sábado, 26 de dezembro de 2015

Subsecretário e coordenadores da Seap pedem exoneração

Um desentendimento entre o então subsecretário geral de Administração Penitenciária, Maurício Santos de Moraes, e o secretário Erir Costa Filho gerou, pelo menos, oito trocas de cargos na pasta. O estopim seria o fato de o diretor do presídio Lemos Brito ter impedido o acesso de agentes do Serviço de Inteligência. Moraes pediu para sair na manhã desta sexta-feira. Em solidariedade, outros diretores de unidades e de segurança seguiram o mesmo caminho. No lugar de Moraes assume o secretário Adjunto de Gestão Operacional, Sauler Antônio Sakalen.

Procurada, a Secretaria de Estado de Administração Penitenciária (Seap) afirmou que todos os cargos já foram substituídos e o sistema está "dentro do controle e da normalidade". "A Seap informa, ainda, que as medidas tomadas pelo secretário são administrativas e não há crise no sistema", ressaltou, em nota.



quarta-feira, 23 de dezembro de 2015

Policiais não vão receber abono de Natal

A crise financeira do estado não afetou apenas os salários dos servidores. Pela primeira vez desde 1994 os policiais do Rio não vão receber cestas e nem quantia em dinheiro como abono de Natal. Pelo menos até ontem o estado não havia distribuído o benefício aos mais de 50 mil policiais — 40 mil militares e 11 mil civis.

Ano passado, o governo estadual depositou R$ 100 na conta de cada policial militar e distribuiu cestas aos policiais civis. A Seap (Secretaria de Administração Penitenciária) também não entregou cestas aos 3.500 agentes. Até agora apenas os bombeiros receberam um cartão, no valor de R$ 130, o mesmo que em 2014.

A tropa está indignada. “Até agora, nada. As cestas começaram a ser distribuídas em 1994 e com o tempo foram diminuindo até serem dadas em cartão, com uma certa quantia. A que ponto chegamos”, reclamou um PM, que prefere não se identificar. Policiais civis também não estão nada satisfeitos. “Não recebemos absolutamente nada até agora. As coisas estão muito complicadas no estado, em todos os sentidos”, lamentou um agente, que também não quis divulgar seu nome.

terça-feira, 22 de dezembro de 2015

Operação Black Evil: PMs do Bope presos acusados de ligação com o tráfico


Policiais militares do Batalhão de Operações Especiais (Bope) QUE foram presos, após investigações feitas pelo comando do Bope e pela Corregedoria da Polícia Militar (CI/PMERJ). Maicon Ricardo Alves da Costa, conhecido como o “Preto 1″; André Silva de Oliveira, o “Preto 2″; Raphael Canthé dos Santos, o “Preto 3″ e Rodrigo Meleipe Vermelho Reis, além de Silvestre André da Silva Felizardo, o “Corinthians”, lotado atualmente no 15ºBPM (Duque de Caxias), eles são acusados de passar para traficantes informações sobre operações do batalhão.

A ação, denominada “Operação Black Evil”, contou com o apoio do Grupo de Atuação Especial e Combate ao Crime Organizado (GAECO) do Ministério Público e a Subsecretaria de Inteligência (SSINTE).

De acordo com as investigações, entre os meses de agosto e dezembro deste ano, os cinco policiais semanalmente recebiam propinas de traficantes em trocas de informações sobre operações do Bope nas comunidades Faz quem Quer, em Rocha Miranda; Covanca, Jordão e Barão, em Jacarepaguá; Antares, em Santa Cruz; Vila Ideal e Lixão, em Duque de Caxias; Complexo do Lins, no Méier e Complexo do Chapadão, em Costa Barros. Os valores recebidos pelos PMs variavam entre R$ 2 mil e R$ 10 mil por comunidade. As investigações também apontam que os policiais negociavam com traficantes armas apreendidas durante as operações.

Exoneração a jato na Alerj

Três dias antes de ser preso, acusado de integrar quadrilha de militares que ‘vendia’ ações do Batalhão de Operações Especiais (Bope) para traficantes, o terceiro-sargento André Silva de Oliveira, o Preto 2, foi nomeado pelo presidente da Assembleia Legislativa, Jorge Picciani (PMDB), para a Superintendência Militar da Alerj. O cargo durou pouco. Ele nem tomou posse, já que estava atrás das grades e foi exonerado na sexta-feira mesmo. A proximidade com os criminosos era tanta que ele e outros cinco policiais ligavam até para dizer só ‘bom-dia’ ou ‘boa-noite’. O policial preso gostava do PMDB. Ele fazia a segurança do prefeito de Nova Iguaçu, Nelson Bornier. 

