quarta-feira, 30 de setembro de 2015

Morre PM e ex-dublador de Harry Potter, atingido por tiro no Alemão


video

O soldado da UPP Fazendinha Caio Cesar Ignácio Cardoso de Melo, de 27 anos, baleado durante um patrulhamento de rotina região do Campo do Sargento, morreu na tarde desta quarta-feira (30).

Caio foi baleado no pescoço quando patrulhava a região e foi surpreendido por criminosos, segundo a UPP, por volta das 11h. O soldado foi levado para o hospital Getúlio Vargas, mas não resistiu. O patrulhamento foi reforçado na região.

Além de PM, Caio Cesar foi dublador do personagem principal da série Harry Potter nos cinemas brasileiros. Quando ainda estava no hospital, amigos como o dublador Mauro Ramos postaram sua foto nas redes sociais.
O site Dublapédia Brasil, dedicado à atividade, publicou uma nota em sua página no Facebook, lamentando a morte de Caio, assim como a página Daily Potter News, dedicada aos fãs do bruxo: "Levantem suas varinhas, potterheads", pedia o texto em homenagem a Caio.

Policiais militares e bombeiros ficarão fora da reforma da previdência do estado


terça-feira, 29 de setembro de 2015

Força tarefa da Polícia Militar prende envolvidos na morte do soldado Bruno

Com eles foram apreendidas drogas, munição, armas e rádios transmissores. A carteira funcional do PM também foi encontrada com um dos suspeitos.


O soldado da PM Bruno Pereira, de 30 anos, foi torturado antes de ser morto por traficantes da comunidade Dom Bosco, em Nova Iguaçu, Baixada Fluminense, na madrugada da última segunda-feira.

Bruno levou um tiro nas costas, foi amarrado a um cavalo e arrastado, ainda vivo, por cerca de 1 km até a comunidade da Lagoinha.

O PM foi capturado por criminosos em um bar, enquanto falava no celular com o irmão, na tentativa de localizá-lo. Ele, que trabalhava na UPP Formiga, na Tijuca, teria sido reconhecido pelos traficantes.

Ontem, a polícia prendeu sete suspeitos e apreendeu seis menores que teriam participado da execução. O cavalo usado na tortura, que pertencia a um dos menores, também foi apreendido.

O corpo do soldado foi enterrado na manhã desta terça-feira, no Cemitério de Irajá.

CPI para investigar mortes de policiais e os desvios de armas e munições de paióis da PM

Nesta terça-feira (29), a Alerj vota a criação de duas CPIs, A primeira, proposta por Paulo Ramos (PSOL), vai investigar as mortes e incapacitações de policiais. Já a segunda, de Carlos Minc (PT), terá a missão de apurar os desvios de armas e munições de paióis da PM

PM é torturado e morto por traficantes em Nova Iguaçu

domingo, 27 de setembro de 2015

OPERAÇÃO VERÃO


►A Polícia Militar apreendeu, até as 16h deste domingo, 15 jovens durante o segundo dia da ‘Operação Verão’, no Rio. Os menores foram detidos em ônibus, durante blitzes realizadas pela PM. 
Dos 15 apreendidos, sete foram liberados pela Secretaria municipal de Desenvolvimento Social, que considerou que eles não estavam em situação de vulnerabilidade social. Os oito restantes são menores de 12 anos e, como estavam sem os responsáveis, foram encaminhados para um posto da SMDS em Del Castilho, na Zona Norte.


►No segundo dia da Operação Verão, dois menores e um rapaz foram retirados de um ônibus da linha 455 (Méier - Copacabana), na Avenida Princesa Isabel, em Copacabana, por não pagarem passagens, neste domingo.


►Pelo menos oito jovens  foram retirados de ônibus porque não tinham dinheiro para pagar passagem, neste domingo, em Benfica, na Zona Norte do Rio, segundo policiais militares que atuam na região. Na Rua Ana Neri, um deles foi flagrado entrando pela janela de ônibus da linha 474, que liga o bairro do Jacaré ao Jardim de Alah, em Ipanema, na Zona Sul.




►Policiais militares apreenderam menores flagrados 'surfando' no teto de um ônibus, no Aterro do Flamengo.O coletivo da Viação Verdun vinha da Zona Sul, no sentido Centro, quando menores subiram no teto. A viatura da PM abordou o ônibus e fez os garotos descerem. Teve início uma confusão quando um dos menores era recolhido. A polícia usou gás de pimenta para dispersar o grupo.

Agentes do Degase são cercados por adolescentes durante tumulto em unidade de semiliberdade

Um caos total”, assim os agentes do Departamento Geral de Ações Socioeducativas, o Degase, descrevem o dia a dia de trabalho. Se nas praias e nas ruas, menores infratores esfaqueiam cidadãos e promovem arrastões nas prais e ônibus, dentro das unidades não é diferente.

Responsáveis pela segurança da unidade e pela intervenção nos conflitos, os Agentes Socioeducativos são ameaçados, agredidos e perseguidos dentro e fora das unidades.

Por volta das 18:20 dessa quarta feira, após o jantar os jovens que cumprem medida de na unidade de semiliberdade de Duque de Caxias promoveram quebra-quebra e tentaram agredir os agentes da unidade.

Nas imagens do circuito de monitoramento interno, é possível ver um grupo de infratores cercando três agentes, que tentam acalmar os ânimos. É possível ver o momento em que os jovens cercam os funcionários que são obrigados a recuar.

Os infratores quebraram a mesa de ping-pong da unidade e usaram os pés da mesa como bastão para agredir os funcionários.

Depois que os agentes conseguiram se livrar do cerco e se proteger, cinco adolescentes rebelados abriram o portão principal da unidade e correram, passando a ser considerados como foragidos, ao descumprir a medida socioeducativa imposta pelo Poder Judiciário. Na fuga roubaram o telefone celular de um dos agentes.

Rio Crime // Agentes são cercados por adolescentes – vídeo

sábado, 26 de setembro de 2015

Familiares de Servidores da Segurança Pública merecem respeito e dignidade


Não se aplicar tal lei aos Profissionais da área de segurança Pública.

O projeto de lei 833/2015 ( leia ) é de autoria do Poder Executivo e tem o propósito de acabar com a pensão vitalícia a viúvas com menos de 44 anos de idade.

COMO UMA PESSOA PODERÁ SE COLOCAR OU RECOLOCAR NO MERCADO DE TRABALHO AOS 43 ANOS DE IDADE POR EXEMPLO?

AS FAMÍLIAS DOS SERVIDORES DA SEGURANÇA PÚBLICA MERECEM RESPEITO E DIGNIDADE.



