folga reage à tentativa de assalto dentro de trem


Dois homens, foram baleados na manhã desta terça-feira (30), dentro de um trem que estava na estação de Piedade, na Zona Norte do Rio. De acordo com o Grupamento de Policiamento Ferroviário (GPFER), um PM de folga reagiu a uma tentativa de roubo e baleou os dois assaltantes. Um dos feridos foi identificado como Josué de souza Corrêa, de 25 anos e o outro é um menor de 16.

A PM informou ainda que ele foram socorridos para Hospital Salgado Filho, no Méier, onde permanecem internados e custodiados. O agente também apreendeu uma pistola 9 mm com eles . 

De acordo com a Secretaria Municipal de Saúde, Josué foi atingido no braço direito e na perna esquerda e está passando por exames de raio-x já o menor foi atingido na face e no abdome e passa por cirurgia.

A Supervia informou que devido a essa ocorrência, os trens do ramal precisaram aguardar por ordem de circulação. Os passageiros foram informados das alterações necessárias por meio do sistema sonoro de trens e estações.

O caso foi registrado na 24ª DP (Piedade). De acordo com a Polícia Civil, eles responderão pelo crime de roubo.

Falso sargento é preso dentro do CFAP

Um falso sargento da Polícia Militar foi preso, nesta segunda-feira, tentando retirar uma arma do setor de reserva de armamento do Centro de Formação e Aperfeiçoamento de Praças da PM, em Sulacap, na Zona Oeste do Rio. Vestindo uma farda, com o sobrenome Costa colado no peito, o falso militar entrou no quartel e foi ao setor de reserva e armamento. Lá, se apresentou como policial, e disse que estava ali para buscar uma pistola.

No entanto, foi reconhecido por um PM que trabalha no CFAP e é seu vizinho. O policial acionou o serviço secreto da Polícia Militar (P-2) que prendeu o falso militar. Ao receber voz de prisão, o homem teria passado mal e desmaiou ao ser colocado em uma patrulha. Ao melhorar, ele foi levado para a 34ª DP (Bangu), onde será autuado em flagrante por uso indevido de uniforme. Como se trata de crime de menor potencial ofensivo, o homem será colocado em liberdade, após assinar um termo de compromisso. O caso será encaminhado ao Juizado Especial Criminal.

 Falso PM desmaia ao receber voz de prisão

sábado, 27 de junho de 2015

Traficantes armados com fuzis renderam policiais da UPP do Morro do Fallet

Seis traficantes armados com fuzis renderam sete policiais da Unidade de Polícia Pacificadora (UPP) do Morro do Fallet, no Catumbi, no fim da tarde desta sexta-feira. A informação foi passada por policiais e moradores da comunidade. Os bandidos teriam mandado os PMs sentarem no chão e xingado os agentes, que tiveram as pistolas recolhidas pelo bando. Segundo policiais, os criminosos só devolveram as armas, sem munição, após receberem ordens dos líderes da facção Comando Vermelho (CV) que, de dentro de uma unidade prisional do estado, mandaram que nenhum PM fosse morto e que as pistolas fossem entregues.


Em nota, a Coordenadoria de Polícia Pacificadora (CPP) informou que o comando das UPPs determinou a abertura imediata de uma averiguação para apurar denúncia de invasão a uma das bases de apoio da UPP Coroa/Fallet/Fogueteiro. O comunicado confirmou a ação do Bope na favela e ressaltou que nenhum armamento foi roubado e que não houve ataque à base da UPP. Os traficantes do Fallet são investigados em um inquérito da Delegacia de Combate às Drogas (DCOD) há um ano. 
Segundo testemunhas, os traficantes subiram pela mata até a base avançada Campo do Capitão. A ação criminosa mobilizou moradores e outros policiais militares que, em mensagens pelo WhatsApp do DIA (98762-8248) , relataram que houve tentativa de resistência dos PMs da UPP. “Muitos tiros agora no Fallet, policiais encurralados”, escreveu um morador.

“Prioridade, toda a polícia no Fallet”, enviou um PM em mensagem de voz pedindo ajuda para os colegas. Moradores também relataram que aulas foram suspensas e crianças liberadas e que, depois da ação de bandidos, houve confronto no local.