POLICIAL MILITAR FICA PRESO 10 DIAS POR NÃO PORTAR DOCUMENTO DE CELULAR

segunda-feira, 21 de dezembro de 2015

Hospital Geral da PM sofre com falta de termômetro e refeição para pacientes

No Hospital Central da PM, no Estácio, faltam equipamentos básicos. Segundo um médico da corporação, a emergência não tem nenhum oxímetro (aparelho que mede a saturação de oxigênio), e faltam equipamentos para medir pressão e até termômetros. Na última sexta-feira, 25 pessoas — o ex-chefe do Estado-Maior Administrativo, Ricardo Pacheco, o ex-diretor de Finanças, Kleber Martins, e o ex-gestor do Fundo de Saúde da PM, Décio Almeida — foram acusados de desviar R$ 16 milhões do Fundo Único de Saúde da PM, o Fuspom.

— Faltam compressas, seringas de 3ml e até receituário no Setor de Pronto Atendimento. Tem cirurgia sendo suspensa por escassez de alguns itens. A infraestrutura também é sucateada, há setores com gambiarras em ventiladores e aparelhos de ar-condicionado que não refrigeram. E já aconteceu de ter procedimento suspenso porque o elevador não funcionava — contou o militar.

Internada após dar à luz, a mulher de um subtenente confirmou a falta de material e remédios. Lembrou que, durante seu parto, na quinta-feira, o médico precisou de um item e não obteve.

— A enfermeira teve que ir procurar e ele ficou falando que queria trabalhar e não tinha material. Faltam remédio e até açúcar para o suco. A única coisa que vejo são policiais se desdobrando para exercer funções que nem são suas — desabafou.

Sem funcionários terceirizados, policiais ajudam na alimentação dos pacientes
Outro médico do Hospital Central da PM, confirmou que há déficit de profissionais e desvio de função na unidade.

— Trabalhamos com três escalas extras, uma para emergência, uma para triagem e uma de sobreaviso. Há técnicos de enfermagem e praças tendo que cumprir escala adicional no rancho. E, para piorar, recebemos um comunicado que devemos ficar disponíveis de 21 de dezembro a 2 de janeiro. E se a minha escala de sobreaviso bater com uma da rede estadual? — questiona o médico.

No fim de semana, os policiais tiveram que se virar em mais uma função. Por falta de pagamento, funcionários da empresa terceirizada responsável pelo preparo da alimentação dos pacientes internados na unidade entraram em greve e os praças foram para o fogão.

Ao meio-dia, como a refeição ainda não havia sido distribuída, acompanhantes começaram a comprar quentinhas na rua. Era 12h30m quando os praças começaram a subir com a comida para levar para os pacientes.

— O pessoal está de greve e estamos segurando essa aí— disse um dos soldados.

Coronel da PM preso foi escolhido para investigar esquema no qual é acusado de fazer parte.

Segundo a denúncia, o ex-chefe do Estado-Maior Geral Administrativo da PM coronel Ricardo Pacheco, apontado como chefe do esquema, determinou a abertura de uma Comissão de Auditoria Administrativa “sob o pretexto de demonstrar uma aparente preocupação em apurar as irregularidades e responsabilizar os supostos envolvidos nas fraudes”, após desconfiança de oficiais médicos. Pacheco, então, nomeou o coronel Kleber Martins, ex-diretor de Finanças da PM, para conduzir as investigações. No entanto, ele também é, segundo a denúncia do MP, “um dos principais líderes da malta e envolvido nas fraudes aquisitivas”. Os dois coronéis estão entre os 11 oficiais presos no Batalhão Especial Prisional (BEP), em Niterói.

A investigação que levou à prisão dos oficiais, além de 11 empresários, uma ex-funcionária civil da PM e um funcionário da Secretaria estadual de Governo, foi realizada pelo Gaeco em parceria com a Subsecretaria de Inteligência da Secretaria de Segurança. Segundo a denúncia, o grupo fez do “Quartel General da PM um verdadeiro ‘balcão de negócios’ e a sede administrativa da organização criminosa, um QG de tratativas criminosas”.


Coronel Ricardo Pacheco é apontado pelo Ministério Público como o chefe do esquema 

Deputado quer CPI

Dez dias antes da operação Carcinoma ser deflagrada pelo Ministério Público, o deputado Iranildo Campos (PSD) já havia enviado um requerimento de informação ao comando da Polícia Militar pedindo dados sobre os valores creditados no Fuspom de janeiro até agora.
Por causa de suspeitas de irregularidades, o parlamentar pediu ainda informações sobre processos licitatórios e também quais produtos foram entregues.