ASSINE O ABAIXO ASSINADO 

Por falta de autonomia, comandante-geral da PM quer pedir para sair


Aos amigos, diz que, até o fim do ano, vai viver do lado de lá dos muros dos quartéis. E já pensa até num comando de transição. O principal motivo seria a falta da autonomia prometida pelo secretário de Segurança, José Mariano Beltrame. E também o fato de a maior parte das verbas da segurança ser alocada na subsecretaria de Inteligência — setor, afinal, de origem de Beltrame. Enquanto isso, a turma da PM — que é quem dá cara a tapa nas ruas — vive à míngua.

quinta-feira, 24 de setembro de 2015

PM do Rio atrasa pagamentos de carros para serviço reservado e diretor de Finanças deixa o cargo


Envolvida numa crise financeira, que já afetou até os gastos com enterros de PMs mortos em serviço, a Polícia Militar acumula dívidas com outras empresas que prestam serviços à corporação. Uma delas foi contraída nos últimos meses com uma locadora de carros, que fornece à PM 132 Chevrolet Prisma. O contrato assinado com a empresa chega a R$ 5,5 milhões.
Os veículos, descaracterizados, são usados, na maioria dos casos, pelo serviço reservado da corporação.
Em meio à crise, o coronel Ricardo José Cardoso Vilalba, comandante da Diretoria Geral de Administração Financeira (DGAF), órgão encarregado de controlar as despesas da tropa, pediu para ir para a reserva. A exoneração de Vilaba foi publicada no boletim de 21 de setembro último.
De acordo com o Portal da Transparência, no ano passado, a PM pagou apenas três parcelas, em valores que variam entre R$ 481 mil e R$ 687 mil, à empresa Full Log Transportes, que locou os veículos para a corporação, num aditivo de contrato assinado em abril de 2014.
Procurada, a empresa disse já ter recebido parte da dívida e alegou que apenas quatro parcelas estão em atraso. Elas são referentes aos meses de novembro e dezembro de 2014 e julho e agosto de 2015.
Outra dívida é referente ao aluguel de carros blindados e de veículos comuns por outra empresa. Um dos responsáveis pela firma confirmou a existência de uma dívida, mas não quis dar valores nem detalhes do contrato. Entre o ano passado e fevereiro de 2015, ela recebeu pouco mais de R$ 3,9 milhões da PM.

No entanto, a PM negou a existência das dívidas e disse que os contratos foram executados e pagos dentro da normalidade. O coronel Vilalba tomou posse em janeiro na DGAF. Em seu lugar, assumiu o coronel Marcio Pereira Basílio, que era da Diretoria Financeira. O posto deixado por Basílio foi ocupado pelo tenente-coronel Amaro de Sales. A Polícia Militar afirma que não há risco de interrupção dos serviços, já que os contratos “estão em dia”.

A PM deixou de pagar R$ 400 mil, desde agosto do ano passado, pelos serviços da Funerária Kaf Rio, contratada pela corporação para cuidar dos enterros dos militares mortos em atos de serviço.

A Odontoclínica Central da PM, na Cidade Nova, cancelou todas as consultas agendadas para a terça-feira da semana passada, por falta de material médico. Na época, o Jornal Extra  ouviu profissionais da unidade, que reclamaram da falta de gaze, fios de sutura e também de materiais usados na esterilização dos equipamentos.

terça-feira, 22 de setembro de 2015

Alerj decide abrir CPI das Armas

O deputado estadual Carlos Minc (PT) vai pedir hoje a instalação de uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) na Assembleia Legislativa para investigar o sumiço de armas na Polícia Militar. O pedido é com base no extravio, furto e roubo de armamento em 36 das 56 unidades. Relatório da corregedoria do órgão produzido em 2011 mostra que foram 457 armas, dos quais 72 fuzis. As investigações foram abertas dois anos depois e ainda não foram concluídas.

A meta de Minc é apurar também como é feito o controle nos paióis da Secretaria de Administração Penitenciária (Seap) e do Corpo de Bombeiros. Para a aprovação da CPI, Minc conta com o apoio mais forte poderia ter: o do presidente da Alerj, Jorge Picciani (PMDB), que já se engajou na ideia.

“É uma questão gravíssima que oxigena a violência e a corrupção policial. É dever da Assembleia Legislativa ajudar a elucidar o desaparecimento de tantas armas que deveriam estar nas mãos de policiais e não nas de bandidos”, afirmou Picciani. O presidente acrescentou que o objetivo da CPI é ajudar os órgãos. “Vou emprestar todo o meu apoio para que esta Casa consiga fazer um trabalho que colabore no aperfeiçoamento das instituições e no combate à criminalidade”, ressaltou.
Levantamento feito pelo DIA mostra a ineficiência nos mecanismos da corporação para impedir o sumiço de armamento. Em 17 de janeiro de 2012, por exemplo, o então cabo Edvan Mendes Lima retirou uma pistola ponto 40 com dois carregadores e 22 munições do 4º BPM (São Cristovão). Ele foi expulso da corporação em janeiro de 2013. Mas a PM só recuperou a arma em novembro do ano passado.

“Há indícios de impunidade para os responsáveis”, avaliou Minc. O parlamentar fez questão de ressaltar que o objetivo desta CPI é focar nos paióis do estado. Ele lembrou que em 2011 houve uma comissão mais ampla que apurou tráfico de armas, munições e explosivos. “Naquela época, foram feitas recomendações à PM para o controle de seu arsenal. Mas parece que nada foi feito.”

Para Minc a falta de providências reforçam ainda mais a criação de uma nova CPI. “É preciso saber o porquê das recomendações não terem sido cumpridas. Isso aponta a necessidade de uma CPI focada nos órgãos do estado”, declarou. Em 2011, a juíza Patrícia Acioli foi assassinada com 21 tiros quando chegava em casa, em Niterói. O crime foi cometido por PMs e parte da munição era da corporação.

"Ameaça à sociedade"

O relatório de 2011 aponta que no Batalhão de Operações Especiais (Bope), a tropa de elite da PM, foram roubadas, extraviadas ou furtadas 44 armas. Do número há armamento pesado, como 17 carabinas Colt M-4, versão mais antiga do fuzil AR-15. Além de cinco fuzis calibre 7,62 e 556, também usado por traficantes de drogas.

“A impunidade é o que garante a continuidade do crime. O desaparecimento de armas do estado é uma ameaça à sociedade”, afirmou Carlos Minc. Outra artimanha que resulta no sumiço de armamento é a de PMs usarem o nome de outros colegas de farda para conseguir retirar o equipamento das reservas, o que caracteriza crime militar.

O fácil acesso dos paióis é outro ponto vulnerável na PM. Em outubro do ano passado, um carro de cor escura entrou sem resistência no Batalhão de Choque. Os bandidos roubaram 23 pistolas da corporação e cinco armas dos policiais que guardavam o local.

Agora, os investigadores da Corregedoria da Polícia Militar estão avaliando imagens captadas por câmeras da unidade. O objetivo da perícia é identificar a placa do veículo dos bandidos. “Há aparentemente muita precariedade no controle. Isso precisa ser revisto”, opinou Carlos Minc.