Após devolverem as armas dos policiais, os traficantes teriam mandado um recado pelos policiais rendidos ao comando da unidade: “Nós é que mandamos aqui”.  Em resposta ao ataque, a PM enviou o Bope, que ocupou o morro. O policiamento na comunidade foi reforçado também com homens do Grupamento de Intervenções Táticas da UPP, além de agentes de outras unidades.

Homens do 5º BPM (Praça da Harmonia) realizaram, já no início da noite de ontem, um cerco na Avenida Almirante Alexandrino para que os suspeitos não conseguissem escapar da ação no morro pela mata e chegassem à Zona Sul.

Policial militar é baleado durante tentativa de assalto em Ricardo de Albuquerque

quinta-feira, 25 de junho de 2015

PM é baleado na cabeça em Itaguaí

Um policial militar foi baleado na cabeça na tarde desta quinta-feira (25) em Itaguaí, Baixada Fluminense, segundo informações do 24º Batalhão de Polícia Militar. O crime aconteceu no bairro Ibirapitanga.

Até as 17h20, não havia informações sobre as circunstâncias do crime. O soldado foi levado para o Hospital da Posse e depois, transferido de helicóptero pelo Corpo de Bombeiros para o Hospital Municipal Miguel Couto em estado grave.

Policial morre após ser baleado


O 3º sargento da Polícia Militar Tarsis Doria Noia, de 40 anos, morreu após ser baleado no Morro do Zinco, no conjunto de favelas do São Carlos, na manhã desta quinta-feira. O militar foi atingido por um tiro quando passava em um beco. Ele seguia para uma padaria, onde iria comprar café da manhã para a corporação, pouco antes de assumir o trabalho. Tarsis estava acompanhado de outro policial, que reagiu, mas o suspeito conseguiu fugir. Policiais contaram que Tarsis chegou a ser levado ao Hospital Central da Polícia Militar (HCPM), que fica próximo da comunidade, por volta das 8h05, já em parada cardíaca. Médicos teriam tentado reanimá-lo, mas ele não resistiu aos ferimentos e morreu.  

segunda-feira, 22 de junho de 2015

A policial militar Drielle Lasnor de Moraes foi enterrada neste domingo

Lei garante benefício, mas PM não recebe auxílio-invalidez


Em maio de 2014, um projeto aprovado pela Assembleia Legislativa do Rio (Alerj) e sancionado pelo governador Luiz Fernando Pezão estendeu o direito ao auxílio-invalidez para policiais, bombeiros e inspetores de seguranças que foram aposentados ou reformados devido a amputações de membros ou reformados em decorrência de “incapacidade física ou mental permanente”. Antes, o benefício era restrito aos paraplégicos e aos tetraplégicos. A proposta — que deu origem à Lei 6.764, aprovada meses antes das eleições — garantia o pagamento mensal de R$ 3 mil aos que se tornaram inválidos em decorrência de acidentes de trabalho, “impossibilitados total e permanentemente para qualquer atividade”.
Um ano e dois meses após a publicação da lei, bombeiros, inspetores e policiais que tiveram as carreiras interrompidas à força ainda não conseguiram receber o auxílio. Atingido por 11 tiros em 1995, durante uma operação em Nova Iguaçu, o PM Marcílio Freitas, de 54 anos, passou sete meses internado no Hospital da Polícia Militar se recuperando dos tiros, que acertaram o peito, o joelho, o braço e a mão. Considerado inválido desde então, Freitas, que foi reformado com o soldo de sargento, acreditou que daria uma vida mais tranquila à família quando a lei foi aprovada.

“Estava trabalhando e quase fui morto. Não estou assim por vontade minha. Preferia poder trabalhar a ter que receber esse auxílio. Os colegas que entraram na PM comigo subiram, e eu fui obrigado a parar. Preciso da ajuda da minha esposa até para carregar uma bolsa no mercado”, contou Freitas, que hoje caminha amparado por muletas depois que perdeu a capacidade de mover o joelho.


Outro que espera o pagamento do auxílio é Dejair Ferreira, de 52 anos, ferido em 2001. Ele foi reconhecido como policial num assalto, quando voltava do trabalho. “Após a aprovação da lei, entrei com um requerimento, mas o pedido foi indeferido”, afirmou.

Mulher é presa em flagrante ao tentar subornar PMs em São Gonçalo

sábado, 20 de junho de 2015

Morre soldado Drielle do 14º BPM

Deus conforte os corações dos seus amigos e familiares.