Quando acabar o recesso, Iranildo vai propor que a Assembleia Legislativa instale uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) para investigar a Saúde da PM e também do Corpo do Bombeiros. Ele acredita que os militares estão sendo tratados de forma desumana.

— Os policiais militares têm me procurado para relatar o caos na saúde. Precisamos investigar para que os recursos tenham a destinação correta e para darmos condições de atendimento adequadas aos policiais e também a seus familiares — disse o deputado estadual, que é sargento aposentado da Polícia Militar.

GRAVE DENÚNCIA: 8º BPM, UM BATALHÃO SOMBRIO

E-MAIL RECEBIDO 



O Comando e principalmente o Sub-Cmt, estão cobrando geral e intimidando a tropa para apreender os veículos irregulares e não dá trégua... a ponto do responsável pelo Pátio Norte (depósito público municipal de veículos apreendidos de Campos), ligar para as guarnições e saber; "o que tem para mim ai colega..." essas cobranças foram feitas de forma aberta mesmo, até no rádio jogaram essa determinação, e que se não chegassem aos números de apreensões determinadas, seriam passíveis de responder DRD (Documento de Resposta e Defesa). 
Esse é o quadro companheiros, estamos a mercê de algo sombrio que que não é transparente para nós. 
Prova dessa intimidação foi a transferência de 17 colegas daqui para outro batalhão sem qualquer critério... foi transferido Sub Ten, 2º Sgt ... 3º ...mas o batalhão esta cheio de Soldados modernos. (BOL PM que consta a transferência, paginas 27 e 28. observem que também foram transferidos colegas do 29º BPM - Itaperuna, aproveitaram o mesmo Bol, colegas que também foram perseguidos lá em Itaperuna pelo Comando do 6º CPA) 
E pior disso tudo é que, estamos sendo vigiados por um grupo de supervisores (que deveriam ser Oficiais) que são Sub-Ten e que levam tudo que ocorre do serviço para o Sub Comandante, esses Sub Tenentes são responsáveis em indicar aqueles que não estão cumprindo as metas de apreensão de veículos e estão sendo visados para futuras transferências. Uma coisa muito triste e que nunca ví ocorrer neste batalhão. 
Aqui quem está mandando no quartel são os Sub-Ten supervisores, que passam por cima da sala de Operações e também do Fiscal de Dia...(mesmo se o Fiscal for mais antigo). 
Parece um terror, uma ditadura! O clima é dos piores possíveis... Já tentei conversar com os colegas para denunciarmos, mas o medo é enorme.. os Sub estão sendo mais temidos que os Oficiais Superiores do Batalhão. Peço que os companheiros divulguem essa situação no SOS, se possível. Nos ajudem através do blog, que os Praças tenham conhecimento e que isso chegue ao conhecimento de Bombeiros e Policiais, que o próprio Comando saiba de nossa denuncia.



sexta-feira, 18 de dezembro de 2015

Décimo terceiro: servidor pode optar por empréstimo ou parcelamento

O GLOBO 
Um decreto publicado pelo governo estadual, nesta sexta-feira, permite que servidores possam receber a segunda parcela do décimo terceiro por meio de um empréstimo bancário. O estado depositou quinta-feira o equivalente a 20% do vencimento. Segundo o secretário estadual da Casa Civil, Leonardo Espíndola, os funcionários que quiserem receber os 80% correspondentes ao pagamento de uma única vez poderão fazê-lo numa instituição financeira credenciada pelo estado ou no Bradesco, onde o governo paga os salários dos funcionários.

De acordo com o Leonardo Espíndola, aqueles funcionários que não quiserem fazer o empréstimo vão receber o décimo terceiro em mais quatro parcelas.

Ele explicou que cada funcionário terá que aderir a um plano de empréstimo com a garantia de que os juros de 1,93% ao mês será honrado pelo governo. O secretário ainda garantiu que as instituições financeiras vão aceitar conceder crédito mesmo para aqueles funcionários que estão com o nome inscrito em instituições de proteção ao crédito, como o Serasa.

— O pagamento será parcelado. O que o governo do estado está fazendo é facilitando para o servidor público uma taxa mínima para que ele possa captar numa instituição financeira credenciada pela secretaria de Planejamento, onde pode haver a indenização do servidor pelo custo financeiro dessa operação de antecipação do 13º salário — disse Espíndola. — O custo efetivo dessa operação será integralmente quitado pelo estado para que não haja nenhum prejuízo para o servidor público, tanto aposentado, quanto pensionista de todos os poderes.