LEIA: Fuzil importado registrado em nome de coronel da PM estava na mão de traficantes da Serrinha, em Madureira.

segunda-feira, 21 de setembro de 2015

Furtos, arrastões, correria, e confusão em vários bairros da Zona Sul do Rio de Janeiro

Decisão judicial proíbe PM de apreender jovens sem flagrante no Rio.
Leia: JORNAL O DIA 



Após arrastões no Rio, grupos na internet articulam ações de vingança: Leia: G1


PM cobra apoio na prevenção 
De acordo com o coronel Cláudio Lima Freire, chefe do Estado-Maior Operacional da Polícia Militar do Rio de Janeiro, a corporação não vai conseguir coibir sozinha que estes arrastões se repitam na cidade. Ele destacou que os policiais estão cumprindo uma decisão da Justiça de que a PM só pode apreender menores em flagrante e que não cabe mais a ela dizer se uma criança ou adolescente está ou não em situação de vulnerabilidade.
“Não é a Polícia Militar que vai dar conta do recado sozinho nesta operação praia, os outros órgãos que estão elencados na decisão judicial eles têm que estar presentes. Polícia Militar, Secretaria Municipal de Desenvolvimento Social, Guarda Municipal, Secretaria Municipal de Ordem Pública e Polícia Civil. São os órgãos que foram elencados na sentença do juiz com cada grau de responsabilidade que cada um deveria fazer no evento praia”, destacou o coronel.

NÃO VAMOS PAGAR A CONTA DE UMA CRISE QUE NÃO CRIAMOS.



ATO PELA DIGNIDADE DAS PENSIONISTAS DE POLICIAIS E BOMBEIROS MILITARES DO RIO DE JANEIRO

Quinta - Feira, dia 24/09/2015, em frente a ALERJ às 09:00 horas da manhã!