Morreu na manhã deste sábado, a  policial militar Drielle Lasnor de Moraes, de 25 anos. Ela foi baleada  durante uma perseguição na Estrada da Água Branca (Realengo) na madrugada do dia 25 de maio.

sexta-feira, 19 de junho de 2015

FIM da escala de ESCRAVIDÃO DA PMERJ.

CABO DACIOLO CONVIDA PARA : REUNIÃO, 27 DE JUNHO, ÀS 14H  COM TODOS OS MILITARES DE FOLGA.

Policiais Militares do Estado do Rio de Janeiro, estaremos reunidos no dia 27 de junho, sábado, às 14h, na Rua da Lapa, nº 120, (ABMERJ) para tratarmos do FIM da escala de ESCRAVIDÃO DA PMERJ.

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obs: O Deputado Federal Daciolo  esteve no último dia 16, com o Secretário de Segurança José Mariano Beltrame, para exigir mudanças na escala de serviço dos Policiais Militares do Rio de Janeiro.

SUA PRESENÇA É MUITO IMPORTANTE !

PM é baleado durante assalto em Nova Iguaçu


Um policial militar foi baleado durante um assalto em Nova Iguaçu, na Baixada Fluminense, na noite de quinta-feira (18). O soldado Douglas Constantino Barbosa foi assaltado por três criminosos no bairro Botafogo e tentou resistir.
Um dos suspeitos, que estava armado, atirou contra o peito do policial e fugiu. Uma carteira, um cordão, um relógio e uma pulseira foram levados pelo trio
O PM foi socorrido no Hospital Geral de Nova Iguaçu, na Posse, onde está internado em situação estável.
Douglas, que é lotado no 14º BPM (Bangu), tenta transferência para o Hospital Central da Polícia Militar, no Estácio, na Zona Norte do Rio.

Sargento da Polícia Militar é morto em tentativa de assalto na Baixada Fluminense

O sargento da Polícia Militar como Adilson de Oliveira Junior, lotado no batalhão no 22º BPM, foi encontrado morto na rua Amadeu Lara, em Nilópolis, Baixada Fluminense, nesta quinta-feira (18).

Segundo a Polícia Militar, o agente estava de folga. A ocorrência foi encaminhada para a DH (Divisão de Homicídios) da Baixada Fluminense.

PM grávida se joga do segundo andar após Casa ser invadida por bandidos

Uma policial militar, lotada na Coordenadoria de Polícia Pacificadora (CPP), perdeu os dois bebês que esperava depois de se jogar do segundo andar de sua casa, no Cachambi, na Zona Norte do Rio, na manhã desta terça-feira (16). 


A soldado, de 26 anos, foi rendida por um jovem armado quando fazia faxina na sala. Ele teria pedido para a militar tirar a roupa. Com medo, a mulher se jogou.

De acordo com a assessoria de imprensa da corporação, a vítima pediu socorro no 190 e uma viatura do 3º BPM ( Méier) foi acionada. A soldado foi levada para o Hospital Pasteur, no Méier, de onde já foi liberada, segundo a assessoria da unidade. Ela estava com três meses de gravidez dos primeiros filhos. O criminoso fugiu levando uma mochila e a farda da militar.

"Ela só viu um na sala, mas escutou um barulho e achou que ele pudesse estar acompanhado. Provavelmente ele entrou pela casa do vizinho. Foi uma coisa terrível que aconteceu na nossa família", lamentou a mãe da vítima.

A soldado pulou de uma altura de mais de três metros e não teve nenhum machucado pelo corpo. O caso foi registrado na 23ª DP (Méier), que investiga o crime.

terça-feira, 16 de junho de 2015

Nem da Rocinha é absolvido de acusação de tráfico na Cruzada São Sebastião

O traficante Antonio Francisco Bonfim Lopes, o "Nem da Rocinha", preso desde novembro de 2011, foi absolvido da acusação de ser o chefe do tráfico também na Cruzada São Sebastião, no Leblon, também na Zona Sul do Rio. Em sua decisão, a juíza Simone de Faria Ferraz afirma que, apesar de saber que Nem era o chefe do tráfico na Rocinha, não houve provas de que o acusado também chefiava o tráfico na comunidade no Leblon.