Ele disse ainda que os servidores que optarem pelo parcelamento receberão ainda um abono correspondente ao pagamento de juros ao mês ao longo de quatro meses:

— Aquele servidor que não quiser antecipar o seu décimo terceiro salário, ele receberá uma indenização em razão do descumprimento do estado, que deveria pagar até dezembro de 2015. E não está fazendo em razão da crise que se abateu sobre o estado. Essas pessoas já receberam a primeira parcela ontem (quinta-feira) e receberão os outros vencimentos em janeiro, fevereiro, março e abril — disse o secretário.

De acordo com o secretário, os servidores de todos os poderes (executivo, judiciário e legislativo) poderão aderir ao plano. Ele afirmou ainda que não sabe se os funcionários do judiciário e legislativo já receberam o pagamento.

— Eu não sei. Acho que os ativos receberam. Mas todos aqueles que não receberam poderão fazer o empréstimo.

O estado estima que ao todo, os empréstimos devem somar cerca de R$ 500 milhões, dos quais o governo poderá gastar R$ 30 milhões com o pagamento de juros.

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Perguntado sobre o risco de a operação ser questionada na Justiça, o secretário negou que possa haver qualquer tipo de irregularidade:

— O que o governo está fazendo é nada mais do que indenizar o servidor que não recebeu o pagamento no prazo indevido. O servidor não tem nenhum prejuízo ao contrair o empréstimo. Todo custo financeiro será custeado pelo estado.


Policial de UPP é baleado durante patrulhamento


Lotado na Unidade de Polícia Pacificadora (UPP) Vila Kennedy, o sargento Mário Sérgio da Silva Faria fazia patrulhamento na favela da Metral, em Padre Miguel, Zona Oeste do Rio, na noite desta quinta-feira, quando foi surpreendido por criminosos armados que realizaram disparos contra a sua guarnição. Ele, que estava em uma viatura com outros policiais, foi atingido por um tiro na testa. Houve confronto no local e os bandidos conseguiram fugir.

O policial foi encaminhado ao Hospital Albert Schweitzer, em Realengo, onde recebeu os primeiros socorros. Ele foi transferido, no início da manhã, para o Hospital Adão Pereira Nunes, em Saracuruna, para ser atendido por um neurocirurgião. 

Presos os acusados de desviar verbas de hospitais da corporação.

Um esquema de corrupção na saúde, que envolve a antiga cúpula da Polícia Militar, foi desmantelado na manhã desta sexta-feira, pelo Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco) do Ministério Público, Subsecretaria de Inteligência da Secretaria de Estado de Segurança (SSINTE/SESEG) e a Corregedoria-Geral da Polícia Militar, com a prisão do coronel Ricardo Coutinho Pacheco, ex-chefe do Estado-Maior Geral Administrativo, no bairro da Taquara, na Zona Oeste. Ele, e outros oficiais, são acusados de desviar verbas de hospitais da corporação.


De acordo com a denúncia, contratos eram feitos com documentos falsos, sem licitações, entre outras irregularidades. Os policiais envolvidos recebiam de 5% a 10% de propina em cima dos valores do contrato. No total são 25 pessoas denunciadas.

Além do coronel Pacheco, mais dez PMs, uma funcionária civil da PM e nove civis foram presos. Estão envolvidos no esquema uma supervisora administrativa do Fundo de Saúde da Polícia Militar (Fuspom), sete empresários, um representante comercial e um lobista. O Tribunal de Contas do Estado (TCE) constatou em inspeção em contratos por amostragem o equivalente a R$ 7,9 milhões em fraudes entre os anos de 2013 e 2014 de verbas do Fuspom.

O coronel Ricardo Coutinho autorizou a compra de 75 mil litros de ácido peracético pelo valor de R$ 4,4 milhões para o Hospital Central da Polícia Militar. No entanto, o material nunca foi entregue pela Medical West Comércio de Produtos Médico Hospitalares Ltda-Me. O oficial também recebia pagamentos de propina no Quartel-General da PM, onde às vezes dormia, e em estacionamentos de churrascarias.

As investigações apontam que a Comercial Feruma Ltda., responsável pela venda de material de rouparia para o Hospital de Niterói, recebeu R$ 2,2 milhões pelo serviço, mas só entregou 25%, o equivalente a R$ 490 mil. Outra empresa foi contratada para fornecer 200 aparelhos de ar-condicionado aos hospitais Central e de Niterói. No entanto, apenas 20 foram entregues, e com qualidade e especificações diferentes do que constavam nas notas fiscais.

Os PMs vão responder por crime de organização criminosa, crime de dispensa de licitação, crime militar de peculato e crime militar de corrupção passiva. Os outros acusados responderão por crime de organização criminosa, dispensa de licitação, corrupção ativa, corrupção passiva e peculato.

quinta-feira, 17 de dezembro de 2015

ATENÇÃO: Para receber o 13º, os servidores terão que assinar um termo de adesão ao empréstimo.