PROJETO DE LEI Nº 833/2015
EMENTA:
ALTERA DISPOSITIVOS DA LEI Nº 5.260, DE 11 DE JUNHO DE 2008, DA LEI Nº 3.189, DE 22 DE FEVEREIRO DE 1999, DA LEI Nº 6.112, DE 16 DE DEZEMBRO DE 2011, E DA OUTRAS PROVIDÊNCIAS
Autor(es): PODER EXECUTIVO
A ASSEMBLEIA LEGISLATIVA DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO
RESOLVE:
Art. 1º A Lei nº 5.260, de 11 de junho de 2008, passa a vigorar com os seguintes acréscimos e modificações:
“Art. 7º (...)
I - (...)
(...)
d) Aposentadoria Especial.” (NR)
“Art. 9º (...)
(...)
IV - a data do laudo médico, ou a data fixada no laudo médico que fundamentou o ato de concessão de aposentadoria por invalidez;
V - as condições previstas na legislação de regência das hipóteses de aposentadoria especial.
§1º No caso de aposentadoria compulsória por idade, o segurado afastar-se-á do exercício de seu cargo no dia a que se refere o inciso III deste artigo, sendo o ato de aposentação meramente declaratório, para todos os efeitos jurídicos. (NR)
§2º Concorrendo às condições previstas para a aposentadoria voluntária por tempo de contribuição, por invalidez permanente ou compulsoriamente por idade, o servidor poderá optar, uma única vez, pelo tipo de aposentadoria que lhe for mais vantajosa. (NR)
§3º Na hipótese prevista no inciso IV deste artigo, a eventual diferença entre a remuneração e os proventos de inatividade somente terão efeitos prospectivos”. (NR)
“Art. 11. Os proventos de inatividade serão proporcionais ao tempo de serviço e contribuição, exceto na hipótese de aposentadoria por invalidez decorrente de acidente em serviço, moléstia profissional ou doença grave, contagiosa ou incurável, tuberculose ativa, alienação mental, neoplasia maligna, cegueira posterior ao ingresso no serviço público, cardiopatia grave, hanseníase, leucemia, pênfigo foleáceo, paralisia irreversível e incapacitante, síndrome da imunodeficiência adquirida - AIDS, neuropatia grave, esclerose múltipla, doença de Parkinson, espondiloartrose anquilosante, nefropatia grave, mal de Paget e hepatopatia grave, e, ainda, o que constar de ato do Conselho de Administração ou portaria expedida pelo Diretor-Presidente do RIOPREVIDÊNCIA, ad referendum do Conselho; devidamente atestada por órgão médico-pericial oficial ou credenciado, quando deverão ser integrais”. (NR)
“Art. 12. (...)
§1º - Os proventos calculados de acordo com a média das remunerações estabelecidas pela Lei Federal nº 10.887/2004, por ocasião da sua concessão, não poderão ser inferiores ao valor do salário mínimo nem exceder a remuneração do respectivo servidor no cargo efetivo em que se deu a aposentadoria, computando-se na base de cálculo as parcelas remuneratórias percebidas em decorrência de local de trabalho, do exercício de cargo em comissão ou de função de confiança, sobre as quais tenha incidido contribuição previdenciária, na proporção do tempo de contribuição; (NR)
§2º (...)
(...)
b) que tenham ingressado no serviço público em data anterior ao início do funcionamento da RJPREV e tenham optado por aderir ao regime de previdência complementar ali instituído, exceto participante sem patrocínio; ou” (NR)
(...)
“Art. 13. Para efeito de aposentadoria é assegurada a contagem do tempo de contribuição para os regimes próprios de previdência social dos servidores estatutários da União, de outros Estados, Distrito Federal e de Municípios, incluídas as autarquias e fundações, bem como a contagem do tempo de contribuição para o regime geral de previdência social, observado o disposto no §9º do art. 201 da Constituição da República.” (NR)
“Art. 14. (...)
I - o cônjuge, a companheira ou o companheiro, os parceiros homoafetivos e os filhos não emancipados, de qualquer condição, menores de 21 (vinte e um) anos ou maiores, se inválidos ou interditados;
(...)
§2º O enteado, o menor sob guarda judicial e o menor tutelado equiparam-se a filho mediante comprovação documental.
(...)
“Art. 16. (...)
(...)
III - pelo novo casamento ou união estável;” (NR)
IV - se comprovada, a qualquer tempo, simulação ou fraude no casamento ou na união estável, ou sua formalização com fim exclusivo de constituir benefício previdenciário, apuradas em processo judicial no qual será assegurado o direito ao contraditório e à ampla defesa; (NR)
V - em 4 (quatro) meses, se o óbito ocorrer sem que o segurado tenha vertido 18 (dezoito) contribuições mensais ou se o casamento ou a união estável tiverem sido iniciados em menos de 2 (dois) anos antes do óbito do segurado; (NR)
VI - transcorrido os prazos de recebimento de pensão de acordo com a idade dos beneficiários na data do óbito do segurado, conforme previsto no art. 25 desta lei. (NR)
“Art. 18. (...)
(...)
IV - irmãos e filhos, ou equiparados, pelo casamento ou emancipação.
V - a renúncia expressa;
VI - se condenado, após o trânsito em julgado, pela prática de crime de que tenha dolosamente resultado a morte do segurado. (NR)
§1º A critério da Administração, o beneficiário de pensão motivada por invalidez poderá ser convocado a qualquer momento para avaliação das condições que ensejaram a concessão do benefício.
§2º A perda da condição de dependente, para fins de percepção da pensão por morte, é definitiva, sendo inviável o seu restabelecimento sob qualquer fundamento.” (NR)
“Art. 21. (...)
Paragrafo único. Ressalvado o direito de opção, é vedada a percepção cumulativa de pensão deixada por mais de um segurado e de mais de duas pensões”. (NR)
“Art. 23. O pagamento da pensão por morte será devida a partir da data em que ocorrer o falecimento do segurado, desde que requerida em até 30 (trinta) dias após o óbito.
Parágrafo único. Decorridos os 30 (trinta) dias a pensão será devida a partir da data do requerimento”. (NR)
“Art. 25 No caso de cônjuge, companheira ou o companheiro, parceiros homoafetivos, se o óbito do segurado ocorrer depois de vertidas 18 (dezoito) contribuições mensais e houver, pelo menos, 2 (dois) anos de lapso temporal entre o início do casamento ou da união estável e o óbito do segurado, o direito a percepção do benefício cessará após transcorridos os seguintes períodos, de acordo com a expectativa de sobrevida do beneficiário na data do óbito do servidor ou aposentado:
Expectativa de sobrevida à idade x do cônjuge, companheiro ou companheira, em anos (E(x)):
55 < E(x)
3
50 < E(x) ≤ 55
6
45 < E(x) ≤ 50
9
40 < E(x) ≤ 45
12
35 < E(x) ≤ 40
15
E(x) ≤ 35
vitalícia
§1º Serão aplicados, conforme o caso, os prazos previstos neste artigo, se o óbito do segurado decorrer de acidente de qualquer natureza ou doença profissional ou do trabalho, independentemente do recolhimento de 18 (dezoito) contribuições mensais ou da comprovação de 2 (dois) anos de casamento ou de união estável.
§2° Para efeito do disposto neste artigo, a expectativa de sobrevida será obtida a partir da Tábua Completa de Mortalidade – ambos os sexos - construída pela Fundação Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística - IBGE, vigente no momento do óbito do servidor ou aposentado.
§3° O tempo de contribuição a outros regimes próprios de previdência social, bem como ao regime geral de previdência social, será considerado na contagem das 18 (dezoito) contribuições mensais de que trata este artigo.” (NR)
“Art. 26 - A pensão por morte de segurado corresponderá:
I - ao valor da totalidade da remuneração do servidor no cargo efetivo em que se deu o falecimento, até o limite máximo estabelecido para os benefícios do regime geral de previdência social, acrescido de 70% (setenta por cento) da parcela excedente a este limite, caso em atividade na data do óbito; ou
II - ao valor da totalidade dos proventos do servidor falecido, até o limite máximo estabelecido para os benefícios do regime geral de previdência social, acrescido de 70% (setenta por cento) da parcela excedente a este limite, caso aposentado à data do óbito.
(...)
§2º As pensões não excederão o limite máximo de benefícios do regime geral de previdência social, quando decorrentes dos óbitos de segurados:
(...)
b) que tenham ingressado no serviço público em data anterior ao início do funcionamento da RJPREV e tenham optado por aderir ao regime de previdência complementar ali instituído, exceto participante sem patrocínio; ou” (NR)
(...)
“Art. 28. (...)
(...)
§3º Consideram-se segurados de baixa renda aqueles que recebem remuneração ou subsídio mensal igual ou inferior ao salário mínimo estadual.” (NR)
“Art. 32. (...)
I - a 2/3 (dois terços) da remuneração recebida pelo segurado, quando afastado por motivo de prisão em flagrante ou preventiva, determinada pela autoridade competente, enquanto perdurar a prisão;
II - a metade da remuneração recebida pelo segurado, durante o afastamento em virtude de condenação por sentença definitiva que não determine ou de que não decorra a perda do cargo.” (NR)
Art. 2º A Lei nº 3.189, de 22 de fevereiro de 1999, passa a vigorar com os seguintes acréscimos e modificações:
“Art. 1º (...)
(...)
§2º O Poder Executivo, Poder Judiciário, Poder Legislativo, o Ministério Público, a Defensoria Pública, o Tribunal de Contas são garantidores das obrigações do RIOPREVIDÊNCIA derivadas do dever de custeio dos valores devidos por proventos pela aposentadoria, reforma, pensões e outros benefícios, concedidos e a conceder, no âmbito das suas respectivas esferas, conforme previsto nesta lei.” (NR)
“Art. 18. As contribuições de natureza previdenciária e quaisquer outras importâncias devidas ao RIOPREVIDÊNCIA pelos servidores estatutários, ativos e inativos, e pensionistas serão arrecadadas mediante desconto em folha, pelos órgãos responsáveis pelos respectivos pagamentos e por estes recolhidas, à conta do RIOPREVIDÊNCIA, até o dia 25 (vinte e cinco) do mês subsequente da competência da folha de pagamento de vencimentos, proventos ou pensões.
Parágrafo único. A não observância dos prazos de recolhimento das contribuições implicará na cobrança da correção nos termos da lei.
“Art. 19. O segurado em gozo de licença sem remuneração contribuirá para o regime jurídico próprio e único de previdência dos membros e servidores públicos estatutários estaduais durante o período de afastamento, recolhendo a contribuição, inclusive a patronal, diretamente ao RIOPREVIDÊNCIA, por meio de documento próprio de arrecadação.
§1º Durante o período de licença sem remuneração, permanece o vínculo com o regime jurídico próprio e único de previdência social.
§2º O não recolhimento de 3 (três) contribuições previdenciárias ou mais, consecutivas ou não, importará na suspensão do exercício dos direitos previdenciários disposta no §1º do art. 20 desta Lei.
§3º Observado o §10 do art. 40 da Constituição da República, o período de licença sem vencimentos somente contará para fins de aposentadoria com o recolhimento da contribuição previdenciária na forma do caput deste artigo.
§4º No retorno do período de Licença sem Vencimentos o servidor deverá, no prazo de até 60 (sessenta) dias, apresentar ao órgão de origem a CSP – Certidão de Situação Previdenciária e autorizar o desconto em folha observado o §4º do art. 20 desta Lei.” (NR)
“Art. 20. (...)
§1º A inobservância, por 3 (três) meses, consecutivos ou não, do disposto neste artigo acarretará a suspensão dos direitos previdenciários, sem prejuízo das sanções previstas em Lei.
(...)
§4º Os débitos poderão ser parcelados em até 36 (trinta e seis) vezes, cabendo ao servidor ou dependente optar por realizar o pagamento através de documento de arrecadação previdenciária ou desconto em folha de pagamento, respeitada a respectiva margem consignável.
Art. 3º O art. 1º da Lei nº 6.112, de 16 de dezembro de 2011, passa a vigorar acrescido dos parágrafos 4º e 5º com a seguinte redação:
“§4º Sem prejuízo de operações feitas com base no caput, nos §§1º e 2º deste artigo, o Fundo Único de Previdência Social do Estado do Rio de Janeiro - RIOPREVIDÊNCIA fica autorizado também a alienar os ativos econômicos referidos no inciso XII do art. 13 da Lei nº 3.189, de 22 de fevereiro de 1999, com a redação dada pela Lei nº 4.237, de 5 de dezembro de 2003, de forma que o Fundo receba até R$ 2.500.000.000,00 (Dois bilhões e quinhentos milhões de reais), mediante cessão de créditos no mercado doméstico ou no internacional, que será firmada diretamente com instituição financeira oficial.” (NR)
“§5º Fica o Fundo Único de Previdência Social do Estado do Rio de Janeiro – RIOPREVIDÊNCIA autorizado a alienar os ativos econômicos referidos no art. 13 da Lei nº 3.189, de 22 de fevereiro de 1999, e os demais ativos pertencentes ao seu patrimônio, mediante cessão de créditos no mercado doméstico ou no internacional, que será firmada diretamente com instituição financeira oficial.” (NR)
“§6º Fica o Fundo Único de Previdência Social do Rio de Janeiro – RIOPREVIDÊNCIA autorizado a praticar os atos necessários a assegurar a higidez econômico-financeira da operação de que trata este artigo.” (NR)
Art. 4º Os órgãos responsáveis pelos pagamentos descritos no caput do art. 18 da Lei nº 3.189, de 22 de fevereiro de 1999, que se encontram em atraso com os devidos repasses, não estarão sujeitos às implicações descritas no parágrafo único do referido artigo, com a redação vigente até a publicação desta Lei, exceto à correção do devido valor principal.
Art. 5º Os servidores que entraram em licença sem remuneração, de acordo com art. 19 da Lei nº 5.260, de 11 de junho de 2008, até a data da publicação desta Lei, permanecerão regidos pela redação anterior.
Art. 6º Ficam revogados o inciso I do art. 8º, os incisos I, II, III e IV do art. 11, o §2º do art. 19, o §1º do art. 26 e o art. 27, todos da Lei nº 5.260, de 11 de junho de 2008, bem como o §5º do art. 20 da Lei nº 3.189, de 22 de fevereiro de 1999.
Art. 7º Esta lei entra em vigor na data da sua publicação.
JUSTIFICATIVA
MENSAGEM Nº 34/2015 Rio de Janeiro, 11 de setembro de 2015
EXCELENTÍSSIMOS SENHORES PRESIDENTE E DEMAIS MEMBROS DA ASSEMBLEIA LEGISLATIVA DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO
Tenho a honra de submeter à deliberação dessa Egrégia Casa Legislativa o incluso Projeto de Lei que “ALTERA DISPOSITIVOS DA LEI Nº 5.260, DE 11 DE JUNHO DE 2008, DA LEI Nº 3.189, DE 22 DE FEVEREIRO DE 1999, DA LEI Nº 6.112, DE 16 DE DEZEMBRO DE 2011, E DA OUTRAS PROVIDÊNCIAS”, com o objetivo de realizar ajustes necessários nos benefícios da pensão por morte no âmbito do Regime Próprio de Previdência Social do Estado do Rio de Janeiro (RPPS).
Como se sabe, a Medida Provisória nº 664/2014 foi recentemente convertida na Lei nº 13.135, de 17 de junho de 2015, alterando não só os benefícios do Regime Geral de Previdência Social - RGPS, mas também o beneficio de pensão por morte aos beneficiários dos segurados do Regime Próprio de Previdência Social – RPPS dos Servidores Federais vinculados à Lei nº 8.112/1990.
Neste sentido, a proposta ora apresentada busca, entre outros objetivos, alinhar algumas diferenças existentes entre as regras de concessão da pensão por morte no RPPS dos Servidores Federais e no RGPS com as do RPPS do Estado do Rio de Janeiro, promovendo uma uniformidade, respeitadas as disposições constitucionais vigentes, notadamente o §7º do art. 40 da Constituição Federal, que reserva à lei a atribuição de dispor sobre as regras de concessão do benefício da pensão por morte.
Importante esclarecer que as alterações serão aplicadas aos benefícios concedidos a partir da vigência da lei aprovada nessa Egrégia Casa, não alcançando os benefícios atuais.
A medida, por fim, tenciona autorizar o RIOPREVIDÊNCIA a elevar o valor do Programa de Captação, referido nas Leis nº 6.112/2011, nº 6.168/2012 e nº 6.656/2013.
Assim, esperando contar mais uma vez com o apoio e respaldo dessa Egrégia Casa de Leis, deflagro o processo legislativo tendente a alcançar a providência almejada e solicito seja atribuída a sua tramitação o regime de urgência previsto no art. 114 da Constituição do Estado.
LUIZ FERNANDO DE SOUZA
Governador