"De plano destaco que não desconhece esta Julgadora as diversas anotações criminais ostentadas pelo réu. Tais anotações revelam o que de muito se sabe. O réu é reconhecimento um dos líderes de organização criminosa, responsável pela distribuição e mercancia de drogas na Cidade do Rio de Janeiro, em especial, junto à comunidade da Rocinha. Mas isso não serve para que se alcance um decreto condenatório, sob pena de se dar azo ao chamado Direito Penal do Autor. A prova produzida nos presentes autos são por demais circunstanciais. Não apontam efetivamente ter o réu praticado os crimes que lhe são imputados nos intestinos da Cruzada São Sebastião", escreve a magistrada, que ressalta ainda a falta de provas materiais para condenar Nem da Rocinha.

"Nenhuma das testemunhas arroladas pelo Ministério Público presenciou os fatos narrados na exordial ou mesmo puderam constatar conversas entre o réu e aqueles que o Ministério Público aponta como seus associados.Dizer que ´Nem é quem manda´ não é prova. É suposição", apontou a juíza. O delegado de Polícia Civil da 14ª DP (Leblon).

Atualmente preso em um presídio federal em Campo Grande (MS), Nem da Rocinha foi condenado a 20 anos de prisão em 2013 por tráfico de drogas, associação para o tráfico e lavagem de dinheiro. Em dezembro de 2014, Nem da Rocinha também foi absolvido juntamente com o líder comunitário William de Oliveira das acusações de tráfico de drogas e associação ao tráfico. Segundo informações do Tribunal de Justiça do Rio, Nem responde a 21 processos.

segunda-feira, 15 de junho de 2015

Playboy combina cessar-fogo com chefes de facção rival

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“Não estou pedindo trégua pra ninguém, não. Vocês são de uma facção, eu sou de outra. É guerra de sangue. Mas estou aqui para não chamar mais atenção da mídia, pro morador ficar tranquilo, pra criança poder brincar”, avisa o traficante Celso Pinheiro Pimenta, o Playboy. O recado é dado aos chefes da facção rival Ricardo Chaves de Castro Lima, o Fu, e Claudio José de Souza Fontarigo, o Claudinho da Mineira. Em conversa pelo rádio, e divulgada por grupos de WhatsApp, os três criminosos combinam um “cessar fogo” na região das favelas que dominam, em Costa Barros, na Pavuna, Zona Norte do Rio. O áudio é analisado por policiais da Delegacia de Combate às Drogas (DCOD).  Leia a reportagem Aqui 

domingo, 14 de junho de 2015

PM da UPP Chatuba é morto a tiros em Queimados


O soldado da PM Everson de Hollanda Carneiro Oliviera, de 30 anos, foi morto a tiros neste domingo, no bairro Belmonte, em Queimados, na Baixada Fluminense. O policial, que estava fora de serviço no momento em que foi alvejado, era lotado na Unidade de Polícia Pacificadora (UPP) da Chatuba, na Penha, Zona Norte do Rio. Everson iria completar 31 anos na terça-feira. Ele estaria soltando pipa no momento do crime. O caso foi registrado na Divisão de Homicídios da Baixada Fluminense (DHBF).

Novo regulamento disciplinar para PMs e BMs

JORNAL EXTRA

Quarenta e dois deputados da Assembleia Legislativa do Rio (Alerj) assinaram um manifesto pedindo a implantação de um novo regulamento disciplinar para os policiais militares e bombeiros do estado. Anexo ao documento, deverá ser entregue esta semana ao governador Luiz Fernando Pezão um relatório com a proposta das mudanças. Entre elas, o fim da prisão disciplinar, que seria substituída por prestação de serviço extra. O texto também acaba com o licenciamento e com a exclusão por indisciplina.

As medidas estão previstas no relatório produzido no ano passado por uma comissão especial presidida pelo deputado Flávio Bolsonaro (PP) e que tem Wagner Montes (PSD) como vice-presidente. Para serem apreciadas em plenário, no entanto, é preciso que se transformem em projeto de lei a ser enviado pelo governo. Para a aprovação da matéria, bastaria a maioria simples dos deputados. No caso do quórum mínimo, de 36 parlamentares, seriam necessários, portanto, 19 votos a favor.