O Bradesco aprovou a concessão de empréstimo para que o governo estadual possa fazer, de uma vez, o pagamento da segunda parcela do décimo terceiro salário dos servidores.

A operação, de R$ 500 milhões, permitirá também o depósito imediato da remuneração dos pensionistas relativa ao mês de dezembro. Este pagamento havia sido transferido para janeiro.

O governador Pezão disse, no início da tarde desta quinta-feira ao 'Informe do DIA', que tentará fazer todos os créditos nesta sexta-feira, 18.

Ontem, o Palácio Guanabara anunciara que, por falta de recursos, o pagamento da segunda parcela do décimo terceiro seria feito em cinco prestações.

A transação com o Bradesco, que é responsável pela folha de pagamento dos servidores, precisa ser aprovada pelos deputados estaduais - o projeto de lei que autoriza o empréstimo será enviado pelo governo ainda hoje para a Assembleia Legislativa.

A negociação entre a Secretaria Estadual de Fazenda e o banco foi revelada na edição impressa do 'Informe' desta quinta-feira, 17.

Para receber o 13º, os servidores terão que assinar um termo de adesão ao empréstimo. Isto poderá ser feito em agências do Bradesco ou pela internet. Apesar da necessidade do documento, a operação de crédito será feita pelo governo do estado, que ficará responsável pelo pagamento dos juros.

Na negociação com o Bradesco, o governo conseguiu uma taxa de juros de 1,4%, semelhante à utilizada em empréstimos consignados.

quarta-feira, 16 de dezembro de 2015

Estado parcela o 13º salário dos servidores em cinco vezes.

COLUNA DO SERVIDOR 

O Estado do Rio vai parcelar a segunda parte do 13º salário em 5 vezes. Segundo o governo do estado, cai nesta quinta-feira o equivalente a um quinto do valor líquido da segunda metade. As demais parcelas estão previstas para os dias 18/1, 17/2, 17/3 e 18/4 de 2016. O valor total a ser desembolsado pelo Governo do Rio é de R$ 723.197.701,75 pagos a 505.371 vínculos.

Conforme o blog antecipou, o governo também não vai pagar a partir desta quinta-feira os benefícios das 90 mil pensionistas. O valor da folha é de R$ 213 milhões. Segundo o Rioprevidência os pensionistas receberão os seus vencimentos de dezembro até o sétimo dia útil do mês de janeiro de 2016, ou seja, dia 12 de janeiro, e não mais entre os dias 17 e 23 deste mês.

Também nesta quinta-feira, serão pagas, integralmente, as pensões alimentícias e judiciais, totalizando R$ 13 milhões

Após escândalo no Bope, PM anuncia mudanças na tropa de elite

Cinco dias depois de uma operação coordenada pelo Ministério Público do Rio tornar público um esquema de corrupção envolvendo policiais do Batalhão de Operações Especiais (Bope), a tropa de elite da Polícia Militar do RJ, a corporação anunciou mudanças na unidade. O efetivo do batalhão será reduzido e as operações especiais redefinidas.

A primeira medida tomada pelo comando-geral da Polícia Militar foi a transferência de 60 policiais do Bope para outros batalhões. A transferência dos agentes foi publicada no Boletim da Polícia Militar desta terça-feira (15).

Em nota divulgada nesta quarta-feira (16), a PM informou que a medida faz parte de um processo de reestruturação da unidade. Segundo a PM, o grupo transferido vai atuar em Batalhões com carência de efetivo e mais próximos de suas residências.
No comunicado, a PM afirmou que os transferidos não têm relação com o escândalo investigado pelo Ministério Público. A PM disse que a operação colaborou com o início do processo de reestruturação do Bope, porém, destacou que ele já estava previsto.

Na mesma nota, a corporação enfatizou ainda ter “confiança total no BOPE, Unidade de Elite da Corporação que, em 2015, através de suas operações, prendeu e retirou de circulação as principais lideranças do tráfico no Rio de Janeiro”.

Operação Black Evil
Na manhã do dia 11 de dezembro, quatro policiais militares do Bope foram presos suspeitos de receber propina de traficantes. Na casa de um quinto policial, preso três dias depois de deflagrada a operação, foram encontrados R$ 70 mil em dinheiro.