quarta-feira, 16 de setembro de 2015

UM VERDADEIRO DESCASO: Trincheira improvisada no complexo do Alemão

Helicóptero da Rede Record, filmou, na manhã desta terça (15), uma trincheira improvisada no complexo do Alemão, zona norte do Rio. Sentados em cadeiras e protegidos por galões de concreto, os PMs da UPP (Unidade de Polícia Pacificadora) do Alemão tentavam, ao mesmo tempo, se proteger e garantir o patrulhamento na região.


Além dos sacos de areia, a barricada também foi feita com um telhado improvisado de alumínio para proteger os agentes da chuva que atingiu a cidade nos últimos dias. A trincheira foi instalada em um dos acessos da localidade conhecida como Fazendinha, próximo à rua Canitá, em frente ao espaço cultural da comunidade. 
Em nota, o CPP (Comando das Unidades de Polícia Pacificadora) nomeou as barricadas instaladas em vielas dos complexos do Alemão e da Penha de "pontos fortificados". O CPP também afirmou que a instalação das bases aumentou a segurança dos policiais em locais em que a incidência de confrontos é mais intensa.

Oficial que é réu desiste de ir à Disney

Réu com outros 15 PMs em processo sobre roubo qualificado e extorsão mediante sequestro de traficantes de drogas, o tenente-coronel Dayzer Corpas, ex-comandante do 17º Batalhão (Ilha), desistiu de ir com a família à Disney. O oficial já informou à Auditoria de Justiça Militar.