Outra mudança sugerida pela comissão especial é excluir alguns itens considerados infrações, como os de números 121 e 122, que classificam como transgressão ‘‘usar, quando uniformizada, cabelos excessivamente compridos, penteados exagerados, maquiagem excessiva, unhas excessivamente longas ou com esmalte extravagante’’. E ‘‘usar, quando uniformizada, cabelos de cor diferente do natural ou peruca, sem permissão da autoridade competente’’.
— Consideramos importante manter a hierarquia e a disciplina militar, mas sem exageros que possam gerar injustiças. As garantias individuais devem ser preservadas. Revogamos situações esdrúxulas e subjetivas. Hoje, se uma mulher estiver com maquiagem ou com unha com cor incompatível segundo o entendimento de um superior, ela pode ser punida. Não tem cabimento isso — afirma o presidente da comissão, o deputado Flávio Bolsonaro.

Ex- comandantes da PM criticam proposta de deputados que dificulta expulsão disciplinar

JORNAL EXTRA

A proposta de novo regimento para a Polícia Militar, apresentada por um grupo de deputados estaduais, colocou do mesmo lado lideranças tradicionalmente antagônicas da corporação. Entre as mudanças, estão o fim da prisão disciplinar, substituída por serviço extra, e a criação de mecanismos que dificultam a exclusão por indisciplina, quando não há reincidência de transgressão grave. Para o coronel Ubiratan Angelo, ex-comandante da PM, acabar com a prisão disciplinar é um avanço:

— A prisão serve de catarse para quem a aplica. Sou contra ela. Mas o que faz um policial temer é perder sua carteira. Ele trabalha com um poder enorme, com assédio dos corruptos, tem que ter controle.

Na prática, para ser excluído, o policial teria que ser condenado na Justiça comum ou na militar ou ter cometido duas ou mais transgressões graves. Ex-corregedor da PM, o coronel Paulo Cesar Lopes, integrante de uma ala mais conservadora, discorda.

— É a institucionalização da anarquia. Você pode acrescentar o trabalho extra como mecanismo de punição, mas não pode acabar com a prisão por indisciplina — afirma.
O novo regimento para PMs e bombeiros também trata da criação de duas pontuações que podem gerar ou agravar punições, de um lado, ou atenuar e eliminar as transgressões dos militares, por outro. Dependendo do ato infracional, elas serão classificadas como leves, médias e graves.

A proposta fala ainda da pontuação de recompensas. Neste caso, há formação de ranking positivo dependendo do recebimento de elogios individuais ou coletivos e a concessão de comendas e medalhas. Esses pontos poderiam ser usados para a redução da gravidade de eventuais transgressões ou até a sua anulação.


— Pode criar um vício de origem a concessão de elogios preventivos. Eu já vi oficiais pedindo a deputados que os agraciassem com medalha. Que medalha é essa? Por bravura? — questiona Miguel Cordeiro, presidente da Associação de Ativos, Inativos e Pensionistas da Polícia Militar e Corpo de Bombeiros.

terça-feira, 9 de junho de 2015

Preso por matar delegada é encontrado morto dentro da cela


Alessandro Oliveira Furtado, assassino confesso da própria mulher, a delegada Tatiene Damaris Sobrinho Damasceno Furtado, foi encontrado morto, na manhã desta segunda-feira (8), em uma cela, na Penitenciária Bandeira Stampa, no Complexo Penitenciário de Gericinó, em Bangu, Zona Oeste do Rio.

O corpo de Alessandro, que apresentava cortes no pescoço, segundo a Secretaria de Estado de Administração Penitenciária (Seap), foi encaminhado ao Instituto Médico Legal (IML). O laudo sobre a causa da morte ainda não foi divulgado. 

Efetivo de policiais militares cedidos a outros órgãos do estado do Rio formaria cinco batalhões


A PM do Rio mantém, hoje, 2.098 policiais cedidos para outros órgãos. O número corresponde ao somatório dos efetivos de, pelo menos, cinco batalhões: 3º BPM (Méier), 6º BPM (Tijuca), 16º BPM (Olaria), 17º BPM (Ilha do Governador) e 19º BPM (Copacabana).
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OFICIAL NÃO DEIXA PM's QUE ESTAVAM PASSANDO MAL SAÍREM DO LOCAL DA PROVA

Policiais militares  foram submetidos a mais de duas horas debaixo de sol de quase 40º e imagens gravadas por um dos candidatos, mostram várias pessoas esperando por socorro. Oficial responsável pelo Setor Sul prendeu mais de 40 candidatos que quiseram desistir do concurso por se sentirem mal com o forte sol. Os militares seriam do 8º BPM e 36º BPM.

segunda-feira, 8 de junho de 2015

Concurso para sargento da PM é cancelado

A Polícia Militar decidiu cancelar o concurso interno para a formação de sargentos realizado neste domingo (07), no estádio Nilton Santos, o Engenhão, na Zona Norte do Rio, depois que candidatos reclamaram das condições e do local onde a prova foi realizada.