Segundo a denúncia do MP, entre os meses de agosto e dezembro deste ano, os policiais investigados receberam propina de traficantes de uma facção criminosa em troca de informações sobre operações realizadas pelo Bope nas comunidades Faz quem Quer, Covanca, Jordão, Barão, Antares, Vila Ideal, Lixão, Conjunto de Favelas do Lins e Conjunto de Favelas do Chapadão. O grupo ainda negociava com traficantes armas apreendidas em outras ações para uso da quadrilha.
A operação do MP, batizada Black Evil, contou com a colaboração da Corregedoria da Polícia Militar e do Batalhão de Operações Especiais (Bope), a tropa de elite da PM do Rio.
A investigação começou há cinco meses, depois que algumas operações do Bope não deram certo. O próprio batalhão começou a desconfiar do vazamento de informações.
“A gente estava desenvolvendo algumas operações que a gente percebia que não tinham qualquer tipo de resultado. Aí chegava na comunidade e simplesmente era notório que tinha sido avisado, né. A gente não observava qualquer tipo de movimentação, nem daqueles que são responsáveis eventualmente por avisar via rádio ou soltar fogos. Enfim, não havia qualquer tipo de sinalização de presença de marginais. Então, a partir daí, a gente começou a perceber que alguma coisa estava errada e que a gente precisava buscar o que estava acontecendo para que a gente encontrasse aquele quadro antagônico ao que era esperado”, contou o comandante do Bope, tenente coronel Carlos Eduardo Sarmento.

Foi feito um trabalho de inteligência para tentar identificar quem eram esses policiais militares corruptos. De acordo com o MP, esses PMs passavam informações privilegiadas sobre operações do Bope que estavam para acontecer. Além disso, os policiais também negociavam com os traficantes armas que tinham sido apreendidas em outras operações e até mesmo as fardas da tropa.

A propina variava entre R$ 2 mil e R$ 10 mil por comunidade. O esquema acontecia em dez locais diferentes.

“Essa quadrilha que usava o Batalhão de Operações Especiais para vazar as informações e também passar tranquilidade para os traficantes, dizendo 'ó, tá tudo tranquilo, fica tranquilo', deixando eles bem à vontade. Então, não era só vazar a operação, mas também passar tranquilidade”, destacou o subscretário de Inteligência da PM, Fábio Galvão.
Segundo o MP, cada policial militar fazia parte de um grupo diferente do Bope. “Existia um policial militar, que não estaria mais no Bope mas que teria cooptado outros policiais militares, um de cada equipe do Bope, porque o Bope tem quatro equipes que trabalham de 24 por 72 horas, para que houvesse o vazamento diário de informações que favoreciam a facção criminosa Comando Vermelho”, explicou a promotora Angélica Glioche, do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (GAECO) do Ministério Público.

Foram presos, no dia da operação, Maicon Ricardo Alves da Costa, André Silva de Oliveira, Raphael Canthé dos Santos e Silvestre André da Silva Felizardo. Já Rodrigo Mileipe Vermelho Reis, que estava fora do país no dia em que foi deflagrada a operação, foi preso na segunda-feira (14) após se apresentar ao Bope.

Um processo administrativo disciplinar foi aberto para decidir se os policiais vão ser expulsos da corporação. Entre os crimes citados na denúncia do MP, estão corrupção e a violação de segredo funcional. Segundo a promotora do Gaeco, Angélica Glioche, eles serão citados na Justiça Comum por associação ao tráfico.

segunda-feira, 14 de dezembro de 2015

Marcha até o palácio Guanabara: ESSA CONTA NÃO É NOSSA !

Servidor Público do Estado do Rio de Janeiro, não aceite outros parcelamentos salariais e venha cobrar o pagamento da segunda parcela do 13º salário. Dia 15 de dezembro, às 14 horas nos concentraremos no Largo do Machado para uma marcha em direção ao Palácio Guanabara, queremos ser tratados com RESPEITO! 
Juntos somos fortes e nem um passo daremos atrás, 
Deus está no controle!