Réu com outros 15 PMs em processo sobre roubo qualificado e extorsão mediante sequestro de traficantes de drogas, o ex-comandante do 17º Batalhão (Ilha do Governador), o tenente-coronel Dayzer Corpas sonha com a Disney. Mesmo fora do período de férias escolares, ele pediu autorização à juíza da Auditoria da Justiça Militar, Ana Paula Monte Figueiredo Pena Barros, para ir a Orlando, Estados Unidos, com a mulher e filhos, do dia 25 deste mês a 5 de outubro.

No ano passado, antes de ser preso em outubro, ele havia passado uma semana em Miami, território americano, com a família. Na ocasião, foi monitorado por agentes da Subsecretaria de Inteligência da Secretaria de Segurança, quando chegou ao Aeroporto Tom Jobim. Para percorrer quase sete mil quilômetros em 11 horas de voo do Rio a Orlando, Corpas ainda terá que passar pelo crivo da Justiça.
No pedido da viagem, que tem anexo passagens e hospedagem em hotel, o promotor Décio Alonso, do Ministério Público, que atua junto à Auditoria da Justiça Militar, pediu que o oficial apresente a autorização do estado. É que, para deixar o país, militares de alta patente têm que ter a chancela do secretário de Segurança, José Mariano Beltrame.

No processo a que responde em liberdade desde fevereiro, Corpas alega ser inocente. Mas foi denunciado pelo Ministério Público em função de, em março de 2014, PMs do 17º BPM terem cercado cinco traficantes, na Ilha. O grupo estava em um carro com quatro fuzis. Ação foi filmada por câmeras da base aérea do Galeão. Três criminosos foram colocados na viatura, enquanto dois conversavam com o tenente Vítor Mendes. Segundo a denúncia, Corpas teria falado com Vitor pelo celular.

Só três bandidos e um fuzil foram apresentados na 37ª DP (Ilha). Os policiais teriam recebido propina de R$ 300 mil. 

TCE vai formar tropa de elite da PM contra fraude


O presidente do Tribunal de Contas do Estado, Jonas Lopes, e o corregedor da PM, Victor Yunes alinhavaram o treinamento de 20 policiais para identificar fraude. Investigação sobre desvio de combustível está no rastro de R$ 20 milhões. A Escola de Contas e Gestão está capacitando 386 PMs para procedimentos de licitação. Auditoria da Corte na área de Saúde da PM constatou desvio de R$ 7,9 milhões.

segunda-feira, 14 de setembro de 2015

Servidor estadual ficará sem reajuste este ano, e 2ª parcela do 13º salário é dúvida

Tem dinheiro para ...
Governador sanciona Lei do Auxílio-educação Os magistrados e servidores efetivos ativos do Poder Judiciário do Estado do Rio de Janeiro terão auxílio-educação. A Lei nº 7014/2015 foi sancionada pelo governador Luiz Fernando Pezão e publicada ontem (1) no Diário Oficial. Cada magistrado e servidor receberá o auxílio-educação de R$ 953,47 por filho com idade entre 8 e 24 anos — sendo o limite de três filhos. 
Confira a íntegra do decreto: Site do AMAERJ

E...
Servidores do estado que, apesar da crise, acreditavam num reajuste anual até o fim de 2015 devem perder as esperanças. O governador Luiz Fernando Pezão admitiu, ontem, que nem o Executivo nem os demais poderes do estado darão reajustes até o fim do ano. Pezão disse ainda que os recursos para o pagamento da segunda parcela do 13º salário ainda não estão garantidos.

— Em 2015, é impossível (dar reajuste). Já coloquei para todos os poderes que não tem como fazer nenhum reajuste. Ainda temos déficit, e a gente quer resolver isso — disse o governador, durante evento no Engenho Novo. — Já lutei muito para pagar 50% do 13º salário e vou lutar muito para cobrir a outra parte. Hoje, não tenho ainda garantia de que vou conseguir essa receita.

A decisão de não reajustar os salários foi tomada após reunião com representantes do Tribunal de Justiça (TJ-RJ), do Ministério Público (MP), do Tribunal de Contas do Estado (TCE), da Defensoria Pública e da Assembleia Legislativa do Rio (Alerj), no Palácio Guanabara, no último dia 4. No encontro, convocado para discutir o Orçamento de 2016, foi debatido o fechamento das contas do governo deste ano e houve o consenso de que ninguém deveria mandar mensagens ao Legislativo pedindo reajuste. Leia : Jornal Extra

Policial militar é morto a tiros após sair de pagode em Bangu


domingo, 13 de setembro de 2015

Projeto da Polícia Civil prevê a instalação de câmeras de monitoramento em todas as delegacias do estado


Um projeto da Polícia Civil, capitaneado pela Central de Atendimento ao Cidadão (CAC), prevê a instalação de câmeras de monitoramento em todas as unidades do estado. Além da transmissão em tempo real, gerida pela CAC, o áudio e as imagens ficariam registrados no sistema para eventuais análises posteriores.

O objetivo principal do projeto, como informou a Polícia Civil por nota, é “ garantir mais humanização às unidades”. Em outras palavras, trata-se de uma ferramenta que tem como foco melhorar a qualidade do atendimento nas delegacias, mas que também pode, em determinados casos, ajudar a solucionar crimes cometidos dentro delas.
Fonte: Jornal Extra


ARMAS E COLETES DE USO INDIVIDUAL PARA POLICIAIS MILITARES DO RIO DE JANEIRO


O Deputado Federal Cabo Daciolo disponibilizou o valor de R$ 1.500.000,00 (a verba de gabinete disponível para investimento em repartições públicas) para a compra de armas de uso restrito e coletes individuais para os Policiais Militares do Estado do Rio de Janeiro. As armas e coletes serão acauteladas para uso durante a folga dos Policiais Militares.

sábado, 12 de setembro de 2015

Hospital Central da Polícia Militar fecha o Setor de Psiquiatria por falta de médicos


Devido à falta de profissionais, os atendimentos a pacientes com distúrbios psiquiátricos na unidade foram totalmente suspensos há duas semanas. Dos seis psiquiatras que trabalhavam no ambulatório até o fim de junho, só restou um. De acordo com médicos do HCPM, três deles pediram baixa e deixaram a corporação, enquanto outros dois estão de licença médica — um por problemas psiquiátricos gerados, ainda segundo os colegas, pela sobrecarga de trabalho no setor.
-A quantidade de pacientes aumentou, e eles não estavam conseguindo lidar com a sobrecarga de trabalho. Às vezes, ainda havia psiquiatras no hospital às 2h da manhã para que todos fossem atendidos — afirmou um dos médicos que pediu para não ser identificado.
O atendimento também é prejudicado pela falta de lugar para internação. Até 2014, a PM tinha convênio com duas clínicas particulares, onde os pacientes com distúrbios mais sérios eram acolhidos. Em meados de 2014, o acordo não foi renovado. Por isso, até duas semanas atrás, antes de ser fechado, o Setor de Psiquiatria só ficava responsável por consultas e emergências. O HCPM atende policiais da ativa, reformados e seus parentes.