De acordo com uma nota, divulgada pela assessoria de imprensa da corporação, a decisão foi tomada pelo Comando da PM, em razão de irregularidades apontadas pelo Centro de Recrutamento e Seleção de Praças (CRSP).

Segundo o relatório preliminar da chefia do CRSP, houve falhas na fiscalização durante a aplicação da prova, além da inadequada exposição ao sol de alguns candidatos que estavam no setor sul do Engenhão. Pela importância do concurso, o comando informou ainda, que planeja realizar nova prova em breve, para cumprir o cronograma, que prevê o início do curso para agosto deste ano.


Imagens divulgadas nas redes sociais mostram que muitos candidatos chegaram a passar mal pois foram obrigados a ficar durante horas debaixo do sol forte.

Em um áudio, uma das fiscais alerta sobre a situação: “Coronel, olha só, não há como a gente deslocar o pessoal que esta na ala sul para as áreas que estão cobertas? Ta havendo muita manifestação, tá tendo problema aqui”, explica ela.

Em outra mensagem, um coronel se nega a atender o pedido: “É direito do candidato desistir da prova, é direito do candidato. Não vai trocar ninguém. Se quiser desistir é só entregar a prova e ir embora. Ninguém sai antes de uma hora”, diz ele na gravação. 

Confusão e falta de organização no concurso para sargento da polícia militar

Candidatos recebem voz de prisão em prova da PM (JORNAL EXTRA)
Um concurso interno da Polícia Militar para formação de sargentos terminou com mais de 200 recebendo voz de prisão, na tarde do último domingo. A prova foi feita no Estádio Olímpico João Havelange (Nilton Santos), o Engenhão, no Engenho de Dentro. Os candidatos eram de cidades do interior do Rio. Segundo policiais, que não quiseram se identificar, alguns dos participantes esperavam sob sol forte para o início da prova na ala sul do estádio e se recusaram a fazê-la, porque começaram a passar mal. Houve discussões e eles receberam voz de prisão. — Ficamos de 10h da manhã até as 13h esperando para começar a prova. Eu saí de casa à 1h30m da manhã e não recebemos nem almoço — reclamou um dos policiais. Divulgado em grupos de policiais nas redes sociais, um vídeo mostra um candidato passando mal enquanto esperava para a prova:

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Em nota, a assessoria da Polícia Militar (PM) do Rio afirmou que recomendou que os candidatos levassem alimentação leve e bebida, já que a prova tinha duração de quatro horas. A nota ainda diz que os participantes da seleção puderam desistir da prova, desde que fosse obedecida a regra de permanência mínima de uma hora após o início, como previa o edital. Segundo a corporação, desde 2006 não havia um concurso para sargentos e, por conta deste intervalo, a prova teria demandado grande mobilização de recursos humanos e materiais.

sexta-feira, 5 de junho de 2015

Policial civil é morto na Zona Oeste do Rio

Um policial civil foi morto na porta de casa, na manhã desta sexta-feira na Rua Tenente Coronel Cunha, em Magalhães Bastos, na Zona Oeste da cidade. Segundo informações da Polícia Civil, o inspetor Luiz Eduardo da Silva, de 55 anos, saía de casa quando três homens desceram de um carro e efetuaram os disparos. A vítima estava em seu primeiro dia de férias. Os criminosos dispararam contra o inspetor pelas costas. O agente, lotado na 31ª DP (Ricardo de Albuquerque), chegou a ser socorrido pelo Corpo de Bombeiros, que foi acionado por pessoas que estavam no local, mas morreu ao dar entrada no Hospital Carlos Chagas, em Marechal Hermes.


O corpo do policial foi levado para o Instituto Médico-Legal (IML), onde será submetido a uma necrópsia. A Delegacia de Homicídios da Capital (DH) assumiu as investigações para descobrir as circunstâncias da morte do policial. A perícia foi feita no local e os agentes tentam localizar imagens e testemunhas que possam ajudar na identificação dos autores do crime. Ainda não há informações sobre o sepultamento do agente.