PMs não ganharão cestas de fim de ano

O Natal vai ser magro para os mais de 48 mil policiais militares do Rio. Pela primeira vez, os agentes vão ter que usar a criatividade e apertar os cintos para fazer a ceia, já que, às vésperas da data da celebração, nenhum vestígio de cesta de produtos ou vale-compras chegou à mesa dos agentes. E nem deve. Segundo informações dos policiais, não há verba para a compra do benefício, já que o orçamento da corporação com alimentação previsto para 2014 foi estourado com os gastos extras durante a Copa do Mundo. 
Desde o fim de maio até 13 de julho, todo o efetivo da PM e os recrutas recém-formados foram colocados de prontidão para os jogos, para dar conta da segurança da cidade durante o evento, que durou um mês. Neste período, os policiais recebiam lanches durante o expediente, que incluía sanduíches, suco, água, maçã, biscoito, barra de cereal e bolo. O custo extra com os lanches saiu do orçamento anual. 
Nenhum comunicado oficial sobre a falta da cesta de Natal foi feito aos policiais, mas a notícia já corre entre a tropa, que ficou desanimada. “Sempre recebemos cesta, mas ao longo do tempo foi minguando. Há dois anos, foi um vale-compras. Agora, nem sombra disso”, disse um cabo, que pediu para não ser identificado. Ainda segundo o policial, o vale era no valor de R$ 100, que saía no contracheque como auxílio natalino.
“Para a maioria dos policiais faz muita diferença receber essa ajuda no Natal, principalmente para quem tem família grande. Nosso salário já é apertado, e os produtos da ceia estão cada vez mais caros”, comentou um sargento, que é casado e tem três filhos. 
No ano passado, além de produtos tradicionais de uma cesta básica, o benefício que os PMs receberam tinha itens natalinos como frios, pêssego, frango e meio quilo de bacalhau. A distribuição dos kits ocorreu entre os dias 9 e 17 de dezembro para os policiais, mas o aviso foi dado já no boletim do dia 22 de novembro, para que as unidades fornecessem a lista com nomes e identidades de todos os beneficiários. 
Em nota, a assessoria da PM informou que “solicitou à Secretaria de Segurança que viabilizasse os recursos necessários junto à Secretaria de Planejamento e Gestão (Seplag) para a definição dos bônus de fim de ano.” A corporação ainda aguarda uma definição da secretaria. Já a assessoria da Seplag informou apenas que ainda não há resposta sobre o pagamento do benefício. 

Enquanto o problema da ceia da tropa não é solucionado, o Boletim Interno da PM de quarta-feira publicou um convite para uma confraternização natalina restrita a coronéis que ocupam cargos de comandante, subcomandante, chefe, subchefe e diretores de unidade. O almoço será realizado sexta-feira, na Academia de Polícia Militar Dom João VI, em Sulacap.


* Cerca de 1.600 servidores do Tribunal de Contas do Estado (TCE) receberam, na última quinta-feira, um cartão com gratificação natalina de R$ 2 mil. O benefício foi entregue a concursados ativos e comissionados do tribunal. 



Pezão, não seja OMISSO, a guerra civil que vive o nosso Estado tem que acabar.

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PEZÃO, PARE DE MATAR OS NOSSOS POLICIAIS!
71 MORTES DE POLICIAIS MILITARES EM 2015!
As UPPs são uma farsa. Desde a sua implantação até o dia de hoje, centenas de policiais morreram e a paz anunciada pelos governantes não se viu nas ruas e nas comunidades do Rio. A luta do policial contra o crime organizado do Rio de Janeiro é desigual e desumana.
Governador Pezão, se você acha que as UPPs são seguras, então coloque um, dois, ou três de seus familiares para trabalharem ao lado dos nossos guerreiros policiais.
Pezão, não seja OMISSO, a guerra civil que vive o nosso Estado tem que acabar.
Militar também tem família e é cidadão.
Intervenção Federal - RJ JÁ!
Juntos somos fortes
Nem um passo daremos atrás
DEUS ESTÁ NO CONTROLE

Major da PM de São Paulo é morto em assalto na Baixada Fluminense

PMs não receberam o Proeis referente a outubro

Policiais Militares que atuam, nos dias de folga, nas escolas da rede estadual através do Programa Estadual de Integração na Segurança (Proeis) não receberam o pagamento dos dias trabalhados em outubro, que deveria ter sido creditado até o dia 20 de novembro. O problema atinge PMs que trabalham nas escolas da rede em diversos municípios, como Niterói, Queimados, Friburgo, entre outros.

Procurada, a Secretaria de Educação informou que houve um problema na descentralização da verba, que deve ser repassada para a Secretaria de Segurança até o dia 15.

quinta-feira, 10 de dezembro de 2015

PM é encontrado morto dentro de carro na Baixada Fluminense


O subtenente Reginaldo Cândido, que era lotado na Policlínica de São João de Meriti, na Baixada Fluminense, foi encontrado morto a tiros dentro de seu carro, na manhã desta quinta-feira. O corpo do policial militar foi achado próximo de casa, na Rua Bernardino Borges, no bairro Cosmorama, em Mesquita, também na Baixada. Segundo colegas de farda, o militar trabalhava como fisioterapeuta e estava a caminho do serviço quando foi morto.

Polícia prende suspeitos de envolvimento na morte de PM encontrado carbonizado no Chapadão

Servidores do Estado protestam contra salários atrasados e parcelamento de 13º

Inquérito inocenta oficial de roubo

O major Marcelo de Castro Corbage foi absolvido no Inquérito Policial Militar (IPM) que apura o envolvimento de seis PMs no sumiço de R$ 1,8 milhão apreendidos em operação na Covanca, em Jacarepaguá, em junho. Na época, o oficial era subcomandante do Batalhão de Operações Especiais (Bope), onde eram também lotados todos os outros cinco investigados.