— O trabalho do PM é extremamente estressante. Ele vai no limite da capacidade emocional e está sujeito a reações psíquicas violentas. Se não tem o acompanhamento médico para que ele possa executar a função com tranquilidade, como fica? — questionou Vanderlei Ribeiro, presidente da Associação de Praças da PM e do Corpo de Bombeiros, dizendo-se preocupado com um suposto “movimento para forçar a privatização do serviço de saúde” da corporação.

Governo estadual quer limitar benefícios e apertar concessão de pensões

O governo estadual quer apertar a concessão de pensões de dependentes de funcionários públicos e limitar benefícios. Projeto encaminhado nesta sexta-feira para a Assembleia Legislativa tenta evitar o rombo na previdência causado por jovens viúvas: só terão direito a pensão vitalícia aquelas que, no dia da morte do cônjuge, tiverem, pelo menos, 44 anos de idade (uma expectativa de vida menor ou igual a 35 anos com base em tabela do IBGE).

A proposta estabelece seis faixas: beneficiários mais jovens terão direito a menos tempo de pensão. Quem ficar viúva (o)  aos 22 anos receberá o benefício por apenas três anos.

Dois anos 
Haverá um prazo mínimo de dois anos de casamento ou de união estável para que cônjuges possam ter direito a pensão. O benefício só será concedido se o funcionário morto tiver feito, pelo menos, 18 contribuições para uma previdência oficial. Não haverá esta exigência se a morte ocorrer por acidente ou doença profissional.

Punições 
A proposta prevê punições para quem forjar casamento ou união para receber pensão. O beneficiário que se casar ou passar a viver em união estável perderá a renda. O governo também quer limitar a 21 anos a idade para que filhos recebam pensão — hoje, universitários podem continuar com o benefício até completar 24 anos.

Exemplo federal 
O projeto é baseado nas mudanças criadas para as pensões de funcionários públicos federais.

Todos por um 
O governo também trata de dividir a responsabilidade pelas aposentadorias e pensões. Hoje, cabe ao Tesouro Estadual garantir as obrigações do Rioprevidência. A proposta enviada para a Alerj prevê que o Executivo, o Judiciário, o Legislativo, o Ministério Público, a Defensoria Pública e o TCE repartam esta tarefa. 

quinta-feira, 10 de setembro de 2015

Policiais denunciam péssimas condições em UPPs

Policiais denunciam péssimas condições em UPPs (Unidades de Polícia Pacificadora). Entre as reclamações estão ventilador que não funciona e colchões velhos e sujos. As da Rocinha e Tabajara, zona sul do Rio, além da do Fallet, zona norte, estão entre as com pior estado de conservação.

Mais de 80 médicos podem deixar o HCPM por falta de condições de manter residência


Os 84 médicos residentes do Hospital Central da Polícia Militar do Rio de Janeiro poderão deixar a unidade de saúde por falta de condições de manter a residência no local. A Comissão de Residência Médica (Coreme) do hospital comunicou à Comissão de Residência Médica Estadual que não será possível fazer concurso para o próximo ano e pediu a transferência dos residentes para outros hospitais.

No entanto, o descredenciamento dos residentes só ocorrerá se a Comissão Nacional de Residência Médica julgar necessária a transferência para outra unidade, o que não é desejo da maioria que quer permanecer no local. Por isso, o Sindicato dos Médicos do Rio de Janeiro (Sindmed-RJ) e os residentes manifestaram a necessidade da visitação da comissão nacional o quanto antes para definir a situação da unidade hospitalar.
O residente Igor Meneze disse que a residência em cirurgia foi uma das mais afetadas com a precariedade do hospital. Segundo ele, até março deste ano, havia um volume intenso de cirurgias, com a diminuição progressiva da fila de espera. Mas que, a partir de abril, iniciaram os problemas com a suspensão de procedimentos cirúrgicos por diversos motivos, como a falta de compressa e de bandeja esterilizada, entre outros itens.

"O fim da picada foi a suspensão do centro cirúrgico porque a gente tinha um volume muito grande de cirurgia. A gente está numa situação crítica e a fila está crescendo porque o ambulatório não foi suspenso, o que provoca o aumento do número de pacientes na fila para cirurgia. O serviço ficou ruim para todo mundo. Todas as clínicas estão sendo afetadas porque falta material", disse.

A Polícia Militar informou, por meio de nota, que, a partir de informações do diretor geral de saúde, coronel Arthur Baeta, apenas 24 leitos estão fechados e 196 estão ativos. Além disso, três centros cirúrgicos em funcionam normalmente e dois estão inoperantes. "O motivo de estarem fechados é que o contrato da empresa que compõe o quadro suplementar de técnicos de enfermagem encerrou dia 31 de agosto e um novo contrato está sendo elaborado."

quarta-feira, 9 de setembro de 2015

PM é baleado em tentativa de assalto


Um soldado da Polícia Militar foi baleado numa tentativa de roubo, na manhã desta quarta-feira, em Deodoro, Zona Oeste do Rio. Lotado no Centro de Formação e Aperfeiçoamento de Praças (CFAP), Blaier Monteiro Doacre Valença se deslocava de carro para sua residência após o serviço, quando foi atingido por um tiro, em frente ao Clube de Sargento da Vila Militar, na Estrada São Pedro de Alcântara.
Doacre, como é conhecido na corporação, estava fardado. Ele foi socorrido para o Hospital Estadual Albert Schweitzer, em Realengo, e seu estado de saúde, segundo a Polícia Militar, é grave, porém estável.

O militar é marido da policial Drielle Lasnor de Morais, que morreu em junho deste ano após ser atingida por disparos durante uma perseguição a um carro suspeito na Estrada da Água Branca, em Bangu, no dia 25 de maio.

sábado, 5 de setembro de 2015

SÃO PAULO : PCC distribui cocaína e maconha em presídio para festejar 22 anos de fundação

Dois vídeos obtidos pelo R7 mostram dezenas de presas de uma penitenciária de São Paulo comemorando com cocaína, maconha e cantoria o aniversário de 22 anos do PCC (Primeiro Comando da Capital), apontado pelo Ministério Público Estadual como a maior facção criminosa do Brasil.
Segundo agentes penitenciários, as imagens foram gravadas com telefone celular no último final de semana na Penitenciária Feminina de Santa'Ana, no Carandiru, zona norte da capital, e apreendidas por um funcionário do presídio. Os funcionários reclamam que não há scanner corporal para visitas no presídio, o que poderia evitar a entrada de celulares e drogas.

sexta-feira, 4 de setembro de 2015

Responsável pelo treinamento de traficantes foi expulso da corporação

Responsável pelo treinamento de traficantes quando era sargento do Batalhão de Operações Especiais (Bope), Arlen Santos da Silva, de 43 anos, foi expulso da corporação. A decisão por unanimidade é do Conselho de Disciplina da Polícia Militar e será publicada hoje no Boletim Interno da corporação.