A conclusão foi publicada segunda-feira no Boletim Interno na PM. A Corregedoria não constatou indício de crime nem transgressão de disciplina por parte de Corbage, assim como não encontrou crime de competência da Justiça Militar por parte dos outros investigados.

A investigação apontou, no entanto, infração penal comum por parte de dois PMs envolvidos.

Corpo de policial militar é encontrado carbonizado no Chapadão


O corpo do soldado Bruno Christian da Silva Ferreira, de 26 anos, desaparecido desde domingo, foi identificado nesta terça-feira por um irmão do PM, no IML de São Cristóvão. Bruno havia saído para encontrar amigos em São João de Meriti, no mesmo dia, e foi morto por traficantes de drogas. O corpo, carbonizado, estava num acesso ao Morro do Chapadão, na Zona Norte. 

O cadáver, segundo colegas do 41º BPM (Irajá), estava no porta-malas de um Honda Civic, na Rua Eduardo César Machado, no Parque Anchieta. Ao lado do PM havia outro corpo, que ainda não está reconhecido. 

De acordo com testemunhas, o soldado, que estava há quatro anos na corporação, foi a um pagode com amigo perto das comunidades do Castelinho e Bacia do Éden, em São João de Meriti, quando foi capturado por criminosos. A região é dominada pelo Comando Vermelho (CV).

Ele teria sido reconhecido e abordado por bandidos, que o desarmaram e o levaram em direção ao Complexo do Chapadão. Lá, Bruno foi torturado e teria levado pelo menos três tiros na perna.

Segundo a Delegacia de Homicídios (DH) da Capital, que apura o caso, houve perícia de local. Testemunhas estão sendo ouvidas, e agentes realizam diligências em busca de imagens e informações que ajudem nas investigações. Bruno, que deixou uma filha de 2 anos, vai ser sepultado hoje.

sexta-feira, 4 de dezembro de 2015

Servidores públicos fazem protesto contra o parcelamento dos salários



Associação Abmerj 

Governador Pezão, não podemos ser responsabilizados pela falta de previsão em cima dos recursos do Estado. Salário de trabalhador é conta básica de qualquer gestão.

Pague logo o nosso SALÁRIO!!!

Dia 08/12 as 14h na ALERJ, novo Ato na ALERJ contra o parcelamento dos salários.

Juntos Somos Fortes.
Nem um passo daremos atrás.
Deus está no controle.

Deputados questionam investigação do caso de Costa Barros

Deputados saem do presídio no qual estão os PMs que atiraram nos jovens de Costa Barros (Foto: Gabriel Barreira/G1)
Deputados estaduais integrantes de CPIs de segurança pública do Rio de Janeiro ouviram, nesta sexta-feira (4), os quatro policiais que participaram da ação que resultou na morte de cinco jovens em Costa Barros, no Subúrbio do Rio, no último sábado (28). Na versão dos agentes, que estão detidos na Unidade Especial Prisional (UEP), em Niterói, na Região Metropolitana, houve confronto. Ao sair do presídio, os parlamentares apontaram possíveis falhas na investigação.
leia: Portal G1 



A pedido de um major de outro batalhão, capitão teria mandado equipe do 41º BPM recuperar carga roubada

Partiu de um major que presta serviços privados a uma indústria de bebidas a ordem para os quatro PMs checarem a ocorrência que terminou com a morte de cinco jovens fuzilados dentro de um carro, em Costa Barros, no sábado.  O capitão Daniel, do 41º BPM (Irajá), disse em depoimento que estava em casa de folga e recebeu ligação do major Moisés Pinheiro Sardemberg, do 5º BPM (Pr. da Harmonia). Pedia ajuda para recuperar caminhão roubado.

Daniel contou que fez contato com o sargento Márcio Darcy Alves dos Santos, acusado da morte dos jovens, para que ele fosse ao local. Na 39ª DP (Pavuna), o oficial afirmou que o sargento relatou ter sido recebido a tiros e que a carga estava sendo saqueada. O tiroteio foi relatado por outro policial da patrulha. Ele disse que traficantes com fuzis davam cobertura ao saque e que teriam atirado. O policial alegou que o rapaz que viajava no banco do carona do carro dos meninos botou o corpo para fora e atirou. Mas a perícia afirmou que não há indícios de tiros disparados de dentro para fora do veículo.

A Corregedoria Interna da PM instaurou procedimento apuratório e convocou o major e capitão para prestar esclarecimentos hoje. Os oficiais serão transferidos para a Diretoria Geral de Pessoal e deverão ser submetidos a Processo Administrativo Disciplinar.

FIM DA MORDOMIA NA PMERJ