A Corregedoria da PM, em trabalho conjunto com o Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco), do Ministério Público, conseguiu junto à Justiça mandado de prisão para o ex-militar. Ele se apresentou ontem à tarde na 1ª Delegacia Polícia Judiciária Militar e está preso na Unidade Prisional, antigo BEP.

Segundo as investigações, integrantes da quadrilha do Complexo da Maré, chefiada pelo traficante Marcelo Santos das Dores, o Menor P, receberam instrução de como usar armas de Arlen. Inquérito Policial Militar concluiu que ele informava aos traficantes as operações do Bope. Segundo o documento, Arlen levou um dos criminosos do bando de Menor P ao Centro de Formação e Aperfeiçoamento de Praças (Cfap), em Sulacap, onde compraram roupas e acessórios de uso exclusivo do Bope.

O ex-PM agiu junto à quadrilha de Menor P entre agosto e dezembro de 2012. O bandido foi preso ano passado pela Polícia Federal, quando era um dos traficantes mais procurados do Rio. Os homens de confiança de Menor P eram parceiros de Arlen no crime. Ronaldo Fonseca de Araújo Junior, o R 10, é apontado como o elo entre o chefão e o policial. Já Ericson Fernandes da Silva, o Leitão, pagava a propina.

Os desvios de conduta de Arlen começaram a ser apurados em agosto de 2012. Mas o sigilo durou pouco. Três meses depois, ele descobriu que estava sendo monitorado. Em gravações telefônicas autorizadas pela 11ª Vara Criminal, ele foi flagrado dando alerta ao traficante R10. “Pede ao Leitão para não falar no Nextel. Tá geral no grampo e ele fala m… demais”, afirmou em um dos trechos.

quarta-feira, 2 de setembro de 2015

PM é assassinado na Zona Oeste

A Divisão de Homicídios (DH) da Capital investiga a morte do soldado da Polícia Militar, Adivanilson da Silva Moreira, de 42 anos. Ele foi assassinado na noite de terça-feira na Estrada da Posse, em Santíssimo, na Zona Oeste. Segundo informações, o carro que ele dirigia foi atingido por mais de 30 tiros. Adivanilson era lotado no 2ºBPM (Botafogo).


A filha de Adivanilson, que também estava no veículo, ficou ferida e foi levada para o Hospital Estadual Rocha Faria, em Campo Grande. Seu estado de saúde é estável.

terça-feira, 1 de setembro de 2015

ES- VITÓRIA: Soldado da PM é morto a tiros e pedradas

Câmeras de videomonitoramento instaladas no bairro Jardim Carapina, na Serra, município da Grande Vitória, mostram o momento em que criminosos matam o soldado da Polícia Militar Ítalo Bruno Pereira Rocha, de 25 anos. É possível ver um grande grupo de pessoas cercando o corpo do militar, que é atingido por pedradas e por tiros.
O soldado foi executado a tiros e pedradas na noite deste domingo (30). Outro PM, que estava com Ítalo, foi baleado no braço e está internado no Hospital Jayme dos Santos Neves. Os dois não estavam no local à trabalho, segundo a polícia, que acredita que os militares tenham sido reconhecidos por criminosos em um baile funk realizado próximo ao campo de futebol do bairro. 


PM do 12º BPM que estava desaparecido é encontrado em Três Rios



Desaparecido desde a noite de sexta-feira, o cabo Dângelo de Matos Pineu, 34, lotado no 12º BPM (Niterói), reapareceu, na madrugada de ontem, no 38º BPM (Três Rios), no interior do estado. Dângelo contou aos policiais que ficou desorientado e pegou uma carona até o batalhão de Três Rios com um caminhoneiro. Ele disse, ainda, que não lembrava onde havia deixado seu carro – um Passat alemão preto. Hoje, ele será ouvido pelo coronel Fernando Salema, comandante do batalhão onde ele é lotado.

De acordo com o comandante, uma equipe do 12º BPM foi até Três Rios buscar o PM. “Ele contou que teve um surto psicológico, perdeu a memória e foi de carona até o batalhão. A equipe buscou ele e agora (ontem) ele está com a família. Amanhã (hoje), vou conversar com ele pessoalmente e entender o que aconteceu”, esclareceu Salema, acrescentando que liberou o PM do serviço de ontem.

Uma irmã do PM, única pessoa da família que foi encontrada por telefone, alegou que ele estava bem, mas que ainda não sabia de detalhes. Ela acrescentou que o carro ainda não tinha sido encontrado.

Granada de efeito moral explode dentro de ônibus e PM é preso

Volta Redonda – O policial militar Diego Moreira de Oliveira, de 33 anos, foi preso no último domingo (30), suspeito de transportar uma granada de efeito moral em um ônibus que seguia para o Rio de Janeiro. O artefato explodiu quando o motorista do veículo o estacionava na Rodoviária Francisco Torres, em Volta Redonda.
A explosão ocorreu num dos bancos traseiros do ônibus e assustou passageiros, provocando corre-corre. Segundo o delegado titular de Volta Redonda (93ª DP), Luís Maurício Armond, no momento do incidente cerca de 20 passageiros estavam no ônibus, mas ninguém ficou ferido.
O veículo foi periciado por uma equipe do Instituto de Criminalística Carlos Éboli (ICCE) e por esse motivo não seguiu viagem. A empresa providenciou outro para transportar os passageiros até a capital.
Ainda de acordo com o delegado, o PM estava com duas granadas de efeito moral mas apenas uma explodiu. Diego é lotado na 5º Batalhão da PM, da 1ª UPP (Unidade de Polícia Pacificadora), no Morro da Providência, no Rio. Ele estava indo trabalhar quando o incidente aconteceu.O ônibus saiu de Barra Mansa e o PM, que mora em Volta Redonda, embarcou no veículo na cidade. Armond contou que o policial disse que tinha recebido as granadas de um popular.
O delegado explicou que este tipo de artefato explosivo é usado para incapacitar um indivíduo, mas não matá-lo. Quando acionada, ela inflama uma mistura química que acaba explodindo com grande estrondo.
– Existem vários tipos de granadas de efeito moral, as que foram apreendidas costumam obscurecer, ofuscar a visão – explicou o delegado.
Armond ouviu o motorista, que disse que chegou a pensar, a princípio, que o pneu do ônibus havia estourado.
O PM foi indiciado por porte ilegal de arma e transferido na manhã desta segunda-feira para o Batalhão Especial Prisional (BEP), no Rio.